Meu perfil

Saito, Milton iniciou no jornalismo publicando coluna sobre cinema no Correio da Sorocabana de Presidente Prudente. Na cidade trabalhou no jornal O Diário, colaborou com a assessoria de imprensa da prefeitura divulgando releases sobre Cultura, atuou como colaborador da coluna social Nikkey News do Oeste Notícias e como repórter no programa TV Dicas, do Japão, exibidos pela IPC/TV, afiliada internacional da Rede Globo. Como membro do Ciate [Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador no Exterior] produziu releases para imprensa nacional e internacional. Publicou artigos no Espaço do Dekassegui do colunista social Sinomar Calmona do O Imparcial. É geógrafo licenciado, bacharelado e com mestrado pela Universidade Estadual Paulista de Presidente Prudente [UNESP]. Desenvolveu pesquisa no Japão que culminou na dissertação: “Japoneses aqui, brasileiros lá?: Uma leitura sobre (e dos) Dekasseguis.

Cristiane Nagafuti foi colunista social do jornal Oeste Notícias de Presidente Prudente produzindo a Nikkey News. No Japão a Nikkey News foi veiculada pelo jornal Folha Mundial.

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Chimpanzé lê para evitar estresse em zoológico de Curitiba
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/09/2009 às 13:20:35
 

Programa para evitar depressão atende a 1,4 mil animais.
Atividades aguçam sentidos dos bichos e os mantêm em alerta.

Chimpanzé lê revistas para evitar depressão e estresse em zoológico de Curitiba (Foto: Maurilio Cheli/SMCS)

Do G1, em São Paulo - 29/09/09

Um programa que tem como objetivo diminuir o nível de estresse dos animais tem proposto aos bichos do Zoológico de Curitiba atividades inusitadas. Bob, um chimpanzé, recebe uma caixa com barras de cereal e revistas. A ideia é incentivar Bob e outros 1,4 mil animais do zoo a reavivarem instintos naturais evitando efeitos como depressão, queda de resistência e de imunidade.

"Os animais que ficam em cativeiro perdem características importantes, como a busca do alimento e o sentimento de preservação, que os mantém alerta em tempo integral", explica Manoel Lucas Javorouski, médico veterinário da Prefeitura de Curitiba e responsável pelo programa.

De acordo com a prefeitura, médicos veterinários e biólogos levam aos animais desafios como a entrega do alimento em horário diferente ao que ele está acostumado, ou a comida escondida em uma abóbora ou melão. A proposta, que aguça os sentidos dos animais e os mantêm em alerta, também inclui sons gravados ou a troca de lugar de alimentação.
 

 
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"Dia do Nu Pedagógico"
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/09/2009 às 13:02:32
 

Dia do Professor, dia 15 de outubro

Arte/UDEMO

O Conselho Deliberativo da Udemo (Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado) decidiu que, para mostrar a nudez deste Governo com relação à educação, ou seja, a sua total falta de propostas para a escola pública e seus profissionais, nada melhor do que instituir um "Dia do Nu Pedagógico", na rede. Foi escolhido o Dia do Professor, dia 15 de outubro, para esse ato.

Nesse dia, os funcionários, professores, diretores, supervisores e simpatizantes deverão ficar nus, na frente da Secretaria da Educação, em protesto pela situação das escolas públicas estaduais.

Você concorda com essa proposta?
 

 
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O que fazer com o dinheiro ganho no Japão?
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/09/2009 às 14:32:13
 

Leia o que diz o autor do best seller “Pai Rico, Pai Pobre”, Robert Kiyosaki

Muitos brasileiros no Japão possuem projetos pessoais para no retorno ao país investir e ficar rico de verdade. Com a crise imposta pela atual conjuntura mundial - mas, que sempre existiu para os mais pobres - tais metas se distanciam. E agora, que caminho seguir? Que atitude tomar? Um sonho impossível? Leia o que diz o autor do best seller “Pai Rico, Pai Pobre”, Robert Kiyosaki, considerado o guru das finanças.

Para Robert Kiyosaki assalariado é sempre pobre

Autor do best seller Pai Rico, Pai Pobre prega coragem de jogar tudo para o alto

Para Robert Kiyosaki, guru das finanças, assalariado é sempre pobre.
Segundo o autor, sucesso vem para quem ousa, empreende e investe bem.

Paula Leite Do G1, em São Paulo (19/09/09)

Robert Kiyosaki tem uma dura tarefa pela frente. Nove anos depois do lançamento do seu bestseller “Pai rico, pai pobre” (Campus Elsevier), e no meio de uma crise financeira, ele tenta convencer as pessoas a desistirem de seus salários e correrem riscos, para que possam ser ricas de verdade.

“Você tem que fazer uma troca. Segurança é bom, a maioria das pessoas precisa disso, mas eu prefiro ter liberdade”, opina o escritor, em sua primeira visita ao Brasil. Neste sábado (19), ele participa da Bienal do Livro, no Rio. “Tenho a liberdade de ganhar quanto dinheiro eu quiser, eu não me preocupo com a economia, eu fico mais rico todo ano que passa e eu posso fazer o que quiser, quando quiser.”

Pode parecer contraditório que ele advogue desistir de uma renda polpuda todo mês para ser rico. Mas ele explica: “Meu pai era doutor, tinha um salário alto e trabalhava para o governo, e minha mãe era enfermeira. Nós tínhamos dinheiro, mas no final de todo mês nós não tínhamos nada. Quando eu era criança, eu falava, nós somos pobres, e eles diziam: Não, não, nós temos muito dinheiro. Mas a gente era pobre mesmo.”

