Meu perfil

Saito, Milton iniciou no jornalismo publicando coluna sobre cinema no Correio da Sorocabana de Presidente Prudente. Na cidade trabalhou no jornal O Diário, colaborou com a assessoria de imprensa da prefeitura divulgando releases sobre Cultura, atuou como colaborador da coluna social Nikkey News do Oeste Notícias e como repórter no programa TV Dicas, do Japão, exibidos pela IPC/TV, afiliada internacional da Rede Globo. Como membro do Ciate [Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador no Exterior] produziu releases para imprensa nacional e internacional. Publicou artigos no Espaço do Dekassegui do colunista social Sinomar Calmona do O Imparcial. É geógrafo licenciado, bacharelado e com mestrado pela Universidade Estadual Paulista de Presidente Prudente [UNESP]. Desenvolveu pesquisa no Japão que culminou na dissertação: “Japoneses aqui, brasileiros lá?: Uma leitura sobre (e dos) Dekasseguis.

Cristiane Nagafuti foi colunista social do jornal Oeste Notícias de Presidente Prudente produzindo a Nikkey News. No Japão a Nikkey News foi veiculada pelo jornal Folha Mundial.

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Brazilian Day: Consulado de Tóquio faz carteira para brasileiros
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 26/08/2009 às 07:28:38
 

O Consulado estará trabalhando exclusivamente para fazer gratuitamente a Cédula de Matrícula de Cidadão Brasileiro.

Arte: Câmara de Comércio Brasileira no Japão

O Consulado Geral do Brasil em Tóquio estará presente no IV Festival Brasil 2009, também conhecido como Brazilian Day, organizado pela Câmara de Comércio Brasileira no Japão (CCBJ). Nos dias 5 e 6 de setembro, o Consulado estará trabalhando exclusivamente para fazer gratuitamente a Cédula de Matrícula de Cidadão Brasileiro.

Esse documento começou a ser emitido neste ano pelo Consulado para facilitar a vida dos brasileiros. Pelo código de barras da Cédula de Matrícula de Cidadão Brasileiro, o Consulado verifica informações de todos os documentos dos brasileiros.

O vice-cônsul Marcos Torres de Oliveira explica que para solicitar um passaporte, por exemplo, basta levar a Cédula de Matrícula de Cidadão Brasileiro, duas fotos 5x7 e o passaporte anterior.

Para o Festival Brasil, o Consulado solicita aos brasileiros para levar cópia, se possível colorida dos seguintes documentos a fim de providenciar a Cédula de Matrícula do Cidadão Brasileiro:

Passaporte,
Gaijin Touroku,
Certidão de Nascimento,
Certidão de Casamento,
Certificado de reservista
Título eleitoral
RG
CPF

Esses documentos serão conservados em arquivo eletrônico e o cidadão não mais precisará reapresentá-los no futuro. A barraca do Consulado estará funcionando ao lado da barraca da CCBJ, perto do palco de shows do Parque Yoyogi.

O Festival Brasil tem o patrocínio da Mitsui & Co., Ltd., do Banco do Brasil, da Petrobras, da Vale, da TV Globo Internacional, da Nippon Fruit Juice/Citrosuco, da American Air Lines, da Sumitomo Corporation e apoio da Embaixada do Brasil.

IV Festival Brasil

Realização: Câmara de Comércio Brasileira no Japão
Data: 5 e 6 de setembro, das 11h às 19h
Local: Parque Yoyogi, Tóquio
Homepage: www.festivalbrasil.

Entrada franca
 

Participação: Brazilian Day
 
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Toyota inicia obras da fábrica de Sorocaba
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 24/08/2009 às 05:27:47
 


O início da operação da nova fábrica está programado para 2011, com a geração de cerca de 2.500 empregos diretos e 12 mil indiretos...

Crédito: Emerson Ferraz/Secom

 

A montadora de veículos japonesa Toyota iniciou nesta quinta-feira (20) a montagem do canteiro de obras referentes à construção de sua fábrica em Sorocaba. Localizada no final da Avenida Itavuvu, na Zona Norte, a empresa será a âncora do futuro Parque Tecnológico de Sorocaba, ponto para a atração de empresas com bases no desenvolvimento de novas tecnologias. A Toyota deve produzir cerca de 150 mil veículos por ano e gerar cerca de 17 mil empregos diretos e indiretos, em um investimento de mais de R$ 1,6 bilhão.


Na região onde se encontra o canteiro de obras da Toyota pode-se notar a movimentação de caminhões, tratores e equipamentos para os serviços de terraplenagem. O terreno onde a empresa está se instalando tem área de 3,7 milhões de metros quadrados. O início da operação da nova fábrica está programado para 2011, com a geração de cerca de 2.500 empregos diretos e 12 mil indiretos, incluindo a instalação de empresas satélites em Sorocaba e cidades da região.


A Secretaria de Desenvolvimento Econômico destaca que, apesar de ainda não ter mantido contato com a Toyota, o começo dos serviços para a construção da fábrica comprovam que Sorocaba continua crescendo com qualidade e atraindo novos investimentos, além de marcar o início das atividades do Parque Tecnológico. Cada vez mais, a geração de novas tecnologias representa uma parcela importante no crescimento econômico internacional. Com a crescente migração de investimentos estrangeiros para o Brasil, o Parque Tecnológico será fundamental na atração destas empresas para Sorocaba e região, marcando uma nova etapa de desenvolvimento.


Um dos projetos considerados prioritários pela Prefeitura de Sorocaba no Planejamento Estratégico Municipal, o Parque Tecnológico vai funcionar como um centro de pesquisas, destinado a empresas que buscam o desenvolvimento de avançadas tecnologias. Implantado em parceria com o Governo do Estado, ele ocupará uma área de 20 milhões de metros quadrados na Zona Norte, nas proximidades da rodovia Castello Branco.


Além de várias outras empresas, o Parque Tecnológico abrigará campus de universidades voltadas à área tecnológica como, por exemplo, a Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec), Universidade de Sorocaba (Uniso) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).


Prefeitura de Sorocaba
Fonte: Secretaria de Comunicação 21/08/2009

 

 
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Colaboradores do blog em festa...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 23/08/2009 às 11:38:11
 

Aniversário entre amigos

Leandro Xavier e Tiemy Saito recepcionam amigos

O professor Leandro Gabão Xavier e a namorada Tiemy Saito, organizaram neste domingo (23), uma cerimônia para comemorar o aniversário de Leandro. A recepção aconteceu no apartamento do casal, em Suzuka (Mie), com a presença de amigos.

Leandro e Tiemy, além de amigos e profissionais da área de educação, são assíduos colaboradores do blog. Leandro postou no dia 20/06 um roteiro de viagem para a Coreia do Sul ilustrado com fotos e dicas importantes para a realização deste passeio turístico.

Leandro: o primeiro pedaço do bolo para a namorada Tiemy

Tiemy Saito colaborou com o blog na tradução e postagem da matéria: (Japão: pescadores em baixa, museu em alta), em 13/07. Ele é natural de Salmourão (SP) e ela de Campo Grande (MS). Parabéns ao casal de professores pela simples e agradável recepção.
 

Leandro serve os convidados: Aiko Nakano, Yoti Nakano (Will) e Fábio Idenaga
 
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Fotografia: aspectos do Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 21/08/2009 às 04:44:26
 

O Japão pelas lentes de Karina...

Karina Funayama: transformando o sonho em realidade

A fotógrafa Karina Hanako Funayama, 16 anos, reside na cidade de Yokkaichi (Mie), e atualmente cursa o 2º ano do Ensino Médio na escola “Nikken/Objetivo” da cidade.

O interesse pela arte da fotografia vem desde a infância, mas começou a fotografar com 14 anos, assim que ganhou a primeira câmera fotográfica. As fotos, conta Karina, “tinham como propósito eternizar momentos e imagens do cotidiano pessoal”.

Assim que completou 15 anos, ganhou uma câmera semiprofissional: Canon modelo (EOS – Kiss - x2). Utilizando essa câmera passou a trabalhar melhor as fotos e cresceu a motivação para fotografar temas diversos ligados a natureza e ao Japão. Conheça o trabalho de Karina Funayama:

*Por Karina Funayama – Temas diversos:

Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama
Crédito: Karina Funayama

Contato/Karina: mailto: s2.kahzynha@hotmail.com

Mais fotos: www.flickr.com/photos/kaaaah

 
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Supletivo 2009: Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 21/08/2009 às 03:13:44
 

Inscrições até 31/08

São raras as opções de estudo para quem reside no Japão. E as dificuldades se acentuam quando a jornada de trabalho aumenta. Mas hoje, diante de tantas incertezas, o importante é se qualificar para o mercado de trabalho cada vez mais exigente. E a única forma para se livrar de vez desta situação é estudar e estudar.

No ano passado lecionei às disciplinas de geografia, história e ciências sociais para os candidatos inscritos no Curso Supletivo 2008. A experiência, além de gratificante, mostrou que nada é impossível. Os alunos aprovados ampliam as perspectivas para continuar os estudos. Ou seja, nunca é tarde.

Os exames para o Curso Supletivo 2009 serão realizados nas províncias de Gunma, Shizuoka, Nagoya, Kanagawa, Tochigi e Tóquio. O limite mínimo de idade para inscrição no Ensino Fundamental é de 15 anos e, para o Ensino Médio 18 anos. E as inscrições se encerram no dia 31/08.

Mais informações sobre datas dos exames, locais das provas e inscrições:

Datas de aplicação


Ensino Fundamental - 24 de Outubro de 2009


Ensino Médio - 25 de Outubro de 2009


Locais das Provas


Província de Gunma:
Local: Instituto Educacional Gente Miúida
21 Oaza Furugori, Oizume-machi, Oura-gum, Gunma-Ken, 370-0536


Província de Shizuoka:
Local: Hamamatsu Gakuin University – Nunohashi Campus
432-8012 Shizuoka-ken, Hamamatsu-shi, Naka-ku, Nunohashi
3-2-3 (acesso: ônibus n.º 1 no terminal da saída norte da Estação JR Hamamatsu – linha Kanzanji – e descer no ponto "Hamamatsu Gakuin Daigaku")


Província de Nagoya:
Local: JICA Chubu International Center
453-0872 Aichi-ken, Nagoya-shi, Nakamura-ku, Hiraike-cho
4-60-7 (acesso: 10 min. a pé da estação JR Nagóia ou 3 min. a pé da estação Sasashima Raibu – linha Aonami, que parte da estação de Nagóia).


Província de Kanagawa:
Local: Escola de Disciplina de Menores de Kurihama
3-12-1 - Nagase - Yokosuka-shi, Kanagawa-Ken
Tel.: 045-239-0826


Província de Tochigi:
Local: Penitenciária de Kurobane
1466-2 - Sabui - Otawara-Shi, Tochigi-Ken
Tel.: 0xx-324-0246


Província de Tokyo:
Local: Penitenciária de Fuchu
183-8523 – Tokyo-to Fuchu-shi Harumi-cho 4-10


*As provas a serem realizadas na Penitenciária de Kurobane, na Penitenciária de Fuchu e na Escola de Disciplina de Menores de Kurihama, destinam-se somente a brasileiros internos nestas instituições.

Fonte: Portal Educacional do Estado do Paraná – Departamento de Educação e Trabalho

Outras informações:

Consulado Geral em Tóquio: E-mail: mailto: consbras@gol.com

Consulado Geral em Nagoia: E-mail: mailto: cgnagoya@gol.com

Inscrições online:
celepar7.pr.gov.br/exame/inscricao/procedimento_inscricao.asp 

 
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Recado: Blog Unesp vestibular 2010
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 20/08/2009 às 13:24:59
 

Vestibular 2010: Unesp cria blog para tirar dúvidas dos vestibulandos

Blog da Unesp (Foto: Reprodução)

Com inscrições abertas para o processo seletivo de 2010, a Unesp – Universidade Estadual Paulista inova e cria um blog para os candidatos tirarem dúvidas. O prazo de inscrições para o vestibular começa no dia 8/9 e vai até 2/10. Serão oferecidas 6.394 vagas no vestibular 2010.

Informações sobre o vestibular Unesp 2010:
Blog:
www.vunesp.com.br/blogunesp/

 
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Seu Jorge, escolhido como melhor cantor...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 20/08/2009 às 03:38:51
 

Mayume: a marcha da tietagem

Cedida
O cantor Seu Jorge ladeado por Mayume e pelo primo em Minas Gerais

O cantor e compositor Seu Jorge, que recebeu o troféu na categoria de melhor cantor durante a realização do 16° Prêmio Multishow de Música Brasileira, na noite de terça-feira (18), no Rio de Janeiro, esteve em Minas Gerais onde realizou uma turnê de shows.

E a nossa querida amiga Mayume, filha do cantor e jornalista Calmon Atualpa Viana, esteve nos camarins do artista para registrar o momento.
 

 
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Moda: do ponto de vista do bom gosto e da estética
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/08/2009 às 12:30:56
 

Fashion Day Komaki

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Rodrigo Noda, presença garantida no Fashion Day Komaki

O cabeleireiro Rodrigo Akira Noda Souza, participa dia (06/09) do “Fashion Day Komaki” (Aichi), organizado pelo cabeleireiro Marcos Sabanaé.

O evento tem como objetivo antecipar estilos de penteados, roupas e maquiagens da moda no Japão. Um momento eclético e estético de moda, do ponto de vista do bom gosto e da estética. Rodrigo se destaca por conhecer hábitos e costumes dos jovens japoneses, fruto de uma convivência cultural de 12 anos de estudos em escola japonesa (9° série do “Shugako”), equivalente a 8° série do ensino fundamental II do Brasil.

O cabeleireiro se especializou em penteados após realizar cursos no Brasil e no Japão. Há quatro anos exercendo a profissão dentro do grupo “Stillus Tika”, trabalha hoje no salão de Suzuka.

O londrinense afirma que "conhecer o comportamento dos jovens japoneses motiva bastante a participação no evento". E exemplifica a tese cedendo para o blog algumas fotos que ilustram experiências e tendências que fizeram e ainda fazem a cabeça dos japoneses.
 

Cedida
Penteado: Rodrigo Noda
Cedida
Rodrigo: estilo e elegância
Cedida
Rodrigo, querido pelas japonesas
Cedida
Estilo japonês cativa Rodrigo
Cedida
Momento Fashion
Cedida
Flores ornamentam penteados
Cedida
Beleza e charme
Cedida
Irreverência e beleza
Cedida
Estilo e moda
Cedida
Ensaios: Rodrigo
Cedida
Rodrigo Fashion
Cedida
Moda in Japan
 
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Campanha de solidariedade no IV Festival Brasil
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 18/08/2009 às 04:21:45
 

As pessoas que fizerem a doação, vão concorrer a prêmios sorteados durante o festival.  

Divulgação
Samba Show final do concurso Miss Garota Brazilian Day, bandas brasileras e encerramento em ritmo de Carnaval.

Solidariedade. Este é o tema deste ano do IV Festival Brasil, evento também conhecido como Brazilian Day, sendo organizado pela Câmara de Comércio Brasileira no Japão (CCBJ). Consciente dos problemas econômicos pelos quais alguns dos brasileiros estão enfrentando no Japão, a CCBJ realizará uma campanha de solidariedade. Durante o festival, que acontecerá nos dias 5 e 6 de setembro, em Tóquio, a entidade estará aceitando doações de alimentos não perecíveis. Os produtos serão destinados ao Fundo Comunidade Brasileira, da Embaixada do Brasil.

Alimentos não perecíveis

Divulgação
Banda Vio Ray

As pessoas que fizerem a doação, vão concorrer a prêmios sorteados durante o festival. A CCBJ terá uma barraca montada perto do palco de shows do festival, localizado no Parque Yoyogi, e aceitará exclusivamente doações de alimentos não perecíveis.

O Fundo Comunidade Brasileira tem como objetivo ajudar projetos para manter brasileiros no Japão. A diretoria da CCBJ participa do fundo desde o início da criação. Neste ano, o fundo já fez doação em dinheiro e em alimentos ao programa Reforço Escolar, do Grupo Betânia, da Igreja Católica de Hamamatsu. A CCBJ agradece antecipadamente a todos que colaborarem para esta iniciativa a fim de ajudar a comunidade brasileira.

Barracas

Petrobras
Festival Brasil 2008 (Crédito: Petrobras)

Conforme previsto pela Comissão Organizadora do Festival Brasil, as inscrições para expositor de barraca de alimentos e de produtos e serviços foram encerradas. Embora haja mais empresas interessadas, a CCBJ não está mais aceitando inscrições. O sorteio das barracas foi adiado para o dia 7 de agosto, na Embaixada, às 14 horas.

A CCBJ agradece a todos os expositores por apoiar esta iniciativa, que tem por finalidade divulgar o Brasil aos japoneses e promover intercâmbio entre os dois países.

