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Saito, Milton iniciou no jornalismo publicando coluna sobre cinema no Correio da Sorocabana de Presidente Prudente. Na cidade trabalhou no jornal O Diário, colaborou com a assessoria de imprensa da prefeitura divulgando releases sobre Cultura, atuou como colaborador da coluna social Nikkey News do Oeste Notícias e como repórter no programa TV Dicas, do Japão, exibidos pela IPC/TV, afiliada internacional da Rede Globo. Como membro do Ciate [Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador no Exterior] produziu releases para imprensa nacional e internacional. Publicou artigos no Espaço do Dekassegui do colunista social Sinomar Calmona do O Imparcial. É geógrafo licenciado, bacharelado e com mestrado pela Universidade Estadual Paulista de Presidente Prudente [UNESP]. Desenvolveu pesquisa no Japão que culminou na dissertação: “Japoneses aqui, brasileiros lá?: Uma leitura sobre (e dos) Dekasseguis.

Cristiane Nagafuti foi colunista social do jornal Oeste Notícias de Presidente Prudente produzindo a Nikkey News. No Japão a Nikkey News foi veiculada pelo jornal Folha Mundial.

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Brasileiros desempregados investem em restaurante com ajuda financeira
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 10/03/2010 às 03:42:50
 

O estabelecimento só pôde ser aberto com a ajuda financeira que Lídia, e outros três brasileiros, adquiriram da Câmara do Comércio e Indústria e outras entidades locais

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 10/03/2010

“Os pratos brasileiros estão tendo boa aceitação entre os japoneses”, conta Lídia Hara, 52 anos, que é responsável pela cozinha do restaurante “Saboroso”, inaugurado há três semanas na cidade de Izumo (Shimane).

Atualmente, quatro brasileiros se desdobram para dividir as tarefas do restaurante e ainda aprender, com a ajuda de japoneses voluntários, o vocabulário e a etiqueta na hora do atendimento ao público japonês.

O restaurante está localizado dentro do Shopping Palao, que também passa por dificuldades financeiras com a recessão, e espera atrair maior público com a inauguração do restaurante de pratos brasileiros a baixo custo.

Lídia, que também é gerente do restaurante, explica que o grupo não se conhecia e foram reunidos pela Associação Nipobras, que oferece suporte a brasileiros na região de Shimane. Todos ficaram desempregados após o início da crise econômica e buscavam emprego, quando foram incentivados a iniciar um novo negócio.

“Experiência na cozinha eu já tinha, mas dinheiro para investimento, não. Foi um funcionário da prefeitura que deu as instruções de como conseguir a ajuda financeira da Câmara do Comércio e Indústria”, afirma a brasileira. O processo, bastante burocrático segundo ela, demorou cerca de dois meses.

Além do famoso “PF” (prato feito) brasileiro, com arroz, feijão, bife e salada, o restaurante ainda serve lanches de pão francês com lingüiça e picanha na chapa. Lídia conta que os brasileiros, minoria do público, já começou a fazer os pedidos para que o restaurante fique aberto até mais tarde – hoje fecha às 20 horas. “Alguns vêm direto do yakin (turno noturno) para tomar café da manhã”.

O grupo abriu o restaurante em nome da NPO Esperança, que recebe sua certificação de entidade sem fins lucrativos até o próximo mês. “O objetivo aqui não é ficar rico”, ressalta Lídia. “As pessoas que estão trabalhando aqui querem ter experiência de atender o público japonês, conseguir o suficiente para pagar suas contas e ir buscar um novo emprego”, explica.
O restaurante está localizado dentro do Shopping Palao, que também passa por dificuldades financeiras com a recessão, e espera atrair maior público com a inauguração do restaurante de pratos brasileiros a baixo custo. O shopping, segundo Lídia, também ajudou com a criação do restaurante, já que se comprometeu a manter por um ano o aluguel do local abaixo do preço da tabela.

A nova NPO também tem como objetivo, além de oferecer capacitação profissional no restaurante Saboroso, abrir turmas de cursos de japonês.

 
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Brasileiro vence concurso de karaoke “Nodojiman” no Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/03/2010 às 06:50:02
 

Foi o escolhido o melhor cantor amador entre os representantes de 15 províncias do país


Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Cotidiano - 8/3/2010

O brasileiro Roberto Casa Nova, 42 anos, foi o grande campeão do concurso de karaoke “Nodojiman”, realizado pela emissora pública NHK do Japão no último sábado (6).

Robertinho Casa Nova, como é conhecido entre a comunidade já havia sido campeão quando disputou o concurso regional na cidade onde mora, Shizuoka (Shizuoka), que foi ao ar em 22 de fevereiro do ano passado.

Com a música “Chigiri”, de Itsuki Hiroshi, o brasileiro foi o escolhido o melhor cantor amador entre os representantes de 15 províncias do país.

 
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Princesa Aiko pode ter sofrido intimidações na escola
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 06/03/2010 às 23:42:18
 

Segundo o website do jornal Asahi, a menina, além de algumas colegas podem ter sofrido intimidações de alunos na escola

O fato levou o Palácio Imperial a intervir e pedir aos responsáveis pelo colégio para solucionarem o problema, informou um porta-voz.

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 6/3/2010

A Agência Imperial informou nesta sexta (5) que a princesa Aiko, de oito anos, estava se ausentando da escola por dores estomacais e preocupações. Segundo o website do jornal Asahi, a menina, além de algumas colegas podem ter sofrido intimidações de alunos na escola.

De acordo com o artigo, Aiko já havia faltado às aulas apresentando febre na semana passada. Mesmo recuperada, na segunda-feira (1), ela não foi para a escola. Estimulada pelos pais, na terça-feira (2), ela chegou a ir para a escola, mas teria retornado para casa mais cedo.

O Asahi cita que a menina continua faltando às aulas, mas não apresenta ferimentos e começa a mostrar vontade de retornar para a escola.

 
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“Pai, você está conseguindo dormir?”
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/03/2010 às 23:46:42
 

A medida visa diminuir aqueles que cogitam a idéia do suicídio

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 5/3/2010

O governo central definiu o mês de março como o mais apropriado para reforçar as medidas contra o suicídio, já que observam-se nesse período o maior número de ocorrências.

No primeiro dia, segundo a Agência Kyodo, a campanha alertou para a dificuldade de dormir, considerando a falta de sono como um dos sinais que apontam para a depressão.

Na estação de Shinjuku (Tokyo), a ministra responsável pelas medidas contra o suicídio, Mizuho Fukushima, distribuiu envelopes de lenços de papel que destacavam a frase “Pai, você está conseguindo dormir?”, para os chamados salaryman (funcionários de escritórios).

A medida visa diminuir aqueles que cogitam a idéia do suicídio. Fukushima salientou a importância dos cuidados dentro das famílias e disse que o governo central pretende enriquecer as consultas de sobre saúde mental e também sobre as dívidas financeiras.

As campanhas serão realizadas também na TV durante o mês de março.

Em 2009 o país estima que mais de 32 mil pessoas cometeram suicídio, dos quais mais de 23,4 mil eram homens.

 

 
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Japão: crise impõe novas tendências de comportamento
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/03/2010 às 13:47:13
 

O que muda com a crise atual?

Consumidora adquiri carro zero e aguarda entrega. Agência japonesa diz que atraso é justificado pela montadora que esclarece passar por momentânea falta de peças para montar o veículo (Foto: Japan Yellow)

A vida dos brasileiros no Japão já não é mais a mesma. A crise impõe novas formas de comportamento e provoca mudanças de hábitos e costumes dentro da comunidade verde e amarela. E essas novas tendências revelam situações antes impensáveis.

Relacionamos algumas que afetam diretamente a comunidade de brasileiros no país: ir para o trabalho e voltar mais cedo, pela falta do que fazer; trabalhar menos do que cinco dias na semana; redução ou desaparecimento das horas-extras; dificuldade para aquisição de um cartão de crédito ou de um aparelho de telefone celular; são alguns dos exemplos.

Outras medidas afetam a população no geral. Quando algum setor do mercado reage (aquece), as empresas parecem desprovidas de infraestrutura para atender os consumidores. E pela primeira vez no país ouve-se que há atraso na produção de determinados produtos por falta de peças ou pessoal e não se cumpre as datas da entrega. O setor automobilístico, um dos que mais demitiu funcionários em nome da crise, vive estes transtornos com a crescente retomada de vendas registrada no mês de fevereiro.