Acumulando ativos

Para o escritor, quem quer ser rico de verdade precisa acumular ativos. Um ativo, na definição dele, é “algo que põe dinheiro no seu bolso quer você trabalhe, quer não”. “Todo ano eu compro mais ativos. Eu tenho sete poços de petróleo. Quando o petróleo estava a US$ 100 o barril, eu ganhava muito dinheiro. Hoje, com o barril a US$ 70, eu ainda ganho dinheiro.”

Ele diz que as pessoas que perderam dinheiro e bens na crise financeira deveriam ter lido meu livro. “Nos EUA, muitas pessoas parecem ricas, têm casas grandes, duas Mercedes, uma BMW, e agora puf, tudo se foi. Por que elas perderam seus empregos, perderam seus negócios. Elas não têm nenhum fluxo de caixa entrando, elas perderam suas pensões, suas casas perderam valor. É triste, por um lado, mas por outro, elas deveriam ter lido meu livro.”

Empreendedorismo

Kiyosaki acredita que o melhor jeito de ter sair do que ele chama da “corrida dos ratos”, o ciclo de trabalhar duro, gastar todo o dinheiro e continuar na mesma, é pelo empreendedorismo.
“A razão porque a maioria das pessoas está em dificuldades é que elas não pensam grande o suficiente. Se você tiver uma pequena empresa, ou ser autônomo como um médico, que ainda tem que fazer o trabalho, ou uma pequena loja, em que você tem que fazer o trabalho, você nunca ficará rico”, opina ele.

A principal explicação de Kiyosaki para porque é melhor ser dono de seus próprios negócios é que os governos taxam mais quem trabalha do que quem produz. “Governos dão incentivos fiscais a quem, como eu, cria empregos, provê moradia. Esse é o meu jeito de fazer, eu vejo o mundo como um empreendedor, a maioria das pessoas vê o mundo como um funcionário ou um autônomo”, opina ele.

E ele aproveita para bater na sua outra tecla favorita: a educação financeira. Para quem diz que é difícil cuidar de seus próprios negócios e correr riscos, ele diz: “É um estado de mente e uma educação diferente, mas pode ser feito. O problema é que nossas escolas não ensinam isso."
 

 
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Proteção aos animais de rua...
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/09/2009 às 09:01:10
 

*Por José Rocha Sobrinho

SPAA – Sociedade Protetora dos Animais Abandonados de Pres. Prudente

Senhores Jornalistas

Desde o dia (28/08) estou presidindo a SPAA (Sociedade Protetora dos Animais Abandonados de Presidente Prudente), o qual para mim é um desafio muito grande, coordenar uma ONG em proteção aos animais de “RUA”.

Mas, enfrentar desafios é para quem tem coragem e disponibilidade e não estar sozinho, hoje pode dizer: A nova diretoria é formada por pessoas despojadas de interesses particulares e certamente ira buscar a melhor para defender a “VIDA” dos animaizinhos jogados na rua, Quando você chega a sua casa e o único que vai recebê-lo no portão é o seu cãozinho quase sempre se ouve “SAI PRA LA CACHORRO!” quando não se aplica um chute. Não esqueça que ele sente dor, fome, frio, e o pior a dor do abandono.

A nossa luta não é defender somente os animais, mas também os humanos sobre as doenças transmititadas pelos animais, a Leishmaniose ronda nossa região, e caso venha, não pega somente quem tem animais, mas também quem nunca teve um cãozinho ou gatinho.

Os animais já fazem parte de nossa vida, inclusive comprovada no tratamento de saúde de pessoas portadoras especiais, podemos afirmar que de cada 10 casas, seis tem um animal de estimação. “PORQUE NÃO SE PREOCUPAR COM OS ANIMAIS?” Certamente que iremos atuar no preventivo, promovendo campanhas de castração, zelo pelos animais, doação com responsabilidade, feirinha de adoção.

Concluindo... Nosso maior desafio será a construção do abrigo para os animais abandonados de nossa cidade, nossa ONG recebeu através de um decreto a permissão de uso de uma área de 20.418mt2 do ex- prefeito Sr. Agripino Lima, para isso já temos o projeto de construção que devera ser protocolado na prefeitura munipal para a devida aprovação. O comendador e Promotor de justiça do meio ambiente Dr. Nelson Bugalho esta acompanhando todo o tramitem da documentação para inicio da obra.

“Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem; agora é necessário civilizar o homem em relação à natureza e aos animais”. (Victor Hugo)

 

 
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Supletivo Japão 2009
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 18/09/2009 às 07:54:49
 

Prezados leitores, devido à intensa jornada de trabalho exercida neste momento, estamos  impossibilitados de atualizar nosso Blog com a mesma periodicidade. Pretendemos retomar as postagens o mais breve possível.

Justifica-se oportunamente o honroso convite recebido, meio que de última hora, para preparar alunos candidatos ao “Supletivo 2009”, concurso este que acontecerá também para os brasileiros inscritos no Japão.

Gratos pela compreensão! Até breve!
 

 
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Conheça as 64 profissões de nível superior para as quais a UNESP oferece cursos de graduação
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 10/09/2009 às 02:33:54
 

Guia de Profissões 2010

Foto/Reprodução: Guia de Profissões 2010 - Ciências Biológicas

Nesse Guia, você vai se informar sobre as 64 profissões de nível superior para as quais a UNESP oferece cursos de graduação. Elas estão apresentadas, em ordem alfabética e separadas por área: Ciências Biológicas, Ciências Exatas e Humanidades. O Guia também traz orientações sobre a escolha da profissão e o vestibular.

Para facilitar a identificação da área do conhecimento à qual pertencem, receberam um tratamento visual diferenciado. Assim, nas páginas em que estão as profissões da área de Ciências Biológicas, a cor predominante é o azul; nas de Exatas, o vermelho; e nas de Humanidades, o verde.
Dessa forma, fica fácil, já na consulta, saber em qual área a carreira de seu interesse está inserida.