IV Festival Brasil / Brazilian Day in Japan

Realização: Câmara de Comércio Brasileira no Japão
Data: 5 e 6 de setembro, das 11h às 19h
Local: Parque Yoyogi, Tóquio
Homepage: www.festivalbrasil.jp

Petrobras
Festival Brasil 2008 (Crédito: Petrobras)

Entrada franca

Crédito: Media Brazil
Festival Brasil 2008 (Crédito: Media Brazil)
Crédito: Mônica Murakami
Festival Brasil 2008 (Crédito: Mônica Murakami)
Divulgação
Jhony Sasaki
Divulgação
Serginho Groisman
 
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Workshops de Capoeira no IV Festival Brasil
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 18/08/2009 às 03:53:48
 

Os workshops serão gratuitos e abertos a qualquer pessoa que tenha interesse em conhecer o que é a capoeira, sua tradição e movimentos básicos.

A Embaixada do Brasil em Tóquio, em cooperação com os grupos "Regional Tempo" e "Angola Pelourinho", organizará, durante o IV Festival Brasil, workshops de introdução à capoeira.
Os workshops serão gratuitos e abertos a qualquer pessoa que tenha interesse em conhecer o que é a capoeira, sua tradição e movimentos básicos.

É a seguinte a programação dos workshops:

Christian Knepper
Crédito: Christian Knepper (Workshops de introdução à capoeira)

Sábado, 5 de setembro
Capoeira Angola com Mestre Moraes, do Grupo Angola Pelourinho (Salvador)
11:30 – 12:15 hrs: Workshop para adultos (Turma A)
12:30 – 13:15 hrs : Workshop para crianças (Turma B)

Domingo, 6 de setembro
Capoeira Regional com Mestre Tony, do Grupo Regional Tempo (Salvador)
Turma C - 11:30 – 12:15 hrs: Workshop para adultos (Turma C)
Turma D - 12:30 – 13:15 hrs : Workshop para crianças (Turma D)

As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 15 de agosto, pelo e-mail "eventos@brasemb.or.jp ". Ao enviar sua inscrição, favor inserir como título "Inscrição para workshop de capoeira" e informar nome completo, idade, nacionalidade e telefone de contato, bem como de qual turma deseja participar. As vagas para cada workshop são limitadas a 40 pessoas.

Workshops de Capoeira no IV Festival Brasil
Data: 5 e 6 de setembro de 2009
Local: Palco principal da Praça de Eventos do Parque Yoyogi, Tóquio
Organização: Embaixada do Brasil em Tóquio
Co-organização: Grupo de Capoeira Regional Tempo, Grupo de Capoeira Angola Pelourinho
Patrocínio: Ministério das Relações Exteriores do Brasil
Apoio: Comitê do Festival Brasil 2009

Mais informações: Setor Cultural e de Divulgação da Embaixada do Brasil (telefone: 03 3405-5844; e-mail: eventos@brasemb.or.jp).

O que é a capoeira?

No século XVII, grande número de escravos negros foram trazidos da África para os portos da Bahia, na região nordeste do Brasil. Juntamente com os escravos, chegou a cultura do oeste africano, dentro da qual se incluíam formas nativas de combate corpo-a-corpo que supostamente compõem os primórdios da capoeira atual.

Com o intuito de protegerem-se dos maus-tratos impostos pelos senhores, os escravos empenharam-se em adquirir maestria nestas lutas corporais. Este parece ser o ponto de partida da imagem da capoeira como uma "luta de pernas para o ar apoiando-se nas mãos e golpeando com os pés, para suplantar as inconveniências dos pulsos algemados".

Como a prática de qualquer luta era punida com a pena de morte, os escravos dissimulavam-na em forma de dança, mesclando com a música para dar-lhe a aparência de dança folclórica. Assim nasceu a capoeira.

Em 1937, a capoeira foi legalizada, tendo desde então alcançado notável desenvolvimento. Foi de tal forma aprimorada que o Presidente Getúlio Vargas chegou a qualificá-la como o verdadeiro esporte nacional do Brasil.

Hoje, a capoeira, mistura de luta, jogo, dança e música, é reconhecida como patrimônio imaterial da cultura brasileira, e é praticada por dezenas de milhares de pessoas no mundo inteiro.

Perfil dos convidados

Grupo de Capoeira Regional Tempo – Mestre Tony

capoeira-jp.com

Antônio Rodrigues Nogueira Filho – Mestre Tony
Nasceu na Bahia em 1964. Aprendeu de Mestre Bimba e Mestre Vermelho 27. Promovido a mestre em 1994, fundou o Grupo de Capoeira Regional Tempo. Em 1995, realizou demonstrações de capoeira em Roma, a convite de Rita Silva e Paulo Bianca e, desde 2007, dedica-se à difusão da capoeira na Itália. Tem visitado o Japão todos os anos, desde 2003.

Grupo de Capoeira Angola Pelourinho – Mestre Tony

www.gcap-j.com/

Pedro Moraes Trindade – Mestre Moraes
Nascido em Salvador, em 09/02/1950.
Aos oito anos, iniciou a prática da capoeira Angola sob o Mestre Pastinha, tendo posteriormente sido orientado pelo Mestre João Grande. Mudou-se para o Rio de Janeiro e, em 1980, fundou o Grupo de Capoeira Angola Pelourinho – GCAP. Regressou a Salvador dois anos depois, dedicando-se à difusão da Capoeira Angola.

Tem sido convidado a participar de diversos eventos de capoeira, empenhando-se em transmitir sua arte aos aficionados de todo o mundo.


 

 
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Shows ao vivo no IV Festival Brasil em Tokyo
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 18/08/2009 às 03:16:20
 

Brazilian Day in Japan

A Câmara de Comércio Brasileira no Japão (CCBJ) vai realizar o IV Festival Brasil 2009, também conhecido como Brazilian Day in Japan, nos dias 5 e 6 de setembro, no Parque Yoyogi, em Tóquio. O objetivo do evento é divulgar a cultura, culinária, produtos do Brasil, além de estreitar os laços comerciais ou culturais com o Japão. Para isso, a Comissão Organizadora está preparando programação de shows para agradar os japoneses, brasileiros e estrangeiros em geral. Será uma grande festa de confraternização.

Programação: sábado 5/9

Nigth Café
Final do Concurso Miss Brazilian Day

No sábado, a programação de shows começa com workshops de capoeira organizado pela Embaixada do Brasil, Grupo Regional Tempo e Grupo Angola Pelourinho. O mesmo vai acontecer no domingo. Outras atrações serão o Grupo de Dança Bahia Viva, Banda Novo Tempo e o cantor de samba Chiquinho, que já participou de programas de televisão do Japão. Na mesma data, haverá a final do Concurso Miss Brazilian Day, com garotas vindas de várias partes do Japão. O evento estará terminando com show de samba em ritmo de Carnaval.

Programação: domingo 6/9

Thiago Chediak
Jammil e Uma Noites é música baiana turbinada. Mistura ska, rock, reggae com samba reggae, afro music e atitude. A banda vem de Salvador especialmente para o evento.

No domingo, a grande atração será a Banda Jammil e Uma Noites, com estilo musical que mistura reggae, samba, afro music e rock. É uma das bandas mais requisitadas em carnavais fora de época no Brasil e tem sucesso garantido no Carnaval de Salvador. Os cantores vêm especialmente da Bahia, em Salvador, para o festival. No mesmo dia, se apresentam a Banda Via Brasil, com estilo MPB, samba e axé e a Batucada de Hamamatsu, um dos principais grupos de samba no Japão. O apresentador da TV Globo Internacional, Serginho Groisman, vem especialmente do Brasil para a terceira vez no Brazilian Day.

Serviços ou produtos

O festival também terá cerca de 50 barracas de alimentos, produtos e serviços. O público poderá se deliciar com a comida típica brasileira como churrasco, caipirinha, sucos tropicais, frango assado, feijoada, etc. Na parte de serviços ou produtos, haverá oportunidade de comprar roupas, calçados e bijuterias do Brasil.

Campanha de Solidariedade

A CCBJ agradece a todos antecipadamente por esta oportunidade em promover um dia tipicamente brasileiro em Tokyo. A entidade pede a colaboração de todos para ajudar na Campanha de Solidariedade que será promovida durante o festival. A entidade estará aceitando doações de alimentos não perecíveis. Os produtos serão destinados ao Fundo Comunidade Brasileira, da Embaixada do Brasil. As pessoas que fizerem a doação, vão concorrer a passagens aéreas ao Brasil entre outros prêmios sorteados durante o festival.

O Festival tem o patrocínio da Mitsui Bussan, do Banco do Brasil, da Petrobras, da Vale, da TV Globo Internacional, da Nippon Fruit Juice/Citrosuco da American Air Lines, da Sumitomo Corporation e apoio da Embaixada do Brasil.
 

 
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Shirakawa-go, em Gifu, a cidade-irmã de Campinas (SP)
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 14/08/2009 às 07:47:20
 

Por Ana Suzuki

Cedida
Velha Aldeia do Japão

Meus queridos passageiros, (Trem das Onze)

Há vários séculos, no início do período Heian, samurais derrotados fugiram com seu clã e servidores para locais de difícil acesso, entre as montanhas, formando aldeias que hoje são um patrimônio histórico e motivação para o turismo.

Cedida
A madeira dura cerca de 250 anos, de modo que a aldeia inteira é uma reconstrução. Coberturas de palha duram pouco e mutirões são organizados para refazê-los.

A aldeia que lhes estou apresentando fica em Shirakawa-go, província de Gifu (cidade-irmã da minha cidade, que é Campinas-SP). A sugestão foi de nosso amigo José Henrique.

Cedida
Shirakawa-go (Aldeia do Japão)

Mesmo nos dias de hoje, aldeias assim são de difícil acesso. Mas não para o nosso trem, que é mágico, cósmico, etéreo (e abelhudo).

Cedida
Periodicamente os telhados têm que ser refeitos

Um abraço, Ana Suzuki. Meu e-mail, para quem não pertence ao grupo de viajantes sonhadores, é anasuzuki@bol.com.br.

Cedida
Detalhes: encaixes

Você que é dekassegui, vinculado ao Uniol, se souber mais me ensine. Gosto de aprender.
 

Cedida
Sem prego nem parafuso. Só encaixes e cordas
Cedida
Detalhes internos (madeira)
Cedida
Decoração típica em Tokonoma (Recuo) e aquecedor primitivo
Cedida
Artesanato local
Cedida
Detalhes: cobertura e artesanatos
Cedida
Interior da residência: portas com papel washi
Cedida
Visão de dentro para fora: jardim oriental
Cedida
Plantação de arroz
Cedida
Visão parcial (Aldeia Shirakawa-go, Gifu)
 
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Escola japonesa contrata
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 12/08/2009 às 14:49:50
 

Trabalho voluntário reconhecido

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Da esq. para direita as alunas Mayrla e Pamela ladeam a professora Beatriz

A professora Beatriz Oka foi contratada essa semana pela Prefeitura de Kameyama (Mie), para prestar auxílio às crianças brasileiras das escolas japonesas do município. Ela que foi demitida no início do ano, após nove anos lecionando em uma escola brasileira afetada pela crise, teve o trabalho voluntário reconhecido pelo secretario de educação.

O salário, diz a professora, é superior aos valores médios pagos aos professores das escolas brasileiras. O trabalho, explica Beatriz, será auxiliar as crianças brasileiras na adaptação do ambiente escolar japonês. Além de assistir as crianças, Beatriz programa uma série de visitas para as famílias dos alunos que estão fora das escolas. O objetivo é convencê-los a retomar os estudos.

Uma histórica conquista, segundo a professora, que desde o mês de abril prestava serviços para essas mesmas escolas na condição de voluntária. O trabalho surtiu efeito e, como reconhecimento, o secretário da pasta optou por contratá-la. A iniciativa de Beatriz abriu precedente para outra vaga, que também será preenchida por outra brasileira devido à intensa demanda de alunos.

 

 
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Terremoto afeta sistema educacional
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 11/08/2009 às 15:43:04
 

Por Milton Saito

Mundo Novo: em cima da hora

Logo após o poste do artigo "Educação: tendências e debates", recebi um telefonema da diretora Ilma Tokunaga, da escola “Mundo Novo”, de Kakegawa, (Shizuoka). Imaginei que o assunto fosse o terremoto que sacudiu aquela e outras regiões na madrugada de hoje (10/08). E acertei. Especificamente ligou para falar sobre o terremoto (...); mas o que atingiu e desmoronou a proposta pedagógica da escola "Mundo Novo".

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
Escola Mundo Novo (Kakegawa/Shizuoka)

A escola sofreu um abalo financeiro, o que motivou Ilma a elaborar um projeto de parceria com a Prefeitura de Kakegawa. A proposta foi aceita, mas com algumas restrições. A escola possui alunos que cursam o ensino fundamental (I e II), e o ensino médio. Além das disciplinas da grade estabelecida pelo Ministério de Educação (MEC), a escola ministra aulas de japonês para os alunos.

Restrições

E é neste ponto que as restrições foram impostas. Segundo Ilma, convocada para uma reunião a qual não dispuseram tempo algum para ouvi-la, os representantes da secretaria de educação da prefeitura estabeleceram o contrato de parceria delineando as seguintes restrições para viabilizar o projeto pedagógico:

Primeira: a escola deve ministrar apenas 3 horas/aula diária, sendo 2 horas/aula para o ensino de japonês e apenas uma para o ensino de português.

Segunda: as disciplinas (geografia, história e outras básicas), estabelecidas pelo MEC, devem ser excluídas da grade. E após seis meses de aula de japonês, os alunos devem ser transferidos para a escola japonesa.

Terceira: os professores de português receberão ¥ 2 mil por hora/aula e os professores oferecidos pela prefeitura para lecionar japonês receberão ¥ 3 mil. Detalhe: a prefeitura não encontra docentes nativos para assumir o cargo.

Dentre as exigências também destacou a necessidade de apresentar relatório a cada seis meses expondo minuciosamente à evolução do projeto.

Em troca, a prefeitura se compromete em arcar com as despesas de funcionários, aluguel do prédio, e despesas básicas de água, energia e gás. Prefeitura e escola assumem ainda o desafio de ir de casa em casa em busca de crianças brasileiras financeiramente sem condições para estudar. Uma forma de beneficiá-las com o projeto de parceria.

A diretora afirma literalmente: “precisamos nos organizar e tomarmos uma atitude contra essas imposições, caso contrário, a educação brasileira sofrerá perdas qualitativas imprevisíveis”, avalia.

Estes procedimentos são indícios da futura e provável política de imigração já em ação. E o controle acirrado sobre os estrangeiros tem como meta conter problemas sociais que podem se intensificar em decorrência da crise. Um abalo sísmico que atinge diretamente a opção dos pais e das crianças, deixando-os sem possibilidade de escolha.

Toninho Horta (compositor, músico e cantor), é autor de uma música que ilustra bem essa realidade: “Era só começo nosso fim”. Autores: Toninho Horta, Lena Horta e Yuri Popov.

O prezado internauta avalia este contexto como uma situação normal? Que medidas tomar para evitar maiores danos para as crianças e para o sistema de educação dos brasileiros no Japão?
 

Blog do Saito e Cristiane Nagafuti
A diretora Ilma Tokunaga expõe projeto e dificuldades para o apresentador Jhony e para o diretor Jorge Nakamura (IPC/TV - Globo Internacional)
 
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Recado (dos) e para os internautas...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 11/08/2009 às 10:43:14
 

Consciência e cidadania

Toda manifestação que envolve consciência e cidadania merece espaço. Internautas preocupados com a situação política do Brasil remeteram para o blog informações que mostram o clima de indignação por parte de diferentes setores população em relação ao atual processo político envolvendo deputados e senadores.

Como parte dos leitores do blog reside no Japão, o blog universaliza tais informes com os internautas:

Manifesto enviado pelo ex-vereador de Presidente Prudente José Rocha:

Que vergonha...

A política nacional está decepcionando os brasileiros, ultimamente só temos nos deparado com um monte de sujeira no senado e câmara federal; “Tasso Jereissati-PSDB X Renan Calheiro-PMDB”, não esquecendo evidentemente do chefe da “maracutaia” o Coronel José Sarney, aliás, nos últimos 50 anos a nossa política tem sido vergonhosa. Será que não soubemos escolher nossos representantes? Ou será que a qualidade dos candidatos não tem sido boa?

Você tem cobrado seriedade do seu senador, do deputado federal e estadual? Faça isso, talvez nossa ausência possibilite a proliferação de políticos inescrupulosos.

Vamos povo, moralizar o poder legislativo, isso não pode acontecer, é muita falta de respeito. Temos que botar um fim nessa sujeira que se estabelece cada vez com maior intensidade, iniciando pelas câmaras municipais, estaduais e finalmente na maior casa legislativa do nosso país. Com muita preocupação...

Presidente Prudente, 10 de Agosto de 2009.

Enviado pelo escritor prudentino Lenine de Carvalho:
 

Lenine de Carvalho
O escritor e poeta Lenine de Carvalho manifesta indignação
 
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Educação: tendências e debates
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 11/08/2009 às 02:39:47
 

*Por Milton Saito

Preocupado com as novas tendências do sistema educacional brasileiro, José Antonio Moreno, geógrafo e advogado, comentou no blog problemas relativos à qualidade do ensino no Brasil. O blog amplia essa discussão e mostra algumas tendências do debate feito pela comunidade de brasileiras no Japão.

