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Saito, Milton iniciou no jornalismo publicando coluna sobre cinema no Correio da Sorocabana de Presidente Prudente. Na cidade trabalhou no jornal O Diário, colaborou com a assessoria de imprensa da prefeitura divulgando releases sobre Cultura, atuou como colaborador da coluna social Nikkey News do Oeste Notícias e como repórter no programa TV Dicas, do Japão, exibidos pela IPC/TV, afiliada internacional da Rede Globo. Como membro do Ciate [Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador no Exterior] produziu releases para imprensa nacional e internacional. Publicou artigos no Espaço do Dekassegui do colunista social Sinomar Calmona do O Imparcial. É geógrafo licenciado, bacharelado e com mestrado pela Universidade Estadual Paulista de Presidente Prudente [UNESP]. Desenvolveu pesquisa no Japão que culminou na dissertação: “Japoneses aqui, brasileiros lá?: Uma leitura sobre (e dos) Dekasseguis.

Cristiane Nagafuti foi colunista social do jornal Oeste Notícias de Presidente Prudente produzindo a Nikkey News. No Japão a Nikkey News foi veiculada pelo jornal Folha Mundial.

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Japão: desemprego atinge 5,4% em junho
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 31/07/2009 às 05:44:31
 

São 43 vagas para cada 100 desempregados

O Índice de Desemprego cresceu 0,2% em junho, se comparado ao mês de abril, marcando 5,4%. Esta foi a maior alta desde abril de 1994, quando o índice chegou a 5,5%.

Os dados foram divulgados sexta-feira (31) pelo ministério do Interior e das Comunicações.

O número de desempregados em junho cresceu de 2.650.000 para 3.480.000 ou um aumento de 830.000 pessoas se comparado ao mesmo período de 2008. Deste total, 1.210.000 foram dispensados por decisão da empresa.

A proporção entre oferta e procura de emprego em junho foi de 43 vagas para cada 100 desempregados, a pior situação desde 1963.

Segundo o ministério do Trabalho, Saúde e Bem Estar Social, em junho, a oferta de trabalho caiu 0,5% em relação à maio, e o número de pessoas procurando emprego aumentou 1,7%.
IPC digital/Efe - 31 Julho 2009
 

Luigi Rocco
Arte: Luigi Rocco
 
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Orkut agora quer fazer dinheiro
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 31/07/2009 às 04:55:10
 

Anúncios personalizados, o sonho de toda rede social

Infobits
Orkut - Temas (Infobits)

Num encontro ontem com publicitários do qual o Link participou em São Paulo, o Google apresentou seus projetos para tornar rentável a sua rede social. Sabe aquela publicidade que aparece agora na sua home? É a aposta da empresa, que promete oferecer como atrativo a possibilidade de segmentação.

Segundo a responsável pela parte comercial do Orkut na América Latina, Cinthia Assali, a ideia é permitir anúncios personalizados, o sonho de toda a rede social. Com isso, um anunciante pode escolher atingir, por exemplo, apenas mulheres de 30 anos que gostam de música. "Temos muitas informações dos usuários. Queremos que vocês (os anunciantes) possam usar essas informações", afirmou.

Mas e a privacidade?, veio uma pergunta da plateia. De presto, Cinthia disse que, na realidade, os anunciantes não teriam acesso às informações pessoais. "Será possível segmentar por sexo e idade, informações obrigatórias para se cadastrar no Orkut, e por interesses, baseado nas comunidades que as pessoas participam. O anunciante pode escolher em qual perfil anunciar, mas não saberá nominalmente quais pessoas foram atingidas. Esse dado fica guardado com a gente."

Além de anúncios na home, o Orkut também já se prepara para mostrar publicidade nos perfis dos amigos. Ainda estuda disponibilizar espaço nos álbuns de fotos, segundo a empresa, uma das áreas mais visitadas do site. "Em que outro site é possível atingir 75% da internet brasileira?", vendeu seu peixe o diretor do Google na América Latina, Alexandre Hohagen.

Ele afirmou que, após os problemas com a justiça - com pressão das autoridades para que o site fornecesse dados de suspeitos de crimes como pedofilia -, o Orkut está maduro para buscar anunciantes. Ao final de sua fala, o executivo também desdenhou "dessas redes que estão chegando ao Brasil", numa menção clara ao Facebook, que está crescendo muito por aqui. "Falam que as novas redes estão fazendo o Orkut crescer mais lentamente. Saibam que nossa audiência cresceu 50% no ano passado".

De qualquer forma, no decorrer do encontro, os executivos do Google compararam muito os números do Orkut com os do Facebook para mostrar que a maior rede social do mundo é ainda pequena no Brasil.
Blog do link – Estadão

30/07/09 - Rodrigo Martins
 

Evandro Barba
Arte: Evandro Barba
 
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Ministério produz guia sobre moradia
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 31/07/2009 às 02:27:02
 

Casa própria

Brasileiros parcialmente afetados pela crise optam pela aquisição de casa própria. Fotos ilustram duas casas - estilo mansion - adquirida por eles. Mas para quem deseja alugar, o guia é um ótimo referencial.

Cedida
Mansion (brasileiro Sérgio Uezo - Hadano/Kanagawa)
Cedida
Mansion (brasileiro Tadashi - Mitsukaido/Ibaraki)

Guia em português

O ministério do Território, Infraestrutura, Transporte e Turismo publicou um panfleto explicativo em português sobre o sistema de aluguel de moradia no país.

Anshin
Anshin (Capa do Guia)

O material se chama "Anshin - Programa de Auxílio para Aluguel de Imóveis: Guia para busca de imóveis", tem 14 páginas e está dividido em três capítulos:

1) Desde a busca do imóvel até a mudança;
2) Informações úteis ao alugar moradia;
3) Lista de checagem para expectativas.
Baixe o guia aqui. www.mlit.go.jp/jutakukentiku/house/torikumi/anshin/heyasagashi6.pdf
Ipcdigital.com/31 Julho 2009


 

 
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EDUCAÇÃO: escola e prefeitura convidam pais para reunião amanhã, sábado (1/8), em Tsu
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 30/07/2009 às 20:17:19
 

Projeto Todos na Escola

A prefeitura de Tsu realiza amanhã (1/8), a partir das 10h, na sede da escola Apoio Mie, em Tsu, reunião com pais e outros interessados em discutir estratégias de retorno das crianças brasileiras para a escola. O projeto “Todos na Escola” é uma iniciativa das instituições e tem como meta  trazer de volta para a sala de aula os estudantes afetados pela crise.

Cedida
Festa Junina privilegia trajes típicos (kimono)

A parceria, noticiada anteriormente no blog, também tem como proposta engendrar maior qualidade no ensino. Portanto, os convidados podem no encontro conhecer detalhes do projeto e esclarecer dúvidas sobre as novas diretrizes educacionais elaboradas pela escola e prefeitura. 

A Secretaria de Educação de Tsu, disponibilizou ¥ 16 milhões para a escola Apoio Mie, e o empresário Hisayoshi Yamamoto, contribuiu com mais ¥10 milhões. O resultado imediato aparece na redução das mensalidades, de ¥ 45 mil para ¥ 15 mil. E uma das exigências da prefeitura é a não obtenção de lucro por parte da unidade.

O projeto contempla ainda outras vantagens: aulas de português para crianças que estudam em escola japonesa, das 15 às 19h. Aulas de japonês com professores da Universidade de Mie e equipe de professores qualificados com formação superior.

Cedida
Quadrilha: mantendo a tradição

O Colégio Apoio Mie (Sistema Objetivo de Ensino) fica na cidade de Tsu, Takachaya 6, Choume 1-22. Informações fone: 059-235-4677.
 

Cedida
Festa das Nações: memória e história
 
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Escola contrata professores
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 30/07/2009 às 09:46:39
 
Cedida
Festa Junina (Apresentações típicas - Japão)

O “Colégio Apoio Mie”, (Sistema Objetivo de Ensino), está contratando professores para o Ensino Fundamental I, com formação superior. Os interessados devem se apresentar na sede da escola, na cidade de Tsu. Endereço: Mie-ken, Tsu-shi, Takachaya 6, Choume 1-22. Mais informações pelo fone: 059-235-4677.

Cedida
Festival dos Direitos Humanos (Escola Apoio Mie/Tsu)
 
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Inep divulga simulado do Enem
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 30/07/2009 às 06:19:57
 

São 40 questões em quatro áreas de avaliação; prova terá 180.
Exame Nacional do Ensino Médio acontece em outubro.

Foto Reprodução: G1
Capa do simulado da prova do Enem, divulgado pelo Inep nesta quarta-feira (Foto: Reprodução G1)

Capa do simulado da prova do Enem, divulgado pelo Inep nesta quarta-feira (Foto: Reprodução)

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação que aplica o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), divulgou nesta quarta-feira (29) um simulado da prova que acontece nos dias 3 e 4 de outubro. Em vez das 180 questões, o simulado traz somente 40 questões nas quatro áreas de avaliação: ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e matemática.

Clique simulado da prova: www.enem.inep.gov.br/
 

Os gabaritos acompanham os arquivos das provas. Mesmo assim, o estudante não vai conseguir saber que nota tiraria no exame por conta do número menor de questões e do método de correção utilizado pelo Inep, chamado “Teoria de Resposta ao Item” (TRI). Ele vai levar em conta o padrão de respostas do candidato e não apenas o número de acertos.

Cada questão terá um certo grau de dificuldade e o computador vai conseguir saber, de acordo com esse padrão, o quão preparado para dar aquela resposta o candidato estava e se houve um “chute.” O foco será no item, como é chamada cada questão, e não no total de acertos. A teoria é o conjunto de modelos que relacionam uma ou mais habilidades com a probabilidade de a pessoa acertar a resposta.


Assim, o estudante pode até acertar mais questões do que outro, mas poderá ter uma nota menor se tiver acertado questões consideradas mais fáceis. A prova que será aplicada em outubro terá 180 questões, divididas em quatro testes de 45 itens de múltipla escolha. No dia 3, serão aplicados os exames de ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias. No dia seguinte, matemática e suas tecnologias, linguagens, códigos e suas tecnologias e redação.


O resultado final será divulgado nos dias 4 de dezembro (provas objetivas) e 8 de janeiro (redação).


Apesar do sistema de correção, o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, recomenda que os alunos não deixem nenhuma questão sem resposta. “Uma questão em branco no meio da prova tem o mesmo peso do erro”, disse nesta quarta (29). Segundo ele, o computador vai ler como “errada” qualquer uma deixada sem resposta e, escolhendo um item, o candidato ainda tem chances de acertar. No entanto, respostas erradas não descontarão pontos.

O presidente do órgão não descartou ainda a possibilidade de publicar novos simulados para este exame e para os próximos.

Inscritos

Mais de 4,5 milhões de pessoas se inscreveram no exame. Das 55 universidades federais, 46 instituições adotarão o Enem, 7 ainda não se decidiram e 2 definiram que não levarão em conta o resultado do exame em seu vestibular.


São quatro as possibilidades de a universidade utilizar a nota do Enem: como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas remanescentes, após o vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição.


Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular. Cada instituição de ensino superior divulgará em seus editais em qual formato participará e se haverá diferenças entre os cursos.


Além de ser usado nos vestibulares, o novo Enem vai servir também para conseguir o certificado de conclusão do ensino médio em cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA), antigo supletivo.
Rafael Targino Do G1, em Brasília
Fernanda Calgaro Do G1, em São Paulo

 

 
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Produção industrial japonesa sobe pelo quarto mês seguido
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 30/07/2009 às 04:50:31
 

Crescimento ficou abaixo do esperado

Bico do Corvo
A economia japonesa está em recessão desde 2008

A produção industrial do Japão voltou a subir em junho, pelo quarto mês consecutivo, segundo dados do Ministério da Economia, Comércio e Indústria. No mês, o setor cresceu 2,4%, refletindo os estímulos econômicos do governo japonês para impulsionar as exportações e a queda nos estoques das indústrias, que levou à retomada da produção.

O crescimento ficou pouco abaixo do esperado pelos analistas, que previam aumento de 2,5%, segundo a agência de notícias Kyodo e o jornal econômico "Nikkei".

A produção em mineração e nas fábricas japonesas ficou em 81 pontos, em uma escala que vai até cem. Já os estoques industriais diminuíram 1%, para 95,4 pontos, também sobre a base de 100, enquanto o índice de transporte de mercadorias por mar cresceu 3,5%, aos 81,7 pontos.

O aumento da produção industrial japonesa em junho chega depois da alta de 5,9% registrado em maio.

A economia japonesa está em recessão desde o terceiro trimestre de 2008. No primeiro trimestre de 2009, o PIB (Produto Interno Bruto) do país caiu 14,2%, segundo dados revisados pelo governo, a maior desde a Segunda Guerra Mundial (1939-45).

Ganbare UOL
Ainda é baixa a oferta de empregos

da Efe, em Tóquio - 30/07/2009 - 00h20
 

 
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Michael Schumacher assumirá vaga de Massa até recuperação do brasileiro
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/07/2009 às 15:30:12
 

Alemão fará trabalho intenso de preparação física para correr em Valência

Agência/EFE
Schumi vinha atuando como consultor da Ferrari

GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Schumi vinha atuando como consultor da Ferrari

Michael Schumacher irá substituir Felipe Massa até o brasileiro se recuperar do grave acidente sofrido no treino classificatório para o GP da Hungria. Após o convite da Ferrari, o alemão passará por um forte trabalho de preparação física para estar apto a pilotar já no GP da Europa, em Valência, no dia 23 de agosto, próxima etapa do Mundial de F-1.

- Encontrei nesta tarde com Stefano Domenicali e Luca di Montezemolo e, juntos, decidimos que eu irei me preparar para assumir a vaga de Felipe. É verdade que o capítulo Fórmula 1 já estava encerrado para mim completamente, mas também é verdade que, por razões de lealdade à equipe, não posso ignorar esta situação infeliz. Mas como competidor também estou muito ansioso para encarar este desafio - diz Schumacher, em seu site oficial.

Schumacher, de 40 anos, vinha trabalhando como consultor da equipe e começará a fazer nos próximos dias um período de preparação para poder voltar a pilotar na próxima etapa. Heptacampeão mundial, o alemão voltará às pistas pouco menos de três anos após sua aposentadoria oficial. Sua última corrida na F-1 foi o GP do Brasil de 2006, em Interlagos, vencido por Felipe Massa.

- A Ferrari pretende colocar Michael Schumacher no carro de Felipe Massa até o brasileiro estar pronto para correr novamente. Michael Schumacher disse que está pronto e, nos próximos dias, ele passará por um específico programa de treinamento. No fim, será dada a confirmação para ele participar do GP da Europa, no dia 23 de agosto - diz a nota oficial da Ferrari. Agência/EFE
 

 
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Racismo?
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/07/2009 às 13:04:04
 

Dica do internauta

Internautas que acompanham nosso blog também fazem sugestões. E aqui, postamos uma delas! Marcelo Makoto concluiu o ensino médio (lecionei Geografia e História para turma) e se prepara para ocupar uma cadeira em curso superior. É um forte candidato! Valeu a dica Makoto! Bons estudos! Sempre!

Danilo Gentili manda uma resposta GENIAL (leia, vale a pena)

Blog Danilo Gentili
Danilo Gentili (humorista)


Você não sabe o que tá acontecendo?


O humorista Danilo Gentili postou (twitou? sei la) a seguinte piada no seu twitter:
King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?


Foi isso. Você, provavelmente, deve tá pensando "tá, eu ri rsrsrs, que que tem?"


A ONG Afrobras se posicionou contra. "Nos próximos dias devemos fazer uma carta de repúdio. Estamos avaliando ainda uma representação criminal", diz José Vicente, presidente da ONG.
"Isso foi indevido, inoportuno, de mau gosto e desrespeitoso. Desrespeitou todos os negros brasileiros e também a democracia. Democracia é você agir com responsabilidade", avalia Vicente.


Alguns minutos após escrever seu primeiro "tweet" sobre King Kong, Gentili tentou se justificar no microblog. "Alguém pode me dar uma explicação razoável por que posso chamar gay de veado, gordo de baleia, branco de lagartixa, mas nunca um negro de macaco?" (GENIAL)

"Na piada do King Kong, não disse a cor do jogador. Disse que a loira saiu com cara porque é famoso. A cabeça de vocês que têm preconceito."


Mas calma, essa não foi a tal resposta genial que está no título, e sim ESSA:


"Se você me disser que é da raça negra preciso dizer que você tambem é racista, pois, assim como os criadores de cachorros, acredita que somos separados por raças. E se acredita nisso vai ter que confessar que uma raça é melhor ou pior que a outra. Pois se todas raças são iguais então a divisão por raça é estúpida e desnecessária. Pra que perder tempo separando algo se no fundo dá tudo no mesmo?


Quem propagou a idéia que "negro" é uma raça foram os escravistas. Eles usaram isso como desculpa para vender os pretos como escravos: "Podemos trata-los como animais, afinal eles são de uma outra raça que não é a nossa. Eles são da raça negra". Então quando vejo um cara dizendo que tem orgulho em ser da raça negra eu juro que nem me passa pela cabeça chama-lo de macaco. E sim de burro.


Falando em burro, cresci ouvindo que eu sou uma girafa. E também cresci chamando um dos meus melhores amigos de elefante. Já ouvi muita gente chamar loira caucasiana de burra, gay de v***** e ruivo de salsicha, que nada mais é do que ser chamado de restos de porco e boi misturados.


Mas se alguém chama um preto de macaco é crucificado. E isso pra mim não faz sentido. Qual o preconceito com o macaco? Imagina no zoológico como o macaco não deve se sentir triste quando ouve os outros animais comentando:
- O macaco é o pior de todos. Quando um humano se xinga de burro ou elefante dão risada. Mas quando xingam de macaco vão presos. Ser macaco é uma coisa terrível. Graças a Deus não somos macacos.


Prefiro ser chamado de macaco do que de girafa. Peça para um cientista fazer um teste de Q.I. com uma girafa e com um macaco. Veja quem tira a maior nota.


Quando queremos muito ofender e atacar alguém, por motivos desconhecidos, não xingamos diretamente a pessoa e sim a mãe dela. Posso afirmar aqui então que Darwin foi o maior racista da história por dizer que eu vim do macaco?


Se o assunto é cor eu defendo a idéia que o mundo é uma caixa de lápis coloridos. Somos os lápis dessa caixa. Um lápis é menos lápis que o outro só porque a cor é diferente? Eu desenho desde criança, então acredite em mim: Não mesmo. Todas essas cores são de igual importância. Ok. Ok. Foi uma comparação idiota. Confesso. Os lápis são todos do mesmo tamanho na caixa. E no mundo real o lápis preto é bem maior que o amarelo.