Acesse o Guia de Profissões 2010 - clique: www.vunesp.com.br/guia2010/index.html

Foto/Reprodução: Guia de Profissões 2010 - Ciências Exatas
Foto/Reprodução: Guia de Profissões 2010 - Humanidades
 
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Unesp abre inscrições para Vestibular 2010
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 10/09/2009 às 01:56:07
 

São 153 opções de cursos em 18 cidades

Foto/Reprodução: Capa Manual do Candidato

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) estará com inscrições abertas, a partir de 8 de setembro, para o Vestibular 2010, com oferta de 6.394 vagas em 153 opções de cursos em 18 cidades. Os interessados deverão se inscrever por meio deste site, até 2 de outubro. A taxa de inscrição é de R$ 110,00. Os alunos de último ano da rede pública da Secretaria da Educação de São Paulo pagarão taxa de R$ 27,50.

Relação de cursos oferecidos

Os cursos oferecidos na área de ciências biológicas são agronomia, ciências biológicas, ciências biomédicas, ecologia, educação física, enfermagem, engenharia florestal, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, terapia ocupacional e zootecnia. Para exatas, as opções são ciência da computação, estatística, física, física médica, geologia, matemática, química, química ambiental, sistemas de informação e as seguintes engenharias: ambiental, biotecnológica, cartográfica, civil, de alimentos, de materiais, de produção mecânica, elétrica, industrial madeireira e mecânica. Para a área de humanidades, as escolhas são por administração pública, arquitetura e urbanismo, arquivologia, arte-teatro, artes visuais, biblioteconomia, ciências esconômicas, ciências sociais, jornalismo, radialismo, relações públicas, design, direito, educação artística, educação musical, filosofia, geografia, história, letras, música, pedagogia, psicologia, relações internacionais, serviço social e turismo.

Enem 2009 poderá compor a nota da prova de Conhecimentos Gerais (primeira fase)

As provas serão divididas em duas etapas. A primeira, de Conhecimentos Gerais, com aplicação em 8 de novembro, será composta de 90 questões de múltipla escolha, sendo 30 de cada área especificada nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs): linguagens, códigos e suas tecnologias (elementos de língua portuguesa e literatura, língua inglesa, educação física e arte); ciências da natureza, matemática e suas tecnologias (elementos de biologia, física, química e matemática); ciências humanas e suas tecnologias (elementos de história, geografia e filosofia). No cômputo final da nota do exame, a prova do Enem 2009 poderá compor a nota da prova de Conhecimentos Gerais (primeira fase) Para realizar a segunda fase, serão convocados os mais bem classificados na primeira fase, à razão média de 4 a 6 candidatos por vaga. Esta fase será aplicada em dois dias, 20 e 21 de dezembro. No primeiro dia, a avaliação será composta de 12 questões discursivas de ciências da natureza, matemática e suas tecnologias e 12, também discursivas, de ciências humanas e suas tecnologias. No segundo dia, os candidatos farão a prova com 12 questões discursivas de linguagens e códigos e suas tecnologias e uma prova de redação. A duração de cada dia de prova (primeira e segunda fases) será de 4 horas e meia.

Locais dos exames (cidades)

Os exames serão aplicados nas cidades onde há oferta de vagas (Araçatuba, Araraquara, Assis, Bauru, Botucatu, Franca, Guaratinguetá, Ilha Solteira, Itapeva, Jaboticabal, Marília, Presidente Prudente, Rio Claro, Rosana, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e São Vicente) e também em Americana, Campinas, Dracena, Guarulhos, Jundiaí, Ourinhos, Piracicaba, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Sorocaba e Tupã.

Dúvidas ou mais informações acesse o Blog da Unesp - clique: www.vunesp.com.br/blogunesp/

Fonte: Blog da Unesp 9 de setembro de 2009

 
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Jornalista britânico entra na jaula de leão e leva mordida
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/09/2009 às 07:24:20
 

BOL Notícias - 07/09/2009 - 11h08

Mordido na perna e no ombro, assumiu toda a responsabilidade...

Link para o vídeo abaixo.

O jornalista Charles Starmer-Smith, do jornal britânico "Daily Telegraph", foi atacado por um leão, quando fazia uma reportagem em um santuário de leões, no norte da África do Sul.

Mordido na perna e no ombro, assumiu toda a responsabilidade pelo incidente, pois ele havia sido avisado do perigo. "É melhor você usar uma jaqueta velha, já que você pode manchá-la com sangue", avisou antes seu motorista, sorrindo.

Vídeo divulgado pelo jornal --que ganhou destaque no blog da apresentadora Luisa Mell-- começa com uma placa que alerta: "Fique atrás da cerca" e "Não toque os animais".

Minutos antes de entrar na jaula, dizia que foi orientado para não ter medo, pois o leão pode sentir isso. No entanto, sussurrava para a câmera: "Estou é com medo mesmo!"

Um tratador preparava o animal para ser acariciado pelo repórter --atividade em que Starmer-Smith foi filmado por alguns minutos. O leão ficava deitado aos pés dele, dava-lhe leves mordidas em seu sapato e também brincava com as patas.

Mas depois o animal acabou perdendo a paciência, começou a andar pela área e o tratador teve dificuldades de controlá-lo. Quando o repórter tentou acariciá-lo novamente, o animal acabou por levantar, agarrá-lo, arranhá-lo e mordê-lo.

