Meu perfil

Saito, Milton iniciou no jornalismo publicando coluna sobre cinema no Correio da Sorocabana de Presidente Prudente. Na cidade trabalhou no jornal O Diário, colaborou com a assessoria de imprensa da prefeitura divulgando releases sobre Cultura, atuou como colaborador da coluna social Nikkey News do Oeste Notícias e como repórter no programa TV Dicas, do Japão, exibidos pela IPC/TV, afiliada internacional da Rede Globo. Como membro do Ciate [Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador no Exterior] produziu releases para imprensa nacional e internacional. Publicou artigos no Espaço do Dekassegui do colunista social Sinomar Calmona do O Imparcial. É geógrafo licenciado, bacharelado e com mestrado pela Universidade Estadual Paulista de Presidente Prudente [UNESP]. Desenvolveu pesquisa no Japão que culminou na dissertação: “Japoneses aqui, brasileiros lá?: Uma leitura sobre (e dos) Dekasseguis.

Cristiane Nagafuti foi colunista social do jornal Oeste Notícias de Presidente Prudente produzindo a Nikkey News. No Japão a Nikkey News foi veiculada pelo jornal Folha Mundial.

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Seis países acessam o blog
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 30/06/2009 às 12:16:14
 

Acessos já somam 1.536 vezes, registra o balanço do primeiro mês

Blog
Japão: o porto seguro do blog [Nagoya]

Recebemos nesta semana dados estatísticos (balanço) do portal Uniol e para nossa satisfação o blog recebeu em um mês 1.536 visitas, de internautas de seis países: Brasil, Japão, Itália, Estados Unidos, Irlanda e África.

Ao todo, internautas de 60 cidades acessam o blog. Do Brasil, as visitas somam 38 cidades localizadas em 10 estados mais o Distrito Federal [Brasília]. São os estados de: São Paulo, Paraná, Rondônia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Amazonas, Santa Catarina e Goiás.

No Japão, a nossa página é vista em 16 cidades: Suzuka, Yokkaichi, Tsu, Osaka, Tóquio, Shizuoka, Maebashi, Yaizu, Matsuzaka, Nagoya, Numazu, Fuji, Gifu, Hamamatsu, Hodogaya e Kanagawa.

Blog
Shibuya, o coração de Tóquio

Nos Estados Unidos somos acompanhados por três cidades: Windermere, Orlando e Nova York. Na Itália por Roma. Na África por Angola e na Irlanda por Dublin.

A participação de internautas através da exposição de ideias também surpreende. Atingimos um total de 28 comentários. Apesar do blog direcionar mais seus conteúdos para a comunidade nikkei, percebemos que essas fatias de internauta preferem comentar em nossos e-mails pessoais e, outros vivem mais introspectivamente, evitando a exposição. Isolamento este compreensível e gerado comumente nas sociedades mais desenvolvidas onde pessoas se fecham para o mundo. Mas estão lendo...!

Blog
Aplausos... Leão Marinho [AQUÁRIO DE TOBA]

E nestes momentos é difícil encontrar palavras para agradecer o carinho, a dedicação às leituras e o apoio. Obrigado! Com certeza um mês gratificante e contamos sempre com o vosso acesso.

O nosso desafio aumentou, e a nossa resposta pode ser traduzida na melhora da qualidade e multiplicidade de informações. O espaço continua aberto para debates e reflexões. Clique em comentários e participe.

Somos gratos também aos amigos pessoais, do Brasil e do Japão, que desde o início nos apoiam e nos acompanham nesta caminhada. São profissionais do setor de comunicações, empresários, professores, alunos e ex-alunos, os sites parceiros e muitos outros. Nossa gratidão se estende a direção administrativa, jornalística e técnica do portal Uniol. A conquista destes números é nossa! E também por abrir este blog de caráter jornalístico para a comunidade nikkei e para o debate de outros assuntos relacionados ao Brasil, ao Japão e ao mundo. E sem censura!

Blog
Shimizu [SHIZUOKA]

Apresentamos abaixo a relação de internautas que acessam o blog de cidades brasileiras, acrescidas de algumas não detectadas pelo relatório: Presidente Prudente, São Paulo, Curitiba, Marília, Cacoal, Araçatuba, Bauru, Santo Anastácio, Rancharia, Osasco, Adamantina, Campo Grande, Apucarana, Brasília, Assis, Belo Horizonte, Lins, Dourados, Manaus, Ourinhos, Sorocaba, Tupã, Presidente Venceslau, Fernandópolis, Barra Mansa, Bragança Paulista, Cascavel, Guarulhos, Londrina, Porto Alegre, Porto Velho, Presidente Epitácio, Redenção, Rio Preto, Rio do Sul, Rio de Janeiro, São José do Rio Preto, Três Corações e Uberlândia.

Caso você acessou e a tua cidade não esteja nesta relação, poste um comentário que teremos prazer de inserir na relação de cidades do Brasil ou do Japão. Abraços! Obrigado! Participem conosco! Sejam sempre bem-vindos! Blog do Saito e Cristiane Nagafuti

 

Blog
A falta de palavras para os agradecimentos sugere uma imagem. Nós e os golfinhos de Nagoya desejamos... Obrigado! Domo Arigato!
 
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Lamentável
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/06/2009 às 06:38:20
 
Fausto Bergocce
Charger blog Adalberto Piotto CBN - Autor: Fausto Bergocce

Publicamos no blog o artigo [Resistir ou retornar?] e elogiamos a solidariedade de brasileiros e japoneses perante as famílias que perderam os empregos.Também elogiamos a iniciativa de formação de associações e a luta por interesses comuns. Uma postura cujo significado pode ser traduzido em amadurecimento.

Mas nem tudo é perfeito. Elogiamos a agilidade dos sindicatos e a conquista da autonomia.  Mas não falamos sobre a resistência do setor empresarial e nem sobre o espúrio papel de algumas empreiteiras.

“O tempo não para”, já cantava o poeta e compositor Cazuza. Mas tem gente “que para no tempo”. No Brasil, por exemplo, o ciclo do pau-brasil teve fim da mesma forma que o ciclo da mineração e do café. Nem tão diferente será o ciclo de contratação da mão de obra terceirizada. Este pode se estender por anos, mas certas mordomias por parte de algumas empreiteiras vão se restringir ou desaparecer. A história não se repete, mas é uma luz para compreensão do presente.

Das duas uma. Ou alguns empreiteiros tentam nos transformar em “idiotas”, ou a obstinação pelo lucro joga os preceitos da razão humana para a lata do lixo. E o que é pior; contam com apoio de setores da sociedade - inclusive trabalhadores privilegiados – que não enxergam um palmo além do horizonte.

Manipulados, comem nos melhores restaurantes, possuem carro do ano e não se consideram  “vermes” sociais. Parabéns pela insensatez, pelo orgulho e principalmente por ser um testa de ferro com a “cara de pau”.
“Ideologia, eu quero uma prá viver...!”. (Cazuza).

Parabéns ao IPC digital e ao jornal Mainichi por publicar matéria de interesse da comunidade... [29/06]. Boa leitura...!


Brasileiros são forçados a se desligarem do sindicato


Trabalhadores brasileiros recorrem ao Comitê de Trabalho da província de Shiga na última sexta-feira, dia 26, alegando que uma (sic) empreteira localizada na cidade de Koka, está agindo de forma ilegal.
Ela estaria se recusando a pagar a indenização liberada pela Empresa Cannon no valor de ¥400 mil por trabalhador demitido, se caso eles não se desligarem do sindicato. Os brasileiros trabalhavam na empresa da cidade de Nagahama e foram demitidos em massa no final do mês de abril. Conforme a informação do jornal Mainichi.
A empreiteira se negou a repassar a indenização, alegando estar em negociação com o sindicato que ficaria com 60% do valor se este fosse pago e exigiam o desligamento dos trabalhadores da associação. O sindicato está em negociação com a empreiteira para que os brasileiros continuem empregados.
A Cannon demitiu o total de 260 brasileiros, dentre eles oito são associados de uma entidade com sede em Osaka.
Japão - Tokyo - Naomi Okano
 

 
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Michael Jackson, o mito real
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 26/06/2009 às 15:07:22
 

Michael Jackson (1958†2009)

O greatest
O mito que não morreu

Michael Jackson morreu...! É difícil acreditar. Quando li a notícia no portal UNIOL, achei que o Ulisses de Souza, jornalista responsável pelo site, tivesse cometido um equívoco. Essa foi à resposta imediata do subconsciente. Pesquisei outros sites: Folha, Estadão, Ig, enfim, todos pareciam equivocados. É impossível não se comover com a tragédia desta quinta, 25. jun.9, ocorrida em Los Angeles.

Por questões financeiras, tomei conhecimento da obra completa de Michael Jackson no Japão. Aqui é possível comprar discos [CDs] a preços compatíveis com o nosso poder de compra. E também aqui, o rei do pop fez seu primeiro show solo internacional dando início à meteórica carreira como cantor, compositor e dançarino. O mundo perde um dos maiores, se não for o maior, astro da história da música pop. Afinal, quem vendeu 750 milhões de discos?

Quando lecionava Filosofia para curso superior, dizia para os alunos: quero estar vivo para ver como o mundo vai repercutir a morte de Michael Jackson. Tais provocações, e alguns dos meus ex-alunos sabem e podem confirmar através de comentários no blog, era parte de uma estratégia metodológica. Ayrton Senna comumente também era citado. E a problematização consistia em mostrar como os meios de comunicação colaboram para construir essa relação de proximidade com nossos ídolos. Lamentamos a morte deles como se fosse embora um pedaço do nosso eu. Como se fosse um parente próximo. Parece insano, mas em verdade, usava esta estratégia para explicar o quase inexplicável: como se constrói um mito.