A procura por empréstimos pessoais para equilibrar o orçamento familiar é outra tendência que cresce. Isso porque a redução da renda não mais garante a sobrevivência e compromete o pagamento das contas.

Mas isso não significa encontrar crédito liberado e facilitado na praça. Pelo contrário. As exigências, em especial para os estrangeiros, hoje são maiores do que antes. As instituições de crédito recorrem à figura do fiador, que dependendo da situação, tem que ser japonês.
A reestruturação pós-crise, no sentido mais agudo deste fenômeno econômico, parece ser um remédio mais amargo do que ela por si. Uma totalidade que assusta, mas, o melhor mesmo é se acostumar com o novo perfil. Isso porque tais mudanças estão apenas no começo. Diante de tantas e significativas alterações na rotina, cada leitor, com certeza, já tem uma estória para contar.

Visto permanente e residência no país

A aquisição do visto permanente, que antes era apenas uma vantagem comparativa de comodidade, hoje é essencial para a realização de certas transações econômicas. O sonho da casa própria, do carro novo, dentre outros desejos, tem seu preço.

Sem o visto de permanência é quase impossível a aquisição de bens materiais financiados. O que antes se comprava no “cash”, (dinheiro vivo), hoje, além desta nova exigência, obriga o consumidor a reunir uma série de documentos como parte das garantias.

Essa restrição ao crédito afeta a todos. Mas, sofrem mais aqueles que há anos no país dependem de crédito para prover o consumo de bens. Alguns necessitam até da ajuda oferecida pelo governo japonês para retornar ao Brasil. Pessoas essas, que se adaptaram tão bem a estrutura de vida no Japão, que se tornaram consumidores vorazes. Por isso não conseguem criar um fundo de poupança para necessidades emergenciais.

O mesmo pode ser um complicador para aqueles que sonham acumular recursos para abrir o seu próprio negócio no Japão ou no Brasil. Enfim, a falta do dinheiro e do crédito são realidades que tornam a vida no país mais difícil.


Fim da farra da escolha de empregos, da segurança no trabalho e início do subemprego

O mercado de trabalho do Japão não está apenas mais seletivo. Ele exige nova postura dos candidatos, que vão além da necessidade de qualificação. A farra da escolha de empregos, hoje, deve ser evitada. Antes, migrar de emprego, por não se adaptar ao trabalho, para mudar de cidade ou para ganhar mais, dentre outras causas, ocorria sem ônus maior para os trabalhadores. Hoje, a realidade é outra. Manter-se no emprego é um grande desafio.

Houve redução de horas extras em boa parte das empresas, e com isso, redução sensível dos salários. Mas, há empresas ou empreiteiras que reduziram os salários sob alegação da atual realidade econômica. Portanto, não há como ganhar mais num mercado que cada dia paga menos.

Isso exige esforços para complementar a renda do mês. Não tendo hora extra na fábrica, o negócio é recorrer ao subemprego ou fazer “arubaito”, trabalho extra, fora do horário de expediente.

Apesar de restrito, trabalhos extras beneficiam diretamente aqueles que estão desempregados, e fazem o chamado “bico” para não ficar totalmente parado. E para quem contrata este perfil de profissional, os custos são reduzidos, pois eliminam-se encargos trabalhistas.

Segurança no trabalho é outro fator complicador. Ninguém, mais do que nunca, pode dizer que goza de segurança no emprego. Hoje, para ser demitido, basta estar empregado. Ou seja: ninguém é insubstituível.

Novas exigências

Por sua vez, a qualificação que hoje virou moda – e a mídia local tem explorado o tema de forma até exagerada –, falseia a realidade para determinados segmentos de trabalho e concentra a discussão apenas na questão do idioma. Não se quer dizer com isso que, não é necessário se qualificar.

Ainda é possível sim, apesar das restrições, trabalhar sem a necessidade de falar o idioma fluentemente. Aliás, acho que a exclusão maior decorre devido a outros motivos. Quesitos como: idade, sexo, casa própria, carteira de habilitação e carro, são critérios que dificultam as contratações atuais. Formas de qualificação ainda pouco discutidas.

Muitas empreiteiras transferem a responsabilidade do transporte, de casa para a fábrica e vice-versa, para o trabalhador. Já os serviços que exigem mais trabalho mecânico, ainda absorvem mão de obra sem a fluência do idioma.

O Estado cria oportunidades

O Estado, por sua vez, cria novas oportunidades. Ao adentrar em uma repartição pública, por exemplo, como nas unidades do Hello Work, que até 2008 eram desconhecidas, é possível encontrar vagas para trabalho. O Estado, representado pelas unidades do Hello Work e prefeituras, oferece também cursos gratuitos para determinadas atividades e segmentos.

Os candidatos que obtém melhor avaliação são indicados ou encaminhados para empresas que às vezes concretizam a contratação desta mão de obra de forma direta, sem intermediários.

As prefeituras também oferecem vagas temporárias para determinados serviços dentro do município. Serviços de capinação e coleta do lixo nas praias, dentre outros.
Mas, o maior destaque, em especial nas unidades do Hello Work, é a maciça presença de funcionários para atender o exército de desempregados. Serviços estes disponíveis em vários idiomas.

Comunidade: NPOs e a solidariedade

Muita coisa o Estado redireciona para a iniciativa privada. Também virou moda no país criar organizações não-governamentais sem fins lucrativos (NPOs). Elas têm como objetivo suprir aquilo que o Estado não pode custear.

Essas NPOs coletam recursos e prestam serviços de assistência as pessoas e instituições mais necessitadas. Ou seja, uma dinamização de políticas assistencialistas com recursos provenientes da iniciativa privada.

Outra nova perspectiva é o aparecimento de instituições cooperativas. Ainda em número reduzido, mas, com grande tendência de crescimento.

O preço da globalização

Criam-se facilidades de um lado, mas, do outro, aumentam as dificuldades. Em suma, está cada vez mais difícil viver fora do nosso território de origem. Isso porque, no caso do Japão, e algumas mídias divulgaram pesquisas neste sentido essa semana, a presença dos estrangeiros ainda não foi bem assimilada por parte da população nativa. Agora então, com a acirrada competitividade por uma vaga de trabalho, a situação naturalmente tende a piorar.

A globalização promove mudanças, mas não oferece subsídios para transformar os espaços sociais em ambientes totalmente seguros e promissores. A China, como relata a matéria publicada no Portal Webnews, (4/3/2010), “passou o Japão e já é o segundo maior produtor do mundo”. Essa liderança pode levá-la em breve a se tornar a segunda maior economia do mundo, assumindo também o lugar do Japão. Pois a China já assume a terceira posição, tendo superado a Alemanha e prevê que possa até a década de 40, superar os Estados Unidos. Mas a matéria diz ainda que, o Japão, ainda é o país mais industrializado do planeta.

Mas a exploração sobre o trabalho dos chineses também possibilita o crescimento vertiginoso de uma nova classe social: a dos ricos. Apesar da crise em 2009, a China aumentou de 101 para 130 o número de bilionários. “O número de ricos chineses, daqui a escassos três anos, será equivalente à soma das populações do Brasil, Argentina e Venezuela nos dias de hoje: 260 milhões de almas. E já são centenas de milhares os milionários...”. (Portal Terra/Brasil)

Estes são os grandes beneficiados porque ficam com o lucro do suor e das angústias da grande maioria que enfrenta todo tipo de problemas dentro de uma fábrica.
 

 
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China ultrapassa o Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/03/2010 às 08:51:01
 

Mas o Japão continua sendo o país mais industrializado do planeta

Por EFE e Portal webnews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/
Japão - 4/3/2010

A China passou o Japão e já é o segundo maior produtor industrial do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, informou hoje a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi).

Em nota divulgada em Viena, a Onudi assinala que, de acordo com suas estimativas, a participação da China no valor agregado industrial de todo o mundo chegou a 15,6% em 2009, maior que os 15,4% do Japão e menor que os 19% dos EUA.

“Os três países juntos são responsáveis por metade da produção industrial do mundo”, destaca a nota.

As conclusões foram tomadas com base nos dados publicados pelo Relatório Internacional de Estatísticas Industriais, de 2010.

Apesar dos números absolutos de produção da China, que põem o gigante asiático em segundo lugar, as estatísticas revelam que o Japão continua sendo o país mais industrializado do planeta “em termos de valor agregado industrial per capita”.