Ao sair da jaula, Starmer-Smith mostrou sua calça rasgada e o machucado na perna, que foi tratado. Ofegante e sempre sorrindo, conclui, referindo-se à sua "aventura": "Foi incrível!" Um provável palavrão foi censurada no vídeo.

Ao tirar a jaqueta e a camiseta, também exibiu cortes menores no ombro, no lado da barriga e nas costas. "Tiro uma lição disto: frequentemente, em safáris, turistas ignoram recomendações e saem dos veículos para olhar mais perto", comenta. Mas "eles estão errados", pois "a velocidade e força do leão é mesmo fenomenal".

Assista o vídeo na página do "Daily Telegraph" (em inglês) aqui.
www.telegraph.co.uk/travel/travelnews/6139806/Daily-Telegraph-writer-mauled-after-entering-lions-enclosure.html

 
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MST e as ações criminosas da revista Veja
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/09/2009 às 02:35:02
 

Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009 – Blog Luiz Carlos Azenha: www.viomundo.com.br/

Foto/Reprodução: Capa Veja 380

*Por Altamiro Borges,

Os editores da revista Veja são de um cinismo depravado. Na edição desta semana, este panfleto da direita colonizada estampou mais uma capa com ataques ao MST. A manchete provocadora: “Abrimos o cofre do M$T”. A foto montagem: um boné da organização com dólares e reais. A chamada: “Como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra desvia dinheiro público e verbas estrangeiras para cometer seus crimes”. Na “reporcagem” interna, nenhuma entrevista com lideranças dos sem-terra e nenhuma visita às escolas e assentamentos produtivos do MST.

Como arapongas ilegais, ela se jacta de que “teve acesso às movimentações bancárias de quatro entidades ligadas aos sem-terra. Elas revelam como o governo e organizações internacionais acabam financiando as atividades criminosas do movimento”. As quatro entidades – Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca), Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária (Concrab), Centro de Formação e Pesquisas Contestado (Cepatec) e Instituto Técnico de Estudos Agrários e Cooperativismo (Itac) – “receberam 43 milhões de reais em convênios com o governo entre 2003 e 2007”, resmunga a revista da Editora Abril, que sempre saqueou os cofres públicos.

Uma “reporcagem” interesseira

O novo ataque ao MST não é gratuito. Ele ocorre poucos dias após a jornada nacional de luta por mais verbas para a reforma agrária e pela atualização dos índices de produtividade, usados como parâmetros legais para a desapropriação de terras. Diante da sinalização do governo Lula de que atenderia as justas reivindicações, a revista Veja resolveu sair em defesa dos latifundiários e dos barões do agronegócio. Não há nenhuma investigação jornalística sobre as premiadas iniciativas educativas e sociais do MST. Apenas opiniões preconceituosas para criminalizar o movimento. Seu objetivo é asfixiar financeiramente o MST, fragilizando a heróica luta pela reforma agrária.

Daí a “reporcagem” esbravejar, num tom fascistóide, que “o MST é movido por dinheiro, muito dinheiro, captado basicamente dos cofres públicos e junto às entidades internacionais. Ao ocupar ministérios, invadir fazendas, patrocinar um confronto com a polícia, o MST o faz com dinheiro de impostos pagos pelos brasileiros e com o auxílio de estrangeiros que não deveriam se imiscuir em assuntos do país”. A matéria também serve de palanque para o tucano José Serra. “Aliados históricos do PT, os sem-terra encontraram no governo Lula uma fonte inesgotável de recursos para subsidiar suas atividades”. E ainda estimula intrigas. “O governo Lula agora experimenta o gosto da chantagem de uma organização bandida que cresceu sob seus auspícios”.

Resposta corajosa do MST

O MST já respondeu com altivez às provocações. “Não há nenhuma novidade na postura política e ideológica desses veículos, que fazem parte da classe dominante e defendem os interesses do capital financeiro, dos bancos, do agronegócio e do latifúndio, virando de costas para os problemas estruturais da sociedade e para as dificuldades do povo brasileiro. Desesperados, tentam requentar velhas teses de que o movimento vive à custa de dinheiro público. Aliás, esses ataques vêm justamente de empresas que vivem de propaganda e de recursos públicos ou que são suspeitas de benefícios em licitações do governo de São Paulo, como a Editora Abril”.

Quanto aos ataques, a nota é elucidativa. “Em relação às entidades que atuam nos assentamentos de reforma agrária, que são centenas trabalhando em todo o país, defendemos a legitimidade dos convênios com os governos federal e estaduais e acreditamos na lisura do trabalho realizado. Essas entidades estão devidamente habilitadas nos órgãos públicos, são fiscalizadas e, inclusive, sofrem perseguições políticas do TCU (Tribunal de Contas da União), controlado atualmente por filiados do PSDB e DEM. Elas desenvolvem projetos de assistência técnica, alfabetização de adultos, capacitação, educação e saúde em assentamentos rurais, que são um direito dos assentados e um dever do Estado, de acordo com a Constituição”.

Um negócio de 719 milhões de reais

Em mais este ataque colérico, a revista Veja prova que é imoral e cínica. Tudo que publica serve a objetivos políticos precisos, mas embalados na manipulação jornalística. De fato, muita coisa precisa ser investigada no país. Uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a mídia tornou-se uma urgência. No caso da Editora Abril, que condena o “auxílio de estrangeiros que se imiscuem em assuntos do país”, seria útil averiguar sua própria origem, quando o empresário estadunidense Victor Civita se mudou para São Paulo, em 1949, trazendo na bagagem um sinistro acordo com a Disney. Não é para menos que muitos o acusaram de “agente do império” e de servidor da CIA.