Confesso hoje meio arrependido por tais provocações, pois, não imaginava vivenciar este sentimento de perda. Como se não bastasse o adeus de Elis Regina, Gonzaguinha, Tim Maia, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Taiguara, dentre outros.

Mas é papel do homem de ciência, eliminar barreiras que dificultam a compreensão e a apreensão dos fenômenos construídos pela mídia. Senna teve méritos, mas Galvão Bueno e Rede Globo às vezes exageram na dose e esgota a nossa paciência.

O talento de Michael foi descoberto ainda na infância. E os excepcionais produtores da carreira artística do astro, utilizaram-se do marketing ajudando a reforçar a idéia e a imagem de mito. Ele existiu, mas era quase impossível chegar próximo, tocá-lo, entrevistá-lo, enfim, uma relação de proximidade, mas paradoxalmente provocada pelo distanciamento. O super star do sucesso, nos deixa no limiar da ficção e da realidade.

Fora do mundo dos mortais, este verdadeiro fenômeno de massa só pode ser apreendido pela razão mitológica. Sua beleza plástica e interior, seus escândalos, e acima de tudo sua arte e competência musical era parte de um eficiente projeto para a mídia transformá-lo num ser acima de estereótipos da normalidade. O reinado de Michael extrapolou padrões, tornando-o quase um deus. Seu carisma e talento permanecem vivos. Sua música, com certeza, será eternizada pelos quatro cantos do mundo.

E alguns dos meus alunos estavam certos. Os ídolos de massa, sejam mitos ou não, nos oferecem vida, sensação de histerismo, estimulam paixões e quando se vão, nos deixam um grande vazio, que só o tempo e suas obras nos confortam. Confesso um estranho sentimento e dificuldade para produzir essa reflexão, pois, apesar de concebê-lo como mito, ele era parte da minha realidade, e com certeza, da realidade de muitos que lamentam hoje o adeus de Michael Jackson...
 

 
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Nova gripe: Japão registra 1000 casos
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 25/06/2009 às 08:09:16
 
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Apesar dos cuidados a proliferação do vírus é rápida

O milésimo caso da nova gripe foi confirmado nesta quinta pelo ministério da Saúde, Trabalho e Bem Estar Social.
Leia a reportagem publicada hoje (25/06) pelo IPC digital.

Japão tem mil casos da nova gripe GRIPE A-H1N1


O ministério da Saúde, Trabalho e Bem Estar Social confirmou na quinta-feira (25), o milésimo caso de contagio da gripe A-H1N1 em uma mulher de 40 anos de idade, na cidade de Sasebo, Nagasaki. O primeiro caso registrado no país foi a menos de dois meses.
O vírus ainda não causou nenhuma vítima fatal no Japão, mas é o país da Ásia onde a gripe mais se alastrou.
O milésimo caso coincide com o anúncio da Agência Nacional de Turismo de que é mais seguro viajar dentro do Japão que para outros países. O número de turistas estrangeiros caiu 34% de maio de 2008 para maio de 2009, marcando 486.100 visitantes. Essa foi a maior queda desde a epidemia da SARS - Síndrome Respiratória Aguda Grave - em agosto de 2003, quando o índice marcou 22,4%.
A maioria dos infectados é de jovens estudantes que viajaram para fora do país.
Em todo mundo, o número de infectados chegou a 55.867, com 238 casos fatais. No Brasil, são 399 os casos confirmados.
 

 
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Resistir ou retornar?
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 24/06/2009 às 16:20:11
 

*Por Milton Saito e Cristiane Nagafuti

Blog
Governo japonês oferece passagem de retorno


Alguns brasileiros, vítimas da crise, optaram por retornar ao Brasil. Outros permanecem no Japão e recebem o seguro desemprego. O governo japonês ampliou o seguro de três para cinco parcelas contando com uma rápida recuperação econômica. Mas boa parte das demissões ocorreu no final do ano 2008 ou início de 2009, e o benefício está chegando ao fim. O que fazer: resistir ou retornar?


O momento é de cautela. A economia dá sinais de recuperação, mas os reflexos são lentos e insuficientes para aquecer o mercado de trabalho. Isso provoca outra reação também preocupante: o mercado está mais seletivo.

REUTERS MICHAEL CARONNA
[Honda] Takeo Fukui - expectativa empresarial


Informações publicadas na imprensa e divulgadas por fontes governamentais [Ministério das Finanças e Escritório Oficial do Gabinete] confirmam que “as grandes companhias japonesas estão mais confiantes na recuperação da economia graças ao aumento da demanda externa”. IPC digital (22/05). A mesma fonte na semana passada destacou alta recorde da produção industrial japonesa. Segundo dados do ministério da Economia e Indústria a produção do setor cresceu 5,9% em abril, comparado a março. Este crescimento mensal consecutivo é o maior deste indicador nos últimos 60 anos. Em se confirmando essa tendência nos próximos meses, disse o repórter Marcello Sudoh, “pode ser o início da recuperação econômica japonesa”.


Quem está recebendo o seguro desemprego tem dois problemas para se preocupar. O primeiro é o que fazer após receber a última parcela. O segundo é como ser competitivo dentro de um mercado de trabalho mais exigente. A recuperação econômica acontece de forma lenta e grande parte dos trabalhadores brasileiros precisam se qualificar e abrir mão dos altos salários. Dentre as novas exigências, está à necessidade do domínio do idioma japonês.


Pensando nisso, parcela de desempregados investe parte do dinheiro do seguro desemprego na formação pessoal frequentando cursos de ensino do idioma. Espalhados pelo país, alguns cursos são oferecidos gratuitamente através da colaboração de voluntários – brasileiros e japoneses. São realizados dentro de escolas ou associações. As prefeituras também disponibilizam cursos gratuitos. As redes privada de ensino também estão lucrando com as novas exigências. E é um tipo de investimento cujo efeito prático pode ser protelado se a reação do mercado de trabalho não for rápida.

Mulheres dominam o mercado de trabalho


A competitividade não para por aí. Não se pode desprezar o exército de mão de obra proveniente do continente asiático; chineses, coreanos, vietnamitas e outros. E ainda dos latinos; peruanos, bolivianos e argentinos que também são fortes candidatos as poucas vagas existentes.
Neste shopping center de desempregados outra peculiaridade chama a atenção: há uma tendência maior de oferta de vagas para as Mulheres. A mão de obra feminina vem conquistando historicamente espaço em postos de trabalho antes somente exercidos por homens. O desemprego atingiu as mulheres, mas o retorno delas para o mercado têm sido mais rápido. Um dos fatores é que os salários pagos para a grande massa feminina ainda são inferiores ao dos homens. Ocorre aí uma inversão de papéis. As mulheres correm para as fábricas e os homens cuidam da casa.


Em nome da crise se demitiu. Em nome da recuperação econômica exige-se que se trabalhe em dobro. Essa é a atual situação de quem se encontra dentro das fábricas. O mesmo rigor para os recém contratados. Cabe ao trabalhador suportar, ou não, o estresse provocado pela jornada do trabalho em dobro e salário de menos. A pressão utilizada para a manutenção de certos empregos foi à proposta de redução salarial. O governo fechou os olhos e a estratégia foi utilizada por diversos setores empresariais.


O limite de idade é outra necessidade colocada pelo mercado. Há escassez de vagas para adultos com idade acima de 35 anos. Mesmo levando-se em consideração o envelhecimento da população japonesa e o não interesse por parte dos jovens para a realização de trabalhos em fábrica, essa tendência limitadora é crescente. Há um amplo exército de mão-de-obra com idade inferior.

Blog


Governos


Os representantes governamentais do Japão e do Brasil têm tentado amenizar o sofrimento de muitas famílias afetadas com as demissões. Mas tem posições divergentes. O governo do Brasil dá ênfase à permanência dos brasileiros no Japão, ou seja, resistir à crise. Essa postura foi manifestada de forma clara em Brasília pelo embaixador Eduardo Ricardo Gradilone.
Outras autoridades vão mais longe. Michel Angelo Bomtempo, prefeito de Assaí [PR], por exemplo, declarou em entrevista para o G1 que a pequena Assai “cidade dos japoneses”, está enfrentando “uma destruição”. Refere-se ao retorno de cerca de 400 do total de 1.700 decasséguis originários da cidade.


Já o governo japonês tem facilitado as condições para quem deseja retornar através de concessão de passagens e outros custeios de viagem sem a necessidade de devolução dos valores. Mas restringe o retorno ao país para quem se beneficiar da proposta.
Sobre pressão diplomática e da comunidade o governo retrocedeu e estabeleceu o ano de 2012 como data de reavaliação das medidas de impedimento para o retorno dos brasileiros. Se a economia estiver em ascendência, permite-se a volta. Caso contrário, a data pode ser protelada.

Blog
[Feira de Kakegawa] produtores e expositores vendem produtos a preço de custo e favorecem economia familiar


Mas é inegável e merece destaque a organização de movimentos de solidariedade, associações e a agilidade da atividade sindical. Com objetivo de criar alternativas de sobrevivência até que as condições melhorem, essas instituições contam com a participação de brasileiros e japoneses. Este talvez seja o maior legado emergente da crise. No Japão High Tech a esperança ainda encontra espaço e contribui para transformar a sociedade dos robôs numa sociedade mais humanizada e fraterna.

Blog
Brasileiros em Kakegawa se organizam para criar associação


Diante dos fatos, são poucos os argumentos. Resistir ou retornar? Não parece ser uma decisão tão simples a ser tomada. Para quem sonhou e ainda sonha em viver no Japão desfrutando de elevado padrão de vida, conquistado em função do trabalho honesto e agora financeiramente desvalorizado, só mesmo doses de esperança para aliviar a dor da saudade de um passado recente e próspero.
 