O compromisso por parte de algumas autoridades do setor com projetos universalizantes e qualitativos é moroso, o que torna o debate inesgotável. É práxis restringir o problema ao discurso sem apresentar resultados convincentes. A tônica serve para ambos países.

Arte - Reunião
Professor: o salvador da pátria

No Japão, as escolas brasileiras, devido à crise econômica, tentam se adaptar a nova realidade sem afetar a qualidade do ensino. Mas o desafio é grande. Boa vontade, por si só, não resolve. É preciso investir. E a receita das unidades sofreu um baque com a volta de muitas crianças para o Brasil. Ou seja, se nada for feito, o sonho de uma escola ideal pode se tornar pesadelo. E educação, sem envolvimento social, pode acarretar descaminhos.

Pedagogo faz críticas contundentes

Na semana passada, por exemplo, eclodiu como uma “bomba” por aqui a entrevista do pedagogo Carlos Shinoda, à revista “Alternativa”. A revista é uma das mais lidas pela comunidade de brasileiros. (Ed. 210, 30/07/09, pág. 24/28).

Shinoda declarou para a repórter Priscila Hayashi, de Nagoia: “quando a educação falha, não mata, mas aleija”. A publicação mostra que o pedagogo que vive a 17 anos no Japão, além de traçar um perfil da origem das escolas brasileiras, faz severas críticas ao rumo tomado pelas instituições de ensino.

Organizador do projeto Mutirão da Educação, entre 1995 e 1996, Shinoda conta que este “foi o primeiro passo em direção a criação das escolas brasileiras, mesmo não tendo sido criado com esse objetivo”. (...) “A proposta era ensinar português amparado por lei. Quem retornava para o Brasil, fazia um teste para ingressar no sistema educacional de acordo com seus conhecimentos. Mas isso despertou o interesse em ganhar dinheiro em cima da educação e muitas pessoas envolvidas no projeto decidiram criar as próprias escolas brasileiras, cobrando dos pais de ¥ 30 a ¥ 40 mil para oferecer o mesmo ensino, que antes era gratuito”.

Shinoda explica que “a partir de 1999, o Ministério da Educação (MEC) fez a primeira visita ao Japão e decidiu validar o estudo, acabando com o mutirão”.

Perguntado se a homologação foi uma conquista positiva para as escolas brasileiras, afirmou: “Muitas crianças chegam ao Brasil e não conseguem acompanhar a série que cursava no Japão, em escolas homologadas. Não há visitas periódicas para verificar se alunos de séries diferentes estão na mesma sala, se os professores são qualificados, se as aulas estão sendo dadas. Enfim, a homologação não garante a qualidade de ensino. Até hoje as escolas vêm fazendo experiências com crianças e acabamos criando aleijados. Porque quando a educação falha, ela não mata, mas aleija. São danos definitivos e dificilmente reversíveis”, afirma Shinoda.

Ele que é proprietário do Colégio Brasil-Japão tenta desenvolver uma proposta pedagógica cunhada pelo idealismo e confessa na entrevista que só consegue manter a escola aberta graças ao sócio. Ao fazer uma reflexão autocrítica, Shinoda avalia: “Eu já critiquei e falei muito, mas descobri que o idiota sou eu. Enquanto estou questionando, ninguém quer saber. Por isso tento salvar os poucos alunos que eu tenho aqui da melhor forma que posso. Mas abrir a escola só me comprovou de forma triste a má qualidade de tudo o que foi feito”.

O pedagogo afirmou também, com convicção, que as filhas que ficaram no Brasil não teriam concluído faculdade se as trouxesse para o Japão. E sobre o futuro das escolas brasileiras no país, opina: “Se a crise trouxe uma coisa positiva, foi o despertar. Nunca a educação esteve tão em evidência. Mas é preciso falar mais, discutir, entender e evitar que o processo continue piorando. Acredito na mudança, mas precisamos começar agora. Apesar de muita gente estar deixando o Japão, acredito que cerca de 71 mil crianças e jovens ainda estão aqui e não podem ser ignorados. O grande desafio hoje é assumir a responsabilidade por cada criança como se fosse seu filho e tentar mudar o futuro delas. Cabe aos líderes da comunidade, aos pais, ao governo e a cada um de nós, abrir os olhos para uma verdade: a educação é primordial e precisa ser revista”, conclui.

O desestímulo financeiro

O blog também detectou o crescimento de outra tendência: algumas escolas optam por uma política salarial que reduz o salário dos docentes. O fato ocorre principalmente nas unidades onde o orçamento é supervisionado por autoridades do setor de educação do governo japonês.

A escola brasileira recebe ajuda financeira, mas a secretaria de educação do município controla os gastos. E reajuste salarial, parece não se encaixar na planilha orçamentária, que tem como prioridade a contenção de despesas. Se isso perdurar, pode haver uma debandada de professores para as fábricas ou para o Brasil.

Arte: Cláudio
Arte: Cláudio

Já no Brasil, o governo do estado de São Paulo tenta amenizar as distorções com projeto inovador. Na semana passada as autoridades anunciaram novo projeto de política salarial para a categoria. A notícia publicada no blog mostra: o projeto prevê “que um professor da rede estadual tenha um salário de até R$ 7.000 e um diretor, R$ 8.000 --os valores são cerca do dobro que essas categorias atingem atualmente, depois de chegar ao máximo da carreira”. (Folha 03/08/09)

Arte: Fatene/edu.br
Arte: Fatene

E mais ainda: (...) “com a nova medida, os aumentos salariais dos professores --que são por tempo de serviço e aprimoramento de currículo-- passam a ser também por meio de provas, informa a edição de (03/08), da coluna de Mônica Bergamo da Folha”.

Sabe-se que essa medida, por si só, não resolve o crucial problema da qualidade no ensino. É necessário reduzir a jornada de muitos docentes, atualmente média de 30 hora/aula por semana, e possibilitar tempo para estudo e planejamento. Também é essencial possibilitar condições para o acesso dos professores nos cursos de pós-graduação. Sem essas conquistas, e não escrevo nada de novo, vamos continuar parado no tempo.
 

Arte: Nervo Corvo
Arte: Nervo Corvo
 
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Miss Brasil se diverte com candidatas ao Miss Universo
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/08/2009 às 17:06:03
 

Larissa Costa disputa com 84 candidatas; final será em 23 de agosto.
Elas fizeram passeio nas Bahamas e tiraram fotos com golfinhos.

Foto: Reunters/G1
Larissa Costa posa de biquíni em um parque das Bahamas onde as candidatas ao Miss Universo brincaram com golfinhos, quinta-feira (6). (Foto: Reuters)


Veja fotos de candidatas ao Miss Universo

Reuters e G1
Larissa Costa, à direita, posou ao lado de outras candidatas nas Bahamas. Eleita Miss Brasil em maio deste ano representando o estado do Rio Grande do Norte, ela disputa com outras 84 candidatas 15 vagas na final, marcada para 23 de agosto.
Reuters e G1
Larissa Costa (direita), a Miss Brasil 2009, e outras participantes do concurso brincaram com golfinho nas Bahamas. (Foto: Reuters)
Reuters e G1
Michelle Rouillard, Miss Colombia 2009, e Wang Jingyao, Miss China 2009. (Foto: Reuters)

 

Reuters e G1
Kristen Dalton, Miss Estados Unidos 2009. (Foto: Reuters)

Do G1, 08/08/09
 

 
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Oficina ensina criar livro desdobrável
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/08/2009 às 13:34:02
 

O uso do livro desdobrável permite também trabalhar com o conceito de interdisciplinaridade ensinando juntos História e Geografia

Olpae
Foto/Capa: Histórias de Armar, Contar e Brincar

 

O visual na vida contemporânea ganha cada vez maior importância, em razão da vanguarda da poesia concreta, nos anos 50 incorporado à literatura, à dimensão ótica do signo e ao cuidado artesanal com a diagramação. Todas essas são razões para que, ao refletirmos sobre a ilustração nos livros para crianças, esses passem, graças a ela, a constituir uma espécie de novo objeto cultural, onde o visual e o verbal se mesclam.

No caso específico, esta ferramenta pedagógica e complementar de ensino, como bem mostra a pesquisa de Marisa Lajolo e Regina Zilberman, em 2005, sobre a inclusão do visual, mais especificamente a interação com os manuseios do lápis de cor e do papel nas escolas brasileiras, possibilita o desenvolvimento psíquico e motor dos alunos.

“De um lado, a arte de contar histórias permite-nos adentrar nas reflexões sobre a aplicabilidade dos contos no contexto educativo, ao oferecer à criança-ouvinte valores psicológicos e afetivos, presentes nas estruturas das narrativas orais clássicas, já amplamente discutidos nos estudos científicos a esse propósito. De outro, atividades de construção – como as transformações feitas em folhas de papel – abrem-nos outros campos de prospecção de estudos acerca dos princípios educativos que vão consolidar nossa prática. Ao contar uma história, a exemplo de Um pra lá, outro pra cá, de Ana Maria Machado, podemos colocar em cima da mesa dois trens que se separam em dois trilhos, onde os professores trabalharão o aspecto psicológico dos filhos de pais divorciados, na faixa etária de 4 anos, a metáfora dos trens representa também a ruptura, tanto da separação, da perda ou morte. Vale notar o extraordinário trabalho rítmico da linguagem e a revisão de valores que a história propicia e, acima de tudo, a atualidade do texto”.


Recurso visual facilita o ensino de matérias


“O uso do livro, ou página desdobrável, permite também trabalhar com o conceito de interdisciplinaridade quando podemos ensinar História e Geografia discorrendo sobre a mudança de costumes na Amazônia, enfileiramos ao redor, a foto de um índio usando um notebook entre outros objetos que mostram a perda de identidade, a descaracterização dos costumes e valores dos indígenas, influenciados, catequizados e institucionalizados pelo homem urbano, para que a aula desperte a atenção e a curiosidade das crianças, sem ser pedante e pesada”, destaca Shirassu.

Assim, para a dinâmica tanto no ensino como na aprendizagem, a Oficina Literatura para Arte-Educadores (Histórias de Armar, Contar e Brincar) coordenada por José Rubens Shirassu, possibilita os recursos artístico-culturais no trabalho de professores e gestores da educação infantil, para que esta ferramenta reverta em benefício para as crianças, em seu cotidiano nas creches, escolas e pré-escolas.

Os participantes irão contar como material de apoio, estudo e consulta, a apostila Histórias de Armar Contar e Brincar, de 16 páginas ilustradas, onde Shirassu selecionou os textos mais representativos de Ana Maria Machado como Carneirinho, Carneirão, Um pra lá, outro pra cá. De Ziraldo, Além do Rio e O Bichinho da Maçã, além de ressaltar a importância de Monteiro Lobato como precursor da Literatura Infantil brasileira.

“O projeto se justifica por integrar a arte de contar histórias e as páginas desdobráveis de papel, pois, acredito ser um mecanismo bastante envolvente nos trabalhos positivos que se observam em Educação Infantil: a perfeita sintonia entre as páginas associadas as dobraduras, brinquedo (o instrumento) e brincadeira (o que se faz com o instrumento), como facilitadores de variáveis contributivas ao desenvolvimento das crianças. Caberá ao educador, em nome dos ideais mais acertados da Educação, além da constante análise de suas potencialidades, o estudo e a adoção de métodos que corroborem essa sintonia”. – afirma Shirassu.

Serviço

Oficina de Literatura para Arte-Educadores (Histórias de Armar, Contar e Brincar)
Coordenação:
José Rubens Shirassu

De 1 de setembro à 1 de outubro – toda terça e quinta-feira – das 18h30 às 21h30
Público-alvo: Interessados com conhecimento intermediário na área
Faixa-etária: a partir de 18 anos

Inscrições: De 1 a 31 de agosto
Local: Oficina Cultural Regional Timochenco Wehbi
Avenida Manoel Goulart, nº 2109, anexo 1, Vila Santa Helena, Presidente Prudente, SP

Fones: (***18) 3222-3693 e 3221-2959 – e-mails: timochencowehbi@hotmail.com e oficinacultural.pp@gmail.com
Funcionamento: De segunda à sexta-feira, das 9 às 18 horas e sábado, das 8 às 12 horas.
 

 
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A crônica como perenização do instante
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/08/2009 às 12:40:45
 

Escritor prudentino fotografa a alma dos acontecimentos

Divulgação
Foto/Clube dos Autores: Muito Macho na Cozinha (Capa)


Em comemoração aos seus 27 anos de carreira, Rubens Shirassu Jr., 48 anos, está lançando seu primeiro livro que se intitula Muito Macho na Cozinha e Outras Crônicas (70 páginas, Editora Clube de Autores, São Paulo). Uma coletânea de 25 textos, escolhidos pelo autor, publicados em jornais, suplementos, blogs e sites dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Brasília, e Rio Grande do Sul e do Norte.


Na opinião de Ronaldo Cagiano, escritor, poeta e crítico literário, “Rubens Shirassu Jr. integra essa pátria narrativa dos que se debruçam sobre a realidade, com seus pequenos dramas domésticos ou coletivos, onde co-habitam as alegrias e as frustrações e é tênue a fronteira entre a realidade e a fantasia, para fotografar a alma dos acontecimentos.

O corriqueiro ganha plasticidade

Divulgação
Shirassu reconhece um sentido de universalidade

Mergulha como um escafandrista na velocidade da vida moderna e (re)colhe suas histórias com profundo senso de humor, sem perder uma inflexão crítica e até um viés filosófico. É que o autor não cuida apenas de reproduzir o que vê ou sente, mas lhe confere um sentido de humanidade. O corriqueiro ganha sua plasticidade. O instantâneo, o transitório e o descartável são flagrados em meio ao burburinho da vida violenta, arredia, veloz e coisificada.


Em tudo, Shirassu reconhece um sentido de universalidade, ao mesmo tempo em que se oferece uma possibilidade de reflexão a partir de seus relatos, seja falando sobre um acontecimento em Presidente Prudente, uma notícia de televisão, um encontro fatal, uma abordagem sobre valores ou o vedetismo religioso e as seduções do vídeo, ou ainda uma cena cinematográfica – nada escapa à sua escritura percuciente e analítica, que nos dá pistas sobre um mundo cada dia mais etiquetado e subserviente aos fetiches.


Nos vinte e cinco textos enfeixados em Muito Macho na Cozinha e Outras Crônicas, Rubens Shirassu Jr. constrói um caleidoscópio de visões e sentidos sobre o tempo em que vivemos, pois capta, fixa e registra a memória do imponderável, do que é essencial e imperceptível, principalmente, nesse novo século e suas velhas manias. É ao mesmo tempo literatura e testemunho de uma geração”.

Cedida
Escritor, poeta e crítico literário, Rubens Shirassu Jr.


Rubens Shirassu Jr. em 1982, com o conto O Descobrimento de Augusto, classifica-se entre os 14 melhores do Estado de São Paulo (uma promoção do Senac e Editora Escrita). Cinco livros acabados: Cobra de Vidro (poemas,1991); Coolvap: A Expansão de Uma Empresa (biografia, 1993); Oriente-se - Manual de Procedimentos no Japão (1999); Religar às Origens (artigos e ensaios, 2002); Mais Molho e Menos Peixe (crônicas, 2004). Trabalhos publicados na imprensa do Brasil, que inclui São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e do Norte, Goiânia entre outros. Em 1999, seu texto Grafitti 2 é publicado na revista Edizzione Universum, de Triento, na Itália.
Clique... Muito Macho na Cozinha: clubedeautores.com.br/book/3375--
 

 
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Japão honra pela vida dos chineses forçados a trabalhar durante Segunda Guerra
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/08/2009 às 08:36:12
 

Chineses: 6.830 morreram com os trabalhos forçados

Blog Mega Construção
Muralha da China: três mil quilômetros de extensão e um dos maiores símbolos do país

É a primeira vez que se realiza no Japão um evento destas características, que coincidiu com o 60º aniversário do descobrimento dos restos de cidadãos chineses que trabalharam contra sua vontade em uma mina da província de Akita

Cerca de 300 pessoas participaram neste sábado em um ato para lembrar e honrar pela primeira vez os 6.830 chineses que morreram enquanto realizavam trabalhos forçados durante a Segunda Guerra Mundial em território japonês.


O serviço religioso em lembrança das vítimas foi realizado em um templo do bairro Sumida de Tóquio e a ele assistiram dois dos sobreviventes dos campos de trabalho japoneses durante o conflito e várias dezenas de cidadãos chineses e familiares das vítimas, informou a agência local "Kyodo".


É a primeira vez que se realiza no Japão um evento destas características, que coincidiu com o 60º aniversário do descobrimento dos restos de cidadãos chineses que trabalharam contra sua vontade em uma mina da província de Akita (norte do Japão).