Quanto aos recursos públicos, seria necessário apurar as compras milionárias do governo tucano de José Serra das publicações da Abril. O Ministério Público Federal inclusive já abriu processo para investigar o caso suspeito. No embalo, poderia averiguar as recentes denúncias do jornalista Carlos Lopes, editor do jornal Hora do Povo. No artigo intitulado “O assalto do grupo Abril aos cofres públicos na venda de livros do MEC”, com base em dados do Portal da Transparência, ele mostra que “nos últimos cinco anos, o Ministério da Educação repassou ao grupo Abril a quantia de R$ 719.630.139,55 para compra de livros didáticos. Foi o maior repasse de recursos públicos destinados a livros didáticos dentre todos os grupos editoriais do país”.

A urgência da CPI da mídia

“Nenhum outro recebeu, nesse período, tanto dinheiro do MEC. Desde 2004, o grupo da Veja ficou com mais de um quinto dos recursos (22,45%) do MEC para compra de livros didáticos... O espantoso é que até 2004 o grupo Civita não atuava no setor de livros didáticos. Neste ano, o grupo adquiriu duas editoras – a Ática e a Scipione. Por que essa súbita decisão de passar a explorar os cofres públicos com uma inundação de livros didáticos? Evidentemente, porque existe muito dinheiro nos cofres públicos... O MEC, infelizmente, está adotando uma política de fornecer dinheiro público para que o Civita sustente o seu panfleto – a revista Veja”.

“Exatamente essa malta, cínica e pendurada no dinheiro público, acusa o MST de ter recebido, de 2003 a 2007, R$ 47 milhões em alguns convênios com o governo federal... Já o Civita recebeu só do MEC, entre 2004 e 2008, R$ 719 milhões, isto é, 17 vezes mais do que o MST – e não foi para trabalhar, mas para empurrar livros didáticos duvidosos, e a preço de ouro”, critica Carlos Lopes. Como se observa, uma CPI da mídia é urgente.

Altamiro Borges - altamiroborges.blogspot.com/ Jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil, autor do livro “Sindicalismo, resistência e alternativas” (Editora Anita Garibaldi)

Para ler matéria publicada pela revista Veja clique abaixo: 

Brasil
Por dentro do cofre do MST
VEJA teve acesso às movimentações bancárias de quatro entidades
ligadas aos sem-terra. Elas revelam como o governo e organizações
internacionais acabam financiando atividades criminosas do movimento

*Por Policarpo Junior e Sofia Krause: veja.abril.com.br/020909/por-dentro-cofre-mst-p-64.shtml 

 
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Brazilian Day reúne mais de 1,5 milhão de pessoas em Nova York
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 07/09/2009 às 09:01:47
 

Brasileiros cantaram e dançaram ao som de samba e hip hop.
Cantora Elba Ramalho também se apresentou no evento.

O rapper Marcelo D2 se apresentou no evento que reuniu os brasileiros em Nova York. (Foto:Luiz Ribeiro/TV Globo)

Do G1, em São Paulo / 06/09/09

Os shows da 25ª edição do evento Brazilian Day, em Nova York, neste domingo (6), reuniram cerca de 1,5 milhão de pessoas na Sexta Avenida. Victor e Léo foram os primeiros a subir no palco. O rapper Marcelo D2 e os cantores Arlindo Cruz e Alcione também já se apresentaram.

O evento vai virar um programa especial apresentado por Regina Casé que será exibido pela TV Globo no dia 13 de setembro, após o “No limite”.

A cantora Elba Ramalho fechou o show com muito forró para a plateia que relembrou os sucessos "Banho de cheiro", "De volta pro aconhego" e "Festa do interior".

Regina Casé, que comandou o evento, também voltou ao palco para agradecer a presença do grande público e se despedir.
 

Cerca de 1,5 milhão de pessoas participaram do Brazilian Day, em Nova York, neste domingo. (Foto: Luiz Ribeiro/TV Globo)
 
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Foto da Mãe Natureza chorando impressiona o mundo
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 06/09/2009 às 23:36:28
 

Deu em: "O Buteco da Net" (Oneberto)

Crédito: Michael Nolan

A imagem marcante da calota de gelo, localizada no arquipélago de Svalbard (Noruega), foi registrada pelo ambientalista e professor Michael Nolan, enquanto fazia uma viagem para observar as geleiras e seus animais selvagens ao redor.
Na foto, percebe-se o degelo formando uma imagem parecida com um rosto. “Seria a Mãe Natureza chorando?”, pergunta o jornal britânico Daily Mail.

O perito disse que esse fenômeno não é por acaso. Ele confirmou que a calota de gelo tem diminuído cerca de 160 metros a cada ano há várias décadas.
A situação é preocupante, declara Jon Ove Hagen, respeitado especialista. O cientista diz que há outras mudanças drásticas sendo observadas em outras massas de gelo na região.
A geleira de Austfonna é a segunda maior da Europa e a sétima maior do mundo.

Home Ig – Jovem 03/09/2009 - 00:04
Dica: Marcelo Makoto

 
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2ª Nikkei Fest espera reunir 40 mil em Prudente
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/09/2009 às 01:30:05
 

Deu em: "O Imparcial"

*Por
Aline Martins

Culinária japonesa, karaokê, workshops e concurso de beleza. Estas atrações integram a segunda edição da Nikkei Fest, que inicia hoje, com encerramento previsto para o próximo domingo, no Centro de Eventos de Presidente Prudente.

A expectativa é que 40 mil pessoas passem pelo local nos três dias de festa e consumam cerca de seis toneladas de alimentos. Nesta sexta, a programação começa às 19h e nos outros dois dias, a partir das 11h. A entrada custa R$ 1,00 e pode ser adquirida na sede do evento.