Karina Almeida
[FOTO KARINA ALMEIDA] Sindicatos realizam manifestações
 
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Educação e mídia impressa
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 23/06/2009 às 12:45:17
 

*Por Volmar Casa

Volmar Casa
Professor Volmar Casa


Uma leitura apropriada dos textos jornalísticos pode demonstrar a vocação da grande imprensa para ocultar o real em lugar da promoção de seu desvelamento.
Tais textos não elucidam, mas, em contrapartida, trucidam a realidade. Subscrevemos matéria jornalística publicada em jornal gaúcho com o propósito de ilustrar tal acontecimento.

Invasão de terra é tema de aula em escolas do MST

Caderno: Educação. Jornal: Zero Hora. Publicada em 08/03/2009 às 13h57m

PORTO ALEGRE - A pregação da invasão de terra é tema de aula nas cerca de 12 escolas itinerantes do MST, onde estudam cerca de 500 crianças e cujo fechamento foi determinado pelo Ministério Público em meados de fevereiro, segundo reportagem publicada neste domingo pelo jornal "Zero Hora".

Os textos discutidos em aula falam sobre o movimento e as invasões de terra e chegam a apresentar lições de história distantes da versão ensinada nas escolas regulares. Questionamentos à autoridade e queixas contra o sistema vigente no país são frequentes e as crianças são ensinadas a como agir diante de policiais e fazendeiros.

Cada escola conta com quatro professores que se alternam durante manhã e tarde. Eles são contratados sem concurso e, segundo a reportagem, são pessoas identificadas com os sem-terra.
Em defesa das escolas itinerantes, o deputado Dionilso Marcon (PT), ligado ao MST, argumentou que os colégios seguem o método do educador Paulo Freire, que prevê a adaptação dos conteúdos à realidade dos alunos.

Um simpatizante dos sem-terra confidenciou ao jornal gaúcho que, no que depender do MST, as escolas continuarão funcionando, mesmo sem verba oficial - R$ 16 mil destinados a uma ONG, que os repassa a professores dos acampamentos - de forma clandestina.

Com o fim das escolas itinerantes, os pais das crianças estão obrigados a matriculá-las em escolas regulares, sob pena de serem responsabilizados criminalmente.

OPINIÃO

Devido a sua conotação ideológica e à parcialidade da imprensa nacional a matéria publicada no jornal gaúcho Zero Hora, intitulada “Invasão de terra é tema de aula em escolas do MST”, poderia muito bem ter a seguinte redação:

Fórmulas de preservação das idéias socialmente dominantes é tema de aula em escolas públicas nacionais

Porto Alegre – A apologia do consumismo é tema de aula em um significativo número de escolas públicas nacionais de Educação Básica, onde estudam a maioria significativa das crianças e jovens brasileiros e cujo funcionamento é obrigatoriamente assegurado pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

O ensino de matemática ministrado em sala de aula, por exemplo, enfoca a aprendizagem das operações básicas com o emprego de verbos que apregoam entre os alunos o cultivo de ações de cunho consumista, a saber: comprar, vender, emprestar, ganhar, vender (em detrimento do uso de verbos considerados subversivos: doar, compartilhar e ofertar.)

Os livros de história, por sua vez, ensinam valores ligados ao desejo de poder e conquista; estão recheados de feitos e fatos que ilustram o “heroísmo” burguês e destacam esta classe como a fabricante suprassumo da história e do “progresso” humano.

A adesão às autoridades instituídas em uma sociedade classista e a reprodução inquestionada do status quo são a tônica norteadora do espírito das crianças e dos jovens que desde cedo são ensinados a enxergar em qualquer pessoa um concorrente em potencial.

Além do mais, cada escola conta com um complexo sistema administrativo burocrático estruturador de uma hierarquia que distancia os professores do debate em torno das políticas educacionais que instituem as formas de financiamento, avaliação e gestão das unidades escolares.

Estes profissionais são contratados em conformidade com a lei; são concursados e aprovados em exames que não avaliam habilidades e competências pedagógicas e, em casos determinados, são empossados em funções para as quais não estão concursados. Em regra, tais profissionais são identificados como os formadores de cidadãos ativos e críticos.

No que depender da estrutura sócio-econômica vigente no sistema capitalista as escolas continuarão a contribuir com os símbolos identitários necessários ao funcionamento da “vida” e à manutenção da “ordem” social estratificada e alicerçada em torno da dinâmica de exploração do trabalho.

Com a instituição do ensino público, gratuito e de “qualidade” os pais das crianças e jovens estão mais tranquilos, pois não necessitam mais se sentirem responsáveis pela formação cognitiva, moral e política de seus filhos. Isto é coisa de integrantes de movimentos sociais que recusam apoio da mão paterna ofertada pelo Estado.

Síntese crítica

Provavelmente este segundo texto não é ideologicamente menos tendencioso que o primeiro, mas, uma vez comparado com a versão publicada em Zero Hora, nos auxilia a reconhecer a necessária e urgente leitura e avaliação dos textos jornalísticos relacionados à educação com uma dose mais elevada de rigor e juízo crítico.


Volmar Casa é graduado em Filosofia pela [Universidade do Sagrado Coração], Bauru – SP. Mestre em educação pela [Faculdade de Filosofia e Ciências – UNESP] – Marília – SP, e atualmente atua como docente de Filosofia da Educação das [Faculdades Integradas de Cacoal], Cacoal – RO.
 

 
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Diário de viagem
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 20/06/2009 às 06:05:24
 

A Coréia do Sul em fotos...

Leandro Xavier
Principal prato coreano [kIMUCHI]

Na década de 1980 a República da Coréia, também conhecida como Coréia do Sul, apresenta altos índices de crescimento econômico como integrante do grupo denominado Tigres Asiáticos. O setor terciário desenvolve a lógica do turismo.
As agências do Japão passam a estimular viagens para Seul e os japoneses descobrem um paraíso para passar um agradável final de semana.

Vamos hoje conhecer aspectos da história da Coréia do Sul em companhia de Leandro Gabão Xavier, que disponibiliza o seu diário de viagem com fotos e textos para os leitores do Blog.


*Leandro Gabão Xavier (26), é natural de Salmourão-SP. Graduou-se em Matemática - licenciatura plena com habilitação em Física - nas “Faculdades Adamantinenses Integradas” – [FAI], e cursou pós-graduação - especialização na área de Administração – MBA (Master in Business Adminstration) em gestão de negócios e empreendedorismo – pelas “Faculdades Integradas Antônio Eufrásio de Toledo”, [Toledo] de Presidente Prudente – SP.

Diário de viagem

Após o desembarque no aeroporto de Seul [29 mai.09], a excursão se dirigiu ao Museu Nacional da Coréia. O museu possui três andares e diversificado acervo de obras: objetos arqueológicos, históricos e artes asiáticas. Obras em pedra, bronze, prata e ouro.
Além dos artefatos, pinturas e estatuetas. Uma das estátuas mais famosa do museu é o Buda Pensador.
No final da visita uma passada rápida na cantina para um café, em média um cafezinho expresso custa R$ 5,30.

Leandro Xavier
Entrada Museu Nacional da Coréia
Leandro Xavier
Museu [entrada cultura Egípcia]
Leandro Xavier
Museu - Peças históricas
Leandro Xavier
Deuses e narrativas [Gandhara]
Leandro Xavier
Mitologia
Leandro Xavier
História e mitologia
Leandro Xavier
Museu - Buda pensador
Leandro Xavier
Registros históricos
Leandro Xavier
Pausa para o café

 

No período da tarde visita ao Jongmyo – Santuário Ancestral Real.
Dentro do complexo do santuário, percorremos os noves setores:
• Portão da entrada principal - iniciando logo após o portão, temos uma passarela de pedra que percorre todo o complexo, está passarela era usada apenas pela família real.

 

Leandro Xavier
Santuário


• Jeongjeon - Corredor principal, onde existem 19 salas que armazenam as cinzas de 49 reis, considerados os melhores reis pela população.

 

Leandro Xavier
Visão lateral

• Yeongnyeongjeon - Corredor da Paz Perpétua, onde existem 16 salas que armazenam as cinzas de 34 reis.
• Armazéns
• Cozinha
• Pavilhão dos reis
• Corredor de funcionários meritórios
• Corredor das sete deidades
• Pavilhão dos músicos

 

Leandro Xavier
Caixas com as cinzas dos reis

No segundo dia [30/05], visitamos o complexo do Palácio de Changdeokgung, onde o rei morava com a família real.
O complexo é composto:

Donhwamun – portão de entrada;
Injeongjeon - onde fica o trono do Rei;
Seonjeongmun - corredor administrativo;
Huijeongdang - aposento dos reis Bedchamber;
Daejojeon - aposento das rainhas Bedchamber;
Pavilhão de Buijongjeong;
Pavilhão de Aeryeonjeong;
Pavilhão de Gwallamjeong - perto da Lagoa de Bandoji;
Portão de Suinmun Yeongyeongdang;
Yeongyeongdang - os quartos dos senhores e os quartos internos

Leandro Xavier
Palácio do Rei [Injeongjeon]


No terceiro dia [31/05], passeamos pelas ruas da cidade de Seul.
Com grande movimentação de pessoas e veículos, a cidade se apresenta de forma imponente.
O comércio é dividido por seções e quase não existem casas. A população deste local mora em apartamentos.
Repleta de prédios e construções a arquitetura expressa à ascensão do país.
Mesmo pertencendo a Ásia, a população de Seul é bem diferente da população japonesa, além de ser mais comunicativos possuem alguns costumes que lembram muito os brasileiros.
Na culinária, o kimuchi [prato típico] está presente no café da manhã, almoço e janta.
Mais da metade da população é cristã, existem diversas igrejas espalhadas pela cidade.

Leandro Xavier
Área comercial - Seul

Dicas

A agência responsável pelo pacote turístico foi a Trapics de Nagoya http://trapics.hankyu-travel.com/. Inclui serviços de transporte Nagoya/Seul e Seul/Nagoya. Para os passeios em Seul [três dias] a empresa dispõe de micro-ônibus.