Por outro lado, o relatório aponta que os efeitos da crise financeira no crescimento industrial foram sérios para os países ricos, mas “relativamente suaves” nas nações em desenvolvimento.

Prova disso é que, em 2009, Índia e Brasil ficaram entre os dez países com maior produção industrial, em quinto e décimo lugares, respectivamente.

 
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Após dez anos, Mazda faz contratação direta de temporários
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 03/03/2010 às 12:07:33
 

A contratação está em andamento até abril

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie:portalwebnews.com/


Trabalho - 3/3/2010

A Mazda confirmou ontem (2), um plano de contratação que recrutará 150 funcionários temporários, noticiou o website do Sankei Shimbun. Com o aumento da sua produção em sua sede, em Hiroshima, a montadora buscará, pela primeira vez depois de dez anos, funcionários temporários e não mão de obra através de empreiteiras.

A contratação está em andamento até abril. O período do trabalho é de seis meses, podendo ser estendida, no máximo, para três anos. Segundo a mídia, a estratégia foi adotada para não ultrapassar o período de contratação da empreiteira, que hoje é de três anos consecutivos.

Em junho passado, a Agência de Trabalho de Hiroshima e de Yamaguchi emitiu para Mazda uma orientação para que corrigissem o formato de sua contratação por empreiteiras, que apresentava irregularidade.

Após o alerta, a Mazda mudou a forma de contratação de mão de obra por empreiteiras para a contratação direta, em julho passado.

Com os novos recrutamentos, o número de funcionários temporários a serem chamados pela montadora pode chegar a 240 pessoas.

 
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Primeiro trem bala que chegou a 300 km/h diz adeus à alta velocidade
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/03/2010 às 04:42:19
 

O modelo 500 foi o primeiro trem comercial que chegou ao máximo de 300 km/h

Por EFE, Webnews.com e Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 01/03/2010

O primeiro Shikansen ou trem bala japonês que superou os 300 km/h se despediu neste domingo, após 13 anos, das linhas de alta velocidade para abrir passagem à tecnologia ainda mais moderna de seus sucessores.

Centenas de pessoas se reuniram nas plataformas de estação do serviço de alta velocidade da estação central de Tóquio para ver partir, pela última vez, a série 500 do Shinkansen, transformada em símbolo da inovação tecnológica do Japão.

Fabricado pela companhia ferroviária Japan Railways West (JR West) em 1996 e 1997, o Shinkansen 500 estreou em março de 1997 para unir os 622 quilômetros entre as cidades de Osaka (centro) e Hakata (sul) em 2 horas e 17 minutos, frente às quase quatro horas que eram necessárias até então.

Em novembro daquele mesmo ano ampliou sua linha de Osaka até Tóquio com o serviço “Nozomi” (“Esperança”).
Até que apareceu esta série revolucionária, os trens-bala japoneses alcançavam “apenas” 210 km/h, explicou à Agência Efe um porta-voz da JR West.

O modelo 500 foi o primeiro trem comercial que chegou ao máximo de 300 km/h, o que o levou a ser inscrito no livro Guinness dos recordes.

 

 
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Maratona de Tokyo fecha as principais ruas da capital japonesa
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 27/02/2010 às 21:04:20
 

Pelo percurso de mais de 42 quilômetros, os corredores passarão pelos principais pontos turísticos da cidade

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 28/02/2010

A Maratona de Tokyo, que tem início às nove horas de hoje em frente à estação Shinjuku (Tokyo), tem esse ano um número recorde de 32 mil corredores entre amadores e profissionais.

Pelo percurso de mais de 42 quilômetros, os corredores passarão pelos principais pontos turísticos da cidade. A Torre de Tokyo, o bairro de Ginza, o Palácio Imperial e o tempo de Asakusa estão entre os pontos pelos quais passarão os corredores.

O número de inscritos, segundo o website do jornal Yomiuri, também foi o maior da história da maratona, 311.411 pessoas. Para participar da prova, é preciso estar entre os sorteados.

A Maratona de Tokyo é a maior prova com a participação de cidadãos do continente asiático.

 
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Cresce índice de criminalidade juvenil estrangeira
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 26/02/2010 às 08:11:49
 

Somente no ano passado, houve o registro de 1087 crimes, contra 667 casos em 2008

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 26/02/2010

Segundo a Agência de Polícia, o número de crimes praticados por jovens estrangeiros entre 14 e 20 anos, sofreu aumento considerável em 2009, como informa artigo do website do Jornal Yomiuri.

Somente no ano passado, houve o registro de 1087 crimes, contra 667 casos em 2008. O crescimento da criminalidade refletiu nos dados da polícia que via os índices diminuírem durante sete anos consecutivos.

De acordo com a mídia, a agência acredita que os delitos foram praticados com mais frequência devido a piora da situação econômica no país. O roubo de veículos ou residências foram os atos criminosos que tiveram o maior crescimento, de 399 para 790, em 2009. Em relação a nacionalidade, os brasileiros lideram o ranking com 412 casos (+183); filipinos com 178 casos (+41); chineses com 144 casos (+52); e peruanos com 144 casos (+76).

 
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Segundo ano de queda na verba para anúncios
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 24/02/2010 às 06:52:45
 

A internet superou o volume de anúncios do jornal e passou a ocupar o segundo lugar no ranking de veículos que mais obtiveram lucro

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 23/02/2010

A Dentsu, maior empresa de publicidade do Japão, divulgou que o valor total gasto com propaganda sofreu queda de 11,5% em comparação com o ano de 2008. O valor atingiu ¥5,9 trilhões (US$ 64bilhões) em 2009, noticiou o jornal Nihon Keizai.

Os quatro canais de mídia – TV, jornal, revista e rádio – sofreram queda de 10%, enquanto na internet observou-se um aumento de 1,2% em anúncios de publicidade.

A internet superou o volume de anúncios do jornal e passou a ocupar o segundo lugar no ranking de veículos que mais obtiveram lucro. O primeiro lugar ainda é ocupado pela TV.

O valor da publicidade vem sofrendo redução pelo segundo ano consecutivo, desde 2007, quando houve o pico no setor, atingindo ¥7 trilhões (US$ 76 bilhões) em anúncios.

 
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Jovens sem faculdade representaram 14,2% dos desempregados em 2009
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 23/02/2010 às 09:21:15
 

Taxa de desemprego entre os que não possuem diplomas é significativamente alta


Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/
Japão – 23/02/2010

O ministério dos Assuntos Internos do Japão divulgou ontem (22), que a taxa de desemprego na faixa etária de 15 a 24 anos, ficou em 14,2% no grupo dos que possuem formação do Ensino Fundamental e Médio, informou o website do jornal Yomiuri.

A mídia cita que o alto nível de desemprego observado durante o ano passado, atingiu diretamente a camada jovem.

Em comparação com jovens que possuem o terceiro grau completo (8% dos desempregados) ou formação em faculdade de curta duração (5,9% dos desempregados), a taxa de desemprego entre os que não possuem diplomas é significativamente alta.

De acordo com o artigo, o total de pessoas que passou de empregado efetivo para desempregado aumentou em 800 mil pessoas em comparação ao ano de 2008.

 
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Dez mil escolas públicas do Japão vão ganhar conselheiros escolares
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 22/02/2010 às 09:46:18
 

Os conselheiros vão trabalhar o lado sentimental dos alunos

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 22/2/2010

O Ministério da Educação colocará conselheiros escolares em 10 mil escolas públicas primárias (shogakko) do Japão ainda esse ano. O número representa metade do total de instituições públicas de ensino do país, noticiou o website do jornal Yomiuri. Os conselheiros terão como responsabilidade trabalhar o lado sentimental dos alunos (kokoro no care).

O plano para 2010 supera em 2,7 vezes os cerca 3,7 mil profissionais colocados nas escolas em 2009.

De acordo com a mídia, os conselheiros serão designados pela província e prefeituras para atender alunos que apresentem dificuldades em lidar com a família, escola ou sociedade.

No Ensino Ginasial (chuugakko) os profissionais já estão presentes em 80% das escolas (8.300 instituições) e serão ampliados para 10 mil durante o ano fiscal de 2010.