Mas o que quero dizer é que na verdade não sei qual o problema em chamar um preto de preto. Esse é o nome da cor não é? Eu sou um ser humano da cor branca. O japonês da cor amarela. O índio da cor vermelha. O africano da cor preta. Se querem igualdade deveriam assumir o termo "preto" pois esse é o nome da cor. Não fica destoante isso: "Branco, Amarelo, Vermelho, Negro"?. O Darth Vader pra mim é negro. Mas o Bill Cosby, Richard Pryor e Eddie Murphy que inspiram meu trabalho não. Mas se gostam tanto assim do termo negro, ok, eu uso, não vejo problemas. No fim das contas é só uma palavra. E embora o dicionário seja um dos livros mais vendidos do mundo, penso que palavras não definem muitas coisas e sim atitudes.


Digo isso porque a patrulha do politicamente correto é tão imbecil e superficial que tenho absoluta certeza que serei censurado se um dia escutarem eu dizer: "E aí seu PRETO, senta aqui e toma uma comigo!". Porém, se eu usar o tom correto e a postura certa ao dizer "Desculpe meu querido, mas já que é um afro-descendente é melhor evitar sentar aqui. Mas eu arrumo uma outra mesa muito mais bonita pra você!" sei que receberei elogios dessas mesmas pessoas, afinal eu usei os termos politicamentes corretos e não a palavra "preto" ou "macaco", que são palavras tão horríveis.


Os politicamentes corretos acham que são como o Superman, o cara dotado de dons superiores, que vai defender os fracos, oprimidos e impotentes. E acredite. Isso é racismo, pois transmite a idéia de superioridade que essas pessoas sentem de si em relação aos seus "defendidos".


Agora peço que não sejam racistas comigo por favor. Nao é só porque eu sou branco que eu escravizei um preto. Eu juro que nunca fiz nada parecido com isso nem mesmo em pensamento. Não tenham esse preconceito comigo. Na verdade sou ítalo-descente. Italianos não escravizaram africanos no Brasil. Vieram pra cá e assim como os pretos trabalharam na lavoura. A diferença é que Escrava Isaura fez mais sucesso que Terra Nostra.


Ok. O que acabei de dizer foi uma piada de mal gosto porque eu não disse nela como os pretos sofreram mais que os italianos. Ok. Eu sei que os negros sofreram mais que qualquer raça no Brasil. Foram chicoteados. Torturados. Foi algo tão desumano que só um ser humano seria capaz de fazer igual. Brancos caçaram negros como animais. Mas também os compraram de outros negros. Sim. Ser dono de escravo nunca foi privilégio caucasiano e sim da sociedade dominante. Na África, uma tribo vencedora escravizava a outra e as vendia para os brancos sujos.


Lembra que eu disse que era ítalo-descendente? Então. Os italianos podem nunca terem escravizados os pretos, mas os romanos escravizaram os judeus. E eles já se vingaram de mim com juros e correção monetária, pois já fui escravo durante anos de um carnê das Casas Bahia.


Se é engraçado piada de gay e gordo, porque não é a de preto? Porque foram escravos no passado hoje são café-com-leite no mundo do humor? É isso? Eu posso fazer a piada com gay só porque seus ancestrais nunca foram escravos? Pense bem, talvez o gay na infância também tenha sofrido abusos de alguém mais velho com o chicote.


Se você acha que vai impor respeito me obrigando a usar o termo "negro" ou "afro-descendente", tudo bem, eu posso fazer isso só pra agradar. Na minha cabeça você será apenas preto e eu branco, da mesma raça, a raça humana. E você nunca me verá por aí com uma camiseta escrita "100% humano", pois não tenho orgulho nenhum de ser dessa raça que discute coisas idiotas de uma forma superficial e discrimina o próprio irmão."


Aplausos pra ele, sério mesmo. O Rafinha Bastos antes, tinha feito uma piada com o Michael Jackson no seu twitter (algo como "Michael Jackson morreu, quem irá comer nossas criancinhas?) e depois de alguns minutos - e após ser cruxificado pelos fãs - retirou a piada alegando que "ela não tinha graça". Danilo não, ele comprou a briga (que nem deveria existir) e ainda "venceu" bonito. Nem tenho mais o que falar, ele disse tudo. Clique link :

blogs.abril.com.br/istoera/2009/07/danilo-gentili-manda-uma-resposta-genial-leia-vale-pena.html

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Livros: Apenas a Bíblia, a Torá e o Corão... Não gostamos de nada muito abstrato...
Músicas: Vale o que tiver tocando...

Mas lembramos que "os ouvidos são muito perto do cérebro"...

Portanto, quando dizemos que vale tudo... Excluam as músicas baixo níveis e medíocres que a sociedade insiste em empurrar-nos goela abaixo...
Programas de TV: Nenhum de nós tem muito tempo pra isso por enquanto...
Filmes: Clássicos, Épicos, Inteligentes... Também valem os desenhos!
Comidas: O que vier a gente traça!
 

 
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Nova regulamentação para ciclistas
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/07/2009 às 09:20:44
 

Trânsito

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Tem estacionamento até no autódromo da F1 de Suzuka

No país do trem-bala a má condução de uma bicicleta pode ser revertida em multa. O Estado atua na organização do trânsito de forma severa. Realiza nas escolas projetos de educação para pedestres e não facilita a retirada de carteira de habilitação para motoristas.

Como as bicicletas são consideradas veículos úteis e populares nas sociedades orientais, a regulamentação vai além de uma medida disciplinar, é uma necessidade de segurança. Leia matéria publicada pela redação da revista Made in Japan.

Novas leis de trânsito para bicicletas entram em vigor no Japão

Leis estipulam que é proibido andar de bicicleta fumando, falando no celular ou segurando o guarda-chuva

Peregrina Cultural
Arte: Peregrina Cultural

Cerca de 86 milhões de pessoas no Japão têm bicicleta. Em um país como o Japão, em que grande parte da população se desloca de um lugar a outro por meio de bicicleta, não é de se estranhar que haja uma lei de trânsito específica para esse tipo de veículo.

A partir do dia 1° de julho, entra em vigor a nova lei de trânsito para ciclista. Mas antigas regras como pedalar segurando o guarda-chuva, fumando ou falando no celular ainda estão valendo. A infração implica em multa.

Cerca de 86 milhões de pessoas no Japão têm bicicleta. Em 2006, 2767 pedestres foram atropelados por ciclistas. E uma das principais causas das distrações dos ciclistas é usar celular ou escutar iPod enquanto pedala.

Confira abaixo o que não é permitido fazer enquanto se pedala:
- andar embriagado;
- andar com limite de pessoas acima do estipulado;
- andar com a luz da frente apagada;
- andar emparelhado com outra pessoa de bicicleta;
- carregar bolsas nas mãos ou penduradas ao guidão enquanto anda;
- andar de bicicleta usando salto alto ou tamanco japonês;
- andar de bicicleta com uma mão ou sem as mãos no guidom, a não ser que vá dar algum sinal;
- buzinar (ou usar o sininho) da bike para os pedestres saírem do caminho;
- falar ao celular;
- fumar;
- passear com o cachorro;
- usar guarda-chuva.

24.06.2009

 

Comunicado: Província de Shizuoka
 

Prefeitura de Shizuoka
O valor da multa pode ser de até ¥ 50 mil
 
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Advogado diz que lei japonesa contra pirataria vai ficar mais rigorosa
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/07/2009 às 04:20:17
 

Pirataria

Flavio Rafael
Combate a pirataria

A comercialização de produtos sem a devida autorização dos direitos autorais vem aumentando a cada ano. Para combater a pirataria, o Japão aprovou a reforma da lei sobre o assunto que deve entrar em vigor em 2010. A nova lei deve ficar mais rigorosa.

Segundo um relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica publicado em 2005, um em cada três CDs vendidos no mundo é pirata. O mercado ilegal de música é estimado em US$ 4,5 bilhões.

Com o avanço da internet, o conteúdo digital que circula de forma ilegal não se limita a indústria fonográfica. Softwares, games e progaramas de TV estão entre os conteúdos mais prejudicados.

Em 2007, foram realizadas 210 prisões no Japão relacionadas à infração de direitos autorais. Desde então, o comércio de DVDs ilegais caiu na mira da polícia japonesa.

Hiroshi Sonobe, advogado especialista em casos de direitos autorais, cita o exemplo de dois japoneses detidos por transmitir programas da TV japonesa para outros países. Segundo ele, a dupla pode pegar 10 anos de prisão e multa de 10 milhões de ienes.

Entre os casos recentemente divulgados pelo Jornal IPC, através da Globo Internacional, muitos eram ligados a locadoras e pessoas que ajudavam na produção de cópias ilegais de DVD.

Num caso registrado em julho de 2008, a polícia de Kikugawa, em Shizuoka, confiscou 15 mil cópias ilegais de filmes norte-amercianos e de programas da TV do Brasil.

Em outro caso, um brasileiro foi preso por ter ajudado um colega a criar um sistema para baixar e gravar programas em DVD.

O assunto passou a preocupar a comunidade que pode ser vista como sinônimo de pirataria de DVDs, já que alguns jornais japoneses publicaram as prisões.

Segundo Sonobe, as leis japonesas relacionadas à infração de direitos autorais estão se tornado cada vez mais rigorosas. No caso dos estrangeiros, ele diz que pode haver deportações e os infratores serem impedidos de entrar no país. O advogado lembra que só o fato de ter um DVD ilegal com finalidade de comercialização pode acarretar pena de cinco anos de detenção e multa de um milhão de ienes. Sonobe diz também que subir ou baixar conteúdo não autorizado na internet vai ter problemas. A nova lei aprovada sobre o assunto e que entra em vigor no ano que vem, considerada o upload e o download de conteúdos não autorizados como ilegais.

A lei para quem reproduz DVDs com finalidade de venda também deve ficar mais riogorosa com penas que vão até cinco anos de prisão e multa de cinco milhões de ienes.

Flávio Rafael
A nova lei aprovada sobre pirataria entra em vigor no ano que vem

Jornal IPC - Globo Internacional 29/07/2009
 

 
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Toyota mantém líderança apesar da queda nas vendas
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/07/2009 às 03:22:32
 

Indústria automobilística

Divulgação
Toyota mantém posto de maior montadora

 

A Toyota continua mantendo o posto de maior montadora do mundo apesar da queda de 26% nas vendas entre janeiro e junho, chegando a 3,56 milhões de unidades.

A queda nas vendas da Toyota foi maior que a da concorrente General Motors (GM). A montadora norteamericana vendeu, no mesmo período, menos 22% marcando 3,55 milhões de veículos.

Divulgação
Toyota bateu GM em vendas no Canadá

A queda das vendas da Toyota veio à tona no segundo semestre de 2008, quando a montadora abriu mão da previsão de venda de 10,4 milhões de unidades. A empresa japonesa havia chegado ao topo do ranking em janeiro de 2008 batendo a GM.

As vendas internas em junho da Toyota, incluindo a Hino e a Daihatsu, foram de menos 12% se comparado ao mesmo período de 2008, com quase 165 mil veículos. A queda só não foi maior devido as vendas do veículo híbrido Prius, que em junho foi o carro mais vendido no país com cerca de 22 mil unidades.

Já as vendas externas caíram 38,7%, marcando pouco mais 131 mil unidades.

No Canadá, a Toyota bateu a GM em vendas nos seis primeiros meses de 2009, posto que vinha sendo mantido há anos pela montadora norteamericana.
IPC online/ Efe
 

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Chevrolet MW: carro popular da GM/Suzuki no Japão
 
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Omiyague; sinônimo de presente, turismo e comércio
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 28/07/2009 às 13:42:25
 

Tradição alavanca a economia regional

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Omiyague (presente): tradição japonesa

Ganhar presentes é bom. No Japão, a tradição do “omiyague” (presente), dinamiza o comércio interno. Uma prática atrelada à infraestrutura do turismo no país e também mantida no Brasil pelos imigrantes japoneses. Saiba porquê o tempo não apagou a tradição que, mesmo diante de novos conceitos de modernidade, mantém o espírito e é cultuada pelos jovens japoneses.

Este é apenas mais um diferencial do sistema capitalista japonês quando analisado e confrontado com o capitalismo mundial. Uma roupagem diferente onde o fetiche da mercadoria aparece engendrado na história e na cultura. A ideologia do consumo se manifesta na alma do produto, neste caso, personificada no omiyague. Uma estratégia que transforma tradição, cultura e misticismo em mercadoria.

Por aqui, saiu de casa para visitar qualquer ponto turístico, ao retornar, sugere o inveterado hábito, é conveniente se comprar presentes, ou seja, uma lembrança do local para presentear amigos e familiares. Profundamente radicado o costume vale também para os momentos de visitação aos entes queridos. Essa práxis exalta as qualidades e a propensão econômica regional. Como no Brasil, onde cada região do país se especializa na produção de determinados produtos, no Japão não é diferente.

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Diversidade e beleza

Seria como viajar para a região Sul, por exemplo, e no retorno presentear amigos ou familiares com um litro de vinho produzido lá. Não importa se tinto ou seco. Se for produzido com a mais fina qualidade de uva local, contempla o espírito do omiyague.

Tipos de lembranças

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Omiyague (Aquário Nagoya)

Cartões-postais, chaveiros, flâmulas, relógios, artesanato em madeira, plástico, gato da sorte, pingentes, espadas, bonecos, enfim, toda contribuição artesanal ou industrial é regionalmente comercializada em nome da tradição. Mas chamam a atenção os produtos regionais do setor de alimentos. Sempre haverá um item da culinária representativo e significativo da localidade. A indústria de lembranças é infalível. O difícil é escolher uma, dentre tantas opções.

Sem dúvida, uma estratégia de estimulo comercial importante e capaz de gerar renda e auferir garantias de sobrevivência para os nativos residentes nas zonas turísticas. Uma forma de comércio sazonal, que em determinadas épocas do ano, prospera. Isso porque há de se considerar os dois extremos climáticos no país: a temporada de frio e a do calor. O frio é de arrepiar e, o calor de derreter. Portanto, a logística do turismo, dependendo da região, possui grande fluxo e refluxo de acordo com as quatro estações do ano.

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Biscoitos, bolachas e outras variedades

Sabendo disso, o comércio nativo valoriza a invasão dos turistas, e não dispensa a forma polida de tratamento. Aliás, para os desatentos, é bom saber que a polidez do cidadão japonês impressiona. O cliente é tratado como um deus, pois é ele quem realiza o consumo final das mercadorias e gera o lucro para o produtor e para o comerciante. Referimo-nos as relações que se travam no convívio fora da fábrica. Essas se compõem dentro de um conjunto de princípios e valores mediados pelo fetiche mercadológico.

Assim, toda forma de gentileza faz parte do cartão de visita. São atenciosos no fornecimento de informações sobre a localidade e a região. Possuem sempre para distribuição gratuita mapas temáticos dos hotéis e restaurantes. E farta relação de produtos de uso exclusivo para dos turistas como: máquina fotográfica descartáveis, pilhas, material de higiene e de uso pessoal, enfim, tudo para tornar a visita agradável e inesquecível. Não faltam nos locais públicos folders com dados estatísticos locais, dentre outros.

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Opções em bolos

Para os decasséguis, a tradição não é novidade. Apesar disso, muitos viajam pelo país e não cultivam o hábito. Isso porque os preços das lembranças não são nada convincentes. E fica a dúvida, será que a tradição será mantida pelas próximas gerações de nikkeis brasileiros?

O papel do Estado

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Variadas opções

Nota-se também uma grande diferença de postura e papel do Estado japonês frente ao Estado brasileiro no planejamento e apoio do setor turístico. O Estado japonês não dispensa a parceria da população local para promover o desenvolvimento regional. A estrutura de turismo do Brasil, guardada as exceções, despreza o potencial regional da população. As autoridades municipais e as instituições não criam projetos de estímulo econômico em parceria com os nativos.

É comum nas localidades turísticas do Brasil os nativos ficarem apenas com os problemas levados e deixados pelos visitantes para a região. Sujeira, superlotação, e outras práticas que mais incomodam ao invés de beneficiar o comércio e a indústria local. No âmbito cultural ou econômico, a grande diferença está na logística comercial do turismo, com opções restritas e planejamento ineficaz.

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Embalagens (Golfinhos de Nagoya)

Quando a prestação dos serviços está atrelada a lógica econômica e conta com a participação da população, a qualidade do atendimento e o fetiche das mercadorias parecem mesmo ter alma. Uma ideologia de consumo condicionada a hábitos e costumes da população é capaz de gerar riquezas nada desprezíveis para a lógica do turismo.

Em suma, o omiyague é sinônimo de comércio e turismo, tradição e cultura, uma práxis sadia e de geração de recursos para as populações e de estímulo ao desenvolvimento econômico regional. A omissão do Estado na mediação destas relações faz com que setores da população explorem os turistas de forma inadequada.

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Múltipla escolha

São fatos comuns no Brasil em épocas de temporada, os comerciantes majorarem os preços dos produtos mais procurados pelos turistas. No Japão, não é diferente, mas o bom senso e a presença do Estado usam outras estratégias para estimular o consumo. O “omiyague é uma delas.
 

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Preços variados
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Tokyo Tower: lojas (Lembranças)
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Chaveiros (Lembranças - Aquário Nagoya)
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Aquário de Nagoya: omiyague
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Loja Tokyo Tower (destaque: gato da sorte)
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Cores atraentes
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Lojas: Aquário de Nagoya
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Presentes sugestivos
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Brilho e beleza
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Lembranças saudáveis
 
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A charge diz tudo...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 28/07/2009 às 12:36:23
 
Blog do Noblat (Amarildo)
Blog do Noblat (Amarildo)

Deu em o Globo: 28.7.2009
Blog do Noblat: oglobo.globo.com/pais/noblat/ 
 

 
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Christian e o briefing digital
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 28/07/2009 às 09:01:48
 

Estudante conhece a (falta de) rotina de uma agência de propaganda voltada para a web

Marcelo Ximenez/AE
Christian, da ESPM, tirou dúvidas com Andre Matarazzo, sócio de agência (Foto: Marcelo Ximenez/AE)

Christian Michelassi, de 18 anos, cursa o 3º semestre de Publicidade e Propaganda na ESPM. É estagiário do blog Newronio, um "verificador de tendências" da universidade. Escreve sobre comunicação, consumo e mídias sociais.


Andre Matarazzo, de 34, criava sites nos anos 90. Fez publicidade voltada para a web numa grande agência, rodou por Holanda, Suécia, Canadá e Japão. Voltou em 2006. Com uma sócia, abriu a Gringo como um pequeno estúdio voltado para clientes do exterior. Hoje com 43 funcionários, ela atende a gigantes como Coca-Cola e Microsoft.