Aproximadamente 800 pessoas, conforme o presidente da Associação Cultural, Agrícola e Esportiva de Prudente (Acae) – entidade que idealiza a festa –, Pedro Gushiken, trabalha na ação de forma voluntária. “É essencial a participação de todos para o sucesso da empreitada. No total, são 14 barracas de comidas típicas, artesanatos e exposições de artigos da cultura japonesa”, esclarece.
04/09/2009 19:09:26


 

 
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Conheça as finalistas do concurso miss Garota Brazilian Day 2009 – Japan
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/09/2009 às 00:25:01
 

Concurso miss Garota Brazilian Day

Hoje (5/9), acontece a final que escolherá a Miss “Garota Brazilian Day”, em Tóquio, no IV Festival Brasil 2009. Conheça as candidatas:

Andressa

 

Caroline
Dangle
Ana Paula
Ana Carolina
Amanda Carolina
Amanda
Ana C. Pontes
Ana P. Eguti
Caroline
Cristiane Harumi
Cristiane Harumi
Dayana
Dangle
Dayana
Keith Karine
Keith Karine
Michelle
Michelle
Pamela Cristina
Paula Inoue
Paula Inoue
Samlle Miyake
Samlle Miyake
 
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Sorteio de passagens aéreas no IV Festival Brasil
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/09/2009 às 07:55:02
 

Brazilian Day

Brazilian Day

A Câmara de Comércio Brasileira no Japão (CCBJ) convida a todos para participar do IV Festival Brasil, também conhecido como Brazilian Day in Japan. Será nos dias 5 e 6 de setembro, no Parque Yoyogi, em Tokyo. O evento é realizado nesse período em função da Independência do Brasil comemorada em 7 de setembro.

Neste ano, a CCBJ organiza a Campanha de Solidariedade, com o apoio da Embaixada do Brasil de Tokyo. Quem doar alimentos não perecíveis vai concorrer a passagens aéreas ao Brasil oferecidas pela American Air Lines, entre outros prêmios. Os alimentos poderão ser doados na barraca gentilmente oferecida pela Mitsui & Co., Ltd., localizada ao lado da barraca da CCBJ, perto do palco de shows.
 

5/9 (Sábado) Programação

11:00 - Início
11:30〜13:30 Workshops de Capoeira - Organização:
Embaixada do Brasil, Grupo Regional Tempo
e Grupo Angola Pelourinho
13:30〜14:00 Abertura Oficial
14:00〜14:10 Grupo de Dança Bahia Viva
14:10〜14:15 Sorteio de prêmio da Campanha de Solidariedade
14:15〜14:30 Miss Garota Brazilian Day
14:30〜14:40 Sorteio de prêmio da Campanha de Solidariedade
14:40〜15:10 Banda Novo Tempo
15:10〜15:15 Sorteio de prêmio da Campanha de Solidariedade
15:15~15:40 Miss Garota Brazilian Day
15:40~15:50 Sorteio de prêmio da Campanha de Solidariedade
15:50~16:20 Cantor de samba Chiquinho
16:20~16:30 Sorteio de prêmio da Campanha de Solidariedade
16:30~16:50 Miss Garota Brazilian Day - Premiação
16:50~17:00 Sorteio de prêmio da Campanha de Solidariedade
17:00~18:00 Representantes do Carnaval de Asakusa
18:00~19:00 Sorteio final de prêmio da Campanha de Solidariedade
19:00 Encerramento

Brazilian Day

9/6 (DOM) PROGRAMAÇÃO

11:00 - Início
11:30〜13:30 Workshops de Capoeira - Organização:
Embaixada do Brasil, Grupo Regional Tempo
e Grupo Angola Pelourinho
13:30~14:00 Banda Via Brasil
14:00~14:10 Sorteio de prêmio da Campanha de Solidariedade
14:10~14:40 Banda Miss Rock
14:40~14:50 Sorteio de prêmio da Campanha de Solidariedade
14:50~15:20 Banda Vio Ray
15:20~15:25Sorteio de prêmio da Campanha de Solidariedade
15:25~15:50 Batucada de Hamamatsu
15:50~16:00 Sorteio de prêmio da Campanha de Solidariedade
16:00~16:30 Serginho Groisman, da TV Globo do Brasil
16:30~18:00 Banda Jammil e Uma Noites, da Bahia
18:00~19:00 Sorteio final de prêmio da Campanha de Solidariedade
19:00Encerramento do Evento

Obs: Programação sujeita a alterações

 

Brazilian Day
Brazilian Day
 
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Kelly Key e Edu Guedes domingo (6/9) em Toyohashi
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/09/2009 às 01:18:01
 

Dia do Brasil 2009: Festa da comunidade de Toyohashi

Kelly Key vai agitar Toyohashi na grande festa da comunidade brasileira

Acontece neste próximo domingo, a partir das 9hs no Toyohashi Kouen grande festa da comunidade brasileira com a participação especial do apresentador do programa "Hoje Em Dia", da Rede Record, Edu Guedes e show de encerramento com a cantora Kelly Key.

Entrada: franca

Horário: das 9h às 18h

Edu Guedes da Rede Record estará domingo em Toyohashi

Data: 06/09/2009

Local: Toyohashi Kouen

Cidade: Toyohashi, Aichi (Japão)

Mais informações fone:

090-3382-3746 (português) / 0532-51-2023 (japonês)
 

Comunidade de Toyohashi em festa...
 