 
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O aluno tem direito de criticar professor na internet? E matá-lo para se vingar de notas baixas?
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/02/2010 às 23:22:10
 

Juiz nos Estados Unidos diz que sim, para a primeira premissa...

As aulas na escola foram suspensas até segunda-feira e foi oferecida assistência psicológica a professores e alunos (Foto: EFE/Webnews)

Um juiz nos Estados Unidos tomou uma decisão inédita, com base no direito constitucional de liberdade de expressão. E decidiu que aluno tem direito de criticar professor na internet. (Globo 1 – 17/02/10). Outro aluno matou o professor para se vingar das notas baixas. Segundo matéria publicada no Portal Webnews.com (19/02/2010), o aluno agressor está detido e confessa que foi levado pela raiva.

Formar adolescente crítico é papel da escola? É correto chamar um professor de tio ou tia? Qual o limite entre crítica e ética? As escolas brasileiras do Japão formam que perfil de cidadão?

Educar com responsabilidade é um desafio em qualquer parte do mundo. E cada nação possui um modelo de educação, que aqui prefiro chamar de método. E a criação dos métodos envolve compromisso e participação da sociedade. Os pais, a família e as instituições, quando atuam conjuntamente, podem evitar distúrbios e estabelecer normas e limites.

Caminhos suaves

A escola começa iludir um aluno, futuro cidadão, quando adota métodos de ensino e cartilhas que direcionam o processo de ensino/aprendizagem para um perfil de relações sociais por meio de caminhos suaves. As contradições sociais e a luta de classes que vão determinar a qualidade de vida e a capacidade de sobrevivência do futuro cidadão, sujeito ou objeto deste mar de parcialidade globalizante, camuflam as regras da competitividade até para alguns educadores.

O aluno passa, então, a se desinteressar pelos estudos. A partir daí, a rebeldia adolescente se manifesta de forma imprevisível. As consequências podem ser desastrosas. Manifesta-se a desilusão do sujeito social, causadora de ônus e dor para as famílias. O adolescente cresce com um desvio de personalidade marcado por estigmas sociais. Apesar de previstos nos códigos civis, e no caso brasileiro, no “Estatuto do Menor”, perde-se a oportunidade de humanizá-lo e de se estabelecer normas e limites.

É sim, papel da escola, a adoção de um sistema sério e qualitativo de educação. É papel da família acompanhar e avaliar os métodos utilizados por uma escola, e ter os ouvidos abertos para também aceitar críticas e insatisfações dos adolescentes. E uma alerta aos professores: um sistema de avaliação que não garante a participação do aluno como sujeito, está fadado ao fracasso.

Mediante tais premissas, em sua opinião, o juiz agiu corretamente? Cabe ao sistema educacional o papel de formar ou não cidadãos críticos? O aluno pode ou não, manifestar-se contra atitudes ou práticas indesejadas por parte do professor?

Professor sim: tia ou tio não?

Quanto ao professor, este pode ser chamado de tia ou tio? Pois, a idéia de relação familiar provocada pelo uso corrente da expressão, não extrai do aluno a possibilidade dele entender que a sociedade é competitiva e não uma harmoniosa relação entre parentes?

O futuro reserva para o aluno o dissabor da competitividade, e na realidade, isso não acontece em clima de irmandade ou de áurea familiar. Pelo contrário. A disputa se assemelha mais a uma luta de ideias, posturas, valores e diversas formas de conhecimento, por exemplo, para a obtenção de uma vaga de trabalho. Relação de parentesco com “Qi” - (quem indica), só mesmo em algumas esferas. E isso não é regra, é uma exceção e também privilégio restrito apenas para alguns iluminados.

O leitor pode aprofundar essa discussão teórica ao ler o livro escrito pelo grande e imortal educador brasileiro Paulo Freire: Livro "Professora sim, tia não - cartas a quem ousa ensinar". Uma leitura que vale a pena e que pode se complementar com a realização de uma discussão dentro de um grupo de estudos e pesquisa. Cabe a coordenação pedagógica tais incumbências.

Crítica, ética e práxis

Eis aqui um dos maiores desafios para um educador. Em nome de uma falsa ética, alguns docentes usam e abusam dos adolescentes impondo-lhes regras e normas numa práxis educacional, cujo professor é o único detentor dos conhecimentos. Só ele pode elaborar regras e normas e estabelecer os limites.

Portanto, formalmente credenciado pela instituição educacional a impor tais conceitos, de cima para baixo, não se abre espaço de diálogo com o aluno para que ele possa opinar e amadurecer por meio de uma discussão o que é ético ou não. Como viabilizar uma harmoniosa convivência dentro da comunidade educacional se o próprio professor age de forma autoritária?

Além de que, existe uma gama de códigos de ética. O que é ético para uma família não o é para outra. O que é ético para uma instituição pode ser indesejável ou indecente para outra. A ética de um criminoso é totalmente diferente da ética da família que sofre pela perda do ente querido. Ou seja, em nome de uma falsa ética, cala-se o aluno. Impede-o de manifestar-se, opinar, criar, colaborar e obriga-o a respeitar sem discutir os fundamentos destes porquês.

Cabe aos pais e a sociedade rediscutir se o sistema de educação para alunos, em especial os alunos das escolas brasileiras do Japão, por exemplo, optam por métodos laicos, universalizantes, qualitativos, autoritário ou democrático, e se cumpre o seu papel de formar aluno/cidadão crítico, criativo e com perspectivas fundamentadas pela lógica da razão científica.

É uma irresponsabilidade social a omissão da comunidade e o apoio a uma falsa ordem e progresso. Caminhos suaves acabam resultando em tragédias que, infelizmente, às vezes são consideradas naturais e corriqueiras. É um fechar de olhos para a degeneração do ser humano e das instituições. Nenhum sistema educacional está pronto e acabado. Estes necessitam de avaliações permanentes. A convivência social dos indivíduos, numa sociedade de classes e fora do seu Estado/nação, pois residimos em território japonês, não deve negligenciar a preparação do sujeito para conviver socialmente. Temos que ser humildes e aprender com os jovens e suas necessidades. E através do diálogo, acompanhamento e avaliação, estabelecermos as regras e normas de conduta social.

A arrogância malfadada dos “picaretas na educação” pode resultar em tragédias maiores do que o homicídio a um professor. Pode sim, ocasionar a morte dos sonhos da nação brasileira na convivência harmônica com a sociedade japonesa.

 
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Presidente da Toyota vai a congresso americano falar sobre recall
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/02/2010 às 07:36:15
 

O presidente da comissão americana, Edolphus Towns enviou, ontem (18), um comunicado oficial a Toyoda solicitando sua participação

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 19/2/2010

O presidente da Toyota, Akio Toyoda, informou hoje que participará da audiência pública a ser realizada no congresso americano para responder sobre o chamado para revisão dos veículos realizado pela montadora japonesa no país, noticiou o website do jornal Yomiuri.

O presidente da comissão americana, Edolphus Towns enviou, ontem (18), um comunicado oficial a Toyoda solicitando sua participação. O presidente japonês havia anunciado, em coletiva de imprensa realizada em Nagoya (Aichi) na quarta-feira (17), que não tinha intenção de estar presente no congresso americano.

“Aceitei o convite do presidente Towns. Gostaria de conversar diretamente com o congresso e com o povo americano”, afirmou o presidente da montadora em comunicado divulgado pela filial americana.

 
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Mais de 2 mil brasileiros deixaram a província de Gunma em 2009
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 18/02/2010 às 14:00:34
 

O Sankei cita que o principal motivo da redução foi o retorno ao país de origem

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Cotidiano – 182/2010

Uma pesquisa realizada em Gunma pelo governo da província aponta que o número de registros de estrangeiros no final de 2009 era de 45.148, o que representa uma queda de 6% (2.884 estrangeiros) em comparação com o ano anterior, noticiou o website do jornal Sankei. A evasão de estrangeiros é a maior observada desde 1977, quando a pesquisa teve início.

O Sankei cita que o principal motivo da redução foi o retorno ao país de origem em consequência do desemprego causado pela recessão econômica. De acordo com informações da Secretaria do Trabalho de Gunma, a quantidade de estrangeiros que buscam emprego está estabilizada, mas contratos de trabalho “de período extremamente curto” oferecem ainda insegurança e riscos de desemprego.