Christian e Andre se encontraram na Gringo, no Itaim, zona sul de São Paulo, para trocar ideias sobre o ramo da publicidade que mais cresce no Brasil: de 2007 para 2008, a verba para web aumentou 44%, segundo o Inter-Meios, da revista Meio & Mensagem.


Christian nunca tinha pisado numa agência digital. André não cursou Publicidade - fez Hotelaria, mas abandonou. O estudante conheceu a rotina da Gringo e o desenvolvimento de um dos principais trabalhos da empresa, um site para a Microsoft. Prova de que a publicidade digital vai muito além dos banners. Ela se confunde com entretenimento e recorre a sites, vídeos, animações, games, redes sociais. Envolve a web e também celular e bluetooth - com o chamado mobile marketing.


As paredes rabiscadas da Gringo têm datas de projetos, desenhos, piadas. Uma mesa de sinuca é a primeira coisa que se vê ao entrar. "Não controlo horário, é tudo flexível", diz Andre, de jeans, camiseta e tatuagens nos braços e na cabeça raspada. Redatores, programadores e designers usam bonés e até chinelos.


Christian: "O que você analisa na hora de contratar?" Andre: "Olho sempre o portfólio. Não é preciso ter material muito bom ainda. Mas consigo ver como a pessoa pensou, se tem cópia, ou ideias brilhantes."

"É preciso ter formação acadêmica?", insiste Christian. "Nunca pedi currículo. Prefiro bater papo, saber o que a pessoa já fez, como pensa."


Agora é Andre quem engata uma pergunta. "Você acha que o curso prepara para o mercado?", diz. "Acho que sim. Os professores têm muito contato com o mercado, e isso ajuda."


Falando em professores, a reportagem pediu a eles e a publicitários dicas para quem quer entrar na área. A necessidade de ser "fuçador" foi unanimidade. "Tem de ser curioso por natureza, pesquisar, gostar de tecnologia", enumera Vicente Mastrocola, professor de Criação Digital da ESPM.

"É preciso entender como a sociedade consome informação", diz Eduardo Menezes, um dos idealizadores da Mil Casmurros (www.milcasmurros.com.br), campanha para a microssérie Capitu, da TV Globo, que levou um dos 32 leões brasileiros no Festival de Publicidade de Cannes deste ano - um site estimulava o internauta a ler e gravar na webcam passagens do livro de Machado de Assis, que foi fatiado em mil trechos. Como Andre, Menezes considera a faculdade dispensável. "Cursei até o 5º semestre de Publicidade na UFRGS. Foi frustrante."


Roger Rocha, sócio da agência Tribo Interactive, discorda. "É fundamental a sistematização do conhecimento que uma boa faculdade oferece."

Luli Radfahrer, graduado em Publicidade pela USP e hoje professor da universidade, diz que o ensino superior não prepara para a propaganda do futuro. "O publicitário tem perdido terreno para gente de Administração e Engenharia."


Formado em Administração, Marcelo Castelo aventurou-se pela web há dez anos, pela "vontade de empreender". Começou com o site fulano.com.br e criou, com quatro sócios, a F.Biz, que se destaca em mobile marketing. Apesar de ter pós em Marketing, ele diz que o diploma nem sempre conta. "Temos muitos programadores sem faculdade."

A diversidade é uma marca do mercado. Entre os 70 funcionários da Tribo, há 12 perfis diferentes: publicitários, claro, mas também designers, jornalistas, administradores e especialistas em Tecnologia da Informação.


E os salários, são mais altos que na publicidade convencional? "Não. A fatia do bolo do online ainda é pequena", diz Roger. A concorrência limita ganhos. "Três pessoas podem se juntar e fazer sites."


Formado em Ciência da Computação, Leandro Guedes, de 26, é um exemplo do sucesso dos pequenos. Em 2007, criou a Blue Mobile, especializada em marketing via bluetooth. A empresa de Juiz de Fora tem dois funcionários e dois sócios, mas atende a clientes como TIM e Cervejaria Devassa. "Meu hobby virou negócio", diz Guedes.


Marina Azaredo Especial para O Estado de S. Paulo
(28 de Julho 2009)
 

Divulgação
Andre Matarazzo, sócio da agência Gringo. Ela atende a gigantes como Coca-Cola e Microsoft.
 
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História e memória
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 27/07/2009 às 14:35:20
 

Cemitério japonês no interior de SP é único da América Latina

Ana Suzuki
Altar Budista


Área onde estão enterradas 784 pessoas, entre japoneses e descendentes diretos, fica em Álvares Machado, oeste do Estado de São Paulo.


Primeiros mortos no local, tombado pelo patrimônio histórico, datam da década de 20, quando houve uma epidemia de febre amarela.

Dentre os que ali foram sepultados, apenas um brasileiro, Manuel, que morreu defendendo uma família japonesa, atacada por jagunços que lhes queriam tomar as terras.

Ana Suzuki
Altar Católico

O cemitério foi fechado no decorrer da Segunda Guerra Mundial (o Japão estava entre as nações inimigas) e dali por diante os japoneses passaram a ser sepultados no Cemitério Municipal de Álvares Machado e por isto são apenas 784 os corpos ali enterrados. Leia, após as fotos, a reportagem de Juliana Coissi para a Folha de São Paulo.

Ana Suzuki
Tombado pelo governo do Estado

Postado no blog Trem das Onze por Ana Suzuki
27/07/2009 - ranchodosamigos.zip.net/ .

Ana Suzuki
Cemitério Histórico: entrada em detalhe


Fotos: Ana Suzuki

Ana Suzuki
Lenine com a neta Marina na capela
Ana Suzuki
Além das flores, os alimentos
Ana Suzuki
Oferenda cristã: flores e velas

 

*Por Juliana Coissi

O aposentado Mário Ogassawara, 77, é guardião de um bem importante na pequena cidade de Álvares Machado, no oeste paulista (a 578 km da capital). Filho de pioneiros japoneses que chegaram à cidade para "fazer a vida" em 1918, Ogassawara é o responsável pelas chaves do primeiro e único cemitério apenas de japoneses da América Latina --título confirmado pelo Consulado Geral do Japão em São Paulo-, que foi tombado como patrimônio histórico nos anos 80.

Na década de 20, Álvares Machado, que tinha a maior parte da sua área ocupada por mata virgem, foi atingida por uma epidemia de febre amarela que matou muitos pessoas, incluindo os recém-chegados japoneses. Kussushigue e Kazumassa, tio e avô de Ogassawara, foram das primeiras vítimas.

Por decisão dos parentes, os dois foram sepultados em um sítio da família, já que o cemitério mais perto ficava em Presidente Prudente, uma distância de 15 km que era percorrida a pé. O pai da aposentada Emília Matsumoto, 69, então um rapaz de 18 anos, era um dos escalados para carregar os caixões.

"Uma vez, ele mal chegou de volta e já tinha outro morto por causa da epidemia. No total, foram cinco corpos seguidos que tiveram que levar", conta ela.

Depois de optar por enterrar no próprio sítio os dois parentes, a família Ogassawara passou a ser procurada por outros imigrantes de luto. Decidiram, então, em 1920, doar cinco alqueires do sítio para construir o cemitério e uma escola.

No "ohaka", cemitério em japonês, de Álvares Machado estão enterradas 784 pessoas, entre japoneses e descendentes diretos. Há uma única exceção, logo justificada: Manoel, um brasileiro, ganhou seu jazigo no espaço japonês porque foi assassinado defendendo uma família japonesa de um jagunço que queria matá-la durante a madrugada para tomar o sítio.

O cemitério passou, então, a receber não só vítimas de febre amarela e de doenças tropicais. Tooru Tachibana, tio-avô da professora de estatística Vilma Tachibana, é um dos que foram enterrados no local. Ele morreu com 20 anos por ferimentos de luta de sumô.

Também estão sepultadas ali muitas crianças que nem sequer atingiram os dez anos: muitas delas sofriam com a alimentação escassa.

Além dos túmulos, os imigrantes construíram no local uma capela para orações de budistas. Como católicos também foram enterrados no cemitério, a colônia permitiu que fossem colocadas uma cruz e imagens de Nossa Senhora e de Jesus.

Boa parte da conversão de japoneses ao catolicismo se deve ao trabalho do monsenhor Nakamura, que, segundo a comunidade, foi o primeiro padre japonês enviado ao Brasil, em 1923. Há um processo no Vaticano que busca a beatificação do religioso.

O "ohaka" funcionou até 1942, quando o então presidente Getúlio Vargas decidiu fechá-lo --durante a Segunda Guerra Mundial, uma série de medidas foi adotada pelo governo contra as comunidades japonesas por pertecerem a uma nação inimiga.

"O povo ficou triste quando fechou. A partir dali, os japoneses passaram a ser enterrados no cemitério municipal de Machado", conta Ogassawara.

Os familiares dos japoneses mortos continuaram, porém, a fazer suas orações no local. Os portões são abertos duas vezes por ano: no Dia de Finados e em julho para uma celebração chamada Shokonsai (convite às almas). O cemitério foi tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de SP).
Enviada especial da Folha de S.Paulo a Álvares Machado
 

 
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Lisa Presley ajudou Michael Jackson a se livrar das drogas, diz autor; leia trecho de livro
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 26/07/2009 às 20:03:47
 

Semana decisiva

A semana promete ser agitada. Se tudo correr bem, o mundo conhecerá o laudo sobre a morte de Michael Jackson. E fica no ar a indagação : será que Lisa Presley realmente conseguiu libertar Michael Jackson da dependência dos remédios? Ou o laudo sobre a morte do rei do Pop revelará resquícios do problema? Leia e comente!

Shooot
Lisa Presley e Michael Jackson

"Todo mundo tem segredos profundos e sombrios", disse Michael Jackson ao amigo e jornalista J. Randy Taraborrelli, em 1978, durante uma entrevista. A partir de muitos encontros com o astro mundial -- que conheceu em 1970, no primeiro show do grupo Jackson 5 após o contrato com a Motown Records -- e de anos de pesquisa, Taraborrelli revela detalhes sobre a transformação do "encantador garotinho negro" em uma personalidade problemática no livro "Michael Jackson: a Magia e a Loucura" (Editora Globo, 2005).

Utilizando como base centenas de entrevistas com parentes, amigos e com o próprio artista, o autor fala sobre a história do rancho Neverland, as plásticas, as dúvidas em relação a sua sexualidade, os casamentos e os filhos, além de ressaltar a sagacidade para os negócios e as questionadas amizades com garotos, com os quais dividia um mundo de faz de conta, recheado de presentes caríssimos, viagens e brinquedos.

O trecho abaixo, extraído do livro, mostra a perplexidade dos amigos em relação à dependência de drogas de Michael --que, em 1993, passou a aumentar as dosagens de analgésicos e tranquilizantes--, além de registrar a tentativa de Lisa Marie Presley, que foi casada com o astro durante 19 meses, de convencê-lo a procurar um centro de reabilitação.

Atenção: o texto reproduzido abaixo mantém a ortografia original do livro e não está atualizado de acordo com as regras do Novo Acordo Ortográfico.
*
Michael pede Lisa Marie em casamento
Foi difícil imaginar que as coisas poderiam piorar tanto para Michael Jackson no outono de 1993. Numa questão de poucos meses ele havia, sem dúvida alguma, vivido um "súbito desengano", como descreveria mais tarde em sua reveladora música, "Stranger in Moscow".

Certamente, ninguém esperava que Michael se viciasse em drogas, aumentando os riscos relativos à natureza precária de seu futuro e de seu bem-estar.

Divulgação

 

Jornalista fala sobre as plásticas, as amizades e a vida do astro

Ansioso, com problemas de insônia e, segundo ele, com dores por causa de um trabalho nos dentes e uma recente cirurgia no couro cabeludo (conseqüência da queimadura sofrida durante o comercial da Pepsi), Michael aumentou as dosagens dos analgésicos Percodan, Demerol, e codeína, além dos tranqüilizantes Valium, Xanax e Ativan. Essa dependência era um terreno desconhecido para ele.

No passado, Michael havia se empenhado em não tomar muitos medicamentos enquanto se recuperava das cirurgias plásticas, dizendo aos médicos que queria permanecer lúcido para poder tomar decisões relativas à sua carreira. Porém, com tudo que estava acontecendo em sua vida naquele momento, Michael já não se importava tanto em ficar o tempo todo antenado. Não demorou muito para que ficasse totalmente dependente das drogas. Tudo aconteceu tão rápido que sua equipe nos Estados Unidos nem percebeu o que estava se passando com ele, até que já fosse tarde demais para se fazer qualquer coisa.

Todos ficaram chocados ao saber que Michael tinha um problema com drogas. É claro que Elizabeth Taylor compreendeu sua situação. Ela já havia passado por problemas semelhantes, e por bem divulgadas batalhas para vencer sua dependência. Lisa Marie Presley foi igualmente solidária; ela, também, já havia sofrido com o vício.

"Quando adolescente, perdi totalmente o controle", ela me disse. "Comecei a usar drogas aos 14 anos. Fiquei nessa por um bom tempo, alguns anos, até chegar ao fundo do poço. Foi quando me vi numa viagem de 72 horas com cocaína, sedativos, maconha e álcool, tudo ao mesmo tempo. Eu acordei e lá estavam aquelas pessoas, amigos meus, desmaiadas no chão. O traficante de cocaína estava por ali, tentando me vender mais. Eu disse: Chega. Todo mundo já para fora. Eu não sei porque me viciei, só sei que iria morrer se não procurasse ajuda. Finalmente, minha mãe e eu resolvemos que eu iria para o Centro da Cientologia em Hollywood para me desintoxicar. Isso salvou minha vida."

Quando Michael ligou do exterior para Lisa em setembro de 1993, ele estava alterado, incoerente e delirante. Alarmada, Lisa tentou convencer Michael a fazer o mesmo que ela fizera um tempo atrás, ir para um centro de reabilitação. Para Lisa, era muito significativo tentar trazer de volta à sanidade um superstar prejudicado pelas drogas. Ela já havia partilhado com amigos a culpa que sentira quando criança, vendo seu pai cair no poço sem fundo do vício. Lisa ainda estava casada com Danny Keough, mas infeliz. Estava descontente e achava que não tinha um propósito real; ela queria algo mais que ser mãe. O dilema de Michael parecia uma saída para ela. "Eu achava que tinha a responsabilidade de salvá-lo", disse. "Eu não sei qual a psicologia disso e o que tinha a ver com o meu pai. Só sei o que eu senti."

Diante de Lisa havia um grande obstáculo caso ela fosse ajudar a acalmar os demônios que perseguiam Michael: como se aproximar. Era bem sabido que Jackson havia feito um esmerado trabalho de se isolar do mundo exterior. Freqüentemente, ele iniciava uma relação casual com pessoas que, em sua maioria, acreditavam que a amizade iria se aprofundar, mas depois se viam abandonadas por Michael. Ele não atendia ao telefone, às vezes devolvia cartas sem ler. Lisa tinha ouvido falar da reputação de Michael em descartar subitamente suas "almas gêmeas" recém encontradas, e via esse padrão como um empecilho, caso levasse adiante a tarefa de reconstruir sua vida. Ela teria de agir com cautela.

Em seus freqüentes telefonemas a ele, Lisa insistia que Michael não podia mais continuar com tal desordem em sua vida e carreira. Ele estava imobilizado por uma sensação de incerteza e desespero, que havia contribuído para seu vício. Ela sugeriu o que os outros ao seu redor já discutiam em segredo: que Michael pusesse fim ao seu tormento por meio de um acordo financeiro com Evan Chandler. Michael era contra essa idéia. Como uma pessoa que vinha construindo sua auto-imagem desde a época em que a maioria das crianças construía casinhas em árvores, Michael se importava muito com o que os outros pensavam dele. Mesmo que a imagem que ele cultivara ao longo dos anos talvez não fosse a melhor para ele, era o resultado de muita estratégia de sua parte, e da parte de seus empresários. "Ele achava que essa coisa de ser maluco, estranho e bizarro funcionava para ele", Lisa lembra, "e talvez tenha mesmo funcionado por algum tempo. Eu não sei. Sempre fui contra isso. Sempre achei que ele era maior e melhor que essa imagem. Sempre achei que ele foi injustiçado pela imagem."

Uma coisa era certa: em 1993, Michael estava mais sozinho do que nunca, e isso tinha um grande significado. Ele tinha de encarar o fato de que sua carreira, a sua mais incessante paixão, estava em perigo, possivelmente em conseqüência de um caso de amor ilícito e imoral com um menor ou de uma falta de discernimento, ao se ligar com tanta insistência a pessoas erradas na hora errada. Se ele não queria resolver a questão com dinheiro, Lisa sugeriu que pelo menos ele se desintoxicasse. Ela lhe disse que se importava muito com ele, e queria que ele soubesse disso.

Uma noite no exterior, Michael se viu, como se tornaria freqüente, sentindo-se preso numa luxuosa suíte de hotel, sozinho com a barulheira da multidão sob sua janela. Após uma enxurrada de telefonemas de seus advogados e assessores de imprensa, ele decidiu se acalmar ligando para Lisa, a pessoa que poderia de algum modo ajudá-lo a esquecer que sua carreira estava na balança.

Ela certamente havia sido persistente em sua busca por ele e deixara os números dos telefones da casa que estava alugando em Canoga Park, Califórnia.

Também deixara o número da nova propriedade de mais de um hectare que acabara de comprar e para onde se mudaria em breve, na Long Valley Road em Hidden Hills (uma comunidade eqüestre fechada em Calabasas, na Califórnia, onde ela ainda vive).

"Michael Jackson: a Magia e a Loucura"
Autor: J. Randy Taraborrelli
Editora: Globo
Páginas: 688
Quanto: R$ 62
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou na Livraria da Folha.
da Folha Online 26/06/2009
 

 
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A dupla crise dos dekasseguis
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 26/07/2009 às 18:25:19
 

* Por Paula Pacheco

Até agora, mais de 6 mil brasileiros buscaram a ajuda em dinheiro oferecida pelo governo do Japão para deixar o país

O bairro da Liberdade, no centro de São Paulo, um dos símbolos da migração japonesa para o Brasil, já não tem o mesmo pulsar de outros tempos. O bairro é reflexo da crise que abateu o Japão, a segunda economia do mundo. Quem mais sofre são as empresas e os brasileiros ligados à economia japonesa.


A crise tem expulsado os dekasseguis brasileiros que escolheram o Japão para trabalhar e ter a oportunidade de guardar dinheiro. Com a oferta do governo japonês de dar uma ajuda de custo de 300 mil ienes (cerca de US$ 3 mil) para brasileiros e peruanos que decidissem voltar para casa, a debandada foi geral.