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Por que a ONU e o Japão devem ser cautelosos com a produção de agrocarburantes no Brasil?
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 02/09/2009 às 02:43:35
 

*Por

José Gilberto de Souza
Ana Claudia Giannini Borges

Em primeiro lugar por considerar que o papel da ONU é interferir em questões que envolvem situações de paz e equilíbrio social entre os povos, bem como estabelecer diretrizes políticas em suas organizações internas, particularmente a FAO, que respondam por questões diretas sobre a segurança alimentar mundial. O Japão por ser um país envolvido diretamente com o binômio energia-território, pode estabelecer uma contribuição crítica sobre os modelos de crescimento econômico que não respondem às questões apontadas no protocolo de Kyoto e que comprometem sobremaneira a biodiversidade, considerando ainda as preocupações sobre seguridade social e condições de trabalho no campo que países, como o Japão, têm capacidade moral de refletir e propor novos direcionamentos ao desenvolvimento humano e à preservação do meio ambiente.

Destaca-se assim que longe de uma voz uníssona é necessário considerar o equívoco de muitos intelectuais brasileiros, latino-americanos e europeus que vêm a inserção de pequenos produtores familiares na produção de agrocombustíveis como uma estratégia de resolução da pobreza e da exclusão social no campo. Um equívoco sem proporções.

No atual estágio de organização das forças produtivas do capitalismo financeiro, de um lado se observa que o modelo de produção em escala concorre com a fusão e concentração de capitais. No setor sucroalcooleiro esses processos se acentuam sobejamente e o ingresso de capitais internacionais acena para uma situação de que a resistência à entrada do ethanol brasileiro deverá ser reduzida na mesma proporção do crescimento do Investimento Direto Estrangeiro (IDE), por meio da desnacionalização produtiva, alterando fortemente as condições de propriedade das estruturas produtivas de processamento agroindustrial e sobretudo da terra no Brasil.

E para tanto é necessário dar conhecimento de questões centrais que envolvem o modelo de produção de ethanol e seus desdobramentos sobre o trabalho, o meio ambiente, a matriz produtiva, a concentração da renda e da terra no Brasil.

As condições de Trabalho

As denúncias sobre o trabalho escravo no Brasil tem sido alvo de manchetes nos jornais internacionais, mas as pesquisas de Maria Aparecida Moraes e Raquel San”Anna, revelam que as condições de reprodução social do trabalhadores se agudiza. Significa dizer que um trabalhador reduz sua expectativa de vida aproximadamente em 25 anos com 5 anos de trabalho no corte da cana-de-açúcar, fazendo com que a expectativa média de vida no campo se coloque próximo dos 50 anos, para uma expecativa urbana que tende a a superar a casa dos 70 anos de idade.

Não obstante as questões relacionadas a seguridade social e o crescente número de trabalhadores rurais que demandam por auxílio doença e auxílio desemprego diante da sazonalidade da produção sucroalcooleira. Devendo ainda considerar, com base nas pesquisas do Prof. Guilherme Delgado (Universidade Federal de Uberlância), que para além das mortes no campo a taxa de acidentes e óbitos no processo industrial canavieiro apresentou um crescimento de 400% nos últimos anos. Por sua vez, se no campo os óbitos e as condições apresentam maior caixa de ressonância à mídia internacional, é importante destacar que as ações dos auditores fiscais do Ministério do Trabalho vêm-se pressionadas e com dificuldade técnicas e jurídicas para qualificar as ações de abuso sobre o trabalho, sobretudo a partir da medida provisória 410/2007, editada por Luiz Inácio da Silva (Lula) que permite a permanência de trabalhadores rurais por até três meses sem carteia assinada, impedindo a caracterização da exploração e por sua vez de enquadramento na condição de trabalho escravo impedindo ações penais severas aos latifundiários. Uma benesse ao setor sucroalcooleiro que contrata trabalhadores por safra de 6 meses. Medida provisória de caráter inconstitucional, a medida quem diferencia trabalhadores rurais e urbanos, editada por Lula a pedido da Confederação Nacional da Agricultura, organização representativa dos latifundiários e que age fortemente contra a reforma agrária no país.

O meio ambiente

A produção do ethanol está longe de respeitar a diversidade produtiva e natural. Neste último aspecto cabe considerar que, somente no estado de São Paulo, que apresenta uma estrutura de governo com maior capacidade fiscal do que as demais unidades da federação, o avanço da produção canavieira promove a drenagem de rios, as queimadas comprometem a qualidade de vida urbana e a biodiversidadce animal. Por sua vez, se no estado de São Paulo, observa-se que nas regiões em que a produção de ethanol se propaga a área média de preservação de mata nativa se reduz de 15% para 5,7%.

Neste aspecto, cabe ainda assinalar que muitas empresas têm obtido a certificação de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL), neste caso cabe a consideração de que a geração de energia destas usinas por meio de bagaço de cana-de-açúcar é mesmo limpa ou carrega o suor e o sangue dos trabalhadores rurais sem direitos básicos? Os projetos de desenvolvimento limpo exigem nos formulários “F” e “G” manifestações da sociedade acerca dos impactos sociais e ambientais produzidos. Em um levantamento recente constata-se que estes formulários 90% não apresentam uma análise ou consideração da sociedade, estão sem preenchimento. Tal aspecto exige resposta a seguinte questão: O projeto de MDL se beneficia da produção da cana-de-açúcar em áreas (propriedades) que não atendem os preceitos legais ambientais? O Código Florestal brasileiro estabelece em Áreas de Preservação Permanente ou Áreas de Reserva Legal, estas últimas que devem responder por 20% da área da propriedade. Preceito legal, um avanço, um patrimônio da sociedade brasileira que a Abag (Associação Brasileira de Agribussines) ligada ao ex-ministro da agricultura do governo Lula e a CNA procuram alterar com sua bancada ruralista no Congresso Nacional.

Para esta questão destaca-se ainda que a produção de ethanol apresenta o maior número de infrações ambientais frente a qualquer outro setor produtivo do país.