De acordo com o artigo, o índice de estrangeiros na província é 2,3% da população (2.005.055 pessoas), vindos de mais de 100 países. Por nacionalidade, os brasileiros somam o maior número com 15.258 pessoas (33% da população estrangeira), seguido dos chineses com 7.628 pessoas (16,9%) e dos filipinos, 6.151 (13,6%).

O número de brasileiros foi o que mais sofreu queda (2.040 pessoas), seguido dos indonésios (204 pessoas) e dos peruanos (192 pessoas).

Visando melhorar a situação de trabalho dos estrangeiros, o governo da província e Secretaria do Trabalho de Gunma buscam oferecer capacitação para o trabalho através do ensino do idioma japonês.

O funcionário do departamento Internacional da província comenta que algumas regiões tornaram-se cidades fantasmas “porque os estrangeiros deixaram o local de uma só vez” e garante que uma mudança assim tão brusca não é desejável.

 
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Jovem que caiu nas linhas ferroviárias é salva momentos antes da chegada do trem
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 17/02/2010 às 19:14:45
 

O trem só conseguiu parar depois que quatro vagões passaram sob a mulher deitada

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie portalwebnews.com/

Japão – 17/2/2010

Uma mulher, de 20 anos, que caiu da plataforma da estação de trem Koenji (Tokyo) estando bêbada foi parar diretamente nas linhas ferroviárias, no dia 15, mas foi salva por um homem de 24 anos que estava no local.

De acordo com o website do jornal Tokyo, logo após perceber que a mulher havia caído, ele desceu para os trilhos do trem para tentar salvá-la. Mas vendo que o trem se aproximava, deitou-a entre as linhas ferroviárias com as mãos e pernas esticadas ao longo do corpo e entrou no espaço para emergências embaixo da plataforma.

O trem só conseguiu parar depois que quatro vagões passaram sob a mulher deitada. O espaço entre os trilhos de ferro e o piso do trem é de apenas 30 centímetros, mas a mulher sofreu apenas ferimentos leves na cabeça.

 
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Yamaha fechará 5 fábricas em Shizuoka
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 16/02/2010 às 11:20:44
 

A montadora já anunciou a necessidade de cortar 800 trabalhadores através da demissão voluntária

Por Redação Portal WebNews/Portal Mie portalwebnews.com/

Trabalho – 16/2/2010

A Yamaha Motor divulgou, na última sexta-feira (12) seu plano de reorganização, que reduzirá os locais de produção de 12, para 7 fábricas, noticiou o website do jornal Nihon Keizai.

As cinco fábricas, que farão parte da reestruturação, estão localizadas na região oeste de Shizuoka, nas cidades de Hamamatsu, Kakegawa, Morimachi, Araicho e Fukude, onde são produzidas atualmente motocicletas, motor externo de navios e autopeças.

A montadora já anunciou a necessidade de cortar 800 trabalhadores através da demissão voluntária. A mídia cita que o corte de empregados da Yamaha influenciará profundamente na economia da região, já que outras fábricas menores já fizeram o corte de seus empregados.

 
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Província de Aichi teve nível de desemprego histórico em 2009
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 16/02/2010 às 04:39:22
 

O número de desempregados em Aichi, de acordo com a mídia, foi de 182 mil pessoas

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie portalwebnews.com/

Trabalho – 16/2/2010

O Governo de Aichi divulgou ontem (15), que a taxa de desemprego na província foi de 4,5% em 2009. Esse é o pior número desde 1983, quando a pesquisa teve início, noticiou o jornal Chunichi.

A taxa é também a maior no histórico de comparações com anos anteriores, tendo aumentado em 1,6% de 2008 para 2009. O artigo cita que a recessão, que teve início em outubro de 2008, fez com que uma das províncias mais ativas do país perdesse rapidamente sua força através do desemprego.

O número de desempregados em Aichi, de acordo com a mídia, foi de 182 mil pessoas, o que representa um aumento de 67 mil em comparação com o ano de 2008.

O número de pessoas empregadas, 3,8 milhões em 2009, sofreu queda de 2,2 milhões em comparação ao ano anterior. Na indústria manufatureira, uma das mais atingidas, o número de empregados diminuiu 10,9% passando para 991 mil em 2009.

A taxa de desemprego em Aichi entre o segundo trimestre de 2007 e o final do ano de 2008, era mantida entre 2% e 2,9%, porém em 2009, observou-se rápida mudança de cenário, registrando 5,1% no segundo trimestre como o pior índice de desemprego na história da província.
 

 
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Japão comemora dia dos namorados com chocolates
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 14/02/2010 às 12:17:25
 

Hoje é o dia em que as mulheres entregam chocolates, preparados por elas ou comprados

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie portalwebnews.com/

Japão – 14/2/2010

Uma das versões para a criação da entrega de chocolates no dia 14 de fevereiro aponta para uma fábrica de doces em Kobe como introdutora, em 1930, do que virou costume quase obrigatório entre os japoneses no dia de São Valentim.

Hoje é o dia em que as mulheres entregam chocolates, preparados por elas ou comprados, não só para os homens para os quais querem se declarar, mas para amigos, família e colegas de trabalho.

O fenômeno conquistou a comunidade, que criou também o White Day, no dia 14 de março, onde é a vez dos homens retribuírem os doces que ganharam em fevereiro.

Desde o final de janeiro, as prateleiras em shoppings, supermercados e até em lojas de conveniências, estão repletos de chocolate dos mais variados sabores e formatos. Redes de cafeterias e sorveterias também apostam em sabores especialmente criados com chocolate para o dia dos namorados no Japão.

Uma pesquisa realizada pelo site de buscas yahoo.co.jp, indica que, para entregar um chocolate especial, quase 50% das mulheres se permitem gastar até ¥3 mil (US$ 40) no presente.

Confira o ranking divulgado pelo site de compras online japonês das marcas mais procuradas pelas japonesas no dia dos namorados:

1. Godiva - (Bélgica)
2. Roice - (Japão)
3. Pierre Marcolini – (Bélgica)
4. Demel – (Áustria)
5. Jean-Paul Hevin – (França)
6. La Maison Du Chocolat - (França)
7. Musee Du Chocolat Theobroma – ( Japão)
8. Oggi – (Japão)
9. Neuhaus – (Bélgica)
10. Hefti – (Suíça)
 
Sorveterias que oferecem sabores especiais no mês dos namorados:

Cold Stone e Haagen Dazs
 

 
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Ao se aposentar, o lutador de sumô Asashouryu leva mais de ¥300 milhões
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 13/02/2010 às 16:39:22
 

O ex-lutador declarou sua aposentadoria após reconhecer a responsabilidade por ferir um homem durante um evento

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie - portalwebnews.com/

Japão – 12/2/2010

A Associação de Sumô do Japão definiu o valor de ¥120 milhões (US$ 1,3 milhão) a serem pagos ao ex-yokozuna Asashoryu, que deixou os ringues de sumô no dia 5 desse mês.

O ex-lutador declarou sua aposentadoria após reconhecer a responsabilidade por ferir um homem durante um evento, além de estar bêbado durante o campeonato realizado este mês, noticiou o website do jornal Yomiuri.

O montante é definido por diretores da associação no momento em que um yokozuna (melhor posição na categoria) ou um ozeki (segunda melhor posição) se aposentam, levando em conta a contribuição do lutador ao órgão.

De acordo com o artigo, além da quantia recebida por “merecimento”, Asashouryu ainda tem direito a aposentadoria de cerca de ¥37 milhões (US$ 410 mil) e mais ¥180 milhões (US$ 2 milhões) por prêmios que ainda não haviam sido pagos ao lutador.

 
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Carnaval de recall atinge carros, divas e clubes
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 12/02/2010 às 01:59:23
 

Brasileiros das montadoras podem ser vítimas do recall?

*Por Milton Saito

Quem acompanha o noticiário percebe que a semana é atípica, tanto para o Japão quanto para o Brasil. Quem imaginava que duas das maiores montadoras do setor automobilístico do mundo (Toyota e Honda) tivessem que recorrer ao recall?

Muito menos imaginar que três divas do pop, Beyoncé, Madonna e Alicia Keys fossem para o Rio de Janeiro na semana que antecede o carnaval. Coincidência ou não, elas refazem a trajetória do rei do pop Michael Jackson, que gravou em favelas e causou frisson nos fãs. Ou seja, exemplos que deixam evidente que, refazer, é sinônimo perfeito para recall.