O grupo - composto por nove pessoas, dois brasileiros e sete japoneses - se hospedou por três dias e duas noites no Lotte Hotel Seul http://www.lottehotelseoul.com/ (café da manhã e almoço incluso) cardápio com comidas típicas.

Guia turístico à disposição e a empresa providencia seguro - de vida e para pertences pessoais.

O pacote custa em média R$ 1.350. O gasto extra com alimentação gira em torno de R$ 310.

Preços/curiosidades

Uma pizza família custa em torno de R$ 38. Um refrigerante (250 ml) R$ 2,30. Uma cerveja R$ 5,40. Um sorvete R$ 1,80, uma água mineral R$ 1,50 e uma refeição (arroz, salada e bife) R$ 23.


Balanço

Leandro ao comentar a experiência sugere: “quem tiver oportunidade não desperdice, (...) pretendo retornar para Seul e visitar outros templos e santuários. Aos brasileiros que moram no Japão, fica a dica de turismo... Coréia vale à pena! Acho que muitos se preocupam com o lado financeiro perdendo a oportunidade de conhecer outras culturas, pois essa é a maior riqueza que o homem pode conquistar”, conclui.

 

 
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Polêmico e autêntico
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 20/06/2009 às 03:11:43
 

Quem é Leonardo Sakamoto?

Você conhece o jornalista Leonardo Sakamoto? Blogueiro do portal IG, Sakamoto vem colecionando polêmicas com postagens interessantes. Escolhi uma das (...) como sugestão ao internauta de plantão.
Trata-se de questão importante dentro do jornalismo: parcialidade ou imparcialidade? Em comentário na página do autor afirmei que faria a postagem no blog porque o jornalista Paulo Henrique Amorim já o fez... E indaguei: Disk quem para crimes na Internet? Leiam a postagem na íntegra... Cumprindo o dito e escrito... a postagem contém a fonte (autor), e com link...! Valeu Sakamoto!


“Disk fonte: o jornalismo papagaio de repetição”.


Não existe imparcialidade jornalística. Qualquer estudante de jornalismo aprende isso nas primeiras aulas. Quando você escolhe um entrevistado e não outro está fazendo uma opção, racional ou não, por isso a importância de ouvir a maior diversidade de fontes possível sobre determinado tema. Fazer uma análise ou uma crítica tomando partido não é o problema, desde que não se engane o leitor, fazendo-o acreditar que aquilo é imparcial.

Infelizmente muitos veículos ou jornalistas que se dizem imparciais, optam sistematicamente por determinadas fontes, sabendo como será a análise de determinado fato. Parece até que procuram o especialista para que legitime um ponto de vista. Ou têm preguiça de ir além e fugir da agenda da redação, refrescando suas matérias com análises diferentes. Dois amigos, grandes jornalistas com anos de estrada, ajudaram a fazer uma lista exemplar do que estou falando.

Vale ressaltar que boa parte destas fontes são especialistas sérios, reconhecidos em seus campos de atuação e que já deram importantes contribuições à sociedade. Como disse um desse amigos, terem posições conservadoras ou liberais não os descredencia. É um direito que eles têm. O problema são as mídias que sempre, sempre, sempre procuram esses mesmos caras para repercutir. Sempre eles. E somente eles.

Façam um teste e procurem esses nomes no seu jornal, revista, rádio, TV, site preferidos.

Questões trabalhistas? Disk Pastore
(O sociólogo José Pastore, mas sem dizer que ele dá consultoria para a Confederação Nacional da Indústria e a empresários que têm interesse direto no assunto)

Constitucionalismos? Disk Ives Gandra
(O respeitável jurista do Opus Dei não vacila jamais)

Ética? Disk Romano
(O professor de filósofia Roberto Romano)


Questões sindicais? Disk Leôncio
(O cientista político Leôncio Martins Rodrigues)

Ética na política? Disk Gabeira
(O deputado federal Fernando Gabeira, que viaja bastante de avião…)

Ética dos juros? Disk Eduardo Giannetti
(O professor do Ibmec é quase um gênio)

Pau no governo Lula? Disk Marco Antônio Villa
(Historiador. Tiro e queda. Mais pau no governo Lula? Disk Lúcia Hippólito - com a vantagem de ser uma das meninas do Jô)

Relações internacionais? Disk Rubens Barbosa
(Ex-embaixador. Precisa diversificar? Disk Celso Lafer, o ex-chanceler)

Mercado financeiro? Disk Arminio Fraga, o ex-BC
(Não rolou? Disk Gustavo Loyola? Ocupado? Ah, então vamos no Disk Maílson mesmo)

Mercado financeiro mundial? Disk Paulo Leme
(O cara está em Wall Street, pô, sabe tudo…)

Segurança pública? Disk Zé Vicente
(Ele é durão, estava lá dentro, mas fala como sociólogo. E com a vantagem de não ficar falando em direitos humanos para qualquer “resistência seguida de morte”. É o coronel esclarecido…)

Partidos? PT especificamente? Disk Bolívar
(O cientista político Bolívar Lamounier, mas, por favor, não diga que ele é filiado ao PSDB)

Geografia? História? Demografia? Sociologia? Socialismo? Política? Geopolítica? Raça? Relações internacionais? Coréia? Pré-sal? Cotas? Mensalão? América Latina? MST? Pugilistas cubanos? Liberdade de imprensa? Farc? Tarso Genro? Disk Demétrio Magnoli
(Se te ocorrer algum outro assunto, ligue para ele também)


O Disk fonte: o jornalismo papagaio de repetição - Parte 2 com sugestões colhidas em redações e entre os leitores do blog (...) está no ar...!
Sakamoto acaba de postar outro assunto bem ao estilo... “polêmico e autêntico...”  Ele  diz ser a favor da não exigência de diploma para o exercício em jornalismo. colunistas.ig.com.br/sakamoto/ .

Leonardo Sakamoto
Jornalista Leonardo Sakamoto

 
Leonardo Sakamoto é jornalista e Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Cobriu a guerra pela independência em Timor Leste e a guerra civil angolana. Foi professor do curso de jornalismo da ECA-USP e trabalhou em vários veículos de comunicação, tendo recebido prêmios na área de jornalismo e direitos humanos, como o Vladimir Herzog e o Prêmio Combate ao Trabalho Escravo. Empreendedor social Ashoka, é coordenador da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae).
 

 
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Miss Nikkei 2009
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 18/06/2009 às 23:29:30
 
G1 Foto Divulgação Marcos
Da esquerda: Karen Liu, Hanae Monma, Nicolle Taketa e Luma Ono (Foto: Divulgação/Marcos Takeshi Kojima)

G1 - O Portal de Notícias da Globo (08/06/09)
A Sociedade Nipo-Brasileira no Rio Grande do Sul elegeu a Miss Nikkei 2009 e a vencedora foi Karen Neutzling Caldasso Liu, de 20 anos, competiu com 13 jovens.


Hanae Monma, de 20 anos, também de Porto Alegre, recebeu a coroa de Primeira Princesa. Nicolle Taketa Schneider, de 16 anos, ficou com o título de Segunda Princesa e Luma Kiyoko Caldeira Ono, de 21 anos, foi coroada Miss Simpatia.
O concurso de Miss Nikkei RS é promovido em Porto Alegre desde 1975, pela Sociedade Nipo-Brasileira do Rio Grande do Sul. A festa deste ano contou com shows de karaokê e apresentações de danças típicas.
 

 
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Autoridades japonesas em alerta
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 18/06/2009 às 17:25:34
 

Prevenção ao Vírus A-H1N1

BLOG
Produtos para higienizar as mãos


Produto para higienizar as mãos e prevenir freqüentadores contra o vírus da nova gripe A (H1N1) são oferecidos pelo Aquário de Nagoya na província de [Aichi]. Famoso pelas atrações aquáticas - shows com golfinhos e belugas - o aquário, situado dentro da área portuária da cidade, recebe público de cidades onde o vírus já foi detectado.


O último balanço divulgado pelo jornal “Yomiuri” e publicado para a comunidade de brasileiros pelo IPC digital (13/06) “foram confirmados 592 casos da nova gripe em 22 províncias japonesas”. Inclusive um caso em Nagoya e outro de um brasileiro que chegou de São Paulo pelo aeroporto de Narita e está internado em Kawasaki [Kanagawa]. O brasileiro de 39 anos de idade passa bem.

Blog
Recepcionistas orientam turistas


Prevenir, diz a recepcionista do aquário, é o nosso objetivo. A idéia é proteger e evitar a disseminação do vírus da gripe entre os freqüentadores do local. Na entrada do recinto, elas orientam como fazer e alertam principalmente estrangeiros sobre o problema. As informações são fornecidas em japonês e inglês.

Blog
Crianças de escolas visitam o aquário


A circulação de pessoas pela região é intensa devido à eficiência da malha de transportes [rodoviário, ferroviário, portuário e aeroviário] interligando de forma fácil e rápida as cidades japonesas.


O setor de turismo aquecido por pacotes oferecidos por agências contribui para aglomerar pessoas em espaços públicos como os existentes no porto de Nagoya. A área é composta ainda de espaços turísticos com parques temáticos e recreativos.

Blog
Aquário de Nagoya


Nos finais de semana verifica-se também o aumento do número de famílias [crianças e adolescentes] no local. Escolas públicas japonesas promovem passeios e professores acompanham os alunos nas visitas.


O alerta das autoridades é bem recebido pelos japoneses e estrangeiros e poucos, conforme observado passam pela entrada e deixam de lavar as mãos. Os pais e professores aproveitam a oportunidade e explicam para as crianças o sentido da prevenção e os perigos oferecidos pela gripe.
 