De acordo com a Embaixada do Brasil no Japão, os dados do Ministério da Justiça japonês apontam que 6.034 brasileiros deixaram o país de janeiro a abril deste ano. E 4.473 brasileiros fizeram o caminho oposto, ainda na esperança de se tornar um dekassegui.


Com a fuga, também caiu nos últimos dois meses o número de alunos matriculados nas escolas que seguem o currículo em português. De acordo com a Associação das Escolas Brasileiras no Japão, em abril havia por volta de 6 mil estudantes e em 30 de junho eram 3.458.


Lugar de concentração de agências de empregos especializadas em dekasseguis, a Liberdade sentiu o movimento minguar e alguns empresários do ramo simplesmente fecharam as portas.


As vagas nas empresas japonesas são cada vez mais escassas e os brasileiros, por sua vez, pensam duas vezes antes de trocar os salários pagos por aqui pelos das companhias do Japão.


"O que se paga agora só dá para o dekassegui se manter. Sobra muito pouco para guardar", conta a funcionária de uma agência de empregos. Se antes da crise a empresa mandava ao Japão entre 40 e 50 brasileiros por mês, agora não passam de 10. Os salários também encolheram. A renda nos bons tempos era de cerca de 300 mil ienes (US$ 3 mil). Hoje não chega a 200 mil ienes (US$ 2 mil).


Lilian Minami Wu, dona da Happy Holiday, concorda. "Simplesmente não há emprego. As agências não mandam trabalhadores brasileiros e também não recebem vagas no Japão", conta. "É a maior crise que vi", diz um japonês especializado em vistos consulares para as agências de recrutamento.


A parte mais frágil da crise japonesa são os brasileiros que fizeram as malas. Os estrangeiros foram os primeiros a perder o emprego. Num primeiro momento, o governo japonês ofereceu um seguro-desemprego de seis meses. Como a situação não melhorou, a solução foi "pagar" para que os dekasseguis voltassem para casa. A contrapartida é que os brasileiros e peruanos não voltem ao país pelos próximos três anos.


O Banco do Brasil é o repassador oficial dos recursos do governo japonês aos dekasseguis latino-americanos. Jorge Altair Pinto Sturmer, gerente regional do banco no Japão, conta que cerca de 6,2 mil pedidos chegaram à instituição financeira. Desse total, 1.977 receberam o auxílio financeiro. Para se candidatar à ajuda, é preciso estar desempregado e não ter restrições legais.


O dinheiro, diz o gerente, é liberado somente cerca de 20 dias depois de o profissional deixar o país. "O governo se comunica com as autoridades alfandegárias para comprovar a efetiva saída do país e, após isso, prepara a documentação para o envio dos recursos ao banco", explica Sturmer.


Para Sturmer, a iniciativa do governo japonês reforçou a decisão de voltar ao Brasil. "O auxílio do governo facilita o retorno, mas não é o fator de decisão. A decisão está ligada ao desemprego e às dificuldades de continuar a sobreviver em um país com custo de vida muito alto."

Estadão 26/07/09
 

 
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Exemplo decasségui
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 25/07/2009 às 11:17:21
 

 

Cedida
Érika Tamy Nishimura e Elton postam reportagem interessante no blog Mundo em Mudanças. (Jardim Botânico de Curitiba - PR)

O jovem brasileiro Wellington Gonçalves decidiu morar no Japão mesmo com o retorno dos pais para o Brasil. A decisão foi noticiada por um canal de televisão no Japão e ganhou o noticiário televisivo do Brasil. A reportagem foi exibida pela RPC/TV – Rede Paranaense de Comunicação de Londrina. Conheça os motivos da decisão no blog Mundo em Mudanças. Para assistir a reportagem clique aqui: ochogeek.blogspot.com/.

 
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Em tempo real: 37° Oizumi Matsuri Brasil Live em Gunma
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 25/07/2009 às 05:48:00
 

Acompanhe a festa em Gunma.

IPC digital
Grande público prestigia o Oizumi Matsuri

A região de Gunma comemora hoje e amanhã o “37° Matsuri Brasil Live em Gunma”. No evento: grupos de dança, música ao vivo, e intensa participação do público. Desfile de carros alegóricos e de escola de samba fazem parte do programa de atrações. E muitas barracas de produtos brasileiros com churrasquinho e outras delícias da culinária.

IPC digital
Sábado e domingo de festa para a comunidade

A festa acontece na Praça Enkei Hiroba, atrás da estação Nishi Koizumi. A realização é da prefeitura da cidade de Oizume e da Associação Comercial e Industrial da Cidade. Informações pelo fone: 0276-61-1888, com Makuda. Acompanhe a cobertura da festa também pelo IPC digital com um clique na relação de favoritos.
Fotos: IPC digital
 

IPC digital
Apresentações de dança na praça de eventos
IPC digital
Matsuri musical
IPC digital
Tradicional churrasquinho brasileiro
IPC digital
Revista Vitrine presente no evento
IPC digital
Evento com múltiplas atrações
IPC digital
Representantes (Revista Vitrine)
 
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Yamaha apresenta bicicleta com motor elétrico em Tóquio
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 25/07/2009 às 04:49:50
 

Fabricantes de motos japonesas investem nos veículos ecológicos.
Aposta na tecnologia visa concorrência até com carros híbridos.

Toru Hanai/Reuters


Alinhada ao movimento de consciência ecológia, a Yamaha apresentou nesta sexta-feira (24), em Tóquio (Japão), a bicicleta motorizada "verde", equipada com propulsor elétrico. Empresas de todo o mundo têm investido nos veículos ecologicamente corretos. As apostas dos fabricantes de motocicletas japonesas vão do desenvolvimento de baterias a pneus, para concorrer até com automóveis híbridos. (Foto: Toru Hanai/Reuters)
Do G1, com informações da Reuters


 

 
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Kia Soul chega às lojas para abrir novo segmento no país
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 25/07/2009 às 04:32:06
 

Crossover urbano começa a ser vendido a partir de R$ 51.490.
Novidade é a aposta da marca sul-coreana no Brasil.

Foto Divulgação
Kia Soul é fabricado na Coreia do Sul

 

O Kia Soul, lançado no mercado mundial em 2008 e fabricado na Coreia do Sul, chega às lojas no Brasil nesta sexta-feira (24). O modelo, definido pela marca coreana como um crossover urbano, mira o Ford EcoSport, o Volkswagen CrossFox, Renault Sandero Stepway e as minivans Honda Fit, Nissan Livina e Fiat Idea Adventure e Doblò.

O principal trunfo do Soul

Para fazer frente à extensa lista de concorrentes é o preço. Por aqui, a Kia oferece cinco versões que partem de R$ 51.490, com câmbio manual, e de R$ 60.900, com câmbio automático. Todos os modelos saem de fábrica com ar condicionado, travamento das portas, vidros e retrovisores elétricos, airbag duplo, rádio MP3 player com entrada auxiliar e comandos no volante, sistema de som com 5 alto-falantes e tweeters, banco do motorista e volante com regulagem de altura.


Entre os opcionais são oferecidos rodas de 18 polegadas, freios ABS com EBD e câmera com visor LCD para marcha à ré no retrovisor que é inédito entre os rivais. Com todos os equipamentos disponíveis o preço sobe para R$ 59.900 na versão manual e R$ 64.900 no modelo automático.

Foto Divulgação
Principal trunfo do Soul é o preço, a partir de R$ 51.490

 


A marca também aposta no desenho da carroceria para consquitar consumidores no país. “Ao desenvolver uma pesquisa de opinião durante o Salão Internacional do Automóvel de 2008, com cerca de 620 entrevistados, já tínhamos plena convicção de que o Kia Soul despertaria muita atenção no mercado brasileiro. O nosso carro teve 97% de aprovação no quesito design”, afirma o presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini. Ao todo são nove opções de cores e as versões poderão ser personalizadas com acessórios oferecidos nas lojas da marca.

 

Foto Divulgação
Marca aposta no desenho da carroceria

Sob o capô, o lançamento traz o motor 1.6 16 V de 124 cv a gasolina. Segundo a fabricante, o propulsor - que faz em média 11 km/l, na cidade, e 13 km/l, na estrada – será flexível em 2010. “É um motor econômico, mas no mercado brasileiro não podemos descartar o flex”, diz Gandini. “O propulsor já está sendo homologado e deverá equipar o modelo no ano que vem”.

Além do crossover, o presidente da Kia confirmou o propulsor bicombustível também para o Sportage, Picanto e o novo Cerato que deverá ser apresentado pela marca até o final deste ano e será equipado com o mesmo motor do Soul. “Por enquanto só iremos oferecer a versão 1.6, mas caso haja necessidade vamos estudar também a vinda do propulsor 2.0”.


O Soul chega com a missão de mudar a história da Kia no Brasil. A estimativa de vendas inicial no país é de 600 unidades por mês, somando 3 mil veículos até o final de 2009. Segundo Gandini, dependendo da aceitação do mercado, o projeto da fábrica da marca sul-coreana no país pode finalmente sair do papel. O terreno já foi comprado na cidade de Salto, interior de São Paulo, mas o início da construção foi adiado devido à crise econômica mundial e, por enquanto, não há previsão de retomada do investimento.

 

Foto Divulgação
Todos os modelos saem de fábrica com ar condicionado


Milene Rios Do G1, em Guarulhos
 

 
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Acontece: sábado e domingo
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 24/07/2009 às 09:34:23
 

37° Oizumi Matsuri Brasil Live em Gunma

Site Paparazzo
Divulgação: site Paparazzo


Festa em Gunma. A região comemora neste próximo final de semana (25 e 26/07) o “37° Matsuri Brasil Live em Gunma”. O evento conta com desfile de carros alegóricos, participação especial de escola de samba e muitas barracas de produtos brasileiros.

A festa acontece na Praça Enkei Hiroba, atrás da estação Nishi Koizumi, das 12h às 20 horas. A realização é da prefeitura da cidade de Oizume e da Associação Comercial e Industrial da Cidade. Mais informações pelo fone: 0276-61-1888, falar com Makuda.


Salsa em Komaki

Nitgh Café
Divulgação: Portal Mie


O Nigth Café realiza neste sábado (25 jul.), o “Fiestas Patrias”, com apresentação da orquestra La Selecta. O evento acontece das 22h às 5 horas, em Komaki. Mais informações pelo fone: 090-9188-5604 e 0568-43-1545, ou no folder.
 

 
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Bióloga deixa o Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 24/07/2009 às 03:51:06
 

Opção: Brasil

Cedida
Cláudia, os filhos Felipe e André e, Afonso Takashi (marido)


Decolou ontem (23/07), para o Brasil, a professora Cláudia Giselli da Silva Nobushige. Com graduação e bacharelado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Pará, a educadora e pesquisadora retorna para continuar os estudos. Pretende reingressar no curso de pós-graduação e lecionar.


Na bagagem, leva como experiência os dois anos e meio de docência na Escola Alegria de Saber (EAS - Suzuka). Deixa o país com mérito. O trabalho da professora foi elogiado e reconhecido pelo grupo educacional Kurazemi. Alunos do ensino fundamental e médio organizaram festa de despedida para a educadora demonstrando apreço. Cláudia lecionou na unidade as disciplinas ciência e biologia e, antes do embarque, recebeu também o carinho de funcionários e amigos.

Cedida
Casa da Tati... da esq. para a dir., em primeiro plano Alessandra e Beatriz...atrás... Almira, Tatiana e Cláudia


Acompanhada pelo marido Afonso Takashi Nobushige, presenteou os filhos André Hideo e Felipe Kenji Nobushige com um passeio de despedida. Foram para a Tóquio Disneylândia, onde permaneceram por dois dias. O casal contou para o blog que a decisão de estudar os filhos no Brasil, colaborou para o projeto de retorno.

Cedida
Castelo (Tóquio Disneylândia)


“A economia japonesa, segundo eles, reage muito lentamente e os filhos não podem se privar de escola e da qualidade no ensino para enfrentar o futuro”. O blog deseja sucesso para a família e parabeniza a amiga pelo legado deixado para os brasileiros no Japão.
 

Cedida
Professora Cláudia e alunos do ensino fundamental (EAS)
Cedida
Cláudia ladeada pelos alunos do ensino médio (EAS)
Cedida
Cláudia e os filhos (Dumbo - Tóquio Disneylândia)
Cedida
Cláudia e filhos (Tóquio Disneylândia)
Cedida
Alunos (EAS), gratidão e carinho
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Professores Milton e Cláudia (Arquivo pessoal)
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Professoras Cláudia e Beatriz (ladeiam a personagem Emília)
 
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Molho Sakura ganha prêmio Top Nikkey
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 24/07/2009 às 01:13:48
 

Prêmio Top Nikkey

Sakura
Sakura Tradicional é indicado para temperar carnes (cozidas, assadas, grelhadas), massas, refogados, sopas e saladas

 

A Sakura ganhou o 1º lugar do Prêmio Top Nikkey, como a marca mais lembrada na categoria Alimentos – Molho de Soja, com 45% de índice de lembrança espontânea da marca (share mind) entre as 504 pessoas entrevistadas entre os dias 31 de março e 20 de abril, na cidade de Londrina (PR). Entre as seis marcas citadas pelos consumidores londrinenses, Ajinoshoyu e Cereja também aparecem na lista dos Top.

O Prêmio Top Nikkey, este ano na quinta edição, é realizado pelo jornal Paraná Shimbun, Origem – Instituto Internacional de Comunicação e Cultura, a CRCOM Comunicação Empresarial e Impar Inteligência de Marketing com o objetivo d e verificar quais as marcas de produtos e serviços mais lembrados entre a comunidade nipo-brasileira em Londrina. , composta de 30 mil pessoas (cerca de 6% da população do município), com um alto poder aquisitivo, alta taxa de escolaridade e grande representatividade na sociedade, o que torna a comunidade nikkey extremamente criteriosa em seus hábitos de consumo.

A presença nipônica no comércio é muito expressiva, movimentando cerca de 30% do mercado local. “Ser a marca mais lembrada entre os nikkeys mostra que a empresa está atendendo um alto padrão de exigência e oferecendo qualidade e excelência em seus serviços”, afirma Mahoko Kasuya, diretora-geral do Jornal Paraná Shimbun e superintendente da Origem.
Para conhecer a estrutura da empresa e produtos clique aqui: www.sakura.com.br/
 

 
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Escola brasileira em Mie recebe ajuda de ¥16 milhões
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 23/07/2009 às 08:19:00
 

 

Cedida
Festa das Nações (Colégio Apoio Mie/Sistema Objetivo de Ensino)

Uma escola brasileira situada na cidade de Tsu, em Mie, perdeu cerca de metade de seus alunos nos últimos meses devido à crise econômica. Alguns dos alunos retornaram para o Brasil e outros se transferiram para o ensino público japonês.

A diretoria da escola preocupada com alunos que pararam de frequentar a escola por causa das dificuldades financeiras dos responsáveis para o pagamento das mensalidades, decidiu pedir ajuda à prefeitura.

O diretor da Secretária de Educação da cidade de Tsu, Tatsumi Okano, disse que foram doados cerca de ¥16 milhões para escola. A verba vem do fundo especial de incentivo à mão-de-obra, orçamento que as prefeituras recebem do governo japonês para que sejam aplicadas em áreas onde se faz necessário. Ele explicou que a verba dedicada a escola brasileira tem como objetivo formar pessoas qualificadas para atuar no mercado de trabalho, tanto no Japão como no país de origem.

O proprietário da escola, Hisayoshi Yamamoto, contribuiu com ¥10 milhões, dinheiro proveniente de outra empresa que é de sua propriedade.

Alguns requisitos foram solicitados para que escola pudesse receber o benefício financeiro como, por exemplo, deixar de buscar o lucro e focar no aprimoramento educacional, um dos principais itens para que entidade de ensino seja reconhecida pelo governo japonês na categoria "Kakushuu Gakko".

A ajuda financeira permitiu a instituição reduzir as mensalidades de ¥45 mil para ¥15 mil e a contratação de mais professores.

Cedida
Halloween (Colégio Apoio Mie/Sistema Objetivo de Ensino)

Saiu no IPC digital (23/07)
 

 
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Japão: fim do sonho da casa própria
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 23/07/2009 às 01:16:55
 

Com a crise, muitos proprietários que haviam financiado imóvel agora são obrigados a entregar as chaves.

A crise mundial pode decretar o estouro da bolha imobiliária no Japão. Com a queda do bônus e das horas extras, até os japoneses começam a perder suas casas, muitas delas indo a leilão por falta de pagamento das prestações.

O problema é grave, pois geralmente os nativos atrelam a devolução do financiamento à entrada dos dois bônus ao ano. O mercado já sente o impacto. No ano passado, o número de casas leiloadas cresceu 35% em relação ao ano anterior, totalizando 16.577 casos.

Em Aichi, onde a indústria automobilística sofreu duro golpe, o crescimento de leilões foi sete vezes maior. Quando as prestações começam a ficar penduradas, o banco envia uma notificação, indagando se o mutuário as colocará em dia ou se quer acertar um acordo, geralmente dentro das condições que o agente credor impõe. Uma das propostas é pagar apenas o juro, o que não alivia muito, pois só ele pode chegar a três quartos da mensalidade.

Se o mutuário não conseguir vender a casa, o banco toma o imóvel e pede para corretores encontrar novo comprador ou manda a leilão.

Foi o que aconteceu com o brasileiro Paulo Sérgio Almeida Santos, 40, de Hamamatsu. A aquisição do acalentado apartamento, através de financiamento de 35 anos, ficou em ¥ 29,4 milhões. O leilão é feito através da Justiça Civil, que avaliou o imóvel em ¥ 11,5 milhões [lance mínimo].

Mesmo tendo saído do apartamento, Santos ainda terá dívidas. Diferente do Brasil, a retomada da casa não extingue totalmente o financiamento. Do montante da dívida, subtrai-se o valor pelo qual ela será leiloada, restando o que ele ainda deverá pagar.

Esta severa penalização é questionada pela sociedade, que pede revisão da lei. O advogado Yasuki Kuroyanagi, de Hamamatsu, orientou Santos a pedir falência pessoal (jiko hassan) e a anistia da responsabilidade de pagamento (menseki).

Segundo o advogado, ao invés de abandonar a casa e fugir ao Brasil, convém devolver o imóvel. Se o ex-dono desaparecer, o banco se defrontará com um processo jurídico burocrático e oneroso para reaver o imóvel.