A propósito: recall, segundo traduções online, significa lembrar, relembrar, recordar, rememorar, chamar à memória, fazer lembrar, lembrar-se de, fazer pensar em, revogar, mandar voltar, anular, cancelar, sinônimos suficientes para que você possa ler as notícias da semana.

Qualidade e sucesso

A Toyota, que assumiu o papel de maior montadora do mundo após a derrocada da General Motors (GM), desempenhava um reinado típico de momo dentro do setor automobilístico. Mas assim que detectou problemas que comprometem parte dos veículos recém-produzidos e comercializados no mundo, assume os erros e pede desculpa para os consumidores.
E mal termina a semana e a Honda, que também comercializa veículos para os quatro cantos do planeta, convoca parte da frota para um recall. Leia matérias sobre o assunto no Portal Webnews.com.

Fatalidade ou não, a questão é: sucesso e qualidade caminham juntos? A eficiência do marketing da sociedade moderna cumpre este papel, de impor nomes, marcas, logotipos, dentre outras estratégias que, no imaginário, se perpetua como sinônimo de qualidade eterna.

Quando a exceção vira regra

Mas, os exemplos servem como alerta. O preço que se paga para manter uma carreira ou marca de sucesso é alto. Sempre digo para os alunos em sala de aula: você pode ministrar dez horas/aula com qualidade e até ser reconhecido, mas, se na décima aula, por infortúnio, ocorrer um deslize, o professor será cobrado e vítima de uma lógica onde a exceção pode se tornar regra, e abrir espaços para um pré-julgamento incoerente. Até que se prove o contrário. E só mesmo o tempo pode determinar e apagar tais causas e consequências.

Michael Jackson usou e abusou de recursos para alcançar fama e ser reconhecido como o rei do pop. É óbvio que o talento de Michael o consagrou merecidamente. Recursos estes hoje seguidos pelas divas Beyoncé, Madonna e Alicia Keys, que incluem o Rio de Janeiro no roteiro para conquista do sucesso. Ou seja: quase tudo se copia e pouco se cria. A frase serve também para minha autocrítica. Mas nada garante que esta estratégia seja o passaporte para o sucesso. Surpresas inesperadas podem acontecer.

Recall da especialização

Brasileiros em fábrica, podem ser vítimas do recall? E até que ponto pode-se responsabilizar os estrangeiros? Será que sempre respeitamos as normas estabelecidas pela produção em grupo? Ou às vezes somos intransigentes? Ela não é fundamental para o bom desempenho do modo de produzir no “toyotismo”?

“O toyotismo é um modo de organização da produção capitalista que se desenvolveu a partir da globalização do capitalismo na década de 1950. Surgiu na fábrica da Toyota no Japão após a II Guerra Mundial, e foi elaborado por Tiichi Ohno. Mas só a partir da crise capitalista da década de 1970 é que foi caracterizado como filosofia orgânica da produção industrial (modelo japonês), adquirindo uma projeção global” – fonte: Wikipédia.

Um árduo e complicada desafio, pois, encontra-se resistências na gestão do trabalho dentro das montadoras até por parte de funcionários japoneses. Principalmente quando um brasileiro opina. A conquista só se dá por meio de dedicação e aquisição da confiança e, é importante neste intermédio, ter pasciência. O resultado do trabalho em grupo é que vai culminar na qualidade do produto e, respectivamente, determinar ou não o sucesso da empresa.

Outra hipótese me intriga: não será a falta da mão de obra estrangeira dentro das fábricas japonesas um dos fatores responsáveis pela queda na qualidade de certos produtos? Não foram os estrangeiros os primeiros a serem demitidos?

Posso estar sendo auspicioso demasiadamente, mas acredito que a criatividade dos brasileiros, de certa forma, contribui para o sucesso dos produtos japoneses no mercado mundial. O difícil é convence-los disso.

A lição que fica

A lição que fica é: fama e qualidade nem sempre caminham juntas. A fama de alguns pode produzir desagradáveis consequências para outros. O carnaval de recall coloca proprietários de veículos no salão para dançar antes dos carros desfilarem na avenida.

As divas da música pop antecipam o carnaval no Rio, mas é impossível prever se os ganhos vão se restringir a cidade ou também vão acumular sucesso para a carreira das estrelas.

Enfim, pensar a qualidade, sem perder a visão quantitativa e o lucro, é uma equação difícil até para as grandes e tradicionais empresas que atuam no mercado. O mesmo pode ser relativizado para o meio artístico, pois, todos são profissionais e estão sujeitos as regras estabelecidas pelo mercado.

O futuro da empresa e dos funcionários

Se for consumada a previsão de redução de 4,5% nas vendas dos carros da Toyota, comparado com janeiro de 2009, como divulga certas mídias, a redução deve atingir funcionários por meio de demissões. Sem contar a possibilidade de migração de certo número de empresas para países onde a mão de obra é mais barata.

Não há folião que aguente tanta instabilidade! Felizmente nos resta, no plano cultural, o sonho de perpetuar o carnaval como a maior festa popular do Brasil.

É olha que essa tendência também já está ameaçada. Algumas cidades não realizam carnaval de rua e os clubes sociais também já riscaram a data da agenda. Alegam falta de interesse por parte dos jovens e risco financeiro, pois, os bailes carnavalescos exigem altos investimentos.
Torce-se para que a semana de recall, que demonstra que a folia já começou, termine já na quaresma e caia no esquecimento do consumidor. E que os estrangeiros não sejam mais uma vez penalizados por decisões esdrúxulas por parte das montadoras.

 
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Honda convoca mais de 430 mil para recall em diversos países
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 11/02/2010 às 11:44:22
 

A Honda anunciou ontem que vai chamar 437.763 donos de veículos em várias partes do mundo para um recall


Portal Webnews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Por EFE – 11/2/2010 - Japão

Foto: EFE/Webnews.com/Portal Mie

O recall nos EUA envolve alguns veículos dos modelos Accord, Civic, Odyssey e CR-V de 2001 e 2002 e Acura TL 2002. No Japão, outro modelo afetado é o Inspire.

A Honda anunciou ontem que vai chamar 437.763 donos de veículos em várias partes do mundo em um recall para substituir o sistema de acionamento de seus airbags, um problema detectado há 16 meses, que já tinha obrigado a revisar outros 440 mil automóveis.

A empresa tinha anunciado nesta terça-feira (9) que serão revisados 378.758 carros nos Estados Unidos. Na manhã de quarta (10), no Japão, foi confirmado que serão convocados os donos de 4.042 veículos no Japão, 41.685 no Canadá e 13.278 em outras partes do mundo.

A Honda disse que o problema pode fazer com que airbag do lado do motorista se ative com muita pressão, o que pode provocar seu rompimento. A ruptura durante um acidente pode causar graves lesões ou até mesmo a morte do motorista, segundo a própria companhia.

A empresa disse que até este mês tinha sido informada de 12 incidentes relacionados com o defeito, embora nenhum tenha acontecido desde julho de 2009, quando a companhia realizou o primeiro recall para corrigir o problema.

“Chegamos à conclusão de que não podemos estar totalmente seguros que o sistema de acionamento do airbag do motorista nos veículos acrescentados a este recall terá rendimento adequado”, disse a empresa, que nos próximos dias começará a contatar os proprietários dos veículos afetados.

 
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Mais de 220 mil híbridos da Toyota passarão por recall no Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 10/02/2010 às 10:12:51
 

A crise na Toyota fez o Governo japonês exigir explicações da fabricante


Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Com Agência EFE - Japão - 10/2/2010


Toyoda reafirmou ontem "o compromisso da Toyota com a qualidade" e disse que a montadora vai "voltar a ganhar a confiança dos consumidores" com medidas como a suspensão, até março, das vendas de todos os modelos híbridos com problemas, com exceção do Prius.

A maior fabricante de veículos do mundo, a Toyota, incluiu nesta terça-feira (9) o híbrido Prius à sua lista de modelos com possíveis problemas de fabricação e que terão que passar por uma revisão.

Em uma mudança de estratégia, o presidente da montadora, Akio Toyoda, fez uma rápida aparição pública para anunciar o recall de 437 mil de seus híbridos no mundo todo. A maioria das revisões será feita em veículos da terceira e mais recente geração do Prius, que teve 300 mil unidades vendidas desde o seu lançamento, em meados de 2009.