Blog
Vista aérea do Porto de Nagoya
 
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Abertas inscrições para o concurso Miss Nikkey 2009
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 15/06/2009 às 07:18:27
 

O maior festival de beleza e integração brasileira no Japão será dia 19 de julho em Komaki, e terá categorias infantil e masculino.


Lançado em 2002 com o objetivo de promover o intercâmbio e divulgar aos brasileiros e japoneses aspectos positivos do Brasil, o concurso Miss Nikkey e Festival Brasileiro já têm data marcada para a edição 2009: será dia 19 de julho em Aichi e o Comitê Organizador coordenado pela promoter Daniela Nishikawa já abriu inscrições para a seleção de candidatas de todo o Japão.

O 8o Miss Nikkey terá o desfile e concurso de beleza na categoria principal com 50 candidatas. E a novidade será a participação infantil (faixa etária de 0 a 5 anos, e de 6 a 12 anos), além da categoria masculina para rapazes aspirantes a modelo. A atual Miss Nikkey é a modelo Cláudia Yuri Ando, eleita Miss Nikkey Centenário em abril do ano passado. Dia 19 de julho em Komaki ela vai passar a faixa e a coroa.

De acordo com Daniela Nishikawa faz 8 anos que o evento é sucesso absoluto de público, participação empresarial e ponto de convergência da beleza brasileira no Japão. O 8o Miss Nikkey vai marcar a reinauguração das instalações do Komaki Shimin Kaikan – local que passou por completa reforma. A previsão é de público de mais de 5 mil pessoas no decorrer do evento.

Daniela revela que uma centena de empresas de vários segmentos de atuação já está reservando espaço junto à Organização do evento para participar da Expo Nikkey, uma feira de empregos, exposição de produtos e serviços. Outra novidade é que o 8o Miss Nikkey terá participação de várias NPOs e entidades assistenciais. O Comitê Organizador vai promover a arrecadação de alimentos junto ao público para doação às entidades de assistência, ou seja, o ingresso para o evento será 1kg de alimento não perecível.

A organização do 8o Miss Nikkey alerta às candidatas que firmem a inscrição o quanto antes porque são apenas 50 vagas, bem como também é limitado o número de vagas para participação nas categorias infantil e masculino. Para os inscritos no concurso, são grandes as oportunidades de profissionalização como modelos e manequins profissionais – em oito anos de realização do evento dezenas de jovens ingressaram no mercado de trabalho como modelos e manequins profissionais depois de participação no Miss Nikkey. E para as empresas participantes, a Expo Nikkey é excelente oportunidade para ações de marketing direto junto ao público.

Para participar:

Para participar do 8o Miss Nikkey nas diversas categorias (principal, infantil e masculino) é preciso fazer uma pré-inscrição por e-mail, informando:

- nome completo e idade
- endereço e telefones para contato
- medidas de busto, cintura, altura e peso
- enviar fotos de rosto e corpo inteiro.

Não serão aceitas fotos tiradas com aparelho celular, ou em que a pessoa apareça de óculos escuros, boné ou chapéu. A Organização do evento fará contato para a inscrição definitiva dos interessados.

Informações:
daniela@missnikkey.com
 

 
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Dica online...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 13/06/2009 às 23:27:33
 
Revista Isto É
Lula High Tech

Recebemos por e-mail essa linda Charger publicada pela revista [Isto É], edição (12/06/2009). Confira a matéria que mostra o presidente Lula cada vez mais conectado à era digital. Ele já lança, segundo a revista, perfis no Orkut e no Twitter. E também criou o blog do Planalto. Para ler a matéria Lula High Tech clique aqui www.terra.com.br/istoe/edicoes/2066/lula-high-tech-141438-1.htm .

 
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A Globalização no século XXI: entrevista com Milton Santos
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 13/06/2009 às 03:00:39
 
Alecio Rodrigues de Oliveira
Geógrafo Milton Santos

PubliFolha [Autores]
Milton Santos
Milton Santos (1926-2001) é, por consenso, o maior nome da geografia em nosso país. Mas o alcance de suas idéias vai muito além do estudo dessa disciplina - cujas feições entre nós foram, em boa medida, definidas por ele. Professor da USP e da Universidade Federal da Bahia, entre outras instituições do Brasil e do exterior, presidente da Associação dos Geógrafos Brasileiros, foi preso durante o regime militar, exilando-se depois na França.
De volta ao país em 1978, passaria a ter papel mais decisivo ainda no debate de idéias que levaria o Brasil, pouco a pouco, a um Estado democrático. E continuaria, até o fim da vida, criticando as aberrações da globalização, cujos efeitos soube teorizar com rara lucidez. Entre seus mais de 20 livros e centenas de artigos, incluem-se Por uma Geografia Nova (1978), Espaço e Método (1985), Por uma Economia Política da Cidade (1994) e Por uma Outra Globalização (2000). Morou na França, Tanzânia, Venezuela, EUA e Canadá. Escreveu 40 livros, recebeu títulos de Doutor Honoris Causa por 20 universidades.

 A Globalização no século XXI: entrevista com Milton Santos

* Alecio Rodrigues de Oliveira

A globalização do século XXI caracteriza de forma muito dinâmica as mudanças da sociedade moderna. Sem dúvida a humanidade vive o melhor momento no que se refere ao acesso à informação, a tecnologia e ao conhecimento de todos os tempos.

Embora as diferenças entre ricos e pobres tenham aumentado com o advento da globalização, sobretudo pela redução dos salários e o aumento da produção, e conseqüentemente a exploração da força de trabalho humana, de alguma forma não é mais possível manter uma sociedade totalmente isolada dos eventos que ocorrem pelo planeta terra.

No filme dirigido por Silvio Tendler, intitulado: O mundo global visto de cá produzido pela Caliban Produções, 2001, os produtores apresentam de forma crítica e didática as mudanças pelo qual passa a sociedade mundial atual.

O mundo tem passado por transformações cada vez mais rápidas e intensas. A primeira globalização foi caracterizada pelo colonialismo, centrado na ocupação territorial. Posteriormente seguiu-se um processo de retomada desta globalização que fragmenta territórios para atender aos interesses das potências mais influentes.

De acordo com o roteiro do filme/entrevista com o geógrafo Milton Santos, o século XX foi marcado pelas grandes revoluções, em que o capitalismo expõe de forma bastante nítida suas contradições. Neste momento destacam-se as disparidades entre as nações do hemisfério norte e o sul, ricos e pobres.
Uma globalização marcada pela perversidade contra a humanidade, com destaque a negação de direitos civis e sociais aos países que buscam a estabilidade política, democrática, social e econômica.

As reuniões de cúpula, como o Consenso de Washington (1989), buscam montar uma estrutura modelo, para as nações em desenvolvimento com medidas rigorosas nessas sociedades pautadas na austeridade fiscal, juros altos para atraírem capitais externos, impostos elevados, privatizações e desmonte do estado de bem estar social. Para tanto pregam a eficiência privada e a incapacidade pública. São políticas econômicas que procuram justificar a única saída para o processo de globalização em curso.

Os reflexos desses programas de privatizações foram crises agudas em países da America Latina, como Equador, Bolívia, Argentina e Brasil. São nações que acabavam de sair de regimes políticos militares e que buscavam estabilidade econômica, política e social.

Apesar das crises, as agências internacionais como o Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional insistem em justificar esses modelos de políticas econômicas. Insistem em uma redução da importância do aparelho estatal, no entanto os países ricos mantêm um Estado forte e atuante.

A globalização reflete uma “fabrica de perversidade”, nas palavras do geógrafo Milton Santos. São empresas sem compromisso social e moral no território globalizado. Perdem-se postos de trabalhos e poder aquisitivo, o desemprego é visto como algo normal, onde um bilhão de pessoas no mundo vivem com menos de um dólar por dia.

A fome seria uma questão de distribuição da produção, o alimento é produzido, no entanto o indivíduo é privado do acesso a alimentação.
As transnacionais que atuam no segmento de coleta e tratamento de água estão gradativamente controlando todo o processo, atualmente mais de 1,5 bilhões de pessoas no planeta não têem acesso a água, mais de 3 bilhões utilizam água sem tratamento, resultando na morte diária de 30 mil indivíduos no mundo. Vivenciamos a privatização dos recursos hídricos, com conseqüências mais drásticas aos mais pobres.

As imigrações do século XXI são repletas de contradições, representam a negação do direito a uma vida mais digna. Governantes de países ricos elogiam as políticas de controle da imigração ilegal. No passado a imigração era incentivada para executarem os trabalhos mais exaustivos.

Com a globalização, e conseqüentemente a redução das oportunidades de empregos, restringiu-se a imigração. Agora os imigrantes advindos da América Latina, Ásia e África são vistos como seres nocivos a sociedade capitalista dos países desenvolvidos, ameaçam o emprego, a segurança e ordem na visão dos dirigentes das potências Européias, Estados Unidos e Canadá.

A mídia e o papel que desempenha no mundo globalizado, busca retratar uma visão unilateral da realidade, uma vez que reforça o estereótipo da pobreza em algumas regiões do planeta e o desenvolvimento de outras localidades.

Felizmente as contradições do sistema permitem que se possa ter a representação da comunidade local por indivíduos que residem nessas localidades, mostrando a realidade local, sem maquiagem ou olhares preconceituosos.

Tais realidades são retratadas no documentário de Silvio Tendler, nos exemplos de uma comunidade indígena na Serra do Cipó, região nordeste de Minas Gerais, bem como nas comunidades carentes das cidades de Ceilândia (Distrito Federal), e Japeri (Rio de Janeiro), onde através da ação de cineastas locais, demonstra-se a realidade desses distintos espaços geográficos.

No mundo globalizado não é possível fugir da realidade das periferias existentes nos mais longínquos espaços do planeta.
A diversidade religiosa se faz presente no mundo quando se analisa o Iraque, a Índia e a China. O fundamentalismo consumista é muito mais radical do que as religiões praticadas nesses países.