Em algumas ocasiões anteriores foram realizados serviços religiosos separados em diferentes lugares do Japão para lembrar as vítimas.


Milhares de chineses morreram de desnutrição, cansaço ou doença numas 135 localizações espalhadas por todo o Japão durante a Segunda Guerra Mundial enquanto trabalhavam em regime de escravidão em minas de carvão ou estaleiros.

Divulgação
Monte Fuji: um dos maiores símbolos do Japão

Estadão/Efe 8 de Agosto 2009.
 

 
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Opinião: escolas devem consultar alunos sobre modelos de uniforme
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/08/2009 às 05:11:18
 

Uso obrigatório da vestimenta pode parecer autoritário.
Apesar de polêmicos, uniformes são práticos e mais econômicos.

(Foto: Arte/G1)
(Foto: Arte/G1)

Um dos aspectos sobre os quais escola e alunos nem sempre concordam é a utilização do uniforme. A primeira costuma exigir sua utilização, evitando exageros nas vestimentas e certa competição entre os estudantes. Além, é claro, de permitir que se reconheça um dos seus facilmente, principalmente em situações em que as atividades são extraescola.


Os alunos nem sempre veem isso com bons olhos. Principalmente quando vão crescendo e entram na adolescência. Querem ter liberdade para usar o que acham melhor e explorar a moda. Sentem a atitude da escola como sendo autoritária. E não deixa de ser. Existem escolas em que o aluno não entra sem a vestimenta adequada.


Há também, por parte dos alunos, a reclamação de os uniformes não serem muito bonitos: algo que as escolas poderiam resolver facilmente pedindo a opinião dos estudantes para as próximas “coleções”.

Benefícios

Apesar de polêmico, o uso de uniforme tem vantagens inclusive econômicas. Ele preserva muito as roupas da criançada. Geralmente é feito de um material mais resistente e prático de lavar. E ninguém vai reparar nas manchas de tinta em uma camiseta da escola, mas sim em uma comum. As mães sabem muito bem disso.

Além disso, o uniforme é uma forma de manter a unidade e a identificação de um grupo, o que vai de encontro a algumas necessidades da criança.


Quando as crianças entram na escola, costumam gostar de usar o uniforme da instituição. Por meio dele anunciam aos quatro cantos que já a frequentam. Estudar, para elas, é motivo de orgulho. Uma demonstração de que estão crescendo.


Outro detalhe importante é que o logotipo do uniforme indica a escola em que a criança estuda e, portanto, significa que ela pertence a um determinado grupo, algo de grande valor para ela. Os pequenos costumam dizer onde estudam com muito prazer, assim como falam de sua família.


Para o ser humano é fundamental ter referênciais, principalmente ao dar os primeiros passos na vida. É nessa fase que essas referências precisam ser muito claras.

Adolescência

Geralmente, são os alunos mais velhos que não gostam de usar uniformes, principalmente os adolescentes. Eles estão numa época em que contestam tudo, que procuram um modo próprio de ser. Estão em busca de novas pautas de identificação, fugindo de qualquer regra, principalmente aquelas que remetem à infância.


Muitas escolas, talvez se dando conta disso, já aboliram o uso do uniforme nos últimos anos do ensino médio. Respeitam o momento de seus alunos e os ajudam nessa passagem tão sofrida da infância para o mundo adulto. Não veem a atitude deles apenas como uma rebeldia sem sentido. Dão-lhes a possibilidade de exercitar um outro jeito de ser. Já não são mais crianças.


Os uniformes existem e acho que vão existir por muito tempo. Principalmente por seu lado prático e econômico. Compreendendo as diferentes fases pelos quais os alunos passam e criando um espaço democrático para sua escolha, todos poderão se dar bem com ele.

(Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)
G1 São Paulo – 06/08/09
 

 
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Aniversário fictício
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/08/2009 às 04:58:52
 

A força do Orkut

Arte: Pixton
Como a semana foi escassa de boas notícias, vamos festejar o aniversario fictício... (Foto/Arte: Pixton)

Agradeço as manifestações de feliz aniversário dos amigos do Orkut. No entanto, por uma questão de segurança, coloquei na página uma data qualquer. Contudo, agradeço o carinho manifestado! M. Saito
 

 
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Brasil: fatos da semana
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/08/2009 às 02:41:59
 

Sem palavras...

Amarildo
Arte: Amarildo (Gazeta/ES)
Senna (Jornal O Imparcial)
Arte: Senna (Jornal: O Imparcial de Presidente Prudente - SP)
 
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Nelsinho Baptista é o novo técnico do Kashiwa Reysol
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/08/2009 às 02:22:20
 

Missão difícil

Terceiro Tempo
Nelsinho Baptista (Foto: Terceiro Tempo)

A contração de Nelsinho Baptista como técnico do Kashiwa Reysol foi confirmada nesta sexta-feira (7), conforme informações do jornal Mainichi. Ele vai substituir o técnico Takahashi que foi afastado do clube.

A missão do novo técnico não será fácil, uma vez que o time ocupa a penúltima posição do campeonato nacional do J1 e corre o risco de rebaixamento pra a liga J2.

O brasileiro, de 58 anos de idade, já defendeu a Seleção Brasileira e atuou no Japão por quase cinco anos, vestindo a camisa de dois clubes, o Verdy Kawasaki e o Nagoya Grampus. Ele terá que aplicar 24 anos de experiência como técnico para manter o Kashima Reysol na J1.

Durante a passagem pelo Verdy Kawasaki, Nelsinho ajudou o time a se tornar bicampeão em 1994 e 1995 e, como técnico no Brasil, dirigiu três grandes clubes paulista: São Paulo, Corinthians e Palmeiras.

IPC online, 08/08/09 - Naomi Okano
 

 
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Crise continua a gerar "homeless" brasileiros
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 07/08/2009 às 13:16:57
 

Brasileiros desabrigados

Foto Carlos Cazalis
Homeless espalhados pelo Japão (Foto: Carlos Cazalis)

A crise continua afetando os brasileiros que vivem no Japão. Apesar de alguns índices econômicos divulgados pelo governo mostrarem pequenos sinais de recuperação, ainda está longe de gerar empregos para a comunidade brasileira.

A moeda japonesa continua valorizada frente ao dólar, situação desfavorável para as exportações, o que acaba prejudicando a produção nas fábricas, principal fonte de emprego dos brasileiros.

As filas nas Agências Públicas de Emprego continuam cheias de brasileiros em busca de serviço e de ajuda para subsistência.

Muitos brasileiros acabam dependendo do seguro desemprego para se manterem

A dificuldade de encontrar um emprego é maior porque o mercado de trabalho está cada vez mais exigente. Aqueles que conseguem uma vaga se sujeitam a ganhar menos e sem horas extras.

O seguro desemprego é limitado e muitos que não conseguem emprego, estão voltando para o Brasil com a ajuda que o governo japonês está providenciando de ¥300 mil. A estimativa é que mais de 4 mil e 200 pessoas já fizeram inscrição para receber essa ajuda.

Muitos preferem não entrar com o pedido, porque uma das condições é não voltar ao Japão durante o período de três anos, mesmo que esta escolha em alguns casos signifique se tornar um morador de rua.

A reportagem do Jornal IPC entrevistou na província de Aichi, dois
Brasileiros desabrigados. Veja o vídeo:
www.youtube.com/watch

Jornal IPC - 07/08/2009

 

 
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Malásia: Bedel obriga aluno a fumar 42 cigarros
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 07/08/2009 às 08:25:07
 

Segundo jornal malaio, punição foi adotada após cigarro e isqueiro serem encontrados em armário de adolescente de 16 anos.

Control
Aconteceu na Malásia

Um aluno teria sido obrigado a fumar 42 cigarros como punição por ter sido flagrado com tabaco em uma escola secundária na Malásia.

Segundo a imprensa local, outros estudantes e professores testemunharam a aplicação da pena por cerca de duas horas em um dormitório de estudantes na ilha de Pulau Tuba, no noroeste do país.


"Fui forçado a fumar quatro cigarros por vez até chegar a 42", disse o adolescente Mohd Alif Arifin, 16, ao jornal malaio New Straits Times.

A rigorosa medida foi tomada depois que cigarros e um isqueiro foram encontrados no armário do adolescente.

Segundo o jornal britânico The Times, o rigor foi ainda mais severo porque, até então, o garoto era um modelo de bom comportamento na escola.

Após a punição, o garoto, que mora com os tios, foi mandado de volta para casa. Eles perceberam que o menino tinha os lábios inchados. Quando souberam do episódio, deram queixa na polícia.

"Ele não pôde comer por cinco dias", disse a tia ao New Straits Times.

A escola já pediu desculpas à família, que aceitou o pedido. Uma autoridade educacional malaia confirmou que a punição não foi "apropriada" e que uma sindicância foi aberta no departamento de Educação para estudar possíveis medidas.

Em 2007, houve indignação junto à opinião pública da Malásia depois que uma professora obrigou quase 150 alunas a permanecer por uma hora dentro de um lago fétido e a passar a noite na chuva do lado de fora do dormitório, porque ninguém assumiu a culpa por entupir os canos dos banheiros.

Segundo correspondentes, uma forma de punir indisciplina nas escolas do país são palmadas com bastões de junco cobertos com sal.

G1 e BBC - 06/08/09
 

 
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À 0h, agentes fazem blitze para fiscalizar lei antifumo
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 07/08/2009 às 03:40:18
 

Lei antifumo entrará em vigor na madrugada; em ambiente enfumaçado, em 4h, quem não fuma vira fumante

iPlay.com.br
Novo Oásis para fumantes

SÃO PAULO - Os 500 caça-fumaça saem às ruas no primeiro minuto desta sexta-feira, com bloco e caneta na mão, para multar estabelecimento que permitir o uso do cigarro em ambiente fechado. A lei mais restritiva ao fumo no País começará a aplicar as sanções em todo o Estado, passados 90 dias dados para adaptação de bares, restaurantes, casas noturnas e empresas. A legislação nasceu, dizem os gestores, com a justificativa de defender a bandeira da extinção do fumo passivo, hábito que foi mais uma vez atestado em levantamento feito há um mês na noite paulistana.

Durante as blitze educativas realizadas em julho - que tiveram a missão de anunciar que o banimento do tabaco entrava em contagem regressiva -, os profissionais do Centro Estadual de Referência e Treinamento do Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod) fizeram um levantamento e afirmam que basta uma noite para alguém que nunca acendeu um cigarro ser transformado em fumante.

Os dados foram colhidos com 50 garçons e clientes não fumantes abordados em casas noturnas de São Paulo. A medição inicial realizada no aparelho monoxímetro (espécie de bafômetro do cigarro) mostrou níveis praticamente nulos de monóxido de carbono, uma das substâncias mais nocivas do tabaco (encontrada na poluição dos carros também). Após quatro horas de festa e exposição à fumaça, 33 dos participantes atingiram níveis similares ao de quem fuma quatro cigarros por dia, o que responde por 65% dos casos. Segundo os especialistas, não há nível seguro de consumo e essa quantidade a longo prazo já é suficiente para provocar doenças como asma, bronquite e até mesmo câncer.

Punições

A lei antifumo prevê multa inicial de R$ 792,50 a R$ 1.585, dependendo do porte do estabelecimento, aos recintos que não banirem fumo e fumódromo, deixarem de colocar avisos sobre a lei em local visível e não retirarem cinzeiros.

O valor da sanção dobra em caso de reincidência. O terceiro flagrante rende suspensão das atividades por 48 horas e, na quarta infração, o gancho para o estabelecimento é de 30 dias.

Fernanda Aranda, O Estado de S. Paulo
 

Divulgação
Governo do Estado de São Paulo
 
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No Japão, funerais para pets cresce
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 07/08/2009 às 02:31:30
 

Empresas oferecem serviços de cremação, cerimônia budista e até missas de um ano de morte aos animais mortos

Revista Made in Japan
Cremação sai por R$796 para animais entre 2 ou 5 quilos (Foto: Made in Japan)

No Japão, é cada vez maior o número de empresas que se encarregam de proporcionar paz à alma de um animal doméstico querido. Companhias oferecem cerimônias de cremações, cerimônias budistas e até missas de um ano para os bichanos que partiram.

Em entrevista ao jornal Yomiuri, Masamitsu Fujimoto, gerente de uma associação que crema pets, disse que há 5 anos cerca de 10 firmas operavam neste serviço na região de Kanto, onde está Tóquio e outras 166 cidades. Hoje, o número cresceu para 100.

O serviço de cremação de animais domésticos geralmente se divide em duas categorias: uma que crema múltiplos corpos ao mesmo tempo e uma que crema o corpo individualmente.

Como o budismo é uma das religiões mais comuns no Japão, é preciso atender também aos seguidores fiéis. Algumas empresas têm até parceria com templos budistas, que disponibilizam um sacerdote para ler sutras (escritura canônica) em frente ao animal morto.

No final da cerimônia, o corpo é cremado na presença dos donos e amigos. O preço depende de cada templo, mas custa em média cerca de 40 mil ienes (equivalente a R$796) por animal que pese entre 2 ou 5 quilos.

Algumas empresas também providenciam rituais budistas para o aniversário de um ano de morte do animal.

De acordo com a Associação de Alimento para Pets no Japão, a população de cachorros e gatos em 1994 era de 15,22 milhões no país. Estimativas apontam que no ano passado, esse número já atingia 23,99 milhões.

Por Redação Made in Japan, 30/072009.
 

Made in Japan
Capa - Edição 143 - Agosto de 2009 - Made in Japan
 
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A Virgem do Poço
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 07/08/2009 às 01:46:51
 

Lenda

Cedida
Ana Suzuki (Blog Trem das Onze)

Havia no Japão Feudal do século XVII uma bela jovem de nome Okiko. Essa jovem era serva de um Grande Senhor de Terras e Exércitos, seu nome era Oyama Tessan. Okiko que era de uma família humilde, sofria assédios diários de seu Mestre, mas sempre conseguia se manter longe de seus braços.


Cansado de tantas recusas, Tessan arquitetou um plano sórdido para que Okiko se entregasse à ele.


Certo dia, Tessan entregou aos cuidados de Okiko uma sacola com 9 moedas de ouro holandesas -mas dizendo que havia 10 moedas- para que as guardasse por um tempo. Passado alguns dias, Tessan pediu que a jovem devolvesse as "10" moedas.


A donzela, ao constatar que só havia 9 moedas, ficou desesperada e contou as moedas várias vezes para ver se não havia algum engano. Tessan se mostrou furioso com o "sumiço" de uma de suas moedas, mas disse que se ela o aceitasse como marido, o erro seria esquecido.


Okiko pensou a respeito e decidiu que seria melhor morrer do que casar com seu Mestre. Tessan furioso com tal repúdio, agarrou a jovem e a jogou no poço de seu propriedade. Okiko morreu na hora.

Cedida
Ana Suzuki (Blog Trem das Onze)


Depois do ocorrido, todas as noites, o espectro de Okiko aparecia no poço com ar de tristeza, pegava a sacola de moedas e as contava... quando chegava até a nona moeda, o espectro suspirava e desaparecia. Tessan assistia aquela melancólica cena todas as noites, e torturado pelo remorso, pediu ajuda à um amigo para dar um fim àquela maldição.


Na noite seguinte, escondido entre os arbustos perto do poço, o amigo de Tessan esperou a jovem aparecer para dar fim ao sofrimento de sua alma. Quando o fantasma contou as moedas até o 9, o rapaz escondido gritou: ...10!!! O fantasma deu um suspiro de alívio e nunca mais apareceu.


Essa Lenda do século XVIII, é uma das mais famosas do folclore japonês. A gravura acima à direita, do século XIX, representa exatamente a Lenda da Virgem do Poço.

Enviado pela escritora Ana Suzuki - Blog Trem das Onze


 

 
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Hiroshima lembra 64 anos da bomba e pede fim de armas nucleares
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 06/08/2009 às 04:46:07
 

Prefeito de Hiroshima, Tadatoshi Akiba, faz apelo para abolição global dos armamentos nucleares

Reuters e G1
Pombas são soltas nesta quinta-feira (6), em Hiroshima, durante homenagem às vítimas da bomba. A cerimônia que marca o 64º aniversário do ocorrido é realizada no parque construído pelas 140 mil pessoas que morreram após a explosão na cidade

Durante a cerimônia de comemoração ao 64°aniversário do lançamento da bomba atômica, o prefeito de Hiroshima, Tadatoshi Akiba, fez um apelo nesta quinta, dia 6 a todos os governantes, para abolição global dos armamentos nucleares.

"Apoiamos o presidente (Barack) Obama e temos a responsabilidade moral de abolir as armas nucleares", declarou Akiba frente a milhares de pessoas no Parque Memorial da Paz de Hiroshima.

Akiba, também é o presidente da Associação de Prefeitos pela Paz, uma organização que conta com a participação de mais de três mil cidades de 134 países, sendo 55 delas latino-americanas e que tem como objetivo conseguir um mundo livre de armas nucleares até o ano de 2020.