No entanto, o recall também vale para proprietários dos modelos Lexus HS250h, Toyota Sai e Prius Plug-in. Só no Japão, são 223.068 as unidades que terão que voltar às concessionárias da marca. Nos Estados Unidos, esse número cai para 155 mil. Já na Europa, chegam a 53 mil os veículos que podem ter problemas, ao passo que, no resto do mundo, não passam de 5 mil os carros afetados pelo recall, segundo um porta-voz da Toyota.

Agora, o domínio da montadora no setor de motores híbridos acessíveis, no qual a fabricante basearia a recuperação de suas vendas a partir deste ano, se vê ameaçada, sobretudo por causa da inclusão do Prius na lista de modelos que podem ter saído de fábrica com problemas.

O recall do primeiro híbrido a liderar as vendas no Japão em 2009 foi motivada por uma falha que ocasiona um atraso de um segundo na resposta dos freios quando o veículo trafega em terrenos deslizantes.

O problema no sistema de frenagem, responsável por cerca de 200 reclamações no Japão e nos Estados Unidos, é diferente do registrado no acelerador de outros modelos, que obrigou a fabricante a convocar o recall de 8 milhões de automóveis Toyota no mundo todo.

Entretanto, ambas as falhas ressaltam a ineficácia do controle de qualidade da montadora, que durante décadas baseou seu crescimento na oferta de veículos modernos e seguros a preços razoáveis.

Mesmo com problemas reparados, recall pode ocasionar queda nas vendas

O reparo do software responsável pelo problema nos freios começa hoje e terminará em três meses, mas o alcance do problema ameaça prejudicar as vendas e os resultados da Toyota por um período bem mais longo.

A falha afeta os Prius de terceira geração fabricados entre abril e janeiro últimos nas unidades japonesas da Toyota. Embora o problema tenha sido reparado em sua origem há pouco mais de uma semana, a semelhança do sistema usado no híbrido com o de outros modelos, como o Toyota-Sai e o Lexus HS250h, fez o recall aumentar significativamente.

Ao todo, 10.820 unidades do recém-lançado Sai, um sedan híbrido para o mercado japonês, e 12.423 Lexus HS250h, outra aposta da montadora no mesmo segmento, também terão que ser revisados. A conta fecha com as 159 unidades do Prius Plug-in, que prioriza o motor elétrico ao de gasolina e pode ser carregado em casa.

A crise na Toyota fez o Governo japonês exigir explicações da fabricante e as agências de classificação de risco ameaçarem diminuir a nota da companhia. Até nos EUA o caso teve grande repercussão, haja vista a audiência convocada pelo Congresso.

As técnicas de gestão da produção criadas pela Toyota, estudadas como exemplo de eficiência, estão agora sendo questionadas. Mas Toyoda foi a público “tomar as rédeas” e “aceitar a responsabilidade” por esta crise sem precedentes.

A decisão incomum é similar à tomada na América do Norte, maior mercado da Toyota e onde, no fim de janeiro, foram suspensas as vendas e a fabricação de oito dos modelos mais populares da marca, entre eles o Camry, o carro mais vendido nos EUA. 

 
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Brasileiro comete suicídio dentro de cela da Imigração
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 10/02/2010 às 09:57:15
 

Não foi encontrado nenhum bilhete que pudesse explicar o suicídio


Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Cotidiano - 10/2/2010


Um brasileiro, de 25 anos, detido nas dependências da Imigração japonesa, situada em Ushiku (Ibaraki), cometeu suicídio enforcando-se em sua cela, ontem (9), noticiou o website do jornal Mainichi.

Não foi encontrado nenhum bilhete que pudesse explicar o suicídio. Ele estava detido desde novembro de 2009 e havia recebido a sentença de deportação.

De acordo com o artigo, o Centro de Imigração declarou que um colega de cela o encontrou com um saco de lixo amarrado à cama e ao pescoço enforcando-se. O brasileiro foi transferido ao hospital, mas sua morte foi confirmada quase duas horas depois.

O órgão comunicou que não recebeu reclamações ou queixas de problemas do detento e não havia imaginado que ele poderia utilizar uma sacola plástica de lixo para o suicídio.

 
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O professor está sempre errado...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 09/02/2010 às 23:43:11
 

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!

Jô Soares (humorista, ator, apresentador, diretor, escritor e músico brasileiro)

*Por Jô Soares

É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um caxias.
Precisa faltar, é um turista.
Conversa com os outros professores, está malhando os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a língua do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu mole.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

Abraço do João

Jô Soares (Por Francisco Basso Dias – de Porto Alegre)

José Eugênio Soares, conhecido como Jô Soares, é carioca, nasceu em 16 de janeiro de 1938, é um humorista, ator, apresentador, diretor, escritor e músico brasileiro. Dedica-se à literatura e à pintura, e mais recentemente, retomou seu trabalho como diretor de peças teatrais. Filho do empresário paraibano Orlando Soares e de Mercedes Leal Soares, Jô queria, quando criança, ser diplomata. Estudou no Colégio São Bento do Rio de Janeiro, e em Lausanne na Suiça, no Lycée, com esse objetivo, mas percebeu que seu senso de humor apurado e sua criatividade nata apontavam-no para outra direção.

 
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Último passageiro do veículo que atropelou três em Nagoya se entrega à polícia
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 09/02/2010 às 03:36:16
 

Ele declarou que passou os dias seguidos ao acidente em parques e na casa de conhecidos

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie portalwebnews.com/

Cotidiano 9/2/2010

A polícia de Aichi prendeu ontem (8), o último suspeito de envolvimento no atropelamento que tirou a vida de três pessoas na madrugada do dia primeiro, no bairro de Atsuta, em Nagoya (Aichi), noticiou o jornal Chunichi.

De acordo como artigo, Marcio Antônio Tsuno, morador de Iwakura (Aichi), último passageiro do veículo que causou o acidente e que estava foragido, se entregou à polícia na Delegacia de Kasugai (Aichi) persuadido por um amigo. Ele declarou que passou os dias seguidos ao acidente em parques e na casa de conhecidos.

O caso do motorista do veículo, Fabrício de Freitas, segundo o Chunichi, foi direcionado para a promotoria com a acusação de condução perigosa, resultando em atropelamento seguido de fuga e responsabilidade pela morte de três pessoas. 

 
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Brasileiros de Saitama ganham na loteria japonesa
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/02/2010 às 09:54:42
 

Com exceção daquele que já tem passagem marcada de volta ao Brasil, eles pretendem continuar trabalhando no Japão

Por Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Cotidiano – 8/2/2010

Nove brasileiros ganharam na Loto 6 do Japão. Cada um levou ¥ 18 milhões (aproximadamente US$ 200 mil). O grupo é da cidade de Konosu (Saitama). Todos trabalham em uma mesma empresa da região, que fabrica assentos automotivos. Eles ainda não decidiram o que farão com a bolada.

Dentre algumas histórias colhidas junto ao grupo, um dos ganhadores está há pouco tempo no Japão. Depois que ganhou a bolada, já marcou a passagem de volta ao Brasil para realizar o tão sonhado negócio próprio. Outro afirmou que seria a última vez que o grupo estaria jogando, já que fazia seis meses e eles não haviam nem recuperado o valor total apostado.

Apesar de toda a euforia, existe espaço para uma história triste. O número de ganhadores poderia ter sido de dez pessoas. Um dos apostadores resolveu não entrar no bolão do grupo porque a sua esposa já havia jogado na mesma extração.

Com exceção daquele que já tem passagem marcada de volta ao Brasil, eles pretendem continuar trabalhando no Japão, enquanto decidem o que farão com o dinheiro. Os sortudos preferiram omitir os próprios nomes.

Na Loto 6 (lê-se o número seis, do inglês, “six”), leva o prêmio principal quem acertar os seis números sorteados. Os sorteios são realizados semanalmente. Os brasileiros acertaram a combinação 02, 05, 17, 18, 35 e 38 da extração 480 sorteada no dia 21 de janeiro de 2010.

 
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Atropelamento em Nagoya: Polícia prende motorista do Celsior que causou acidente
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 06/02/2010 às 08:01:08
 

A polícia procura ainda, o último passageiro foragido

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Cotidiano – 6/2/2010

A polícia de Aichi efetuou a prisão do brasileiro Fabrício de Freitas, de 26 anos, que segundo informações da polícia até o momento, dirigia o carro que atropelou e matou três pessoas no bairro de Atsuta, em Nagoya (Aichi) na segunda-feira passada.