Marly Higashi, de Hamamatsu
Revista Alternativa, edição 209, (16/07/2009)
Japão atualidades, pág. 36.
Circulação quinzenal – WWW.alternativa.co.jp

Marly Higashi (Perfil)
Formada em Letras, tem mestrado em literaturas de língua portuguesa. Atuou em vários jornais no Brasil como repórter. Chegou ao Japão em 94 recrutada como kaseifu e trabalhou em fabrica. Ha 13 anos, atua como repórter na imprensa voltada a comunidade decasségui. E autodidata no aprendizado oral e escrito do japonês. Atualmente trabalha como repórter da Revista Alternativa.

Revista Alternativa

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Revista Alternativa - Edição 209 (16/07/09)


A revista Alternativa foi lançada no Japão no dia 24 de maio de 2001 e hoje, com expressiva tiragem de 60.000 exemplares, continua gratuitamente distribuída para a comunidade de brasileiros no país. Um magnífico projeto de criação dirigido pelo jornalista Juvenal Shintaku, e que hoje prossegue sob a direção de Ewerthon Tobace. Outro grande expoente do jornalismo, Mário Kodama, também fez parte desta equipe.

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Revista Alternativa - Edição 209 (Índice)


De lá pra cá, conquistou leitores e ganhou duas versões. A Alternativa Nishi, lançada em 3 de Nov. de 2003, com a tiragem de 24.000 exemplares e a Alternativa Higashi, criada em 03 de jul. de 2006 com a tiragem de 20.000 exemplares.

 

 
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Educação: crianças com visto de longa permanência podem retornar para a escola com ajuda do governo
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 22/07/2009 às 10:41:16
 

OIM recebe projetos para educação de crianças estrangeiras

Demi
Arte: Peregrinação Cultural (Demi)

A Organização Internacional de Migração (OIM) recebeu autorização do ministério da Cultura, Ciência e Educação do Japão para criar um programa com o objetivo dar apoio aos filhos de  estrangeiros com visto de longa permanência no Japão e que estão fora das escolas.

Para isso, a OIM fará uma reunião explicativa em Tokyo, a fim de orientar as entidades e pessoas que desejam receber a verba do programa.

A verba sairá do Orçamento Extra do Governo Japonês para o ano fiscal de 2009.

Desde o final do ano passado, por causa do agravamento da crise econômica, o número de crianças estrangeiras - principalmente de brasileiros - fora das escolas têm crescido. Por isso, o ministério tomou a decisão em caráter urgente.

A OIM está aceitando inscrições de projetos que levem as crianças estrangeiras de volta às salas de aula. Os projetos serão analisados e escolhidos para receberem a verba destinada ao programa.

O projeto deve ser elaborado com o seguinte conteúdo e informações:

- Instalação de salas de aula para receber as crianças;
- Orientação e material a ser adotado para ensinar o japonês;
- Material complementar no idioma materno para ajudar na orientação;
- Desenvolvimento da relação entre as crianças, pais e bairro.
A inscrição vai até o dia 14 de agosto e deve ser enviada pelo correio ou por e-mail.

O formulário para inscrição pode ser encontrado aqui.

Mais detalhes também podem ser encontrados no site do ministério.
www.mext.go.jp/b_menu/boshu/detail/1279587.htm

A reunião com a OIM sobre os detalhes deste programa acontece em Tokyo, dia 27 de julho, segunda-feira, no prédio do Center Business Toranomon TKP, entre às 14h00 e às 16h00. Confira aqui o link com o mapa de acesso ao local.
tkptora.net/access/index.shtml

Os interessados em receber explicações devem fazer o registro pelo e-mail iomtokyo.education@iom.int até a quinta-feira (23).
mailto:iomtokyo.education@iom.int
Ipcdigital.com (22/07)
 

 
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Aproveitadores vendem vaga de trabalho
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 22/07/2009 às 03:43:09
 

Botem a boca no trombone

O mercado de trabalho do Japão passa por transformações inusitadas. Aliás, no mundo de hoje, até para apertar parafuso, é necessário conhecer idiomas. E é claro que, as mudanças, conjunturais ou estruturais, culminam na necessidade de uma maior qualificação.

A regra é para todos. Será? Ou essa estratégia favorece o desenvolvimento de uma política nacionalista? Cobra-se pela formação e pela informação privilegiada. Como não se bastasse, o fato de hoje, é inusitado. Trata-se de casos de brasileiros explorando brasileiros.

Com a crise, sabe-se que a comunidade de brasileiros se vira como pode. Mas já tem brasileiro tirando proveito da situação. Recebemos denúncias de três pessoas que já caíram no golpe. O que fazem? Cobra-se por vaga de trabalho.

O fato vem acontecendo nas proximidades de Tóquio, onde o custo de vida elevado coloca os desempregados em situação de desespero, a ponto de pagar, ¥ 20 mil por um emprego.

E como diz popularmente o presidente Lula, a “maracutaia” não para por aí. O trabalhador paga pela vaga e quando assume o trabalho na fábrica, é colocado em setores onde os serviços são extremamente rápido, sujo ou pesado. Não suportando as condições, depois de certo tempo, se demite.

Mas isso não o desobriga de pagar os ¥ 20 mil para o brasileiro que intermediou a contratação. Assim que o intermediador recebe, repassa ¥ 10 mil para o colega - que trabalha no interior da empresa e foi o responsável pela colocação do candidato no pretenso serviço - e fica com os ¥ 10 mil restante. Com a desistência, óbvio, abre-se nova vaga e assim prossegue o ciclo da enganação.

É preciso cortar o mau pela raiz! Por isso, botamos a boca no trombone. Se o internauta sabe de outras perversões similares, denuncie no espaço de comentários. Só assim é possível combater absurdos como estes. Mande um recado para os aproveitadores de plantão. E é claro, dependendo da situação, encaminhe para as autoridades competentes.  

Marcela Ayres e Patrícia Banuth
Arte: Marcela Ayres e Patrícia Banuth
 
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Taro Aso convoca eleição e pode ser derrotado
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 21/07/2009 às 05:25:32
 

Ministros japoneses deram aval na terça-feira (hora local) à proposta do primeiro-ministro Taro Aso para dissolver a Câmara dos Deputados e convocar eleições, provavelmente em 30 de agosto, apesar de as pesquisas indicarem o risco de o seu Partido Liberal Democrático sofrer uma derrota histórica.

Tremendows news!
Taro Aso: enfrenta a crise e a baixa popularidade (Foto: Tremendows news!)


Uma vitória do Partido Democrático do Japão representaria o fim de mais de 50 anos quase ininterruptos de governos do conservador PLD. Seria também a chance de superar um impasse político que dificulta a implementação de políticas de combate à recessão.


Muitos investidores provavelmente ficariam aliviados com o fim da prolongada crise política, mas alguns analistas temem que os gastos públicos defendidos pelo PDJ agravem a já enorme dívida pública e pressionem a cotação dos títulos públicos.


Várias pesquisas mostram o PDJ bem à frente do PLD, embora ainda haja quase 30 por cento de indecisos.

Ao anunciar na semana passada a intenção de antecipar as eleições, um dia depois de o PLD ser trucidado numa votação para a assembleia regional de Tóquio, Aso provocou o caos dentro do seu partido, e uma ala espera derrubá-lo da liderança nas próximas semanas.

Dirigentes partidários impediram a rebelião, mas concordaram que Aso compareça na terça-feira diante da bancada do PLD para tentar responder às críticas e restaurar a unidade.


Num sinal de como o partido tenta ocultar as suas divisões, o encontro seria fechado à imprensa.


Todos os ministros aceitaram o plano de antecipação da eleição na terça-feira, segundo o titular da pasta da Saúde, Yoichi Masuzoe. Havia especulações de que o ministro das Finanças, Kaoru Yosano, poderia rejeitar a proposta.


Aso, 68 anos, neto de um ex-primeiro-ministro, assumiu o cargo em setembro. Em meio a gafes, escândalos e guinadas políticas, sua popularidade caiu rapidamente.


Os democratas também têm problemas, e em maio um dirigente renunciou devido a um escândalo relativo a doações eleitorais. Mais recentemente, seu atual líder admitiu que havia pessoas mortas na lista de seus doadores.
Yoko Kubota e Yoko Nishikawa – (20/07), REUTERS - Estadão
 

 
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Curso gratuito de japonês para brasileiros
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 21/07/2009 às 03:32:33
 

JICE oferece


O Centro de Cooperação Internacional do Japão, JICE, está programando cursos de japonês nas regiões com grande concentração de brasileiros. A JICE é uma fundação sem fins lucrativos, estabelecida em 1977.

O principal trabalho da JICE é complementar atividades realizadas pela JICA, Agência de Cooperação Internacional do Japão, e de organismos ministeriais, provincias e prefeituras.

Junto com o ministério do Trabalho, Saúde e Bem Estar Social, a JICE quer que os brasileiros adquiriram conhecimento suficiente do idioma japonês para aumentar as oportunidades de emprego no mercado japonês.

Otakus
O hiragana e o katakana são ideogramas básicos

Os interessados devem se dirigir ao Hello Work, Agência Pública de Emprego, mais próximo da região em que vive para fazer a inscrição.

Confira os locais e data de início das aulas:

KANAGAWA
Cidade: Yamato
Local: Shogai Gakushu Center (Centro de Estudo Permanente)
Data: 21.07.2009 e 04.08.2009
Cidade: Fujisawa
Local: Fujisawa Roudou Kaikan (Prédio dos Trabalhadores de Fujisawa)
Data: 18.08.2009
Cidade: Hadano
Local: Hadano-shi Shokou-kaikijo (Câmara de Indústria e Comércio de Hadano)
Data: 21.07.2009
Cidade: Atsugi
Local: Prédio 2 da prefeitura, Sala C
Data: 27.07.2009
NAGANO
Cidade: Iida
Local: Roudou Fukushi Center (Santopia Iida) (Centro de Bem-estar Social do Trabalhador)
Data: 20.08.2009
SHIZUOKA
Cidade: Hamamatsu
Local: Aimity Hamamatsu
Dia: 28.07.2009
AICHI
Cidade: Nagoya
Local: Plaza Tsurumai
Dia: 27.07.2009
Cidade: Inuyama
Local: Freid
Dia: 04.08.2009
GUNMA
Cidade: Isezaki
Local: Isezaki Kasuri no Sato
Dia: 22.07.2009
TOCHIGI
Cidade: Oyama
Local: Hotel San Royal Koyama
Data: 28.07.2009
SAITAMA
Local: Livraria Miyawaki – 3º. andar
Dia: 24.07.2009
O curso é gratuito e o tempo de duração é entre dois e três meses, dependendo do local.
21/07/  IPC digital - Tokyo - Editor Chefe
 

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
O inglês é muito utilizado no país
 
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Festa junina em Yokkaichi
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 20/07/2009 às 03:13:02
 

Arraial Nikken Objetivo: educação e confraternização

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Arraial da Nikken Objetivo

Com o propósito de preservar aspectos do folclore brasileiro no Japão, a escola Nikken Objetivo promoveu sábado, (18/07), sensacional Festa Junina que contou com a participação de brasileiros da cidade e região. No arraial da Nikken teve de tudo: comidas típicas tradicionais, quadrilha, barracas de lazer e entretenimento e não faltou o casamento caipira, encenado no palco da escola, por alunos do ensino médio.

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Teatro: casamento caipira

A quadrilha, com direito a trajes típicos e com a participação de crianças e adolescentes, foi registrada pelas lentes dos pais como um momento ímpar vivido pelos filhos em pleno Japão. Os produtos da culinária brasileira foram amplamente consumidos e muitos deles já não eram mais encontrados na metade da festa, que começou às 17hs e terminou por volta de 22hs.

Dentre os produtos mais consumidos, destaque para o churrasquinho de carne bovina – espetinhos – o pastel e o churrasco grego. Não faltaram os salgadinhos, lanches, milho cozido, churros, doces típicos e a tradicional pipoca. O quentão foi substituído por chopp e foi amplamente consumido pelos adultos para rebater o calor do verão japonês. O mesmo aconteceu com os refrigerantes.

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Crianças vestindo trajes típicos

Diretores, professores, alunos e funcionários trabalharam arduamente para atender as crianças nas barracas de pescaria, boliche, boca de palhaço, bola na lata, caixa surpresa, enfim, brincadeiras saudáveis para elas e para os adultos passarem horas agradáveis de entretenimento e lazer. E o mais importante, matando saudade das coisas do Brasil.

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Charme e beleza

Para a comunidade, uma festa de confraternização. Para a escola, o desafio de transmitir para futuras gerações hábitos e costumes da cultura popular do país. E o mais importante, sem nenhum tipo de incidente, a organização encerrou o evento deixando um gostinho de quero mais.
 

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Quadrilha mantém tradição
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Atendentes usam toalhas para enfrentar o calor
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Confraternização entre alunos
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Pastel: um dos produtos mais consumidos
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Banco do Brasil: presença na comunidade
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Jovens marcam presença no Arraial
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Professora Juliana e o marido Milton: cuidando do boliche
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Uma festa para as crianças
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Leque e toalha para superar o calor do Arraiá
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Alyssa e Luana adoraram a festa
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Uma pausa para foto
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Simpatia e alegria: marca registrada da festa
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Caixas surpresa: presentes da festa
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Diversão e lazer
Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Paz e amor
 
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Candidata de Piracicaba é eleita Miss Nikkey Brasil 2009
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/07/2009 às 11:19:42
 
Douglas Eiji Matsunaga
Larissa Romani Mizuhira, Tsuani Effting Yamaguishi, Regina Nishitani e Vivian Ayumi Iwai Ridão. (Foto: Douglas Eiji Matsunaga/Divulgação)

Larissa Romani Mizuhira foi coroada também Miss Festival do Japão.
Ao todo, 23 candidatas representaram 12 estados no concurso.


Larissa Romani Mizuhira, de Piracicaba (SP), foi eleita na noite deste sábado (18) a Miss Nikkey Brasil 2009. A final do concurso, que teve a participação de candidatas descendentes de japoneses de 12 estados brasileiros, ocorreu durante o 12º Festival do Japão, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

Larissa tem 19 anos e quer cursar Artes Cênicas. Tsuani Effting Yamaguishi, de Curitiba (PR), foi escolhida Primeira Princesa. Regina Nishitani, de Cuiabá (MT), é a Segunda Princesa, e Vivian Ayumi Iwai Ridão, de Londrina (PR), a Miss Simpatia.

Nippo Brasil - Fabio Hide
Miss Nikkey 2009, Princesas e Miss Simpatia

Como o tema do festival era "Meio Ambiente", as 23 candidatas exibiram trajes feitos de materiais reciclados como vestidos feitos de câmaras de pneus, sacolas de supermercados, garrafas pets, dentre outros materiais. A vencedora, que também foi coroada Miss Festival do Japão, será representante da comunidade nipo-brasileira em eventos em todo o país.
Do G1, em São Paulo
 

Nippo Brasil - Fabio Hide
Miss Nikkey 2009 (Brasil)
Nippo Brasil - Fabio Hide
Miss Nikkey 2009 (Brasil)
 
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CCBJ faz campanha de solidariedade no IV Festival Brasil
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/07/2009 às 10:26:13
 

BRAZILIAN DAY

CCBJ
O Fundo Comunidade Brasileira tem como objetivo ajudar projetos para manter brasileiros no Japão


Consciente dos problemas econômicos pelos quais alguns dos brasileiros que trabalham em fábricas estão enfrentando no Japão, a Câmara de Comércio Brasileira no Japão (CCBJ) organiza uma campanha de solidariedade. Durante o IV Festival Brasil - Brazilian Day, que acontecerá nos dias 5 e 6 de setembro, em Tokyo, a entidade estará aceitando doações de alimentos não perecíveis. Os produtos serão destinados ao Fundo Comunidade Brasileira, da Embaixada do Brasil.

As pessoas que fizerem a doação vão concorrer a prêmios sorteados durante o festival. A CCBJ terá uma barraca montada perto do palco de shows do festival, localizado no Parque Yoyogi, e aceitará exclusivamente doações de alimentos não perecíveis.

O Fundo Comunidade Brasileira tem como objetivo ajudar projetos para manter brasileiros no Japão. A diretoria da CCBJ participa do fundo desde o início da criação. Neste ano, o fundo já fez doação em dinheiro e em alimentos ao programa Reforço Escolar, do Grupo Betânia, da Igreja Católica de Hamamatsu.

IV Festival Brasil - Brazilian Day
Realização: Câmara de Comércio Brasileira no Japão
Data: 5 e 6 de setembro, das 11h00 às 18h00
Local: Parque Yoyogi, Tokyo
Homepage: www.festivalbrasil.jp
Entrada franca
Japão IPC online 18/07
 

 
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Criatividade empresarial
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/07/2009 às 00:46:43
 

Pearl Harbor, a nova opção em Suzuka

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Feijoada (tempero baiano)

O Café e Bar Pearl Harbor, a mais nova opção de Suzuka, pode ser definido como um ambiente familiar e aconchegante. O empresário Gustavo Yamamoto e sua esposa Milena, além do ótimo atendimento, colocam à disposição da clientela um cardápio diversificado, incluindo lasanha, nhoque, torta de frango e a tradicional feijoada.

Outra novidade é o agendamento de datas para as comemorações em grupo. Os aniversariantes, por exemplo, podem comemorar a data com os amigos agendando o local. Neste caso ganham o bolo de presente. Mas segundo Gustavo, o espaço é aberto também para festas de casamento, formaturas, despedidas, dentre outros. Caso queira desfrutar de um cardápio diferente, ligue Gustavo 080 3619 6968 ou Milena 080 3679 0908.

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Gustavo: criatividade empresarial

O sistema de som e karaokê priva pela qualidade. A relação de músicas é eclética: português, inglês, espanhol e japonês. Além dos tradicionais petiscos para o fim de tarde na semana, você pode jantar no local ou ainda desfrutar dos serviços de entrega em domicílio. Mais informações sobre os serviços e localização, no folder.

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Clientes aprovam o novo espaço

O blog apóia todas as iniciativas de fortalecimento da comunidade e também aproveita para parabenizar a criatividade empresarial do casal neste período de transição econômica. Parabéns e sucesso no empreendimento!
 

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Milena, mentora da culinária baiana
Portal Mie
Arte e criação Portal MIE
 
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Refrigerante e refresco artificial são banidos da merenda
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 18/07/2009 às 01:53:29
 

Alimentação escolar (Recado do MEC)

Colégio São José
Colégio São José (RS), nutricionistas preparam cardápio dos alunos

 

Está proibido o uso de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a compra de refrigerantes, refrescos artificiais e outras bebidas com baixo teor nutricional para a merenda escolar. Já para enlatados, doces e alimentos com quantidade elevada de sódio, a aquisição fica restrita a 30% dos valores repassados. Estados e municípios terão até janeiro do ano de 2010 para adaptar seus processos licitatórios a essas exigências, previstas na Resolução n° 38, que regulamenta a Lei no 11.947/09.