Durante a cerimônia, foi feito um minuto de silêncio extamente às 8h15 minutos, a mesma hora em que há 64 anos atrás os Estados Unidos lançaram a bomba atômica sobre a cidade.

O primeiro-ministro Taro Aso participou da cerimônia

Reuters e G1
Criança reza em frente ao memorial pelas vítimas da bomba de Hiroshima. O governo japonês estuda aumentar o número de pessoas que receberão compensações como sobreviventes da bomba. (Foto: Reuters e G1)

O primeiro-ministro japonês, Taro Aso, participou da cerimônia e, em seguida, assinou um acordo reconhecendo oficialmente, 306 pessoas que sofrem de doenças causadas pela a radiação, como vítimas das bombas nucleares. O reconhecimento deve assegurar a elas medidas de ajuda ainda não definidas detalhadamente.

O presidente da Assembléia Geral das Nações Unidas e sacerdote católico, Miguel DEscoto, esteve presente no ato e pediu perdão às vítimas de Hiroshima, afirmando que o piloto do avião Enola Gay, que lançou a bomba sobre a cidade japonesa, era católico.

"Em nome da minha igreja, peço perdão", disse DEscoto durante a cerimônia.

Dados do Ministério da Saúde mostram que o Japão ainda tem 236,569 vítimas sobreviventes das bombas de Hiroshima e Nagasaki, 8,123 menos em relação ao ano anterior.


Naomi Okano / Efe e IPC digital - 06/08/2009 - Japão
 

Shizuo Kambayashi/AP
Folha de São Paulo (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)
 
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Carta ao Senador Fernando Collor de Mello
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/08/2009 às 23:01:27
 

E-mail: fernando.collor@senador.gov.br

A/E
Senador Fernando Collor de Mello perde a postura

Prezado Senador Fernando Collor de Mello, acho que vossa excelência exagerou na dose, perdendo a postura, algo que imaginávamos ter assimilado após impeachment. Vossa excelência entrou para a história como um dos piores presidentes que este país já teve. E olha que essa opinião não é exclusividade nossa. Gozou preciosos dias de férias e voltou nervoso? Que estresse essa vida de Senador, não é mesmo?

Minha memória é capaz de lembrar que foi vosso plano econômico que solapou o dinheiro de muitos dos descendentes de japoneses, obrigando-os a escolher o Japão para trabalhar e não passar fome. Muitos contavam com o dinheiro de casas, carros, terrenos, confiscados repentinamente. Lastimável! Vossa excelência consegue agir deselegantemente desde outrora, e continuaremos vítima desta falta de educação? Com certeza o estado de Alagoas lhe confiou o voto pensando em mudanças.

E aquela máxima de caçador de marajás? Ficou na história... Não é mesmo? Estamos de olho! Mandar o colega senador Pedro Simon... “engolir”? E nós, somos obrigados a engolir essa falta de postura? Parafraseou Zagalo, de forma infeliz e arcaica. Como nos tempos da ditadura e do coronelismo, bem típico de alguns políticos que hoje ainda compõem o Senado brasileiro.

Em tempo. Adorei a ameaça que fez ao colega. Lembrei-me dos tempos de colégio. Só faltou dizer que fica de “mau a morte”, caso ele insista na renúncia de Sarney.

Revista Veja
Passado revela problemas em família

Quando não tiver o que pronunciar, de forma séria e em prol do país, peça licença e saia do plenário. Aliás, não dá para entender quais estratégias utilizou-se para voltar para o cenário político. Numa democracia cega, isso acontece... Portanto, está na hora de baixar a bola. Afinal de contas, vosso passado está nos livros de história do Brasil em capítulos nada plausíveis.

Está na hora do Senado valorizar o dinheiro público construindo uma democracia de verdade. Basta o desfile de arrogância e intimidação típicas do coronelismo.

Salvo engano, acho que vossa excelência não conseguiu descansar bem nestas férias. Aliás, cá entre nós, que retorno catastrófico. Estamos de olho! Vossa excelência já ouviu falar nos estudantes caras pintadas? Se não fizer a lição de casa direitinho, já sabe!
 

Blog
Caras pintadas e o Impeachment
 
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Japão: um amanhecer com cheiro de pizza...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/08/2009 às 19:44:00
 

Tem pizza no forno?

Divulgação
Estão colocando lenha na pizzaria do Senado?

Hoje, diferente de todas as manhãs, o monitor do micro que transmitiu o discurso do presidente do Senado José Sarney e agora transmite a reunião do Conselho de Ética do Senado, está exalando cheiro de pizza. Por acaso, este arquivamento de processos que ocorre neste momento no Senado brasileiro, significa que tem pizza no forno?


Genro de Agaciel Maia, ex-diretor do Senado, Rodrigo Cruz foi nomeado pelo Senado para a Diretoria Geral

Foto Estadão
Sarney posa como padrinho de Rodrigo Cruz, que ele diz não conhecer (Foto: Estadão)


No discurso que deu no plenário nesta quarta-feira,visando se defender das acusações que vem sendo feitas sobre ele e sua administração, José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado, declarou: Não sei quem é Rodrigo Cruz", pessoa de quem Sarney foi padrinho de casamento. Além disso, Cruz é funcionário da Diretoria Geral e foi nomeado para assumir tal cargo pelo Senado.


Porém a omissão não passou desapercebida pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), que começou sua fala com cuidado para não ofender o atual presidente do Senado. "Não quero ser grosseiro e dizer que o senhor faltou com a verdade", disse o senador amazonense. Logo em seguida Virgílio emendou: "O senhor foi padrinho de Rodrigo Cruz. O dia foi emocionante e o senhor não se lembrou disso", ironizou Arthur Virgílio.

Estadão, 5 de Agosto 2009
 

 
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Internacional vence Oita Trinita e conquista Copa Suruga
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/08/2009 às 17:41:00
 

Gaúchos venceram os japoneses por 2 a 1, com gols de Alecsandro e Andrezinho; equipe chega na segunda-feira

Divulgação/Vipcomm
Andrezinho fez o segundo gol do Internacional (Foto:Divulgação/Vipcomm)

AE Agencia Estado

O Internacional conquistou nesta quarta-feira o seu segundo título em 2009. Em Oita, o time gaúcho, que já havia sido campeão estadual neste ano, derrotou o Oita Trinita por 2 a 1, pela Copa Suruga, em confronto que reuniu os campeões da Copa Sul-Americana e da Copa da Liga do Japão de 2008.Dê seu palpite no Bolão Vip do Limão

A conquista do Internacional é a segunda de um time sul-americano em duas edições da Copa Suruga. No ano passado, o Arsenal, da Argentina, derrotou o Gamba Osaka por 1 a 0. E o time gaúcho volta a levantar um troféu no Japão, menos de três anos depois de ser campeão do Mundial de Clubes em 2006.

Mais ofensivo, o Internacional teve um gol anulado logo no início do primeiro tempo. Com apenas 1 minuto, Kleber cruzou para Alecsandro, que desviou para as redes. A arbitragem considerou, porém, que o centroavante estava impedido.

Após o susto inicial, o Oita Trinita conseguiu equilibrar o jogo e conter as ações ofensivas do Internacional, que voltou a chegar com perigo apenas aos 25 minutos. Taison avançou em velocidade pelo meio e tocou para Alecsandro, que chutou com perigo, perto do gol japonês.
Aos 33 minutos, Taison lançou Andrezinho, que se antecipou à zaga, e desviou. A bola passou ao lado da trave esquerda do gol do Oita Trinita. O time japonês teve boa chance aos 43 minutos. Kanazaki chutou cruzado da direita e Michel Alves espalmou para escanteio.

O Internacional abriu o placar no começo do segundo tempo. Aos 4 minutos, Andrezinho lançou Alecsandro dentro da área. O centroavante chuta no canto esquerdo, sem chances de defesa.
O Oita, porém, reagiu. Aos 10, Higashi quase marcou em uma bicicleta. E o Internacional chegou ao segundo gol aos 12 minutos, em chute da intermediária de Andrezinho, que acertou o ângulo esquerdo. O Oita diminuiu em seguida. Aos 14 minutos, Higashi recebeu na área e finalizou no canto direito: 2 a 1.

O jogo seguiu movimentado e o Oita Trinita quase empatou aos 20 minutos. Morishigue desviou de cabeça um cruzamento e a bola acertou o travessão. O time japonês chegou novamente com perigo em jogada aérea. Aos 36 minutos, Takahashi cabeceou à queima-roupa e Michel Alves fez grande defesa, evitando o empate do Oita Trinita e confirmando o título da Copa Suruga pelo Internacional.

Agora, o Internacional retorna ao País e retoma sua participação no Campeonato Brasileiro, onde faz boa campanha e luta pelo título da competição. A equipe volta a jogar na segunda-feira, no Estádio do Beira-Rio, contra o Sport.

Ficha Técnica:

Oita Trinita 1 x 2 Internacional

Oita Trinita - Nishikawa; Fujita, Morishige e Uemoto (Tsubouchi); Fernandinho, Kanazaki, Edmílson, Higashi e Inoue (Ienaga); Kotegawa (Sumida) e Takahashi. Técnico: Ranko Popovic.

Internacional - Michel Alves; Bolívar, Índio, Sorondo e Kléber (Marcelo Cordeiro); Sandro, Guiñazu, Giuliano (Danilo) e Andrezinho; Taison (Bolaños) e Alecsandro. Técnico: Tite.

Gols - Alecsandro, aos 4 minutos, Andrezinho, aos 12 minutos, e Higashi, aos 14 minutos do segundo tempo.


Árbitro - Choi Myung Yong (Coreia do Sul)
Cartões amarelos - Uemoto e Tsubouchi (Oita); Guiñazu e Kléber (Internacional)

Público e renda - Não disponíveis
Local - Estádio Big Eye, em Oita (Japão)

5 de Agosto 2009
 

 
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Maioria dos americanos aprova bomba atômica contra Hiroshima, diz pesquisa
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/08/2009 às 14:38:09
 

Primeira bomba atômica sobre Hiroshima, em 6 agosto de 1945

Blog Letras Libres
Efeito provocado por bomba atômica

Ás vésperas de completar 64 anos, o ataque com bomba atômica dos Estados Unidos contra as cidades japonesa de Hiroshima e Nagasaki voltou ao debate no país. Uma pesquisa do instituto Quinnipiac aponta que 61% dos americanos dizem que o ataque realizado no fim da Segunda Guerra (1939-1945) foi correto.

Outros 22% reprovaram a escolha dos EUA de realizar o ataque surpresa que deixou milhares de mortos. A enquete aponta ainda que 16% estão indecisos.

 

As Forças Aéreas americanas lançaram a primeira bomba atômica sobre Hiroshima, em 6 de agosto de 1945. A estimativa indica que 70 mil pessoas morreram durante a explosão ou nos meses que se seguiram. Outras milhares morreram contaminadas por radiação nos anos seguintes.

Foto: Verônika
Panorama (Hiroshima)

Três dias depois, outra bomba foi lançada sobre Nagasaki, matando pelo menos 80 mil pessoas. O Japão se rendeu menos de uma semana depois.

O instituto aponta ainda que o apoio à decisão do então presidente Harry Truman é menor que a média entre os democratas --49% contra 29%--, as mulheres --51% contra 27%-- e eleitores entre 18 anos e 34 anos --50% contra 32%.

Já os eleitores com mais de 55 anos aprovam a decisão com uma margem de 60 pontos percentuais --73% contra 13%. Já os eleitores com idade entre 35 anos e 54 anos aprovam o ataque com margem de 60% contra 23%.

O maior apoio às bombas atômicas está entre os republicanos, com 74% de aprovação contra 13% de rejeição. Entre os homens, a margem também é alta: 72% a 17%.

"Eleitores que se lembram do horror da Segunda Guerra apoiam de maneira mais contundente a decisão do presidente Harry Truman. O apoio, contudo, cai com a idade, na geração que cresceu sob o temor da Guerra Fria e entre os eleitores jovens, que sabem menos sobre a Segunda Guerra e a Guerra Fria", disse Peter A. Brown, diretor-assistente do instituto.

A pesquisa do Quinnipiac foi realizada entre 27 de julho e 3 de agosto deste ano, com 2.409 eleitores registrados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

da Folha Online - 5/08/2009
 

Blog Paranóia
O piloto deste bombardeiro, Paul Tibbets. “Enola Gay” foi o avião que transportou e lançou a primeira bomba atômica que destruiu a cidade de Hiroshima.
 
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Apesar da crise, retorno de brasileiros se mantém estável
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/08/2009 às 09:41:50
 

O número de brasileiros no Japão em 2008 caiu de 316.967 para 312.582, uma redução de 4.385 pessoas.

Sebrae
Arte: SEBRAE

O Ministério da Justiça do Japão divulgou, recentemente, novos números sobre a população brasileira naquele país. De acordo com o levantamento, feito com base no cruzamento dos dados do Ministério da Justiça japonês, houve uma redução de 1,4% no número de brasileiros residentes no Japão em 2008, se comparado com 2007. Ou seja, o número de brasileiros no Japão em 2008 caiu de 316.967 para 312.582, uma redução de 4.385 pessoas.

A taxa de crescimento negativo, que poderia ser bem maior por conta da crise financeira mundial desencadeada em outubro do ano passado, é inferior à principal retração histórica, ocorrida em 1998, quando o índice alcançou - 4,7%. O estouro da ‘bolha imobiliária’ no mercado interno do Japão na década passada afetou significativamente a saúde das instituições financeiras locais, o que contaminou toda a economia japonesa na época.

O retorno ao Brasil, no acumulado de janeiro a abril deste ano, auge da crise financeira mundial, foi de 33.782 brasileiros, na sua maioria de dekasseguis, nipo-brasileiros que ficam temporariamente no Japão trabalhando para juntar dinheiro. Entretanto, de acordo com o consultor do Sebrae/PR em Maringá, Marcos Aurélio Gonçalves, especialista no tema, é oportuno lembrar que esses números, obtidos junto à Representação da Caixa Econômica no Japão, devem ser analisados e interpretados com muita atenção, tendo em vista que os brasileiros que retornam para o Brasil nem sempre o fazem de forma definitiva.

“O fluxo negativo de pessoas saídas atingiu seu ponto máximo no primeiro trimestre de 2009, com média mensal de 9.101 pessoas saídas acima das entradas no Japão. Contudo, essa média caiu em abril para 6.478, o que pode indicar uma tendência de estabilização do fluxo migratório em patamares ainda indefinidos”, complementa Marcos Gonçalves. Na avaliação do consultor do Sebrae/PR, a crise mundial aumentou significativamente o número de pessoas saídas do Japão, “porém este fluxo de retorno é bem inferior aos números que vinham sendo divulgados pelos meios de comunicação”.

O fluxo migratório Brasil-Japão ainda permanece

“A média de entradas de janeiro a abril de 2009 no Japão foi de 3.063 pessoas, ou seja, o fluxo migratório Brasil-Japão ainda permanece, apesar do fato de que esta mesma média, em 2008, tenha sido de 5.807 pessoas”. O consultor do Sebrae/PR diz também que os dekasseguis que optam por ficar no Japão são amparados pelo seguro-desemprego até conseguirem encaixe no mercado de trabalho. “Vale ressaltar que a maioria dos brasileiros está empregada e aqueles que optam por retornar ao Brasil perdem o seguro-desemprego; ainda assim, esse retorno não é definitivo”, aponta Marcos Gonçalves. “A sensação que se tem é que os dekasseguis que retornam ao Brasil de maneira provisória é maior do que aqueles que optam por ficar de maneira definitiva”.

O consultor do Sebrae/PR ressalta que a comunidade brasileira no Japão manterá sua importância no que diz respeito à oferta de mão de obra para as indústrias japonesas, haja vista o contingente da população brasileira presente no país atualmente, mesmo com todos os reflexos da crise. “O fluxo migratório do trabalho, que constitui a terceira grande onda de globalização no mundo – a globalização do trabalho – independe do momento atual de crise. Esta população transnacional, que são os nipo-brasileiros que vão para o Japão, em maior ou menor intensidade, demanda serviços públicos e privados para suprir suas necessidades básicas”.

A comunidade brasileira no Japão em 1985 era de 1.955 pessoas e alcançou seu auge no começo da década de 1990, mais precisamente em 1991, quando 62.904 pessoas entraram no país com visto de trabalho. Em 24 anos, a população brasileira no Japão diminuiu apenas uma vez em termos quantitativos. Foi em 1998, quando passou de 233.254 pessoas em 1997 para 222.217 pessoas em 1998 – taxa de crescimento negativo de 4,7%.

Ainda conforme os levantamentos anuais realizados pelo Ministério da Justiça do Japão, 2007 foi o ano em que foi contabilizado o maior número de brasileiros naquele país, alcançando a população de 316.967 descendentes.

Para atender os brasileiros que retornam do Japão, existe o Programa Dekassegui Empreendedor, referência nacional e internacional no atendimento dos dekasseguis, uma iniciativa do Sebrae/PR, Sebrae Nacional, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Associação Brasileira de Dekasseguis (ABD) e Fundo Multilateral de Investimentos (MIF-Fumin).