Entre as contradições do sistema está a exploração colonialista e capitalista das potências que não pagaram suas contas com as nações exploradas nos séculos passados e ainda hoje, continuam a explorar a força de trabalho, por meio dos baixos salários pagos aos trabalhadores no interior das plantas industriais de empresas que se instalam nesses países, além da matéria-prima disponível e a energia barata oferecidas por essas nações pobres.

O documentário ainda retrata de forma ampla os olhares invertidos das classes menos favorecidas e as mais abastadas.
A classe média e os ricos buscam privilégios, enquanto os menos favorecidos lutam por direitos civis e sociais, que lhes são negados.

Essa situação é representada durante a visita de um grupo de moradores da periferia do Rio de Janeiro num passeio por um shopping center da capital carioca e um grupo de turísticas estrangeiros pela comunidade da Rocinha. São olhares curiosos, por vezes assustados, mas que representam a forma de agir e pensar do ser humano.

Ainda dentre os espaços das contradições e dos olhares invertidos estão às ocupações de prédios públicos e as marchas de movimentos sociais em busca de moradia e terra para plantar, tratados como casos de polícia. São indivíduos que não são reconhecidos, incompreendidos e têm seus direitos negados.

Contudo a sociedade não está estática, diante da falta de humanização do processo de globalização. As manifestações através do Fórum Social Mundial representam o grito dos excluídos na aldeia globalizada.
As formas antigas de democracia não convencem mais as camadas populares que reivindicam seus direitos em público.

O papel do Estado que deveria prover os direitos civis, ora como agente promotor do desenvolvimento do capitalismo, ora como incapaz de cumprir a sua função de instituição, perante as classes populares menos favorecidas.

Nas palavras de José Saramago (Prêmio Nobel de Literatura), “não se discute democracia, esta é vista como uma espécie de santa no altar que ninguém mais acredita, refém dos interesses, restrito a troca de governos”. As grandes decisões são tomadas em outras esferas, as vezes internacionais.
Para Saramago entidades internacionais como Banco Mundial, Organização Mundial do Comércio, Organização das Nações Unidas, Fundo Monetário Internacional e Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico não são entidades democráticas, pois seus representantes são eleitos por minorias, que não representam a população mundial.

No mundo globalizado, o totalitarismo assume uma nova forma de usurpação do poder e suas conseqüências são sentidas por vezes de maneira sutil ou mais intensa.
Portanto resta a globalização cumprir o papel de ação promotora da liberdade que o indivíduo busca e o exercício da cidadania e da democracia. Nas palavras de Milton Santos, “estamos fazendo um ensaio do que será a humanidade”.


Alecio Rodrigues de Oliveira

Alecio Rodrigues de Oliveira
Professor Doutor Alecio Rodrigues de Oliveira

É graduado em Geografia pela Unesp, (1996), mestrado (2001), campus de Presidente Prudente e doutorado em Sociologia pela Unesp (2006), campus de Araraquara.

Atualmente é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Campus de Rio Verde -GO e Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio.

Tem experiência na área de Geografia, Sociologia e Economia, com ênfase em Geografia Humana, Sociologia Rural e Economia Regional, atuando principalmente nos seguintes temas: agricultura familiar, bairros rurais, gestão, sociabilidade, desenvolvimento local, pequena produção, pluriatividade, Ética, capital social e logística.


 

 
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Blogando... Dicas...!
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 12/06/2009 às 23:03:10
 
NIPPO-JOVEM
NIPPO-JOVEM

A comunidade nikkei tem se empenhado na organização de vários eventos para atrair a participação de crianças, jovens e adultos. Ao mesmo tempo, quer resgatar e transmitir valores culturais orientais e, desta forma, preservar a cultura japonesa.
Nosso blog, no intuito de oferecer apoio a essas iniciativas, além do espaço até hoje dedicado a questão, amplia o leque de informações para os internautas que, carinhosamente, apoiam e participam, direta ou indiretamente, do nosso trabalho online.
Apreciadores da cultura japonesa, residentes no Brasil ou no Japão, podem contar com nossa colaboração para divulgação de quaisquer eventos desta natureza. Como também faremos, por meio de dicas, postagens com estes objetivos.
Apresentaremos hoje dois sites atuantes e dedicados à questão: o site Nippo-Jovem, criado pelo jornal [Nippo-Brasil] e o site do jornal “Paraná Shimbum”. Vamos às dicas!

NIPPO-JOVEM
NIPPO-JOVEM

 

NIPPO-JOVEM
NIPPO-JOVEM


Jornal Nippo-Brasil – NIPPO-JOVEM
Com sede na cidade de São Paulo, o Nippo-Jovem é um segmento do [Nippo Brasil] e retrata nas suas páginas informações e notícias da capital, do Brasil e do Japão. Hoje, por sorte, a dica contempla ainda vagas de trabalho para as seguintes áreas: vagas disponíveis para editor-assistentes. Exigi-se experiência em fechamento e revisão de páginas (experiência mínima de dois anos em jornal diário) e conhecimento em cultura japonesa. Há ainda vagas para área de publicidade, programadores e estagiários em programação. Também para jornalistas free lancer de outras cidades e estados. Os interessados podem enviar o currículo para este endereço: www.nippo.com.br/institucional/curriculo.php.
No Nippo-Jovem você pode acompanhar a agenda de eventos, participar de fórum de debate, ter informações sobre culinária, kanji e mangá. E a cobertura feita nas “baladas”. Só mesmo visitando o site www.nj.com.br/ para poder conhecê-lo melhor. Confira algumas fotos exibidas pelo jornal Nippo-Jovem que retrata a participação dos jovens nikkeis nas baladas paulistanas.

NIPPO-JOVEM
NIPPO-JOVEM
NIPPO-JOVEM
NIPPO-JOVEM
NIPPO-JOVEM
NIPPO-JOVEM


Jornal Paraná Shimbun
A segunda dica é o acesso às páginas do jornal Paraná Shimbun. Com sede na cidade de Londrina, e sucursal na capital paranaense, Curitiba, nele você encontra publicações referentes a temas como: ambiente, cidades, comportamento, comunidade, crônicas nikkei, cultura, economia, espaço teen e discussão sobre a dinâmica dos decasséguis e aspectos gerais sobre a cidade de Londrina e Curitiba. E a agenda nikkei para ficar por dentro dos eventos da comunidade.
Para saber como tem se comportado o mercado de trabalho no Japão para os brasileiros, você pode acessar agora uma entrevista com o presidente da Associação Brasileira de Dekasseguis [ABD], Kiyoharu Miike - www.paranashimbun.com.br/.
Miike afirma, no início da entrevista, “que a atual crise pode ser comparada com a crise dos (tigres asiáticos) de 1998, em que o Japão também anunciou recessão”.
Divirta-se e obtenha informações interessantes!
 

 
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Prefeito de Hamamatsu estende a mão...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 11/06/2009 às 14:50:20
 
Panoramio por TomyOng
Hamamatsu pode ser a sede da Casa do Trabalhador Brasileiro no Japão

Yasutomo Suzuki, prefeito da cidade de Hamamatsu [província de Shizuoka], recebeu na última terça-feira, dia 9, “um grupo interministerial do Brasil em missão no Japão para tratar de assuntos relacionados à previdência”... As condições de vida dos trabalhadores brasileiros na cidade e no país, também foi pauta da reunião.


O encontro foi divulgado hoje [11/06] pelo IPC online, www.ipcdigital.com/br. Segundo informa ainda o repórter Marcello Sudoh, a reunião contou com a participação de autoridades do consulado e da embaixada brasileira do Japão. “A comitiva realizou os últimos acertos para um acordo na área da previdência entre o Brasil e o Japão”. Dados específicos do acordo não foram divulgados.


Com relação à criação da “Casa do Trabalhador Brasileiro” na cidade de Hamamatsu, houve avanços. A idéia elogiada pelo prefeito tem como objetivo atender os brasileiros expulsos das moradias por falta de pagamentos, pois essa, infelizmente, é a situação real de parte dos afetados pelo desemprego.


Além de moradia, a casa pode servir para a realização de cursos de “reciclagem profissional, aulas do idioma japonês e outros serviços”... A futura instalação será mantida com recursos do ministério e coordenada pelo consulado, conclui Sudoh.
 

 
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Nem Freud explica...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 11/06/2009 às 08:07:12
 

As fotos da vinheta...!

Cedida
Fotógrafo Régis Vergínio, talento e profissionalismo

Recebemos vários elogios com destaque para a beleza e a qualidade das fotos postadas na vinheta do nosso Blog. Qual o segredo? Mágica, tecnologia, talento ou arte do Fotoshop?


Sem mistérios...


O autor da proeza é brasileiro e, hoje atua como fotógrafo no Japão e assina Régis Vergínio - regispersonal@hotmail.com . A indicação foi feita pelo empresário Argeno Fujita, do portal Mie. Atuante na área de comunicações, Fujita coordena um grupo seleto de fotógrafos que diariamente clica os eventos realizados pela comunidade brasileira daqui. O portal Mie é hoje, inquestionavelmente, líder de cobertura na área de eventos com este perfil jornalístico.


O internauta ao navegar pelo site do portal Mie, www.portalmie.com , pode optar por fazê-lo em português, espanhol, inglês ou japonês. Ter acesso à agenda de atividades, vídeos, notícias, estudar aspectos da cultura japonesa, conhecer áreas turísticas, desfrutar dos classificados e se deliciar com mais um punhado de novidades. Faz jus o slogan criado por Fujita: “Portal Mie - para o Japão e para o Mundo”.


Régis Vergínio é um dos fotógrafos que integra este grupo. E o incrível Vergínio é formado em Educação Física pela Universidade Estadual de Maringá [UEM], com pós-graduação pela Universidade do Oeste Paulista [UNOESTE]. Também contamos com o carinho e profissionalismo da equipe técnica do portal UNIOL. Nós, protótipos de beleza...? Nem Freud explica...!
 