Segundo o jornal Chunichi, o brasileiro é acusado de condução perigosa, resultando em atropelamento seguido de fuga e responsabilidade pela morte de três pessoas, mas nega parte das acusações alegando que “não sabia que tinha pessoas na calçada”.

De acordo com o artigo, ele foi encontrado pela polícia por volta das 20h30, em Okazaki (Aichi) quando caminhava próximo da residência de um amigo. Na delegacia ele teria dito, segundo o Chunichi, que fugiu sozinho do local do acidente e desde então escondia-se em casas vazias e depósitos.

A polícia procura ainda, o último passageiro foragido.

 
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Entrevista: Fernando C. Oliveira (mestre em treinamento e programação neurolinguística - PNL)
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/02/2010 às 02:47:13
 

Japão: empresários e funcionários brasileiros recebem treinamento para vencer a crise

Fernando C. Oliveira (mestre em treinamento e programação neurolinguística - PNL)

Sintetizar em poucas palavras alternativas para driblar a crise é uma tarefa difícil. Mas para quem é da área, nada é impossível. Quando o assunto é empreendimento há cursos e treinamentos para melhorar a atuação empresarial e abrir um grande leque de possibilidades, seja no Brasil ou no Japão.

Fernando C. Oliveira (mestre em treinamento e programação neurolinguística - PNL) esteve no Japão para participar de eventos promovidos pela Lh Solutions K.K e Instituto Napoleon Hill, empresas especializadas na formação de recursos humanos do empresário Edgar Ueda. Mais de 110 empresários e funcionários participaram desta série de cinco cursos e treinamentos ministrados em cinco localidades no Japão.

Com um currículo de atuação em grandes empresas como (Hochest do Brasil, Biolab Marie, Merck Sharp e Editora Abril), Fernando também prestou serviços para projetos de melhoria empresarial no Brasil e no exterior. Coordenou projetos sociais na África onde desenvolveu o setor cultura e educação. Administrador, especializado em marketing pessoal e empresarial, é um eclético estudioso da física quântica, cromoterapia, psicanálise, espiritualismo e constelação sistêmica.

Para melhor compreender os fundamentos destes cursos, o Blog BR/JAPAN conversa com o especialista Fernando, que explica aos leitores o objetivo e a essência destas atividades. O encontro foi realizado em duas etapas. A primeira, no coquetel de confraternização realizado no Nigth Café (21/01), em Komaki. E a segunda, Fernando que já encontra-se no Brasil, responde a uma série de perguntas sobre os métodos e treinamentos. Mas fala ainda sobre economia e política e analisa perspectivas de investimentos no Japão e no Brasil.

Acompanhe a entrevista do Blog BR/JAPAN neste ping-pong com Fernando C. Oliveira:

1. Quantas vezes o senhor já esteve no Japão? E qual o sentimento empresarial neste frigir de crise?

Estive no Japão por 4 vezes. O que sinto é o medo que a crise provocou nas pessoas. Tenho contato com pessoas que procuram um caminho, uma alternativa, e vejo que elas conseguirão superar e restabelecerem seus negócios.

2. Como agir e obter sucesso diante desta realidade de dezenas de empresas que fecham as portas?

É preferível que as pessoas saibam que nada nesse mundo é estável; entretanto, a maioria dos brasileiros acomoda-se e acredita que as coisas sempre estarão bem quando estão bem.
A resposta para essa pergunta é simples: “Começar de novo” , “Buscar novos caminhos” .
Quando estamos em situação totalmente desconfortável e tomamos a consciência de que não há mais o que fazer a criatividade aparece. “Quem fez sucesso sabe o caminho e conseguirá trilhá-lo com muito mais rapidez. O importante é tomar consciência disso rápido e começar logo!

3. O senhor confirma que o precursor deste tipo de curso e treinamento no Brasil foi Lair Ribeiro? Por sinal, muito criticado pela mídia. O senhor acha que ele foi mal entendido?

Lair Ribeiro é um grande nome e um incentivador da PNL no Brasil. Eu diria que ele foi bem entendido por muita gente que ajudou com seus livros e trabalhos.

4. Que recado o senhor tem para quem ainda não realizou este tipo de treinamento, seja por falta de tempo, dinheiro ou preconceito?

Normalmente acreditamos saber do que se tratam as coisas. Nós associamos nossas experiências às coisas que já conhecemos e formamos críticas mesmo sem conhecer. Eu diria para que essas pessoas tentassem imaginar algo completamente diferente do que já viram ou fizeram para seu crescimento.

Para quem não tem tempo:

Lembre-se de que haverá tempo de afiar o serrote, se não chegará uma hora que ele não cortará mais.

Para quem não tem dinheiro:

Imagine a possibilidade de triplicar seu rendimento após o treinamento e faça as suas contas sobre esse investimento.

Para quem tem preconceito:

Estamos vivendo num tempo onde as pessoas “pensam” . Nunca a humanidade foi tão livre para pensar e refletir a respeito das coisas intangíveis. Ter preconceito é voltar ao tempo da inquisição, da caça as bruxas.

5. Se eu tenho recursos para investir, onde e como fazê-lo? No Japão ou no Brasil?

Tanto no Japão como no Brasil há meios para investimento. Ter o foco é que é importante.
Bons negócios podem surgir em qualquer lugar.

6. Dá para o senhor fazer um paralelo entre o futuro da economia japonesa e brasileira?

Acredito que a economia de uma sociedade está ligada as pessoas, são elas quem fazem o sino tocar. A economia brasileira é otimista e temos recursos para que em 10 anos sejamos uma das grande potencias do planeta. A diversidade cultural é uma das nossas maiores riquezas, ela permite a criatividade e inovação. Enquanto que no Japão o que vejo é uma sociedade igual, sem diversidade, isso é bom para o trabalho em grupo, organização, porém, sem criatividade e sem inovação eles estão propensos a cair. O valor emocional nesse caso dará vantagens ao Brasil e para os Brasileiros que vivem em Japão. Estamos elaborando treinamentos específicos para japoneses pensando exatamente em alertá-los para essa realidade.

7. Da mesma forma, como o senhor vê o futuro das migrações no mundo? E de brasileiros para o Japão?

Acredito que a caça ao tesouro deve ter uma baixa. As pessoas procurarão por qualidade de vida. Creio que o padrão europeu será seguido pelos outros países. Os brasileiros somente migrarão para o Japão se quiserem viver lá por opção de qualidade de vida e não para enriquecer.


8. Para quem deseja retornar para o Brasil, quais razões podem alicerçar uma esperança de prosperidade?

A prosperidade está dentro das pessoas, na alma. As pessoas prósperas são felizes em qualquer lugar que viverem. A principal razão para acreditar na prosperidade é acreditar em si e que pode viver em abundância em qualquer lugar do planeta.


9. Com espírito de vanguarda e de bom empreendedor, Edgar Ueda programou essa série de cursos com o objetivo de melhor preparar o setor empresarial para enfrentar os desafios. Dá para colher e avaliar o resultado disso em curto espaço de tempo?

Sim, já temos resultados muito positivos. Muitos depoimentos ao longo de nossos trabalhos já mostram que as pessoas que participaram dos primeiros treinamentos enfrentaram a crise com muito mais garra e tranqüilidade e hoje estão estabilizados.


10. Mensagem final

A maior força que existe nas pessoas é o pensamento. Mudá-lo parece ser complicado, porém, nos esforçamos para ajudar nessa jornada e temos conseguido bons resultados. O amor e o afeto são armas fortes para ajudar na motivação e desejo que todas as pessoas que tenham ou não passado por nossos trabalhos sejam afetuosos em seus planos com todas as pessoas que conviverem e principalmente com sigo mesmo! Que esse ano seja infinitamente bom a todos e que tenham coragem de mostrar ao mundo o brilho que existe dentro de si.
Espero estar com vocês em maio para ajudar com nossos humildes trabalhos em mais uma turnê pelo Japão.
Um forte abraço,


Fernando C. Oliveira

Da esq. para direita Fernando C. Oliveira, Aldemo Garcia (cônsul) e Edgar Ueda (Lh Solutions Kabushikigaisha)
Coquetel Lh Solutions Nigth Café (Komaki)

Colaborou/Regis Verginio (Foto/reportagem)

 
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