O programa, explica o coordenador estadual do Programa, consultor do Sebrae/PR André Rossi, visa atender, auxiliar e desenvolver o empreendedorismo dos dekasseguis, sendo uma ferramenta para gerar renda e emprego. “Abrir uma empresa é uma opção para os dekasseguis que retornam ao Brasil. O Sebrae/PR tem objetivo de auxiliar nesta tomada de decisão, mesmo por que o retorno ao Japão não está, na maioria das vezes, descartado, mas até que isso aconteça é preciso trabalhar e gerar emprego”, diz Rossi.

Mais informações sobre o Programa Dekassegui Empreendedor em Maringá podem ser obtidas pelo telefone (44) 3220-3474 ou pela Central de Relacionamento Sebrae, número 0800-570-0800.

OPINIÃO DO SEBRAE - Brasília

Sebrae
Arte: SEBRAE

IPC digital 05/08/2009

 

 
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Robôs japoneses ajudam a caminhar e a levantar peso
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/08/2009 às 08:32:46
 

O traje já pode ser alugado por R$ 5 mil por mês

Divulgação
Este protótipo é desenvolvido pela Honda

Cientistas japoneses criaram robôs que dão uma força e tanto para quem precisa de ajuda para caminhar e levantar peso. Trata-se de um traje desenvolvido que aumenta a força e a resistência.

Cientistas japoneses criaram robôs que dão uma força e tanto para quem precisa de ajuda para caminhar e levantar peso. O correspondente Roberto Kovalick mostra como.


Os homens-robôs saíram da ficção científica para as ruas de Tóquio. Não é uma fantasia. O traje é mesmo um robô, que aumenta a força e a resistência.


Sensores presos ao corpo e um computador nas costas conseguem interpretar o comando do usuário. O traje já pode ser alugado por R$ 5 mil por mês. Um dos escolhidos para mostrar o equipamento disse que cansa menos andar apoiado por pernas robóticas.


Empresas e universidades do Japão estão pesquisando trajes robóticos para ajudar pessoas com doenças que limitam os movimentos, idosos e trabalhadores que fazem serviço pesado.


Um colete desenvolvido na universidade de ciências de Tóquio deverá ser usado por funcionários de fábricas japonesas já no ano que vem.


O chefe da pesquisa, professor Hiroshi Kobayashi, diz que quem usar o equipamento poderá levantar vinte quilos a mais do que é capaz em cada braço.


O colete simula várias partes do nosso corpo. As placas de fibra de carbono seriam nossos ossos. Os cabos, os tendões. As roldanas, seriam as juntas. Mas o segredo está atrás: tubos pretos, chamados de músculos artificiais. São eles que tornam quem está vestindo o colete bem mais forte.


Os músculos artificiais são feitos de um material flexível. Quando enchidos com ar comprimido, fazendo um movimento semelhante ao dos nossos músculos.


Os pesquisadores ainda precisam aumentar a segurança do equipamento, para evitar que ao levantar tanto peso os fortões cibernéticos não acabem se machucando.

JN - 04/08/09

 
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Fuvest divulga manual do candidato; inscrição para vestibular custa R$ 100
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/08/2009 às 05:11:40
 

Vestibular Brasil - Fuvest 2010

Fuvest
Capa: manual do candidato (Fuvest 2010)

Os alunos das escolas brasileiras no Japão podem acessar o manual e realizar as inscrições para o vestibular da Fuvest 2010 pela internet. As inscrições deverão ser feitas entre os dias 28 de agosto e 11 de setembro. Apesar dos 15 dias de prazo, é aconselhável não deixar para a última hora. Mais informações no manual. Boa sorte!

Lembrete: Consultar a FUVEST sempre que surgir qualquer dúvida sobre o vestibular. E-mail: fuvest@fuvest.br

Fuvest divulga manual do candidato; inscrição para vestibular custa R$ 100

A Fuvest liberou na manhã desta segunda-feira a consulta pela internet ao manual do candidato para o vestibular 2010.

Veja o manual do candidato da Fuvest www.fuvest.br/vest2010/manual/manual.stm

As inscrições deverão ser feitas entre os dias 28 de agosto e 11 de setembro, exclusivamente no site da Fuvest. A taxa deste ano é de R$ 100 --no vestibular passado, o valor da inscrição era R$ 105 e o manual, R$ 10.

Candidatos de escolas públicas poderão solicitar isenção total ou parcial da taxa de inscrição. Para isso, deverá ter renda individual --no caso de ser responsável pelo próprio sustento e residir sozinho-- ou familiar de R$ 605 por indivíduo, para atingir isenção total, e de R$ 605,01 até R$ 1.163,00 para 50% de redução na taxa.

O manual informa que também valerá a lei estadual número 12.782, que prevê isenção parcial da taxa para o candidato que comprove estar desempregado ou renda individual de no máximo R$ 930.

Quem quiser participar do programa de isenção do pagamento de taxa deve se inscrever pela internet, www.fuvest.br/ , entre os dias 25 de junho e 10 de agosto.

O vestibular 2010 selecionará candidatos para 10.797 vagas. São 10.607 para a USP; 100 para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e 90 vagas --30 para mulheres e 60 para homens-- para a Academia de Policia Militar do Barro Branco.

Prova

A Fuvest adotará as normas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O candidato, no entanto, poderá optar por seguir, nas provas dissertativas da segunda fase, as novas regras ortográficas ou continuar usando as que estavam em vigor antes do Acordo.

A primeira fase do vestibular será realizada no dia 22 de novembro e será composta por 90 questões de múltipla escolha das disciplinas do ensino médio --português, matemática, história, física, geografia, química, biologia, inglês-- e terá algumas questões interdisciplinares. O teste terá duração de cinco horas.

Segundo a Fuvest, a nota da primeira fase será utilizada "somente como critério para a progressão do candidato à segunda fase do vestibular, não sendo, portanto, computada na média final". Será utilizada nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para compor os pontos da primeira fase.

Os locais da prova de primeira fase serão divulgados no dia 16 de novembro.

A segunda fase do vestibular será realizada em janeiro de 2010 e será composta de três provas analítico-expositivas --com exceção das duas carreiras da Polícia Militar. A primeira será português e redação; a segunda será composta de 20 questões que envolvem história, geografia, matemática, física, química, biologia, inglês, além de questões interdisciplinares; e a terceira é composta por 12 questões de duas ou três disciplinas, a depender da carreira escolhida.

Os locais das provas de segunda fase serão divulgados no dia 14 de dezembro.

da Folha Online - 03/08/2009
 

 
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Nissan apresenta o protótipo do seu primeiro carro elétrico
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/08/2009 às 04:26:41
 

Emissão zero de monóxido de carbono

Foto: galeria IPC digital
Foto: galeria IPC digital

A Nissan Motor mostrou na segunda feira (3) o projeto do seu primeiro carro elétrico com emissão zero de monóxido de carbono. Com o “Leaf” a montadora pretende não competir com carros híbridos e ser a primeira a produzir veículos elétricos em série no Japão.

O protótipo do Leaf foi apresentado pelo presidente da Nissan, o franco-brasileiro Carlos Ghosn, durante a inauguração da nova sede da empresa em Yokohama, Kanagawa.

“Este veículo representa um passo a frente”, disse Ghosn.

Foto: galeria IPC digital
Foto: galeria IPC digital

A novidade batizada de “Leaf” (folha em inglês) tem emissão zero de monóxido de carbono, um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global. O nome é uma alusão ao compromisso da Nissan de produzir carros “ecologicamente corretos”.

A montadora, que é a terceira fabricante de veículos no País, planeja lançar o “Leaf” na Europa e no Japão durante o outono de 2010, iniciando a fabricação em grande escala a partir de 2012.

Foto: galeria IPC digital
Foto: galeria IPC digital

O “Leaf” é um carro compacto movido por bateria de íons de lítio que ocupa um pequeno espaço. Por isso, vai poder transportar cinco pessoas com velocidade de até 160 quilômetros por hora.

Outra vantagem destacada pela montadora é que o carro elétrico será equipado com um sistema de navegação que vai indicar os locais mais próximos para recarregar a bateria.

Foto: galeria IPC digital
Foto: galeria IPC digital

A Nissan não revelou o preço, mas segundo o porta-voz da montadora, o valor deve ser próximo aos carros com características similares movido à gasolina.
IPC digital e Efe – 03/08/2009
 

Foto: galeria IPC digital
Foto: galeria IPC digital
Foto: galeria IPC digital
Foto: galeria IPC digital
 
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Miss Universo: quimono muito curto é motivo de polêmica no Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/08/2009 às 03:41:18
 

Quimono de couro preto e curto mostra calcinha pink

Blog Emiri Miyasaka
Quimono ousado é considerado vulgar e grosseiro (Foto: Blog Emiri Miyasaka)

RIO, 3 Ago 2009 (AFP) - A candidata japonesa finalista do concurso de beleza Miss Universo teve que modificar sua roupa de apresentação após provocar polêmica usando um quimono de couro preto tão curto que mostrava sua calcinha pink.

O blog de Emiri Miyasaka, 25 anos, que se prepara para representar seu país na competição esse mês nas Bahamas, foi inundado por comentários indignados sobre o quimono ousado, que vinha acompanhado de cinta-liga pink aparente.

Muitos disseram que o quimono, apresentado pela primeira vez em um desfile durante entrevista coletiva em Tóquio, no mês passado, era vulgar e grosseiro.

"Nós estamos surpresos pelos comentários duros feitos por muitas pessoas", disse um funcionário da IBG Japan, companhia de moda e entretenimento que organiza a etapa japonesa da Miss Universo. A IBG disse que o quimono era originalmente comprido, mas que a estilista e diretora no Japão da Organização Miss Universo, Ines Ligron, decidiu encurtá-lo em uma decisão precipitada tomada antes da entrevista coletiva.

A companhia divulgou que Miyasaka vai usar uma roupa menos reveladora durante a competição, que começa suas classificações finais em 23 de agosto.

Ligron, que treina participantes japonesas do concurso por mais de uma década, incluindo a Miss Universo 2007 Riyo Mori, já disse em entrevistas anteriores que quer evoluir com o senso de beleza conservador do Japão.

Após a última polêmica, Ligron escreveu em seu blog: "Os dinossauros conservadores da moda estão criticando a roupa, enquanto so "fashionistas" amaram. Eu só me importo com os agitadores da indústria da moda."

Da France Presse e G1 03/08/09
 

 
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Mônica Bergamo: Professores de SP terão prova para aumento salarial
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/08/2009 às 03:24:49
 

Provas aplicadas a cada três anos...

Prof. Alex Sandro
Arte: Prof. Alex Sandro

A Secretaria da Educação de São Paulo lança amanhã um projeto de lei que vai modificar toda a evolução na carreira do magistério. Com a nova medida, os aumentos salariais dos professores --que são por tempo de serviço e aprimoramento de currículo-- passam a ser também por meio de provas, informa a edição desta segunda-feira da coluna de Mônica Bergamo da Folha.

De acordo com a colunista, as provas serão aplicadas a cada três anos e os 20% que alcançarem as melhores notas poderão ter aumentos de até 100% em pouco mais de uma década.

A proposta prevê a criação de cinco faixas salariais para os professores, que variam entre R$ 1.834 --inicial-- e R$ 7.000 --no fim de carreira. Quem for mal nas provas terá apenas os reajustes tradicionais.

Ainda segundo a colunista, a frequências em aulas e permanência na mesma escola também cotam ponto ao professor. O projeto terá que ser aprovado pela Assembleia Legislativa.

Mônica Bergamo: Colaboração para a Folha Online - 03/08/2009
 

 
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Salário de professor pode chegar a R$ 7.000 em São Paulo
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/08/2009 às 03:06:23
 

Um diretor: R$ 8.000

Fab Mil
Em algumas escolas brasileiras do Japão, ocorre o inverso: os salários encolhem...

O governador de São Paulo, José Serra, vai lançar na próxima terça-feira projeto para que um professor da rede estadual tenha um salário de até R$ 7.000 e um diretor, R$ 8.000 --os valores são cerca do dobro que essas categorias atingem atualmente, depois de chegar ao máximo da carreira.

Mas, para chegar lá, eles terão de submeter a vários testes, não faltar às aulas e ficar pelo menos três anos na mesma escola. Foi o jeito encontrado de reduzir a rotatividade e o absenteísmo, além de estimular a formação.

Veja a tabela de salários em www.dimenstein.com.br

Todo o processo vai demorar 12 anos, dividido em quatros exames a cada três anos. Se aprovado, o candidato terá um aumento de 25% no salário. Mas a nota exigida será maior a cada exame, indo de 6 a 9, tornando mais difícil atingir o salário máximo.

Uma das ideias é fazer com que os professores e diretores sejam ajudados presencialmente ou em cursos a distância a realizar os exames.

Ninguém será obrigado a fazer os exames, mas, aí, terá se submeter aos aumentos regulares, baseados em tempo de serviço e diplomas --um professor com 40 horas/aulas ganha, no final da carreira, cerca de R$ 3.100 mensais.

A educação é apontada como uma das áreas mais vulneráveis da gestão do PSDB em São Paulo --a imensa maioria dos alunos sai do ensino médio sem saber ler e escrever adequadamente. Neste ano, foi lançada a obrigatoriedade para que todo professor que passe no concurso tenha de ficar pelo menos quatro meses estudando até ir para sala de aula.

Divulgação
Professor Raimundo desistiu da profissão?

GILBERTO DIMENSTEIN 03/08/2009
Colunista da Folha Online

 

 
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Jovens aderem a programas de trabalho para conhecer países
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/08/2009 às 02:37:40
 

Programa de "arubaito"

Letícia Moreira/Folha Imagem
Victor Tominaga (Foto: Letícia Moreira/Folha Imagem)

"Eu estava pensando em conhecer o Japão, mas como turista ia ser difícil", diz o estudante de engenharia Victor Tominaga, 21, para quem não era possível arcar com a viagem.

A solução que o garoto encontrou foi participar de um programa de "arubaito", que leva descendentes de japoneses para trabalhar em fábricas do outro lado do mundo.


Victor Tominaga foi trabalhar em fábrica no Japão, que hoje sofre com crise econômica
Tominaga ficou no país de dezembro a março deste ano, trabalhando cerca de 12 horas por dia fazendo pão.

Apesar do cansaço ("o corpo se acostuma...") e da saudade de casa ("quis voltar na primeira semana"), o garoto curtiu e aproveitou para conhecer cidades como Tóquio e Yokohama.

Hoje, valoriza a experiência, que diz tê-lo deixado mais preparado para a vida e para o mercado de trabalho.

Assim como ele, outros jovens deixam o Brasil em busca de oportunidades profissionais em outros países -nem que seja apenas para bancar a viagem.

Mas, se trabalhar fora do país está nos seus planos, é melhor ficar atento ao que está acontecendo no mundo. A crise econômica diminuiu a oferta de vagas para trabalho temporário no Japão, por exemplo.

Procuradas pela Folha, diversas agências relataram ainda não saber se haverá programas de "arubaito" neste ano, devido à recessão no Japão.

Longe de casa

No caso de Pedro Ziolli Junior, 21, o destino escolhido foi Israel. O garoto trabalhou por seis meses em um kibutz na colheita e no plantio de vegetais.

Diferentemente do programa de "arubaito", que remunera em até US$ 5.000 mensais, atuar em uma fazenda israelense é uma atividade voluntária -recebe-se apenas ajuda de custo, além de alimentação e de moradia. "Mas, nos dias de folga, conheci o país, a Jordânia e o Egito", conta o rapaz.

A agência que levou Ziolli a Israel afirma que, devido ao conflito árabe-israelense, não há previsão de novas vagas em kibutz para breve.

Enquanto isso, a confederação mundial de viagens educacionais (Wyse Confederation) www.wysetc.org/ afirma que os programas de "au pair" cresceram 10% em relação a 2008, comparando março e abril dos dois anos.

Bom para estudantes como Raquel Amarins, 24, que trancou o curso de ciências sociais na USP para passar dois anos nos EUA trabalhando como babá. Hoje, fluente em inglês e de volta ao Brasil, trabalha em uma multinacional.

Cuidados

É recomendável ter cautela antes de entrar em um avião e passar meses longe de casa e de familiares.

Escolher bem a empresa que organizará a viagem, por exemplo, garante preços justos e assistência local, em caso de necessidade.

Mesmo assim, a experiência nem sempre é a esperada. Emanuel de Lima, 22, que o diga. O rapaz passou por poucas e boas recentemente, quando decidiu ir aos EUA como "au pair".

Começou com a lista de documentos (incluindo certificado negativo de antecedentes criminais), que ele levou um mês para reunir. Depois, foram cinco meses até que uma família americana se interessasse em contratá-lo. "Eu já estava me achando um derrotado."

Passada a longa espera, Lima chegou aos EUA. O plano era ficar lá por pelo menos um ano. Ficou três meses.