Grupo Freud 150
Sigmund Freud [1856-1939], ele trabalhou com a hipnose por algum tempo e é considerado o “pai da psicanálise”.
 
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Unesp: tradição e qualidade no ensino
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 10/06/2009 às 01:55:17
 
Site da Unesp
Campus da Universidade em Presidente Prudente - SP

Por Milton Saito

A postagem realizada pelo geógrafo e jornalista Adernil de Souza em seu blog, [Portal Uniol] em que desenvolve um resgate histórico brilhante sobre a realidade enfrentada pelos ex-alunos do curso de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia [FCT] da Universidade Estadual Paulista [Unesp] de Presidente Prudente, não deixa de ser uma conclamação para uma reflexão.


A ideia para comemorar os 20 anos de formatura realizando um encontro virtual foi postada no blog dele pela geógrafa e coordenadora do curso de Geografia da Universidade do Oeste Paulista [Unoeste], a professora doutora Maria Helena Pereira de Oliveira.
Também pertencente à turma de formandos de 1989, como o Adernil e a Maria Helena, abro o espaço do nosso blog para conversar com os internautas sobre a nossa experiência como aluno deste maravilhoso curso.


O fato de ter dedicado parte da carreira profissional ao ensino e à pesquisa em geografia, ou seja, a ciência em si, oportunamente pretendo contribuir por meio deste breve relato um pouco dos bastidores do curso de Geografia da Unesp de Presidente Prudente. Meu objetivo é abordar aspectos sobre a infraestrutura do curso e temas relativos à sua metodologia de ensino. Vocês conhecem a Unesp de Presidente Prudente? Se não, vamos conhecê-la...


Sobre a história de fundação, consulte o blog do jornalista Altino Correia ao.correia.zip.net/arch2008-05-01_2008-05-31.html Ele fez um resgate da história de criação da instituição. Um belo trabalho.

Sobre a infraestrutura e funcionamento interno, falaremos agora. Destacamos, inicialmente, o conforto e os recursos oferecidos pelas salas de aula, os laboratórios, anfiteatros, os recursos audiovisuais, a biblioteca, as salas de computação e a moradia para estudantes carentes, dentre outros espaços de igual importância para a formação dos alunos.


No que se refere à infraestrutura de mobilidade e deslocamento para atender os alunos do curso de graduação e pós-graduação na realização das pesquisas de campo, participação em congressos e outros eventos acadêmicos, há veículos com motorista e professores-orientadores o suficiente para transportá-los para onde for necessário. Veículos pequenos, médios e de grande porte, como os ônibus já ressaltados na matéria do Adernil.

Estes ônibus possibilitam a organização de viagens para os alunos do curso de graduação e pós-graduação que saem do curso com a experiência de ter conhecido boa parte das regiões do Brasil. O mesmo pode ser disponibilizado aos alunos quando participam de eventos como congressos e encontros promovidos pela Associação de Geógrafos Brasileiros (AGB), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Organizações Não Governamental (ONGs), dentre tantos outros eventos importantes.


No caso específico da nossa turma, realizamos viagens para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. A elaboração dos roteiros é feita envolvendo professores e alunos. Previamente organizados, atendem o caráter metodológico de exploração dos assuntos, ou seja, através do empirismo característico dos primeiros geógrafos observam-se in loco aspectos arqueológicos, antropológicos, histórico/geográfico, climatológicos, geológicos, urbanísticos, regionais, populacionais, econômicos, turísticos, dentre outras peculiaridades da geografia física ou da geografia humana, dicotomia essa com discussões críticas e acaloradas, estimuladas pelos docentes.


Os alunos promovem eventos para arrecadar dinheiro durante certo tempo e a Unesp fornece o ônibus, motoristas, e combustível para realização destes eventos. Os professores batalham para aquisição de bons preços nos hotéis, pousadas, salas de aula de escolas públicas, etc. Para economizar, estabelecem-se também algumas pernoites dentro do ônibus, pois com dois motoristas revezando ao volante, a viagem prossegue com a necessária segurança.

No que tange à metodologia do ensino e às condições mínimas necessárias para o bem-estar e assimilação dos conteúdos por parte dos alunos, é importante esclarecer que na Unesp se prioriza o aspecto qualitativo. Isso quer dizer que a relação docente e aluno segue critérios qualitativos, o que evita a superpopulação de alunos por sala de aula. São exceções à regra, as aulas/palestras realizadas nos anfiteatros, sempre com a presença de convidados ilustres, a exemplo dos representantes das lideranças de movimentos sociais, cientistas, representantes públicos, dentre outros.


A avaliação docente sobre o corpo discente é concretizada com amplas condições qualitativas. Os professores têm condições de fazê-la quase que de forma individualizada, sanando dúvidas e até selecionando conteúdos pertinentes da graduação para futuramente serem abordados e aprofundados na esfera das pesquisas na pós-graduação. Isso é um importante incentivo para o aluno dar os primeiros passos no que concerne à iniciação científica.


Os docentes possuem salas individuais ou em dupla, e os alunos agendam horários e são atendidos e orientados para a elaboração e execução das pesquisas geográficas de gabinete, pesquisas de campo e na elaboração de relatórios exigidos pelos convênios científicos. As salas também possuem computadores para uso dos alunos e servem ainda para a realização de reuniões de grupos de pesquisa.


Outro diferencial fundamental são as exigências da instituição Unesp para com os docentes. Estes devem, segundo normas internas da instituição, se dedicar às pesquisas por meio de orientações de monografias, trabalhos de especialização e vinculados a cursos de pós-graduação em nível mestrado, doutorado ou livre-docência. Ainda participar sempre que convidados de bancas examinadoras de defesa de monografias e demais níveis de pós-graduação.


Essas posturas profissionais são condições implicitamente necessárias e também exigidas por órgãos de fomento a pesquisa como o CNPQ [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico], a Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior] e a Fapesp [Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo].

São estes os órgãos de incentivo que oferecem bolsas de estudos para alunos e professores desenvolverem os projetos de pesquisa científica. Ainda neste propósito, o curso de pós-graduação em geografia mantém parcerias com departamentos e pesquisadores da Universidade de São Paulo [USP], Universidade Estadual de Londrina [UEL], dentre muitas outras de importância no cenário científico brasileiro.


A jornada de hora/aula dos docentes também é importante. Estes possuem jornadas menores e está longe de serem como as dos professores da rede estadual de ensinos fundamental e médio, que hoje ainda mantém a exagerada média 36h/semanais. Um absurdo! Com a jornada mais restrita, o professor da Unesp dispõe de mais tempo para dedicar-se às leituras, pesquisas, orientações, elaboração de plano de aula, propostas de seminários, organização de atividades acadêmicas, dentre outros objetivos importantes, visando a qualitativa formação do aluno.


Considero importantes esclarecimentos destas estratégias de funcionamento e desenvolvimento da pesquisa no Brasil porque, sem elas, o país tende a padecer na área científica.
Ainda, porque, sem o incentivo para a formação de pesquisadores, o Brasil corre o risco de perder docentes e pesquisadores para outros países, onde o desenvolvimento científico é mais valorizado.


Para finalizar, lembro que para os alunos que ingressam na escola pública, seja na Unesp, USP, Unicamp ou em outras estaduais ou federais, resta a contínua luta para a manutenção de estruturas como essas oferecidas pelo curso de geografia da Unesp de Presidente Prudente. Não devem, portanto, deixar-se contaminar por modismos de época, como a febre atual das universidades online geradas pela crise no sistema educacional. Algumas delas em funcionamento, como alerta o Ministério da Educação [MEC], não possuem as mínimas condições para formar um cidadão pensante e ainda são cursos pagos, enquanto que na Unesp de Presidente Prudente, por exemplo, os cursos são gratuitos.
 

 
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EUA [Flórida]: a crise dos sem crise...!
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 09/06/2009 às 11:55:56
 
Tiago Hieda
Tiago e Kelen colocam os pés na Flórida

Tiago Hieda e a esposa Kelen nos enviaram notícias e fotos da Flórida [EUA]. Eles que decolaram do Japão no final de semana passado para pesquisar o mercado de trabalho por lá, fizeram ótima viagem e apenas aguardam à solução para um pequeno incidente: o extravio de uma unidade de bagagem! Recebido pelo irmão e amigos brasileiros, parece que vão aguardar a solução do problema sem muitas preocupações. O Blog deseja a todos por aí um forte abraço! E sinceros agradecimentos pelo acesso, tornando-nos mais internacional ainda! Torcemos pelo sucesso de vocês! Até breve... Com melhores e novas!

Tiago Hieda
Enfrentando o calor com amor
Tiago Hieda
De olho no futuro
Tiago Hieda
Turismo Marítimo
Tiago Hieda
Um vôo planejado
Tiago Hieda
Irmãos.... Sempre....
Tiago Hieda
Prime Outlets - Orlando [Flórida]
 
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Leão ataca brasileiros no Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 06/06/2009 às 13:43:45
 
Receita Federal
Sonolência não atrapalha ataque de Leão

Se a crise é real ou não, o Leão dos impostos municipais do Japão não perdoa. A mordida dele vai deixar estragos no caixa de muita gente. O exemplo vem da cidade de Suzuka, cuja província é Mie. A prefeitura local desde a semana passada distribui os carnês relativos aos impostos residenciais do ano de 2009, estabelecendo valores de aproximadamente dez a doze por cento sobre salários, pensões, negócios, bens imóveis e outras arrecadações referentes ao ano de 2008.