 

O documento ressalta a importância da adoção de estratégias de educação alimentar e nutricional para assegurar uma comida saudável. Entre essas estratégias, estão a implantação e manutenção de hortas escolares, a inserção do tema alimentação no currículo escolar e a realização de oficinas culinárias experimentais.

 

Colégio São José
Alimento saudável, criança saudável

Cardápios – A oferta da merenda deve ser planejada para suprir desde 20% das necessidades nutricionais diárias de alunos que recebem uma refeição em período parcial até 70% dessas necessidades, quando os estudantes estiverem matriculados em período integral. Além disso, os cardápios devem ser diferenciados por faixa etária e também para os que necessitam de atenção específica, como os diabéticos.

 

A resolução estabelece ainda parâmetros de oferta média diária de nutrientes e energia total na alimentação escolar, sendo 10% provenientes de açúcar simples adicionado, 15% a 30% de gorduras totais, 10% de gordura saturada, 1% de gordura trans e um grama de sal.

 

Responsável técnico pela alimentação escolar nos estados e municípios, o nutricionista ganhou destaque na estrutura educacional, por coordenar o diagnóstico e o monitoramento da situação nutricional dos estudantes e por planejar o cardápio das escolas conforme a cultura alimentar e a vocação agrícola da sua região. Essas e outras atribuições estão listadas na resolução publicada nesta sexta-feira, 17, no Diário Oficial da União.

Colégio São José
Educação alimentar começa na escola


Assessoria de Comunicação Social do FNDE


Sexta-feira, 17 de julho de 2009


 

 
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Miss Nikkey Brasil 2009, sábado, terá desfile temático
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 17/07/2009 às 14:27:55
 

Ao todo, 23 candidatas representam 12 estados no concurso
 

Na noite do próximo sábado (18), será realizada a final nacional do concurso Miss Nikkey Brasil, em São Paulo. O concurso conta com a participação de candidatas descendentes de japoneses e que representam 12 estados brasileiros. O evento acontece durante o 12º Festival do Japão, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.


Ao todo, foram selecionadas 23 candidatas para disputar o título. A vencedora será coroada também Miss Festival do Japão. As concorrentes serão avaliadas com trajes típicos, biquíni e traje de gala.

 

Jovens desfilarão com traje feito de material reciclável

Aproveitando o tema do Festival do Japão 2009, “Meio Ambiente”, outro desfile promete surpreender o público. As candidatas exibirão trajes feitos de materiais reciclados como vestidos feitos de câmaras de pneus, sacolas de supermercados, garrafas pets, dentre outros materiais.


Além de prêmio em dinheiro, aparelhos eletrônicos, joias e cosméticos, a vencedora do concurso será representante da comunidade nipo-brasileira em eventos em todo o país.

Do G1, São Paulo (17/07)

 

Conheça as candidatas a Miss Nikkey Brasil 2009

 

 

Foto Divulgação
Adriana Hiromi
Foto Divulgação
Akemi Macedo
Foto Divulgação
Camila Yonezawa
Foto Divulgação
Debora Motomatsu
Foto Divulgação
Hanae Monma
Foto Divulgação
Juliana Mayumi
Foto Divulgação
Karen Liu
Foto Divulgação
Lilian Yumi
Foto Divulgação
Nicolle Taketa
Foto Divulgação
Priscilla Elias
Foto Divulgação
Regina Nishitani
Foto Divulgação
Thais Akemi
Foto Divulgação
Tsuani Yamaguishi
Foto Divulgação
Vivian Ayumi
Foto Divulgação
Barbara Yuri
Foto Divulgação
Giuliana Sue
Foto Divulgação
Juliana Katia
Foto Divulgação
Larissa Bernardi
Foto Divulgação
Larissa Romani
Foto Divulgação
Maria Clara
Foto Divulgação
Tatiana Kazuco
Foto Divulgação
Tatiane Kubota
Foto Divulgação
Ingrid Sayuri
 
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Senador kamikaze enrola a massa
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 16/07/2009 às 21:53:59
 

Você não quer que eu volte Madalena?

Hamilton
Sérgio Moraes: flutuante e solúvel ao lado do deputado Edmar Moreira que demonstra como preparar uma pizza


O senador Paulo Duque (PMDB-RJ), e outros colegas do Congresso Nacional, demonstram tendências empresariais interessantes. Dizem que não são pizzaiolos, mas sabem enrolar a massa como ninguém. Ou pensam que sabem!

Duque que assumiu a presidência do Conselho de Ética do Senado nesta quinta-feira (16), disse “que não está preocupado com a repercussão de suas decisões no comando do colegiado que deve julgar três denúncias contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). "Não estou preocupado com isso. A opinião pública é muito volúvel. Ela flutua", declarou Duque.” Publicado pelo G1 – Brasília (16/07), Robson Bonin.

O Senador foi mais longe: disse não temer uma eventual cobrança da população, caso o conselho arquive as denúncias contra Sarney. "Não temo ser cobrado por nada. Quem faz a opinião pública são os jornais, tanto que eles estão acabando", ironizou Duque...”.

G1
Senador Paulo Duque (O Kamikaze candidato a pizzaiolo)

Nas próximas eleições, não deixe seu voto flutuar. O nome dele é Paulo Hermínio Duque Costa e foi eleito pelo (PMDB–RJ). E o e-mail do Senador é paulo.duque@senador.gov.br . Uma boa hora para os internautas elogiar a postura ética e moral do Senador. Vamos manifestar nossa gratidão pelo respeito, reconhecimento, e pelo rótulo de seres flutuantes e volúveis. E elogiar a sensibilidade futurológica do senador, capaz de prever o fim dos jornais e caracterizar a opinião pública de incapaz.

Se a opinião pública flutua, uma hora ela  aterrissa. E a nossa aterrissa na cabeça do Senador que age como um kamikaze (piloto suicida japonês da II Guerra Mundial). A forma volúvel de pensar a ética na política de Duque, sugere: não devemos votar no ilustre nem mesmo para candidato ao cargo de pizzaiolo. Incompetência até para enrolar a massa?

O Kamizkaze que acredita no fim dos jornais e no silenciar da opinião pública, engrossa o coro do deputado Sérgio Moraes (PTB–RS) que disse: “Estou me lixando para a opinião pública”. E é bom lembrar: Sérgio fez questão de participar da reunião que decidiu arquivar de vez o processo de punição contra o deputado Edmar Moreira (sem partido – MG). Disse ainda: “o senhor, referindo-se ao deputado Edmar, pode andar por aí de cabeça erguida”.

Depois deste aval, com certeza, se expulso do Rio Grande do Sul, Sérgio Moraes pode ser convidado para morar no castelo de Edmar. Podem ainda abrir, na pacata cidade mineira, uma pizzaria, já que no senado o ponto não é ideal e a concorrência é grande. Não descartamos a possibilidade do Senador Duque ser o pizzaiolo do empreendimento.

E aos leitores, nossos sinceros sentimentos pelo fim dos jornais. E perdão pela reflexão volúvel e flutuante, trazendo nas entrelinhas, perspectivas empresariais do mercado de pizza. Parafraseando Jô Soares (programa Viva o Gordo): “você não quer que eu volte Madalena?”.
 

 
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Acontece
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 16/07/2009 às 09:01:50
 

Baile do Hawaii, sábado (18)

Night Café

O Nigth Café promove sábado (18), baile do Hawaii com DJs para animar a noite toda. Os 100 primeiros pagantes receberão colares hawaianos. O evento acontece em Komaki (Aichi), e outras informações podem ser obtidas pelo fone 090-8541-0090 e 0568-43-1545. Para navegador fone 0568-73-5234. Ou clique www.nightcafe.jp/. A entrada para homens custa ¥ 2 mil com direito a dois drinks. Mulher ¥ 1 mil e um drink. 

 

Miss Nikkey 2009, domingo (19)

Os preparativos para a realização do concurso Miss Nikkey 2009, domingo (19), estão na reta final. Para assistir o evento, doe um quilo de alimento não perecível. A promoter Daniela Nishikawa, espera arrecadar expressiva quantia de mantimentos. As doações serão entregues às entidades sociais. Local: em Komaki, 2-107, próximo a estação, no Komaki Shimin Kaikan, a partir das 10hs. Mais informações fone 090 3938 4146. Ou no site: www.missnikkey.com.
 

site Miss Nikkey
Cláudia Ando (Miss Nikkey 2008)
 
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Toyota lança novo carro
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 15/07/2009 às 04:49:55
 

Lexus híbrido

G1 - Foto: Yoshinazu Tsuno/AFP
G1 - Foto: Yoshinazu Tsuno/AFP


A Toyota lançou na terça-feira (14) o primeiro carro de luxo híbrido. Segundo o Fuji Sankei, o Lexus HS250 deve custar ¥3.950.000 ou ¥40.000 a menos que o modelo não híbrido. A matéria foi publicada pelo IPC digital.

Os carros de luxo são conhecidos por gastar muito combustível, mas o Lexus híbrido faz em média 23 quilometros com um litro de gasolina.

Os equipamentos e acessórios instalados no modelo híbrido foram produzidos para economizar energia elétrica com o uso de lâmpadas “led” e vidros com proteção ultra violeta, o que reduz o aquecimento dentro do veículo.

A empresa pretende vender 500 unidades por mês, mas já recebeu três mil pedidos de reserva antes do lançamento.

A Toyota lançou o Lexus tradicional em 1989, primeiro no mercado norte-americano. No mercado doméstico foi lançado em agosto de 2005. Em 2006 vendeu mais de 31 mil unidades, mas devido a crise econômica as vendas caíram para quase 26 mil unidades.
Tokyo, 15 Julho 2009 - Editor Chefe
 

G1 - Foto: Yoshinazu Tsuno/AFP
G1 - Foto: Yoshinazu Tsuno/AFP
 
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Dos EUA para o Brasil
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 15/07/2009 às 03:33:55
 

Idiomas: japonês e o inglês favorecem a mobilidade

Cedida
Sport Bar Wing House: Kelen, Nicole, Newton e Tiago

 

Eles saíram do Japão, passaram pelos Estados Unidos (Flórida/Orlando), e chegaram ao Brasil. Tiago e Kelen Hieda retornam ao país depois de 15 anos no Japão. A adaptação, segundo eles, é lenta e gradual. Confessam inicialmente certo grau de estranheza, mas, as perspectivas são boas e estão adorando o país.

Na Flórida, recepcionados pelo irmão Newton Hieda e sua namorada Nicole, acompanharam a final da NBA (National Basketball Association) entre Orlando Magic e Los Angeles Lakers. Também visitaram o Wekiwa Springs, onde passaram momentos agradáveis driblando o calor americano. Conheceram ainda Clearwater e outros pontos turísticos.

Cedida
Millenium Mall Shopping Center de Orlando

Não descartam a possibilidade de retornar para os Estados Unidos, mas por enquanto, querem mesmo é curtir o Brasil. No Japão, Tiago trabalhou como professor e tradutor (japonês e inglês). A esposa também possui proficiência em inglês. Querido pelos alunos e amigos – brasileiros e japoneses – eles deixaram o país por opção. Essa mobilidade só é possível devido ao domínio dos dois idiomas, fator importante para gerar oportunidades em qualquer mercado de trabalho.

Cedida
Wekiwa Springs
Cedida
Nicole e Kelen (Wekiwa Springs)

O blog deseja sucesso no retorno e aproveita para agradecer o acesso dos internautas brasileiros nos Estados Unidos. Thank you very much!
 

Cedida
Fim de tarde (Flórida)
Cedida
Remando contra o calor
Cedida
Tiago, Kelen e Nicole
 
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ENEM: inscrições encerram sexta (17)
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 14/07/2009 às 10:24:23
 

Acorda vestibulando

Auriberto Cavalcante
Arte: Auriberto Cavalcante

O Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] deste ano, segundo matéria da Folha online do dia 11. Jul., já contava com cerca de 2,8 milhões de candidatos cadastrados para participar. O exame servirá como forma de ingresso para pelo menos 40 das 55 universidades federais que aderiram à proposta de unificação dos vestibulares proposta pelo MEC (Ministério da Educação).

Os interessados devem se inscrever exclusivamente pela internet www.enem.inep.gov.br até as 23h59 da próxima sexta-feira (17). A expectativa do Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira] é chegar a 7 milhões de participantes. No ano passado, 4 milhões de estudantes se inscreveram para o exame.

Auriberto Cavalcante
Arte: Auriberto Cavalcante

O exame também é obrigatório para quem quer concorrer a uma bolsa do Prouni (Programa Universidade para Todos), que custeia total ou parcialmente a mensalidade de alunos carentes em cursos privados de ensino superior.

Os alunos de escolas públicas estão isentos da taxa de inscrição do Enem. Já os que estudam na rede privada devem imprimir o boleto e pagar a taxa de R$ 35 em qualquer agência bancária.

O manual de instruções será enviado pelo correio para a casa de cada um dos candidatos, junto com um cartão de confirmação com as informações sobre datas, horários e locais de prova. O material também inclui um questionário socioeconômico que deve ser preenchido pelo estudante e entregue no dia e local da realização do exame.

Auriberto Cavalcante
Arte: Auriberto Cavalcante

O Enem 2009 será aplicado em 1.619 municípios nos dias 3 e 4 de outubro, às 13h, com 180 questões de múltipla escolha. No sábado, primeiro dia de exame, as provas serão de ciências da natureza e ciências humanas. No domingo, haverá provas em linguagens e códigos, matemática e redação. Os resultados serão divulgados na segunda quinzena de janeiro de 2010.
Da Agência Brasil 11/07/2009
 

 
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Aranha na pizza
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 14/07/2009 às 03:34:16
 

Cardápio exótico

Foto: Reprodução/YouTube
Foto: Reprodução/YouTube - Chef japonês lança novidade e cria pizza com aranhas

Quando postamos matéria especial sobre culinária japonesa afirmamos que a televisão no país é um importante veículo de inserção de novos pratos (exóticos) para os consumidores. Uma criatividade sem limites.

E a mais recente novidade, criada por um integrante da associação gastronômica de comedores de insetos, é a pizza que tem entre seus ingredientes aranhas. Segundo o G1, o prato especial foi criado pelo senhor Matsuba e, a emissora de TV japonesa Ryukyu Asahi, não perdeu tempo e colocou no ar a nova opção para quem adora pizza. Será que a moda pega?
 

 
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Japão: pescadores em baixa, museu em alta
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 13/07/2009 às 00:24:03
 

Os barcos híbridos

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Peixaria


O Japão sempre ocupou posição de destaque no setor pesqueiro. A história da pesca se confunde com a história da dieta japonesa. Em 1990, havia mais de 416 mil barcos de pesca registrados no país, extraindo das águas oceânicas uma média anual de cerca de 12 milhões de toneladas do produto.

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Casa dos pescadores (Favela Higt Tech)

Segundo o site cultura japonesa este total ainda é insuficiente para abastecer o consumo interno. Por isso o país incentiva a criação de 1,5 toneladas de peixes e moluscos em cativeiro e importa 10% de mercadorias para suprir a demanda. E hoje com a alta dos combustíveis, os profissionais da pesca tentam sobreviver ao naufrágio provocado pela crise mundial.

O governo, em contrapartida, espera resolver a crise com o uso de alta tecnologia, criando barcos híbridos, com propulsão a óleo e elétrica. A intenção é reduzir o consumo de combustíveis em um terço a menos do que as demais embarcações.


Subsídio governamental


O Ministério da Agricultura e da Pesca do Japão liberou para o setor pesqueiro, após paralisação realizada no ano passado, US$ 700 milhões para a produção de novas tecnologias e assistência. Mas os pescadores “dizem duvidar de que o esforço seja suficiente para pôr fim à sensação de desânimo”. (The New York Times)

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Residências em área de risco (Toba)

De acordo com a Federação Nacional de Cooperativas de Pesca, o número de pescadores comerciais do país caiu 27% nos últimos dez anos. Atribui-se a queda ao índice de redução de natalidade e a migração de jovens para as cidades.

Com a alta dos combustíveis, estima-se que 25 mil ou até 45 mil pescadores podem recolher as redes. Uma realidade bem diferente para quem mandava navios para os quatro cantos do mundo. Repassar os custos para os consumidores pode levá-los a perda de mercados para a concorrência asiática.

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Pescador (manejo do peixe)


Pescadores e as dificuldades


A descapitalização do setor acarreta o empobrecimento e desaparecimento de profissionais da pesca. Fomos conhecer uma vila de pesca tradicional do Japão, localizada na província de Mie, no município de Toba, próximo ao museu de Pesca da cidade. Pescadores evitam falar sobre o assunto, mas, o movimento comercial das peixarias e as condições precárias das moradias, barcos e veículos para o transporte evidenciam a crise no setor.

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Estaleiro das embarcações (Toba)

Já o ânimo e a confiança dos pescadores que encontramos nas dependências do museu da pesca é outro. Um país que têm história de sucesso na pesca deve receber incentivo governamental e manter a frota pesqueira. Segundo eles, não se pode abandonar uma categoria e tão pouco uma tradição que alimentou e ajudou a acumular riqueza no país.


Museu: história e memória da pesca no Japão


O Toba Mar-Folk Museu, foi fundado em 1971, com o objetivo de preservar o conhecimento [tradição e cultura] e a história da pesca em Toba. Com 58 mil peças a disposição do público, o museu retrata o desenvolvimento pesqueiro no país mostrando detalhes do cotidiano dos pescadores. Um fantástico resgate de memória e história.

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Entrada do museu

É o único museu no Japão que se dedica a compreender a relação do homem com o mar e suas tradições. Durante 30 anos o museu recolheu e preservou equipamentos de pesca. A prefeitura de Mie pesquisou a história da pesca nas aldeias e concentra no espaço aspectos religiosos (místicos) e as tradições dos pescadores.

Em 1985, o museu recebeu um importante prêmio da Agência de Assuntos Culturais do Japão por preservar o folclore e a cultura. Na época a instituição possuía mais de seis mil peças entre antiquários e equipamentos de pesca. Também era necessário um novo espaço para atender o crescimento do museu. Assim, o museu foi construído em Uramura, fora da cidade de Toba, a fim de preservar o patrimônio da pesca para as futuras gerações. Após seis anos de planejamento e construção o museu finalmente foi aberto ao público em 1993.


Mulheres mergulhadoras


Segundo a administração do local, as pessoas adoram o oceano, porque eles são sinônimos de vida sob o mar. Para os japoneses, habitantes das Ilhas do Pacífico, o oceano tem um significado amplo e não se restringe apenas a extração do Sal. Além da estratégia comercial o oceano é um espaço de memória, tradição, costumes e religião. Daí a importância de se preservar essa longa e significativa história da relação entre o oceano e as pessoas. A história da Ama (mulheres mergulhadoras) remonta a trajetória da pesca há 10 mil anos atrás. Como mergulhar sem balão de oxigênio e outros equipamentos e fisgar uma presa em menos de 50 segundos?