Primeiro veio a saudade de casa. "Chorei por duas horas, quando desfiz as malas", conta. Depois, não se adaptou à família. Foi quando decidiu voltar.

Apesar da experiência ruim, Lima não faz pouco caso do programa. "Tem pontos negativos, mas é também uma maneira de sair do país", afirma.

O que é "au pair"?

Programas que levam jovens aosEUApara cuidar de crianças.Ataxa de participação é de cerca de US$ 900 (para um ano) e cobre passagens aéreas, além de hospedageme alimentação na casa da família americana. Há remuneração de cerca de US$ 150 semanais, também. De 18 a 26 anos. Exige visto.

O que é Kibutz?

Propriedades coletivas em Israel em que voluntários, não necessariamente judeus, trabalham por cerca de dois meses. Geralmente, as tarefas são agrícolas. Há taxa de cerca de US$ 300. Hospedageme alimentação estão inclusos, mas passagem aérea, não. Ajuda de custo de aproximadamente US$ 80 por mês. De 18 a 35 anos. Não exige visto.

O que é "arubaito"?

Trabalho temporário no Japão feito por descendentes de japoneses (no máximo, netos).As atividades costumam ser braçais,em fábricas, e envolver jornadas longas.Dura cerca de três meses.A taxa de aproximadamente US$5.000 inclui passagem aérea, hospedagem e alimentação.O salário gira em torno de US$5.000 mensais. Exige visto.

Fique atento

- Converse com quem já participou do programa e peça que indique uma agência confiável.

- Antes de fechar negócio, consulte a reputação da empresa em comunidades do Orkut e do Facebook.

- Verifique se a agência escolhida tem escritório físico e endereço fixo.

- Questione a respeito de cada taxa e de cada etapa do processo.

- Não embarque sem antes entrarem contato coma família com que vai morar, no caso de au pair.

- Prefira programas que ofereçam seguro e assistência local, para o caso de emergências.

- Em épocas de crise, a carga horária de arubaito costuma diminuir, o que reduz também seu salário.

DIOGO BERCITO da Folha de S.Paulo - 03/08/2009
 

 
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Max Gehringer faz um alerta para exigências em normas de trabalho
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/08/2009 às 02:07:39
 

O que as empresas podem ou não exigir de um trabalhador sem esbarrar na discriminação?

Ficar com o nome sujo por causa de dívidas já é constrangedor, mas para Vânia e Sulamita, que vendiam cartões de crédito por telefone, a humilhação foi ainda maior.


“Eles alegaram que não poderia ter ninguém com CPF restrito”, diz a atendente de telemarketing Vania Bernacki.


Elas foram demitidas na frente de todos os colegas.

Fantástico
O consultor de carreiras Max Gehringer


“De quanto era a dívida atrasada sua?”, pergunta a repórter Elaine Bast.


“De R$ 120”, conta Vânia.


Sulamita diz que o nome dela estava limpo.


“Eu fui direto para o Serasa e para o SPC, onde eu tirei um ‘Nada consta’. Eu saí dali totalmente constrangida, chorando muito”, diz a vendedora de seguros Sulamita dos Santos.


Situações constrangedoras como essa não são tão raras assim. Pedir antecedente criminal, fazer testes para saber se o funcionário bebe ou usa drogas, vasculhar a bolsa, fazer revista íntima dentro do trabalho: afinal, o que as empresas podem ou não exigir de um trabalhador sem esbarrar na discriminação?


Um profissional de recursos humanos seleciona candidatos para empresas e conta que muitas vezes se depara com restrições preconceituosas.


“Mulheres, por exemplo, acima de uma certa idade, 35, 40 anos, solteiras. Por que? Porque eles acreditam que ela possa ter algum problema comportamental. Alguns outros exemplos: pessoas fora do peso ou a cor, negros, asiáticos, indianos. Muitas pessoas não gostariam de ter homossexuais, tanto homens quanto mulheres na equipe”, conta o consultor de recursos humanos Gustavo Parisi.


O que fazer em casos assim? Por exemplo: a lei permite consulta ao cadastro de inadimplentes no processo de seleção?


“Cada boa vaga que aparece hoje no Brasil, 30, 40, 50 candidatos, cem candidatos para preencher uma vaga”, revela o consultor de carreiras Max Gehringer.


Buscando filtrar os candidatos, muitas empresas investigam a situação financeira deles, mas isso é ilegal.


“Evidentemente, isso não pode ser feito”, diz Max Gehringer.


Vania e Sulamita, as vendedoras demitidas por ter o nome sujo, ganharam R$ 3 mil cada uma de indenização. Existe, porém, uma exceção: um artigo da CLT, frequentemente questionado na Justiça, permite a demissão de bancários endividados.


“Se a pessoa está querendo trabalhar é justamente para estar pagando as dívidas. Se não tem a oportunidade, não tem o dinheiro, não tem como pagar”, diz uma mulher.


E vasculhar o e-mail profissional do funcionário pode? Sim, mas é ilegal exigir exames de uso de drogas antes ou depois da contratação. Verificar se o candidato à vaga já processou outras empresas anteriormente também não pode. Checar antecedentes criminais é permitido em alguns casos.


“A lei das domésticas ela prevê que o empregador, pessoa física, possa exigir um atestado de antecedentes criminais”, diz Denise Lapolla de Paula.


A investigação às vezes passa dos limites. Um homem trabalhava em uma firma de segurança. Quando a companhia passou a atender uma empresa aérea americana, ele teve de passar por uma seleção interna em um detector de mentiras. Perguntaram se ele já tinha usado drogas, traído a mulher e também se era homossexual.
“E eu várias vezes respondi que não”, conta o homem.


Ele não foi contratado.


“Humilhado, arrasado, fracassado. É difícil”, se emociona o homem.


O ex-funcionário ganhou R$ 45 mil de indenização da empresa de segurança, mas o assunto é controverso. Em outras ações pelo mesmo motivo, a Justiça entendeu que o detector de mentiras era necessário, porque o cargo lidava com centenas de vidas.


Como em tantos setores no Brasil, no mercado de trabalho existem leis que não pegam. Aquela que proíbe exigir mais de seis meses de experiência é um exemplo.


“A empresa vai contratar a mesma pessoa que ela iria contratar anteriormente. Alguém que provavelmente tem cinco, seis ou sete anos de experiência”, fala Max Gehringer.


Pedir boa aparência também é discriminação?


“Mas ninguém vai dizer para um candidato rejeitado exatamente por que ele foi rejeitado”, diz Max Gehringer.


Um ex-auxiliar de tesouraria de uma firma de transporte de valores foi vítima de outro tipo de abuso: a revista íntima. Todos os dias, ele era obrigado a sortear uma tampinha. Se tirasse a verde, ele ficava só de cueca. Se tirasse a vermelha: “Eu tirava tudo, ficava nu. Para o vigilante me revistar eu teria que dar uma voltinha. Cheguei até na época a ficar com depressão, por esse motivo”.


“Isso é atribuição da polícia, não é atribuição da empresa”, afirma Denise Lapolla.


A empresa, porém, pode pedir ao empregado para abrir a bolsa, desde que não toque em nada. O funcionário humilhado ganhou R$ 62 mil na Justiça.


“Nós sempre pedimos que as pessoas que se sintam discriminadas nessa situação que elas tragam ao conhecimento do Ministério Público. Nós garantimos o sigilo da informação, essas pessoas não serão identificadas”, explica Denise Lapolla.


Para evitar surpresas, não deixe de tomar alguns cuidados: “Leia o seu contrato de trabalho, ninguém lê o contrato de trabalho. Leia. Se não ler na hora de assinar, leia depois para saber quais são os direitos e obrigações”, aconselha Max Gehringer.


Redação Fantástico
 

 
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Superstições Japonesas
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/08/2009 às 01:25:12
 

Nossa capacidade de fazer o mundo trabalhar para nós depende muito de nossa capacidade de trabalhar para o mundo...

Gambarê
Revista Gambarê


* Por Elton Takeshi Sato

 

O país da tecnologia tem superstições milenares. Elas são curiosas, mas todo mundo acredita, pelo menos a maioria dos japoneses sim.

 

Apesar dos trens de alta velocidade, das novidades tecnológicas e da exportação de supercarros, o Japão é um dos países mais supersticiosos do mundo e isso já vem desde a Idade Antiga e muitas delas, são tão antigas quanto às religiões nacionais xintoísta e budista. Atravessaram os séculos e continuam no Japão moderno com toda força.

 

Há crenças para quase tudo: desde a posição em que se deve colocar a cama no quarto para não atrair má sorte, até datas favoráveis a casamentos. Algumas; como a de que o número quatro atrai azar, são levadas muito a sério. Dar um presente composto por quatro peças é considerado uma grande ofensa.

 

A seguir, algumas superstições japonesas:

 

NIPPO-JOVEM
NIPPO-JOVEM

Pavor do número quatro


Japoneses têm pavor do número 4. É que a pronúncia do número é a mesma da palavra morte, "shi". Por isso, não estranhe se não encontrar o quarto andar em um prédio, ou se achar a vaga de carro de número quatro vazia. Além disso, alguns hospitais japoneses não têm os números 4, 9, 14, 19, ou 42 nos quartos. "Shi-ni", ou 42, também significa morrer. Já o número 420 lê-se "shi-ni-rei", ou espírito morto. O 24, então, é morte em dobro: "ni-shi".

 

Números da sorte

 

Mas os números não trazem apenas mau agouro. Um exemplo é o dia 29 de setembro. A data é muito indicada para começar um namoro, ou marcar o noivado e o casamento. É que a leitura em japonês do número 929 (no país, o mês vem antes da data) é "ku-tsu-ku", que significa “grudar”. Por isso, acredita-se que o casal que oficializa a união nesse dia permanecerá “grudado” para todo o sempre.

 

Cobra da fortuna

 

Se em alguma caminhada campestre você se deparar com um pedaço de pele de cobra, pegue-o e guarde na carteira. Segundo os japoneses, o couro do réptil fará com que a pessoa fique rica ou encontre dinheiro. Para eles, o ser rastejante simboliza dinheiro e saúde. Alguns acreditam que a cobra é um animal de Deus. Dizem que ao matá-la, a pessoa perderá dinheiro.

 

Direção demoníaca

 

Muitos japoneses ainda acreditam que a posição de uma casa pode influenciar na fortuna que quem irá residir no local. Essa crença é denominada "kaso". Trata-se de uma espécie de "feng shui" do Japão. Um exemplo é o "kimon", ou seja, quando a porta de entrada da casa está posicionada na direção nordeste. Os antigos crêem que o "kimon" atrai o demoníaco monstro "Oni". Até hoje, muitos evitam posicionar a entrada principal da casa nessa direção.

 

1000 com
Será que ele sobrevive?

De pauzinhos para pauzinhos

 

Até hoje, muitos funerais seguem a tradição budista. Nesse dia, o corpo é queimado e, enquanto isso, os convidados fazem uma refeição. Encerrada a cerimônia, os parentes retiram os ossos das cinzas, passando-os de pessoa para pessoa, com o "hashi". Por esse motivo, nas refeições do dia-a-dia, não se deve passar comida de "hashi" para "hashi". Segundo os japoneses, isso traz má sorte.

 

Deitar como morto

 

Na hora de decorar seu quarto, lembre-se de não posicionar a cabeceira da cama para o norte. De acordo com os japoneses, somente pessoas mortas são colocadas desse jeito. No Japão, é costume prestar muita atenção ao colocar a cama no quarto ou na hora de estender o edredon para dormir. Essa superstição é denominada "kita-makura" (travesseiro no norte).

 

Borda do tatami

 

Porta-treco.net
Mera fatalidade...

Para os japoneses, pisar na borda do tatami dá azar. É preciso prestar atenção também na hora de posicionar o tatami no chão. O encontro das bordas não pode formar uma cruz, que remete à morte. É importante medir o espaço e arrumálos de maneira correta. Além do mau agouro, eles consideram pouco elegante colocar o pé nesse local.

 

Idades turbulentas

 

Os templos e santuários do Japão costumam receber homens e mulheres que não querem sofrer a maldição do “yakudoshi” (idade da calamidade). A palavra se refere às idades de 42 anos para homens, e 33 para mulheres. Os japoneses acreditam que esse período é crítico e turbulento, por isso os amigos e parentes oferecem uma festa para reunir energia positivas para ajudar a superar as dificuldades do período. No ano seguinte, ou seja, quando a mulher completar 34 e o homem 43, é a vez dos aniversariantes retribuírem a festa. O agradecimento é chamado de "yakubarai" (um tipo de "exorcismo"). Segundo estudiosos, os dois números integram o princípio do Yin e Yan, pois 34 é o contrário de 43 e a soma de 4 + 3 = 7, que é considerado um número místico. Algumas pessoas agradecem com um culto, em vez de festa.

 

Os japoneses acreditam que dá azar…


- Matar uma aranha de manhã;
- Arrebentar a tira do chinelo, getá, sandália, tamanco e afins;
- Comer tempurá com melancia na mesma refeição;
- Levar um vaso de planta para uma pessoa doente;
- Não jogar sal na porta depois que um mendigo passar por sua casa pedindo esmola;
- Passar por um carro funerário;
- Apontar para um carro funerário, ambulância ou lápide;
- Se a primeira pessoa que encontrar de manhã for um monge budista, você terá um dia ruim;
- Estrear sapatos novos à noite;
- Quebrar o pente;
- Responder a um sonâmbulo.


Superstições de boa sorte:


- Se um passarinho fizer cocô na sua cabeça, isso é sinal de bom presságio;
- Se a primeira pessoa que encontrar de manhã for uma monja, terá um dia de sorte;
- Se o ouvido direito coçar, terá boas notícias.

Algumas crenças muito estranhas:

- Não se deite logo após comer. Você pode se transformar em uma vaca;
- Em uma refeição, não misture enguia com "umê" (ameixa japonesa). Isso pode trazer muito azar;
- Se cortar as unhas à noite, você não estará presente quando seus pais falecerem.

Têm muito mais crenças que se pode imaginar, mas aí o post ficaria muuuuuito extenso... Ainda bem que não sou tão supersticioso assim.

Divulgação
Todos contra o timão...

Referência adaptada do site da Gambarê


Elton Takeshi Sato retornou do Japão para o Brasil no final de 2008 e hoje realiza trabalho voluntário em curso de alfabetização de jovens e adultos e auxilia a biblioteca da faculdade Dr. Leocádio José Correia, na cidade de Curitiba. É pós-graduado em formação pedagógica. Engenheiro elétrico/eletrônico formado pela [UFPR] Universidade Federal do Paraná. Possui proficiência de idiomas em inglês e japonês. No Japão, trabalhou como docente lecionando química, informática e matemática, em escolas do grupo [EAS] Alegria de Saber/Sistema COC. Link blog do Elton: ochogeek.blogspot.com/  (Blog M&M: Mundo &m Mudanças)
 

 
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Projeto leva MPB para as escolas
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/08/2009 às 01:05:00
 

Rede estadual do Rio terá aulas sobre ritmos tradicionais brasileiros

Blog do Estadão
Blog do Estadão

 

Por Roberta Pennafort

 

Noel Rosa dizia que "ninguém aprende samba no colégio". Mas a partir de 2010 alunos da rede estadual do Rio terão aulas não apenas sobre samba, como também choro, ritmos nordestinos, bossa nova e canções da chamada era dos festivais.

 

O projeto de ensinar história da MPB nas unidades da rede tem como meta enriquecer a cultura musical dos adolescentes, que ouvem quase exclusivamente funk.

 

Outro objetivo é relacionar o que é dito nas letras com conteúdos de disciplinas como história, língua portuguesa e literatura. "As marchinhas de carnaval eram crônicas de uma época, assim como as músicas de protesto podem ser usadas para falar da ditadura. Os jovens têm de saber que a música não nasceu com a Tati Quebra-Barraco", explica o pesquisador Ricardo Cravo Albin. O projeto foi desenvolvido por dois professores do Departamento de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fred Góes e Flora de Paoli, sob coordenação do Instituto Cultural Cravo Albin, dedicado à preservação da memória da MPB.

 

A Secretaria Estadual da Educação não vai excluir o funk e o hip hop das aulas. Pelo contrário: recentemente, realizou um festival que teve como mote os 40 anos do funk carioca. Para 2010, a secretária, Tereza Porto, pretende agregar ao projeto um módulo sobre o gênero preferido da maioria do 1,5 milhão de estudantes, pertencentes às classes C, D e E.

 

"Os alunos não conhecem nada. Queremos resgatar a história da MPB. Para eles, é interessante saber, por exemplo, que o que o funk sofre hoje já aconteceu com a Chiquinha Gonzaga", diz a secretária, referindo-se ao preconceito vivido pela compositora na virada do século 20.

 

Está sendo investido pouco mais de R$ 1 milhão. As aulas serão disponibilizadas a alunos do ensino médio (e também aos do segundo segmento do ensino fundamental, conforme decisão dos diretores) e não farão parte do currículo obrigatório. Cada diretor de escola indicará dois professores para serem treinados pelo Instituto Cravo Albin, que fornecerá os kits com DVDs, CDs e cartazes.