Segundo informações do departamento de planejamento de projetos e finanças, o imposto residencial é cobrado com base nos cálculos do ano anterior e a pessoa que estava residindo no município de Suzuka até primeiro de janeiro de 2009, deve pagar.
O pagamento pode ser feito em parcela única ou em quatro parcelas com datas de vencimento já estabelecidas no carnê. No caso de regresso ao país de origem ou mudança para o exterior, alerta o departamento, deverá quitar todas as parcelas pendentes antes de sair do Japão.


Consultamos algumas pessoas que já receberam o carnê e todos se demonstraram assustados com os valores cobrados este ano. Preferindo não se identificar, um casal declarou que em dez anos de Japão jamais pagou impostos residenciais com valores tão absurdos. Segundo eles, a soma dos valores cobrados nos carnês recebidos é de aproximadamente 290 mil ienes. Feito os cálculos com base no câmbio de moedas hoje, a soma atinge a cifra de R$ 5.377 reais. Comentou ainda: nossa intenção, caso a recuperação econômica continue lenta é retornar para o Brasil. O que vamos pagar de impostos, afirmam, dá para comprar as passagens de retorno. Com o marido desempregado não sabem o que vão fazer.


Outro entrevistado com maior tempo de Japão e experiência em negociações, alertou: quem não tiver condições de pagar os impostos mesmo divididos em quatro parcelas, deve procurar o mais urgente possível a prefeitura e propor uma renegociação. Segundo ele, existe a possibilidade de se renegociar a dívida até por um período de dois anos. O problema é que essa renegociação propiciará uma sobrecarga de taxas para o próximo ano, quando os impostos referentes ao ano de 2009 serão cobrados. Caso não solicite a renegociação, deixando o barco correr, à situação pode piorar, pois, os juros cobrados vão colaborar para encarecer ainda mais estes tributos, declarou.


Além da possibilidade de renegociação, o fato de não estar trabalhando no momento contribui para que os valores cobrados em 2010 sejam menores por não haver arrecadação. Um alívio, entre aspas, para quem está desempregado.
O departamento de planejamento da prefeitura de Suzuka informa que, dos 10% sobre os valores arrecadados, 6% se refere ao imposto municipal e 4% ao imposto provincial. E os recursos são utilizados para efetuar vários serviços administrativos no município e na província.
 

 
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Do Japão para os Estados Unidos
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/06/2009 às 09:40:44
 

Poderíamos postar hoje no Blog o embarque de Tiago Hieda e da esposa Kelen Hieda, do Japão para os Estados Unidos, apenas como um episódio corriqueiro e cotidiano feito por um colunista social. Nada contra este tipo de perfil de veiculação da informação, aliás, o nosso Blog opta por este recurso quando necessário.

Também postá-los aqui pelo simples fato de serem brasileiros e descendentes de japoneses. Ou ainda, dar ênfase na postagem seguindo a lógica da maioria dos casos que buscam alternativas de fixação temporária ou definitiva em nosso país.

Tiago Hieda e esposa Kelen Hieda

Mas o diferencial desta experiência parece não ser uma simples opção de caráter turístico, apesar de ser esta uma das intenções do casal. Algo nos intrigou: por que primeiro passar pelos EUA, antes do retorno ao Brasil? Não é demais lembrar. Foi lá que a crise econômica tomou dimensões incontroláveis afetando as economias mundiais em diversos níveis.

Em um bate-papo rápido com Tiago e Kelen, apuramos que o projeto deles vai mesmo
além do passeio turístico pela cidade de Orlando, na Flórida, onde vão visitar a Disneyworld e outros pontos relevantes. Mas não descartam a possibilidade de garimpar um emprego fixo e por lá permanecerem.

O diferencial é que, ele e a esposa, traçaram com cuidado um roteiro de retorno ao Brasil privilegiando uma alternativa que desafia a lógica: desenvolver uma pesquisa no mercado de trabalho americano, apesar de cientes de que a taxa de desemprego hoje nos Estados Unidos é a maior dos últimos 15 anos: 6,7% da população ativa.

Currículo para o êxito do projeto eles possuem. Tiago, por exemplo, atuou no Japão como professor e tradutor para o grupo japonês Kura Zemi, proprietários de unidades escolares para brasileiros no país. Como docente, lecionou inglês e japonês. É claro, possui proficiência de idiomas nas duas áreas e fluência destacada para conversação e escrita. Kelen estudou inglês na Echo English School da cidade de Yokkaichi, tendo como professor o australiano mister Simon.

Portanto, o casal fez previamente investimentos pessoais para o aprendizado de idiomas e se consideram preparados para enfrentar o mercado de trabalho, seja onde for. Eles que decolaram hoje rumo aos EUA se despediram dos amigos curtindo as maravilhas oferecidas pelas praias da cidade de Suzuka. E voltam para o Blog, rapidinho, assim que enviarem de  Orlando para cá comentários e fotos deste desafio alternativo sobre a lógica.
 

 

 
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Beatificação do padre Nakamura é anunciada no Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 03/06/2009 às 13:44:27
 

Começa o processo de beatificação de missionário japonês no Brasil.
Segundo a Ompress, o bispo de Presidente Prudente, dom Benedito Gonçalves dos Santos, publicou o decreto que estabelece o tribunal eclesiástico que analisará a causa de beatificação do padre Nakamura, ordenado sacerdote em Nagasaki em 1897.


O sacerdote trabalhou durante 26 anos numa paróquia de Kagoshima, e logo partiu como voluntário para ajudar aos imigrantes japoneses católicos no Brasil. Chegou à América do Sul em 1923 e trabalhou aí durante 17 anos até sua morte em 1940, na cidade de Álvares Machado.


O missionário atendia a várias comunidades em São Paulo e tinha que percorrer a pé ou a cavalo uma área equivalente em superfície à do Japão. O padre Nakamura era conhecido por dar consolo aos imigrantes pobres proporcionando-lhes cuidado pastoral e se dedicava a ensinar a fé cristã aos indígenas.
A notícia foi publicada no Japão pelo IPC online e no Rio de Janeiro, na data de 04 de maio deste ano pela agência informativa Ompress.
 

 
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A Coréia do Sul em fotos...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 02/06/2009 às 11:23:11
 
Leandro Xavier
Leandro em frente ao portão Donhwamun que dá acesso ao complexo do Palácio de Changdeokgung, em Seul, na Coréia do Sul

Poderíamos abordar a real ameaça dos testes nucleares da Coréia do Norte para o mundo e para o Japão e suas conseqüências na Ásia. Faremos sim, posteriormente.
Antes, vamos conhecer o país vizinho, a Coréia do Sul, mais especificamente a capital Seul.
Ponto turístico bastante freqüentado pelos japoneses também seduz os brasileiros espalhados pela Ásia.
O nosso colaborador é brasileiro, da cidade de Salmourão, interior do estado de São Paulo. Atualmente residindo no Japão, Leandro Xavier acaba de chegar da Coréia do Sul e apresenta uma série de fotos no Blog. Aguardem!
 

 
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Combate a recessão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 02/06/2009 às 04:08:29
 
Ilmars Znotins/AFP
Foto G1 da Globo (Ilmars Znotins/AFP) Parada de loiras

“... A Letônia é um país europeu que fica entre a Lituânia, Estônia e Rússia...” Lá 500 mulheres desfilaram organizando uma parada de loiras, que segundo elas, teve como propósito devolver o sorriso para o povo local por conta da recessão econômica. Leia a notícia completa no G1 da Globo http://g1.globo.com/

Luiz Jefferson
Miss Japão Riyo Mori


Aqui no Japão, a Miss Universo 2007, Riyo Mori, apesar do charme e beleza, escutou críticas após retornar coroada do México. Alguns japoneses afirmaram que Mori não possui o ideal de beleza oriental. Matéria sobre o assunto no IPC digital, http://www.ipcdigital.com/br.
“... Os japoneses preferem mulheres mais brancas, sem maquiagem forte, menos atrevida e sem vestido de gueixa que utilizou a Miss Japão no desfile de trajes típicos no México...”.
Cá entre nós, se a considerada mais bela do mundo recebeu críticas, vai ser difícil enfrentar a recessão econômica e recuperar o sorriso do povo por aqui.
 

 
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Que segunda-feira...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/06/2009 às 08:36:56
 

Hoje antes definir os próximos assuntos a serem abordados pelo nosso Blog, iniciamos os trabalhos pesquisando sobre os acontecimentos do mundo, do Brasil e do Japão.
Susan Boyle continua sendo notícia no mundo, e o Fantástico, através do Zeca Camargo, foi até a Escócia registrar as façanhas deste fenômeno. Porém, duas surpresas inesperadas para Susan: a segunda colocação sábado na final do programa “Britain´s Got Talent” e o esgotamento responsável pela internação dela, segundo noticiou o tablóide The Sun. Quem publicou? Deu na imprensa.
No Brasil, nos deparamos com caso de exploração sexual no Pará, também denunciado pelo Fantástico. O jornal Estadão com manchete sobre o avião da Air France, Airbus A 330, que sumiu dos radares do litoral brasileiro. E a Folha de São Paulo noticiando o possível pedido de concordata da General Motors, a gigante americana que tem como maior concorrente de mercado a Toyota.
Restava ler as notícias em português da segunda-feira no Japão. A primeira manchete: “Diretor de escola é preso por assalto e extorsão”. A vítima estaria com as mensalidades da escola atrasadas. O suspeito, um brasileiro de 43 anos de idade, preso em Aichi, Nagoya, pela polícia japonesa. Detalhe; diretor de escola brasileira! Noticiado pelo IPC online – Globo Internacional. http://www.ipcdigital.com/br. “Que segunda-feira...”

 

 
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Espaço aberto
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/06/2009 às 08:09:41
 

O nosso Blog é isso, um espaço para discussão de idéias. O artigo do professor Elton - o primeiro postado – vem de encontro ao nosso espírito democrático de linha editorial. Ele continua aberto para quem mais desejar usufruir.

 

 
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