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Vista parcial (Museu Toba)

Para os japoneses, isso é coisa dos deuses e eles residem em todos os lugares. Este é um ponto importante para compreensão da fé religiosa no país. Os deuses podem estar numa casa, em um barco, e até mesmo num pedaço de madeira. Essa crença leva-os ao culto dos fenômenos naturais. Um exemplo é o deus “Ebisu”, o deus japonês que traz sorte e colheita.

A escolha de uma boa zona de pesca, também é parte da tradição. Uma baía gelada significa bons presságios para se capturar comida para o dia e outras necessidades. Nestas condições, o homem depende de si próprio. Os relatos demonstram o uso do “Utase ami-ryo”, redes de arrasto e, de um barco a vela. Isso é parte da tradição.

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Área de pesca (maquete)


Poluição industrial


Contudo, a descarga de resíduos industrial e a própria dinâmica das marés tem destruído as algas localizadas nas áreas rasas, acabando com a vida marinha. Os geradores atômicos (poluição térmica) estão afetando o ambiente marinho. Está na hora de salvar o mar. E o SOS vem dos organismos marinhos.


O museu, explica os organizadores, permite que se faça uma viagem de volta ao passado quando era possível se ouvir o som das ondas batendo nos cascos dos barcos de madeira ou nos navios de armazenamento. Outra antiga tradição era construir o barco e inserir um espírito chamado “funadana-san”. Isso não existe mais nos dias de hoje.

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Dragão (Arte - conchas do mar)

O museu mantém uma coleção especial de mais de 75 pequenos barcos de madeira. Quatro vezes por ano, promovem-se no local, exposições especiais de fotografias que exploram a relação da cidade de Toba com a pesca e o mar.

 

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Comércio portuário


Localização e acesso

 


O museu está localizado em uma bela paisagem dentro do município de Toba, com proximidade do mar, onde também é possível ouvir os pássaros cantar e ver o mar. Com uma atmosfera amigável o visitante aprecia o relacionamento das pessoas com o mar através das 58.000 peças exibidas. O museu já recebeu as seguintes premiações:


Premiações

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Embarcações (madeira)

 

日本建築学会賞 Prêmio do instituto de arquitetura do Japão.

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Maquete (estaleiros)

全国公共建築百選 Prêmio Nacional de arquitetura de edifício público.

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Confecção (rede de pesca)

日本建築空間100選 Prêmio de arquitetura de espaço do Japão.

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Pescadores em ação (bonecos de cera)

国指定重要文化財6879点 Peças de patrimônio cultural de grande importância, 6879.

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Região de Toba (maquete)

約58000点の実物資料を所蔵 Possuem o equivalente de 58 mil itens de amostras reais.

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Liderança pesqueira

 


Preços

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Pescador (traje típico social)


Adultos (acima de 18 anos) - 800¥
Crianças (menos de 18 anos) - 400¥
Grupos (20-99 pessoas) 720 320¥
Grupos (mais de 100) 640 280¥
Endereço : Toba Mar-Folk Museum

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Residência (detalhe)

Fundação Tokai Suisan Kagaku Kyoukai

Código postal: 517-0025

Ogitsu Uramura-mach - 1731-68

Cidade de Toba – Prefeitura de Mie

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Oferendas (osaque e cerveja)

 

Acesso

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Traje e equipamentos de pesca

 


De carro: partindo da estrada pérola "ounouraoohashi" ir 3 km e virar à esquerda.

Partindo de Toba tenboudai drive 3,5 km e vire à direita.


Colaboração: Tiemy Saito (Tradução: japonês/português)
 

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Museu Toba
 
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Região ganha tablóide: “Conexão – Caiabu, Indiana & Martinópolis”
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 11/07/2009 às 12:14:48
 

* Por Milton Saito e Cristiane Nagafuti

Em formato tablóide, como os tablóides londrinos [europeus], entra em circulação neste domingo (11/07), o jornal “Conexão – Caiabu, Indiana & Martinópolis”, com tiragem, nesta edição, de dois mil exemplares e 12 páginas coloridas. O projeto editorial e a edição são do jornalista Adernil de Souza, nosso amigo e blogueiro no Portal Uniol, com a participação do fotógrafo e estudante de publicidade Gustavo Correia, que também assina a coluna de esportes e é responsável pela arte e criação. A paginação está a cargo do tarimbado Marcos Santos, “Marquinhos”.

divulgação
Jornalista Adernil de Souza, editor do jornal Conexão - Caiabu, Indiana & Martinópolis que passa a circular neste domingo 12

Nas páginas do jornal “Conexão – Caiabu, Indiana & Martinópolis”, os leitores vão desfrutar de informações produzidas por várias editorias: cidades, política, saúde, negócios & projetos, coluna social e esportes. E ainda usufruir de um projeto gráfico bem diferenciado. A coluna social, por exemplo, assinada por Adernil de Souza e Simone Santos, foi batizada de Conectado! Agitos, festas, baladas & viagens. Também são os destaques desta edição, a coluna de esportes, Conexão Esporte! Amador & Profissional, e a página de cultura, Cultura & Variedades, que estreia com uma entrevista interessante com o professor e artista plástico surrealista Serginho Genaro, intitulada “Sempre me doeu esta situação de miséria de nosso povo”.
Na reportagem, Serginho, que teve entre seus alunos no Ensino Médio em Martinópolis, o próprio Adernil, relata suas experiências no magistério e com as tintas e os pincéis.

Pluralista – Inicialmente, o tablóide vai circular em Martinópolis, Indiana e Caiabu. Segundo Adernil, a proposta editorial do tablóide é pluralista. A manchete do jornal versa sobre uma matéria realizada com a Santa Casa de Martinópolis, em que aborda as dificuldades, dívidas, repasse insuficiente do SUS – Sistema Único de Saúde para a entidade. O tema causou celeuma entre vereadores da cidade, médicos e a instituição.
Uma outra reportagem que merece ser lida versa sobre a importância das atividades físicas recomendadas para todas as faixas etárias, para promover a saúde e liberar o estresse. Vale a pena conferir.

Mistério – Outra matéria de destaque é o mistério que envolve um ponto elevado no bairro da Graminha, que fica na divisa entre Caiabu e Martinópolis, um dos mais altos da região, de onde dá para avistar, à noite, o sistema de iluminação de mais de 30 cidades das regiões da Alta Sorocabana e Alta Paulista, que proporciona um belíssimo e intrigante espetáculo de luzes aos moradores e transeuntes do bairro rural. A matéria recebe o título de “Um Grande Segredo entre Martinópolis e Caiabu”.
A página 2, além de ser ilustrada por charge, traz a coluna Política, em que vereadores apresentam seus projetos e requerimentos.


 

 
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Concurso Garota Brazilian Day
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 10/07/2009 às 23:21:19
 

O Brazilian Day promete

Para aquecer a grande festa da comunidade de brasileiros no Japão, o Nigth Café promove no dia 1° de agosto a semifinal do concurso Garota Brazilian Day.
A final acontece no dia 5 de setembro em Tokyo, no Brazilian Day. Inscrições pelo site WWW.nightcafe.jp. Deu no IPC digital.

Night Café

Jammil e Uma Noites vai agitar o Brazilian Day 2009!

Depois de shows em Portugal e nos EUA, a banda Jammil e Uma Noites se prepara para tocar no Brazilian Day, em Tokyo. A banda deve chegar ao Japão em setembro para agitar mais uma edição da maior festa 100% brasileira da capital japonesa.
Tuca Fernandes, Manno Goes e Beto Espinola, os integrantes da banda Jammil e Uma Noites, eram adolescentes quando a capital baiana presenciava dois movimentos musicais: o rock nacional dos Titãs, Legião Urbana, Plebe Rude e Paralamas do Sucesso, entre outros, e o surgimento da Axé Music.

No início de 1997 eles e juntaram e formaram a Banda Jammil e Uma Noites, e nesse mesmo ano a música "Milla", de Tuca Fernandes e Manno Goes, estourou e rendeu ao grupo um contrato com uma gravadora.

Um importante passo na carreira do trio aconteceu em 2001, quando o Jammil e Uma Noites se tornou a primeira Banda de Axé a gravar um DVD. Em 2007, eles também se tornaram a primeira banda baiana a ter todo seu trabalho organizado em um songbook e em edição bilingue - português/inglês.

Em 2008, duas músicas do Jammil e Uma Noites foram incluidas em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo: "As canções que eu fiz", em Malhação, e "Tempo de estio", uma regravação com novos arranjos e que conta com a participação especial do autor da música, Caetano Veloso, em Negócio da China.
No relatório anual do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição - ECAD - consta a música "Praieiro", de Manno Goes, baixista e principal compositor do grupo, como a mais tocada em 2008.

O Pokemusic já está se preparando para curtir esse show e juntou todos os ringtones disponíveis no site do Jammil e Uma Noites em um especial, acesse http://pokebras.com/musica/jammil/ através de seu celular e confira!
Tokyo, 11 Julho 2009
Japão - Tokyo - Editor Chefe / ipcdigital.com

 

Night Café
 
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Escolas cooperativas: pais estudam filhos gastando menos
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 09/07/2009 às 01:28:13
 

As escolas cooperativas inexistem ou são pouco difundidas no Japão. Segundo registros do Ministério da Educação [MEC], o Japão possui 87 escolas brasileiras, e com a crise estima-se que 50% fecharam as portas. Dos 80 mil alunos matriculados, 40 mil ou mais retornaram para o Brasil. Os números são da Associação das Escolas Brasileiras [AEBJ].

Parte da clientela que ficou hoje estuda em escolas japonesas ou estão em casa. O orçamento familiar encolheu e os reajustes não contemplaram o retorno de todos para a sala de aula. Preocupado com a situação, o Ministério da Educação do Japão faz visitas periódicas em algumas unidades e promete subsidiar o retorno dos estudantes. O governo japonês teme essa situação ociosa e associa o problema a uma possível elevação dos índices de delinquência juvenil no país.

Mas enquanto o subsídio não vem, o que fazer? Uma alternativa pode ser a criação de escolas cooperativas. No Brasil elas surgiram após anos de perda do poder aquisitivo da classe média. Era necessário criar uma escola com novo perfil, porque concomitante a essa crise, crescia também o descontentamento com a decadência do ensino público. Hoje, as escolas cooperativas conquistam a confiança de pais, alunos e professores.

O exemplo de Presidente Venceslau

Cooperativa
Professores, alunos e convidados se encantam com a proposta da escola


No Estado de São Paulo existem 54 unidades cooperativadas e contam com mais de 27 mil alunos. A escola cooperativa de Presidente Venceslau é uma delas. Sem fins lucrativos, a cooperativa venceslauense adota sistema de funcionamento onde os cooperados são donos da empresa. E o lucro gerado é investido na própria empresa, ou seja, na escola. Os pais participam do conselho administrativo, fiscal e pedagógico.

E as inovações não param por aí. O ousado projeto pedagógico afastou de vez os apostilados dos cursos preparatórios para o vestibular. Os investimentos priorizam a contratação de pessoal qualificado e ampliação da infraestrutura e outros recursos necessários para a boa formação dos alunos. Um expressivo grupo de professores com pós-graduação trabalha em sintonia com as coordenadoras e estabelecem desafios metodológicos por ciclo [básico, fundamental e médio].

Com autonomia para atuar, as coordenadoras, sem a intervenção da diretora, planeja e executa as ações pedagógicas e ainda assessoram os docentes na solução de outros problemas. Fazem parte do calendário das coordenadoras, reuniões por área de conhecimento e encontros para a unificação de temas transversais com enfoque interdisciplinar.

Uma estratégia usada para facilitar o aprendizado do aluno. Assim, torna-se prazerosa a organização de eventos envolvendo docentes, alunos, funcionários, pais e outras personalidades da sociedade na criação de projetos de todas as áreas do conhecimento.

Oficina de cultura

Na esfera cultural, por exemplo, o teatro, a música e a dança, recebem incentivo e os alunos assumem os eventos como sujeitos do processo. Pesquisam, selecionam músicas, instrumentos, confeccionam roupas e, no intervalo das aulas, transformam o pátio da escola num espaço cultural diversificado. E a escola assume o papel de oficina cultural, revelando atores, atrizes, cantores, poetas e músicos.

Um enorme palco instalado no pátio recebe microfones, aparelhagem de som (instrumentos e voz), luzes e decorações criativas. Os shows, agendados previamente, são frequentes nos intervalos das aulas, deixando o ambiente escolar alegre e rico em produção cultural.

Outro recurso metodológico adotado pela unidade é a realização de pesquisas de campo e a participação dos alunos em eventos educacionais, científicos e sociais, da cidade ou em outras localidades do país. Essa mobilidade possibilita a aquisição de conhecimentos de áreas científicas básicas e possibilita ainda o trabalho de socialização dos alunos, estabelecendo-se limites e regras de comportamento para o convívio social.

Com os pais decidindo às diretrizes da escola, a infraestrutura se adéqua em benefício de todos. Secretaria, sala de aula, biblioteca, sala de recurso audiovisual, laboratórios, cantina, quadra e campo de futebol suíço, recebem atenção especial.

Biblioteca, o coração da escola

A biblioteca, considerada o coração de uma escola, possui uma vasta quantidade de livros didáticos, paradidáticos, literários, revistas, jornais e outros periódicos. Uma mapoteca temática para história, geografia, ciências e com títulos de filmes interdisciplinares e extracurriculares, consagram a riqueza do acervo. Os alunos podem usufruir destes títulos na própria biblioteca ou tomar as obras como empréstimo para estudos em casa.

Os computadores conectados a internet são importantes ferramentas para as pesquisas. Orientados pela bibliotecária, professores ou coordenadoras, os alunos adoram o espaço e muitas aulas são ministradas dentro da biblioteca.

Os pais preocupados com a saúde dos filhos estabeleceram normas de comercialização de produtos na cantina da escola. Lá só se comercializa produtos saudáveis como: lanches naturais, sucos, dentre outras delícias. A venda de refrigerantes e frituras (salgadinhos) foi proibida.

Como os pais vivenciam o cotidiano da escola é possível o professor interagir e repassar informações em relação o aproveitamento escolar dos alunos. Os esforços da família e o empenho do professor após diagnosticar qualquer tipo de problema garantem a recuperação do estudante em tempo para aprovação no ano letivo.

As escolas cooperativas são uma ótima opção para os decasséguis que retornam e têm como desafio estudar os filhos. Principalmente os filhos que freqüentaram as escolas japonesas. A coordenação, os professores e os funcionários podem neste projeto auxiliar melhor a adaptação da criança ou do adolescente à estrutura de ensino do Brasil. Investir na escolaridade significa melhor prepará-lo para enfrentar o mercado de trabalho e evitar o retorno para o Japão.

ENEM: as cooperativas saem na frente

Com as novas medidas adotadas pelo ministério de Educação onde busca-se avaliar o conhecimento dos alunos através da participação do Exame Nacional do Ensino Médio [ENEM], a proposta metodológica
das cooperativas saem na frente. Nestas unidades se privilegia o raciocínio e não a repetição e a memorização sem possibilitar as análises críticas.

E a escola cooperativa de Presidente Venceslau dá mais um passo importante como sede do Pólo ULBRA. Oferecem cursos de ensino a distância na área de Pedagogia, Gestão Pública, Serviço Social, Administração e Gestão de Recursos Humanos. Preços, locais de inscrição e outras informações no folder da unidade aqui postado.

Para os pais que pretendem permanecer no Japão oferecendo escolaridade e qualidade de ensino para os filhos, está aí um desafio. Uma boa hora para se pensar e tomar iniciativas de montagem de escolas cooperativas no país, pois assim, pode-se garantir escola sem sofrer com o fantasma da exclusão.
 

Cooperativa
 
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Japão: estrangeiros controlados por um chip?
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/07/2009 às 07:08:08
 

"Onde você estiver, não se esqueça de mim..." Música  Roberto Carlos

Google
Justiça usará chip para controlar a vida dos estrangeiros

As informações são ainda recentes e confusas, mas tudo indica que em breve o Japão adotará novas medidas de controle sobre os estrangeiros, trocando a carteira de identidade de estrangeiro [Gaikokujin Touroku], por um cartão com um chip denominado [Zaryu Card].

E o ministério da Justiça assume a posse dos dados pessoais substituindo a atividade que hoje é desempenhada pelas prefeituras locais. A aprovação das medidas foi noticiada hoje, 8 de jul. 09, pela agência EFE e publicada pelo IPC digital.


Parlamento aprova endurecimento das leis de imigração ZARYU CARD

O projeto-lei que acaba com o Gaikokujin Touroku e institui um cartão com um chip, chamado de Zaryu Card, foi aprovado quarta-feira (8) pela Câmara Alta com os votos do Partido Liberal-Democrata, Partido Democrático e Novo Komeito. O Partido Comunista votou contra.
O Zaryu Card deve ser implantado dentro de três anos.


Com a mudança, os dados particulares dos estrangeiros como local de residência e trabalho, vão ficar registrados no cartão com chip. Essas informações ficarão centralizadas no ministério da Justiça e não mais nas prefeituras.


Os estrangeiros com visto de estadia no Japão serão obrigados a portar sempre o documento.
Segundo a agência EFE, quem mudar de endereço e não notificar a mudança dentro de 14 dias pode pagar multa de ¥200 mil, podendo perder o estatus de residente se a informação não for notificada num prazo de três meses.


Além disso, os conjuges de japoneses ou de residentes permanentes no país podem perder o estatus de residência se deixarem de viver por mais de seis meses sob o mesmo teto, com exceção dos casos de violência doméstica.
Japão - Tokyo - Editor Chefe / ipcdigital.com
 

 
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Resgate histórico - Monsenhor Nakamura
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 06/07/2009 às 13:30:34
 

*Por Altino Correia

Altino Correia
Um busto e uma placa de bronze, sintetizam a lembrança do extraordinário sacerdote, que embora idoso aceitou a missão de Cristo até a morte.

BEATIFICAÇÃO DO MONSENHOR NAKAMURA

Álvares Machado, uma cidade batizada com o nome de Brejão em 1916, recebeu seus primeiros habitantes. Eram autênticos desbravadores que vieram do outro lado do mundo. Entre eles, Mons. Domingos Nakamura também fez parte dessa história. Por isso tem seu Memorial (único em toda a região), ao lado da igreja matriz de São José, padroeiro da cidade e que pode ser visitado por todos os interessados.