 

Os alunos terão a oportunidade de descobrir artistas de papel fundamental na MPB, dos mais diferentes gêneros - Pixinguinha, Cartola, Luiz Gonzaga, Chico Buarque, Vinicius de Moraes, entre muitos outros - e de aprender como suas obras ajudaram na construção da identidade nacional. "A escola tem que voltar a ter ibope. O currículo é muito equivocado, precisa ser mais aderente à realidade do mundo", diz a secretária.

 

O projeto antecipa a aplicação da lei 11.769/2008, que insere o ensino de música na educação básica a partir de 2011. Várias redes estaduais e municipais já desenvolvem programas de educação musical. Em Franca (interior de São Paulo), há três anos todos os alunos do ensino infantil e fundamental assistem a uma aula de música por semana, dadas por músicos.

Estadão 03/08/09
 

 
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Japão: visto será liberado só para quem tiver seguro saúde
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/08/2009 às 00:43:38
 

Nova Lei de imigração

Divulgação
Ministério da Justiça aperta o cinto

A partir de 1 de abril de 2010, quem for renovar ou alterar o visto vai precisar apresentar documento que comprove que está inscrito no sistema de seguro de saúde do País, o Kenko Hoken (ligado ao Shakai Hoken) - para o caso de funcionários temporários ou não - ou o Kokumin Kenko Hoken - para o caso de autônomos e agricultores. A informação foi divulgada pelo ministério da Justiça.

A inscrição é obrigatória e o objetivo é que a lei seja cumprida, lembra o informe.

A exigência faz parte dos preparativos para a nova Lei de Imigração que começa em 2012, quando o atual Gaikokujin Tourouku - carteira de estrangeiro - vai ser substituído pelo Zairyu Card e o controle dos estrangeiros passa a ser monitorado pelo ministério da Justiça.
IPC digital 03 Agosto 2009
 

 
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Indústria do Japão tem maior crescimento em 56 anos
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/08/2009 às 21:40:03
 

Setor cresceu 8,3% no 2º trimestre na comparação com o anterior.
Japão entrou em recessão no segundo trimestre de 2008.


A produção industrial japonesa aumentou 8,3% no segundo trimestre em relação ao primeiro, o ritmo mais acelerado dos últimos 56 anos, de acordo com os dados publicados nesta quinta-feira (30). Os números trouxeram a esperança de uma retomada da segunda economia mundial.

A alta da produção do período de abril a junho foi a maior desde 1953, e representou uma virada em relação à queda recorde de 22,1% registrada no primeiro trimestre do ano, indicou o governo. Na comparação com o mesmo período de 2008, no entanto, houve queda de 23%.

"É seguro que a taxa de crescimento do trimestre abril-junho vai melhorar significativamente", declarou nesta quinta-feira Tadao Noda, membro do comitê de política monetária do Bando do Japão, a um grupo de empresários. "Mas não podemos deixar de ser cautelosos", advertiu.

"O Produto Interior Bruto (PIB) japonês registrará um crescimento positivo sólido no período abril-junho após uma contração interanual recorde do 14,2% no primeiro trimestre", declarou o economista do UBS Takuji Aida. "A produção está aumentando, a medida que aumenta a demanda chinesa. Espera-se ainda que a economia americana cresça no período julho-setembro", acrescentou.

Recessão

N Design
Arte: N. Design

O Japão entrou em recessão no segundo trimestre de 2008, quando os consumidores dos mercados estrangeiros deixaram de comprar veículos, bens de alta tecnologia e outros produtos que propiciaram a recuperação econômica japonesa após a recessão dos anos 1990.

As montadoras, em particular, reduziram a produção e demitiram milhares de trabalhadores devido à queda da demanda, mas agora estão voltando a aumentar a produção, e se desfizeram de boa parte de seus estoques.

Takehiro Sato, economista do banco Morgan Stanley, disse esperar um aumento da produção na indústria automobilística em julho, assim como uma "expansão relativamente forte na indústria do aço".

A produção automobilística japonesa caiu 34% ao ano em junho, menos do que a queda de 41,4% de maio, anunciou nesta quinta-feira a Associação de Fabricantes Automotivos do Japão.

Após a contração do PIB em um 14,2% ao ano no primeiro trimestre deste ano, dados recentes apontam para uma recuperação. O superávit comercial cresceu em junho pela primeira vez em 20 meses, com a redução da queda das exportações. A produção industrial aumentou ainda 2,4% em relação ao mês anterior, após alta de 5,7% em maio.
Da France Presse e G1 - 30/07/09
 

 
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Golfinhos, belugas e leões-marinhos: de onde vêm as espécies dos aquários do Japão?
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/08/2009 às 10:16:21
 

Denúncia contra os pescadores

O documentário “The cove” lançado nos EUA nesta sexta-feira (31), denuncia que pescadores japoneses atraem milhares de golfinhos e que os animais são capturados para entreter parques marinhos ou são massacrados para virar comida, conforme ilustra a matéria na postagem anterior do blog.

O governo japonês reagiu dizendo que não há nada de errado e cita diferenças culturais em resposta ao filme. Explica que a carne de golfinho é utilizada como alimento por uma pequena porcentagem da população japonesa. Mas não explica a procedência das espécies existentes nos aquários.

Distribuídos pelo país, os aquários possuem diversificadas atrações marinhas, dentre outros animais. Mas nada se destaca mais do que os shows dos golfinhos, belugas e leões marinhos. E de onde eles vêm? São criadas em cativeiro ou capturados? Os aquários possuem perfil de um hábitat ideal? Os shows colaboram para educar e conscientizar crianças e adultos, com ênfase a preservação?

O lado do espetáculo

Diante da falta de pesquisas nessa direção, mostraremos o outro lado da questão, o lado do espetáculo. Ou seja, é quase impossível não se render as exibições programadas pelos aquários japoneses. As atrações encantam crianças e adultos em diversas regiões do país e movimenta o turismo nos finais de semana.

Os animais parecem saudáveis. A relação deles com os biólogos e treinadores é de amabilidade. Uma relação mediada pela alimentação. Ou seja, são premiados quando executam as ações estabelecidas nos treinamentos e brilham nos espetáculos.

Visitamos três aquários e registramos as apresentações; dois na cidade de Toba, (provincia de Mie) e o Aquário de Nagoya, em Aichi. Observamos nos eventos presença maciça de público. E no país da fotografia, conseguir um espaço em meio à multidão para fotografar não foi fácil. Mas as imagens dispensam palavras.

Dica de acesso

O acesso aos aquários pode ser feito via trem, navio ou carro. Agências de turismo também organizam excursões para os locais utilizando ônibus. De carro, paga-se estacionamento e ingresso para entrar. A diversidade de espécie exige tempo mínimo de duas horas para ser apreciada. As apresentações dos golfinhos, belugas e leões marinho são as mais concorridas e acontecem conforme horário estabelecido pelo aquário.

A simbiose e interação, entre animais e população, com certeza torna o discurso crítico dos ambientalistas recheado de preocupações. Uma estrutura de lazer, que apesar das críticas, não será tão facilmente desestruturada porque conta com apoio e participação dos japoneses e estrangeiros que apreciam a beleza animal.
 

O golfinho Bibi tem 2,70m de altura
O golfinho pesa 218 quilos
Temperatura do corpo (36.3 graus)
Agradece a platéia com elegância
Biólogo examina os golfinhos
Leão marinho: exibição sincronizada
Beluga se prepara para brincar de bola
Salto espetacular para atingir o pêndulo (Golfinho)
Crianças acariciam o leão marinho
Tipos de peixe utilizado para alimentar golfinhos e belugas
Uma beluga come 15 quilos de peixe por dia
Peso - Beluga (700 quilos)
Golfinho sai da água em busca de peixe
Público pode acariciar os animais
Beluga brinca com argola
Jogando bola com os golfinhos
Sincronismo encanta a platéia
Beluga devolve a bola para treinadora
Três golfinhos saltam para atingir o pêndulo
Aproximação (Leão marinho)
Bióloga avalia beluga
Foto com os visitantes (Golfinho)
Pausa para o descanso
Cada leão marinho é acompanhado por uma treinadora
Leão marinho: preparativos para saída
 
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Matança de golfinhos no Japão é tema de novo documentário
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/08/2009 às 02:53:16
 

The cove” mostra luta de ativistas para salvar animais.
Longa-metragem estreou ontem nos EUA.

Foto Divulgação (G1)
Cena de

Um novo filme mostra pescadores japoneses atraindo milhares de golfinhos selvagens a um local escondido no Japão, onde ativistas dizem que os animais são capturados para entreter parques marinhos ou são massacrados para virar comida.

"The cove" segue um grupo de ativistas, incluindo o ex-treinador de golfinhos da série de televisão "Flipper", Ric OBarry.

Eles enfrentaram a polícia japonesa e pescadores para conseguir acesso a um abrigo em Taiji, no Japão, onde um arame farpado bloqueia o acesso de pessoas para impedir a filmagem do assassinato de golfinhos que começa em setembro a cada ano.

O documentário será lançado nos Estados Unidos nesta sexta-feira (31), mas ainda será distribuido no Japão, onde OBarry diz que 23 mil golfinhos e botos são legalmente assassinados a cada ano.

Impacto

O governo do Japão diz que não há nada de errado e cita diferenças culturais em resposta ao filme. A carne de golfinho é utilizada como alimento em um porcentagem muito pequena da população japonesa.

O filme foi elogiado por críticos e ganhou o prêmio de público do Festival de Filmes Sundance este ano. "Documentários eco-ativistas não recebem tanta aclamação quando The Cove", disse uma resenha da revista "Variety".

OBarry, que visitou Taiji muitas vezes por ano pelos últimos oito anos e agora veste uma máscara na cidade para evitar a atenção de pescadores ou da polícia, antecipou que o filme terá um grande impacto. "Quando o filme for visto no Japão, eles irão suspender as atividades do abrigo permanentemente", disse em uma entrevista recente.

O ativista de 69 anos disse que começou a lutar contra a captura de golfinhos quando um dos golfinhos que ele treinava para a série "Flipper", dos anos 1960, parou de respirar até morrer.

"Ric é um herói", disse o diretor do filme, Louie Psihoyos, que foi fotografado pela revista National Geographic. "Ele fez sucesso, ele fez fama, ele ganhou dinheiro e ele se voltou a esses assuntos ao seguir sua consciência."
G1 e Reuters 31/07/09
 

 
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Lula diz que só imbecis e ignorantes criticam o Bolsa Família
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/08/2009 às 00:50:57
 

Bolsa Família é o crescimento econômico do país e a geração de emprego

Divulgação
Bolsa Família é para deixar as pessoas preguiçosas por que quem recebe não quer mais trabalhar?

da Folha Online

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou nesta sexta-feira de imbecis e ignorantes aqueles que classificam o Bolsa Família como um programa eleitoreiro ou assistencialista. Hoje, governo federal reajustou em 9,68% o valor do benefício. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o aumento terá um impacto de R$ 406 milhões no Orçamento de 2009.

"Alguns dizem assim: o Bolsa Família é uma esmola, é assistencialismo, é demagogia e vai por aí afora. Tem gente tão imbecil, tão ignorante, que ainda fala o Bolsa Família é para deixar as pessoas preguiçosas porque quem recebe não quer mais trabalhar", disse Lula na cerimônia de formatura de turmas do Plano Setorial de Qualificação e Inserção Profissional para o Bolsa Família, em Belo Horizonte.

Antes da cerimônia, em entrevista à rádio Itatiaia, em Belo Horizonte, o presidente defendeu o Bolsa Família e também condenou os que criticam o benefício. Segundo Lula, a "porta de saída" do Bolsa Família é o crescimento econômico do país e a geração de emprego.

"Somente uma pessoa ignorante ou uma pessoa de má-fé ou uma pessoa que não conhece o povo brasileiro será capaz de dizer que uma pessoa que recebe o Bolsa Família vai ficar vagabundo e não quer mais trabalhar. É não conhecer a sociedade brasileira", afirmou.

O presidente disse ainda que o governo já registrou "gestos extraordinários" de pessoas que devolveram o cartão magnético do Bolsa Família depois de conseguirem emprego.

Patrimônio eleitoral

Segundo estudo do pesquisador Maurício Canêdo Pinheiro, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o programa Bolsa Família foi responsável por um aumento de cerca de três pontos percentuais na votação do presidente Lula segundo turno das eleições presidenciais de 2006.

Na ocasião, Lula obteve 60,83% dos votos, ou seja, mais de 58,2 milhões. O tucano Geraldo Alckmin ficou em segundo lugar, com 39,17% dos votos.

O levantamento indica ainda que o impacto do programa nas eleições foi maior que o gerado pelo desempenho da economia.

Segundo a pesquisa, em 2002, Lula foi particularmente bem sucedido em regiões mais urbanizadas e desenvolvidas do país. Já em 2006, ocorreu uma migração da base eleitoral para regiões menos desenvolvidas --mais dependentes do Estado e mais beneficiadas pelo programa.

Segundo o estudo, o aumento de um ponto percentual no número de beneficiários do programa elevou em 0,55 ponto percentual a votação de Lula em 2006, enquanto que a mesma variação na taxa de crescimento econômico incrementou a votação em apenas 0,21 ponto percentual.

O efeito eleitoral do Bolsa Família nos Estados das regiões Norte e Nordeste foi superior ao dos demais Estados do país. Em Alagoas, por exemplo, o programa aumentou em 8,17 pontos percentuais a votação de Lula, enquanto que no Rio de Janeiro e São Paulo o incremento foi de 1,12 e 1,89 pontos percentuais, respectivamente.

Pelos números pesquisados, Alagoas foi o Estado onde o efeito do Bolsa Família mais contribuiu para a votação de Lula, seguido de Roraima (6,85%) e Acre (6,53%).
31/07/2009 - 20h58
 

 
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Entidades da área de imprensa denunciam censura prévia
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/08/2009 às 00:31:53
 

OAB: a liberdade de expressão dos meios de comunicação é uma obrigação que não pode ser frustrada

Thiago Victor
XVII Prêmio Central de Outdoor (Thiago Victor - Diretor de Arte)

Roldão Arruda e Marcelo Auler, de O Estado de S. Paulo

Inconstitucional. Censura prévia. Essas foram as expressões mais repetidas nesta sexta-feira, 31, entre representantes de instituições ligadas à área de imprensa e de defesa do Estado de Direito, em comentários a respeito da decisão judicial que impede o Estado de divulgar informações sobre as investigações que envolvem Fernando Sarney.


Veja também:
Nas páginas do Estadão, a luta contra a censura
Censura não intimidou em 68 e jornal foi apreendido
Justiça censura Estado e proíbe informações sobre Sarney
Juiz que determinou censura é próximo de Sarney e Agaciel


O diretor executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Ricardo Pedreira, disse que a entidade condena a decisão do juiz por se tratar de censura prévia. "Isso é inconstitucional", afirmou. "A Constituição é muito clara, no sentido de que não se pode censurar previamente nenhum tipo de informação. Trata-se de um princípio fundamental da nossa Constituição e da própria democracia."


Ainda segundo o representante da ANJ, o jornal deve recorrer e tentar reverter a decisão no Judiciário. "Infelizmente, esse tipo de decisão judicial, determinando censura prévia, tem ocorrido com frequência. Isso não é medida contra os jornais ou os jornalistas. Ela afeta sobretudo o direito do cidadão de ser livremente informado."


O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cézar Britto, também condenou a censura ao Estado. "A censura prévia foi revogada expressamente na Constituição do Brasil, como forma eficaz de impedir a volta do autoritarismo. Não se pode calar a imprensa. Isto bem reconheceu o Supremo Tribunal Federal quando revogou a Lei de Imprensa. A liberdade de expressão dos meios de comunicação é uma obrigação que não pode ser frustrada por decisão judicial", afirmou.


Para Britto, nem mesmo a justificativa de que estão sendo publicadas transcrições de telefonemas justifica a censura prévia. "Os abusos que porventura sejam cometidos pelos meios de comunicação já têm forma de punição previstas na Constituição, que é a ação por danos morais e punições criminais nos casos de serem violadas normas prevista no Código Penal. Jamais através da censura."


Acesso à informação

O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murilo, também lamentou a frequência com que o Judiciário atendido aos pedidos de censura prévia. "Isso é inconstitucional. Isso é incompatível com o Estado Democrático de Direito", afirmou. "Essa decisão prejudica o Estado, prejudica dos jornalistas, mas atinge, sobretudo, o cidadão, que tem direito de acesso à informação."


O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azedo, qualificou a decisão da Justiça de Brasília de absolutamente inconstitucional. "O preceito constitucional não deixa margem a dúvida e é inadmissível que um magistrado, de qualquer instância do Poder Judiciário, atropele o texto constitucional como faz essa liminar que impede O Estado de fazer referência e dar notícias sobre o senhor Fernando Sarney."

Sexta-feira, 31 de Julho 2009, 21h34
 

 
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