Monsenhor Nakamura foi o primeiro padre católico japonês a participar da vida religiosa e da grande obra de pioneirismo dos colonizadores de nosso país, de 1923 a 1940. Com ele, viajou outro padre japonês, que por infelicidade acabou morrendo na viagem, em alto-mar.

Monsenhor Domingos Nakamura nasceu em 22 de Agosto de 1865 numa das ilhas do arquipélago de Fukue/Japão, sendo batizado com o nome de Dominic Chochachi. Seus pais eram descendentes dos cristãos que devido às perseguições religiosas, refugiaram-se na Ilha de Matsura-Gun.

Altino Correia
Objetos pessoais representam uma das atrações para quem visita o Memorial em Álvares Machado. Por aqui já passaram milhares de pessoas

Aos três anos de idade, perdeu o pai, numa tempestade em alto mar e seu corpo nunca foi resgatado. A mãe, viuva, casou-se em segundas núpcias, mas veio a falecer quando o filho tinha apenas 15 anos. Logo depois, faleceu a única irmã, Yone Nakamura. Sozinho, órfão de pais, o recurso de Mons. Nakamura foi se tornar dependente do tio, Kiuzo.

Em 1880, Nakamura ingressa no Seminário de Nagasaki, onde cursou e foi aprovado com distinção em estudos clássicos, filosofia e teologia. Em 1897 foi ordenado sacerdote pelo Bispo de Nagasaki e duas semanas depois, designado para as missões no sul do Japão, na ilha Amami Oshima, no Pacífico.

Em 1912, com a posse de um novo bispo (de origem francesa) e Monsenhor Nakamura recebe novas atribuições religiosas até que em 1922 foi convidado a atuar no Brasil, dando assistência aos imigrantes japoneses. Mesmo em adiantada idade, aceitou a missão para a qual foi designado. Seus paroquianos festejavam o Ano Novo de 1923, quando foram surpreendidos com a designação de Mons. Nakamura para uma transferência imediata para o Brasil.

Altino Correia
Na lápide que existe desde 1941, a fotografia e o testemunho da população de Álvares Machado ao querido sacerdote em vias de ser beatificado

O passaporte para a longa viagem foi recebido no dia 23 de Abril em Nagasaki e o embarque verificou-se no dia 11 de Junho, utilizando-se o Navio "Yusem Kawati-Maru", que atracou no Porto de Santos no dia 23 de Agosto de 1923. Foi a primeira longa viagem de Mons. Nakamura para o exterior. No Rio de Janeiro, apresenta-se ao Núncio Apostólico e no dia 30 de Agosto é recebido por Dom Lúcio Antunes de Souza, na província eclesiástica de Botucatu.

A caminhada missionária de Mons. Nakamura começou 30 dias depois, utilizando-se para a locomoção os meios mais diferentes: carroça, montaria a cavalo, ou caminhando a pé, com pesadas bagagens, incluindo a "pedra de ara" e outros objetos para a celebração das missas. As viagens se estendiam por todo o estado de São Paulo, Paraná e Sul de Minas, partindo da Diocese de Botucatu.

Monsenhor Nakamura, em sua caminhada missionária participou da fundação do Colégio de São Francisco Xavier, em 1927. Onze anos depois recebeu como homenagem e reconhecimento a medalha da "Ordem de São Gregório, o Grande", concedida pelo papa Pio XI. A honraria se deu no Palácio Episcopal de São Paulo, e a entrega foi feita pelo Almirante Shinjiro Yamamoto, da Marinha Imperial Japonesa.

Altino Correia
No Cemitério Municipal de Álvares Machado repousam os restos mortais de Monsenhor Nakamura, à espera da possível beatificação em 2008

Antes de fixar residência em Álvares Machado, Monsenhor Nakamura viveu por algum tempo em Birigui. Era uma moradia de extrema pobreza, mas em sua última etapa de vida, morou numa casa de apenas dois cômodos em meio às plantações de café e algodão, na zona rural de Álvares Machado. Alí ele concretizou seus sonhos e deu toda a assistência aos imigrantes japoneses e seus descendentes.

 
Depois de 42 anos de sacerdócio e de extrema dedicação à fé e cumprimento de sua missão religiosa nas ilhas do Japão, e em vários estados brasileiros, para os quais foi designado pela Santa Sé, Mons. Domingos Nakamura deu seu último suspiro. Foi às 16h00 do dia 14 de Março de 1.940, no então Bairro Brejão, posteriormente Álvares Machado, onde está sepultado até hoje. Desse extraordinário Apóstolo de Cristo, ficou o exemplo de amor e dedicação à causa religiosa, ao trabalho, humildade, solidariedade, pobreza e amor ao próximo.

A POSSÍVEL BEATIFICAÇÃO

Altino Correia
Ao lado da Igreja Matriz de São José, o Memorial em homenagem a Monsenhor Nakamura, o primeiro sacerdote católico japonês, no Brasil

Há seis anos uma comissão de fiéis vem se empenhando junto à comunidade, no sentido de encaminhar ao Vaticano um pedido visando a abertura de um processo de beatificação de Monsenhor Domingos Nakamura. Lideram esse movimento os Srs. Francisco H. Hirata e Domingos Ide e de acordo com as últimas informações, esse protocolo já está marcado para o ano de 2008.

Segundo Hirata, o primeiro caminho será a autorização do Nada Consta" em atendimento à reivindicação dos "Servos de Deus". A proposta de beatificação deverá ter o aval do Núncio Apostólico no Brasil, Cardeal Saraiva Martins. Para Isso já existe um dia especial: 14 de Março de 2008, data dos 68 anos do falecimento de Monsenhor Nakamura. Mas no segundo Domingo de março, já está confirmada a vinda do Arcebispo de Nagasaki e outras autoridades religiosas, em Alvares Machado, especialmente para tratar do assunto.

 
Perfil ALTINO CORREIA

Altino Correia
Altino Correia e Samuel

 
Altino Correia, jornalista. Mais de 50 anos de atividades profissionais em Rádio, Jornal e TV. Ex-correspondente do Estadão, Folha, JB e O Globo (freelancer).

 Recado do Blog.

Prezado Altino Correia, é difícil achar palavras para agradecer um amigo genial e um jornalista magnífico como você. Obrigado pelos elogios ao blog. E com certeza, os primeiros ensinos, são frutos dos grandes amigos da nossa terra natal. Você em especial! Obrigado, sempre, pelo incentivo desde a época dos programas de rádio, dentre outros momentos. Confesso, quando o encontrava nos estúdios das emissoras, não sentia vontade de sair de lá.

E parabéns por resgatar de forma inédita e histórica as contribuições do Monsenhor Nakamura para a comunidade Nikkei. Nós, descendentes de japoneses e hoje morando no Japão, agradecemos! E aguardamos mais uma matéria especial sobre o assunto.

Este legado histórico faz com que pessoas maravilhosas como você sejam inesquecíveis. E quando aperta a saudades, felizmente existem blogs como o teu [MEMÓRIAS DE UM REPÓRTER (DO INTERIOR)], para revivermos as lembranças de Presidente Prudente e região. Abraços! Com saudades! Sempre! Milton Saito e Cristiane Nagafuti
 

 
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Especial - Culinária japonesa
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 02/07/2009 às 14:50:22
 

Pratos populares e preços populares

Blog
Red Lobster, culinária com arte


A culinária japonesa é bem difundida e aceita no Brasil. Isso, de certa forma, contribui para a adaptação dos brasileiros no país. Mas no Japão moderno é possível encontrar comidas brasileira, peruana, italiana, francesa, chinesa, tailandesa, ou seja, um cardápio gastronômico cosmopolita.


Abordaremos hoje a demanda de pratos e preços populares apenas oferecidos por estabelecimentos japoneses e brasileiros, isto é, lanchonetes, restaurantes, hipermercados, shopping center, e a participação especial das lojas de conveniência no mercado de comida do Japão.

Blog
Frutos do mar


A ideia é mostrar a criatividade do setor empresarial mediante as novas exigências impostas pela situação de crise e recessão econômica. De início, podemos afirmar que ambos os setores enfrentam um problema comum: o preço. Pois o item alimentação compromete boa parte do orçamento familiar. A comida no Japão é uma das mais caras do mundo.

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Hipermercado MaxValu 24hs


A queda de consumo nos supermercados do país, devido à crise, é de 2% (abril/maio), e segue a tendência de baixa pelo sexto mês consecutivo. O setor de alimentos enfrenta redução de 0,1%, em relação a abril, segundo matéria publicada pelo IPC digital. Essa redução tem o seu lado positivo. Para ampliar o faturamento, os dois segmentos recorrem às promoções. Essa concorrência, teoricamente, beneficia o consumidor. Mas como resistir às tentações impostas pelo marketing?

 

A televisão e o estímulo do consumo

 

A rede de televisão japonesa, por exemplo, veicula programas e propagandas de culinária com elevado percentual de exibições na grade impulsionando o setor de alimentos e similares. Na superprodução, artistas, apresentadores e cozinheiros preparam pratos típicos populares, exóticos, frios e quentes.

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Requinte que desperta o paladar


Personalidades da música, atores e atrizes, jogadores de beisebol e principalmente os aqui idolatrados lutadores de sumô, degustam pratos típicos e outras delícias de frente às câmeras. Mesmo denunciados pela expressão facial – paladar de negação – avaliam o produto positivamente. “Oishi”, tradução literal [gostoso ou delicioso], são as expressões mais usadas por eles. Estes personagens são transformados em grandes exemplares da comilança e aguçam a curiosidade pelos novos produtos.


O apelo prossegue nos intervalos comerciais com propagandas de comidas e bebidas e um vale tudo diferente; receitas para emagrecimento. Chamam a atenção a quantidade de remédios e recursos como cinta liga, dentre outras mágicas para perda de peso. Uma verdadeira parafernália.


E olha que o marketing do setor investe em tecnologia para seduzir telespectadores através de aparelhos de televisão fiéis reprodutores de aromas dos alimentos, associando imagem, cor e aroma (sabor). Não é exagero afirmar o congestionamento de muita Ana Maria Braga no ar.


As opções de compra


As redes “fast food” [comida rápida], também conhecidas como lojas de conveniência, abertas 24h, se espalharam pelo centro e periferia das cidades, e oferecem conforto e diversidade de produtos. Citar todas as vertentes desta matriz demandaria páginas. Portanto, vamos nos restringir aos estabelecimentos mais populares e com expressiva fatia de mercado.


Essas lojas oferecem desde refeições rápidas e cafezinhos a compras de última hora. Há correntes de pensadores que as colocam como sinônimo de vida estressante, crítica essa iniciada no século XX. Seguindo o slogan “tempo é dinheiro”, eles dominam parte do mercado de comida. Redes como SunKus, Family Mart, Lawson, Mini Stop, Seven Eleven, dentre outros, basta sair de casa para encontrá-los.

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Loja de conveniência aberta 24hs [Mini Stop]


O aparelho de microondas entra em cena e aquece os alimentos para consumo imediato. O cliente pode fazê-lo no carro, de pé defronte à loja, ou até mesmo escorado em sua bicicleta, veículo de locomoção bastante utilizado nas sociedades orientais. Acompanham talheres descartáveis, guardanapos, etc.


Na entrada destes estabelecimentos, uma série de lixeiras – que segue devidamente as orientações da política de reciclagem de lixo local - fica à disposição dos clientes que, ao término das refeições, depositam as embalagens ali mesmo, separando-as adequadamente.


Nessa lógica, atuam outros estabelecimentos comerciais como as casas de Lãmen [macarrão], grupo Yoshinoya, Sushi-a e os Hokka Hokka, todos especializados em comidas rápidas onde os pratos são preparados na hora. Popularizam-se pela praticidade e a oferta de cardápio variado e preços populares. Também aceitam encomendas para viagem e alguns entregam em domicílio. A mesma praticidade é atualmente adotada por restaurantes brasileiros com entregas de marmitex, “obentô”, em casa e em locais de trabalho.

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Hokka Hokka, diversificada oferta de comida rápida


A tradição consumista se estende até as lojas de Riako Yene [custo 100 yene], são similares às lojas (R$ 1,99) do Brasil, onde se encontra quase de tudo. Apesar da oferta restrita de alimentos - não prestam serviços de aquecimento – é possível comprar salgados, doces, bebidas, temperos, ou seja, produtos para degustação rápida e ingredientes para preparo de refeições caseiras.


No país da robótica, não pode faltar às máquinas de venda de comidas e bebidas. Espalhadas por todo canto, compra-se refrigerantes, sucos, água, chá, lanches e diversos outros tipos de pratos nessas engenhocas. Muitas delas concentradas dentro de fábricas, universidades, enfim, locais públicos em geral.

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Máquinas de refrigerantes e sorvetes


As lanchonetes e restaurantes brasileiros também possuem sua fatia de mercado. Com cardápios bem mais atrativos ao nosso paladar, além do serviço à “la carte”, comidas prontas, nos finais de semana vendem frango, costela, cupim, linguiça, e outros assados. Consumidos também por japoneses que aos poucos estão descobrindo as delícias da culinária verde amarela.


Não faltam os tradicionais salgadinhos: coxinha, esfirra, pastel, kibe, enroladinhos e outros. E os lanches como X-salada, X-bacon, e outros, conforme ilustra a tabela de produtos e preços em foto. Concorrem com as lanchonetes brasileiras na categoria lanches, os grupos Mac Donalds, Doutor e os Mos Burger, sendo estes os de maior destaque.

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Tabela de preços [Lanchonete brasileira]


Em busca de conforto


Os restaurantes japoneses mais populares também caíram nas graças dos brasileiros. Localizados no centro ou na periferia, dentro de hipermercados ou isolados, e nas praças de alimentação de shopping center, oferecem variedades e facilidades. Ênfase nesta categoria para a rede Saizeriya, Cocos e Dennys. E ainda os populares Yakinikos, (churrascaria à moda japonesa).

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Yakiniko, praticidade e diversidade


Essas casas trabalham com ofertas em comum. No almoço ou jantar, por exemplo, o cardápio dispõe de pratos populares incluindo bebidas através dos balcões de Drink Bar – refrigerantes, sucos, café e tipos variados de chá. O cliente se serve à vontade em variedade e quantidade. Raramente encontra-se uma casa que restringe a oferta em um só copo.

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Preços populares e excelentes opções [Rede Saizeriya]


Neste perfil de casa, quase todas possuem área para fumantes e estes funcionam também como um atrativo. Mesmo em locais apertados, problema este crônico no Japão, fumantes e não fumantes convivem sem muitas restrições. Compartilham os mesmos espaços com os bebês de colo, crianças acomodadas em cadeiras apropriadas, adolescentes, adultos e idosos.


Os adultos bebem, comem e fumam quase que ao mesmo tempo. O que causa grande surpresa para os ocidentais, em especial àqueles que descendem de países aonde o tabaco vem sendo diuturnamente combatido pela sociedade e pelo poder público.

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Prato popular e área para fumantes


Nos Yakinikos, além do Drink Bar, proporciona balcão de frios, quentes, saladas e opções de carne de boi, frango, e porco fatiado ou cortado em pedaços. Cada mesa possui uma churrasqueira a gás onde o cliente assa as carnes selecionadas. O inconveniente deste tipo de casa é que a permanência é estabelecida por horário. Em média 1h e meia. Sobremesa, não falta. Sorvete, pudim, bolo e gelatina são os mais comuns.


Preço e qualidade


Apesar de populares, os pratos não perdem em qualidade e beleza. Os talheres, as louças e a disposição dos alimentos, seguem a tradicional arte oriental e não deixam de lado o bom gosto e o capricho. A quantidade é acompanhada pela qualidade e suficiente para uma pessoa se alimentar com baixo custo e satisfação.

 

Contudo, não vamos nos iludir. Estes preços podem ser considerados populares somente aqui, pois, no Brasil, o dinheiro daria para degustar um prato especial em qualquer restaurante de primeira linha ou mesmo em uma churrascaria ou pizzaria considerada de médio porte.
 

Blog
Salada mista
 
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Miss Nikkei 2009
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/07/2009 às 17:33:07
 
Daniela Nishikawa
Miss Nikkey 2008 - música, charme e beleza

Os preparativos para a realização do 8° Miss Nikkey 2009 estão intensos e para assistir o evento, basta doar um quilo de alimento não perecível. A promoter Daniela Nishikawa, espera arrecadar expressiva quantia de mantimentos. Segundo ela, as doações serão entregues às entidades sociais. O concurso acontece dia 19 de jul, em Komaki, 2-107, próximo a estação, no Komaki Shimin Kaikan, a partir das 10hs. Mais informações sobre o Miss Nikkey pelo tel. 090 3938 4146. Ou clique  www.missnikkey.com. Por sinal, um belo site. Vale à pena conferir!

Daniela Nishikawa
 
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Curtas e boas
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/07/2009 às 17:07:07
 

Brasil

Trabalhar menos não é um favor. É um direito.

“De 44 para 40 horas semanais. A comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar a proposta que prevê a redução em quatro horas da jornada de trabalho semanal aprovou a matéria hoje. É claro que ela tem um longo caminho pela frente – duas votações na Câmara e duas no Senado – antes de ser posta em prática. Mas a pressão de sindicatos e associações de trabalhadores tem sido grande e há chances dessa proposta de emenda constitucional (PEC) virar lei antes das eleições de 2010.

Vale lembrar que a última redução ocorreu há quase 21 anos, na Constituição de 1988, quando caiu de 48 para 44 horas semanais. Aos catastrofistas de plantão: saibam que o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) calculou que uma jornada de 40 horas com manutenção de salário aumentaria os custos de produção em apenas 1,99%”. (...). Portal Ig, blog do Sakamoto (30/06/2009).

Japão

Trabalhar mais é sinônimo de hora extra. É um dever.

As empresas japonesas, que exploram mão de obra através de jornadas de trabalho exaustivas, também adotam, em alguns setores, a estratégia de redução de horas ou dias de trabalho. Só que não por força do Direito, das leis, e sim por força do mercado e em nome da crise. Parte dos trabalhadores estão em casa, mas sem remuneração. Na semana, trabalha-se apenas dois ou três dias, nos demais, descanso.  

Protegidos por leis, mas nem todos conhecem as leis, alguns trabalhadores recorreram aos sindicatos, e recebem hoje, 75% do valor do dia “sem trabalho”. Sem os sindicatos, as estratégias de combate a exploração, mesmo garantidas por leis, raramente são cumpridas.  Ainda bem que os trabalhadores brasileiros, no Brasil, valorizam a importância de um sindicalismo ativo. Por aqui, somente a crise fez ressurgir, timidamente, as ações sindicais.

Salvo engano, as razões podem ser motivadas por outras circunstâncias. Maior jornada é sinônimo de melhores salários? Ou sinônimo de dever?

 
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