A matriz produtiva

Este ponto tem concentrado o maior debate da mídia internacional a medida que atinge sobejamente a produção de alimentos. A substituição de matriz produtiva tem se consolidado na eliminação da biodiversidade, da redução do trabalho e da ocupação no campo. Cabe destacar que no estado de São Paulo, todas as atividades rurais perdem áreas para a produção de cana-de-açúcar que cresce a uma taxa superior a 13% ao ano. Este processo concorre ainda na concentração da posse da terra e por sua vez com a eliminação de sujeitos sociais econômicos. Os agricultores ao arrendarem suas terras assumem a condição de proprietários rurais, um processo marcado pelo absenteísmo, continua descapitalização que malgrado conduz à concentração da propriedade fundiária.

A substituição da matriz produtiva responde ainda pela redução da produção alimentar em todo o estado de São Paulo, até mesmo em áreas de produção pecuária. Um processo patrocinado pelo governo de Luiz Inácio que compromete a produção de alimentos até mesmo em áreas de reforma agrária, colocando em risco a trajetória de luta e permanência pela terra. Uma vez que o sistema de produção da cana por arrendamento de terras, constitui em fator negativo à opinião pública, comprometendo o sério propósito dos movimentos sociais no campo: alterando seu principal sologan “Terra para quem nela trabalha” ou “Terra para quem ela arrenda”, um comprometimento moral sobre o trabalho e a vida rural, motivos de organização resistência e luta pela distribuição de terra e renda no Brasil.

A concentração de renda e terra

Ao contrario das afirmações de Luiz Inácio acerca do papel social dos usineiros brasileiros, chamando-os de heróis, o setor sucroalcooleiro se beneficia de recursos públicos nas duas pontas constituindo assim um processo de concentração de renda. Este setor responde por parte significativa da dívida dos produtores rurais por meio de empréstimos para produção agrícola. Nos últimos anos as negociações das dívidas que remontam desde os anos 1970, mesmo com duas benevolentes negociações já atingem o total de 50 bilhões de dólares. A rolagem da dívida gera ao estado uma perda superior a 4 bilhões de dólares anuais, quase que o valor total que o governo brasileiro investe na produção agrícola familiar.

De outra parte o governo, por meio do BNDES tem investido, somente na região de Ribeirão Preto cerca de 5 milhões de dólares anuais para o aumento da produção de ethanol. Considerando ainda que as dívidas do setor com a previdência social, uma verdadeira caixa preta, não podem ser divulgadas, mas em levantamentos preliminares de um grupo de pesquisadores da Associação Brasileira de Reforma Agrária estima-se que usinas de São Paulo, acumulam dívidas tributárias quem ultrapassam valores de 2 bilhões de dólares, para ser extremamente modesto.

Na mesma direção destaca-se que o nível de evasão fiscal do imposto sobre a propriedade rural no Brasil, atinge o percentual de 85%. No estado de São Paulo, particularmente a evasão fiscal do imposto situa-se na casa dos 53%. O estado de São Paulo apresenta um dos maiores valores das terras rurais do país, atingindo um hectare a cifra de US 35.000, sendo que a média situa-se em US$ 7.500.
Uma questão: Quanto este setor contribui anualmente em imposto pela propriedade rural ? O valor médio de contribuição em mais de 65% das terras paulistas não atingem 50 cnts de dólares. Ratificando, menos de 50 cents por ano.
Em termos comparativos um trabalhador urbano com um imóvel de 200m2, paga em médias em cidades médias nada menos que US$ 65,00 anuais, ou cerca de 17% do salário mínimo brasileiro. O que revela a desigualdade que perdura no país e um processo de concentração de renda. O setor se beneficia assim nas duas pontas, com créditos e evasão fiscal.

Esta concentração de renda se consolida na concentração da terra. No estado de São Paulo as propriedades médias estão acima de 170 hectares e as grandes ultrapassam a média de 400. O índice de Gini que mede a concentração da terra no Brasil não oscila muito entre 0,72 e 0,74, com base nos últimos Censos Agropecuários de 1970 a 1996. No estado de São Paulo permanece o índice de concentração é de 0,74 e em algumas regiões ultrapassa de 0,83 considerada uma concentração quase absoluta. Esse processo se refere a propriedade da terra, quando se analisa na perspectiva da posse, diante do modelo de produção intensivo, pelo sistema de arrendamento de terras esses percentuais de concentração mais se elevam.

A apropriação de terras públicas é elevada pelo setor sucroalcooleiro, mesmo no estado de São Paulo, e estas terras deveriam ser utilizadas para a reforma agrária, reprodução social de trabalhadores rurais e produção de alimentos, como uma estratégia de segurança alimentar.

Conclui-se portanto que o governo brasileiro é uma mãe para os latifundiários em particular para os usineiros. A sociedade como um todo, vive excluída. Como na história da Cinderela, pode-se dizer que os latifundiários vivem sob a proteção da mãe, o Estado, o povo não tem sapato de cristal, Lula pensa que é a Fada Madrinha, e pelo seu discurso parece que nada lhe falta, mas utiliza a varinha de condón (o Estado) como uma madrasta para os trabalhadores campo e para o meio ambiente.
 

Professores do Departamento de Economia Rural – Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias – Universidade Estadual Paulista – Unesp. Campus de Jaboticabal mailto: jgilbert@fcav.unesp.br

 
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O governo brasileiro abre novo canal de comunicação do governo com a sociedade.
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/09/2009 às 19:18:54
 

Para os brasileiros no Japão: mais uma fonte de informação. 

Foto Reprodução: Blog do Planalto

Com a palavra, o Blog do Planalto:

Car@s leitor@s,


Bem vind@s ao Blog do Planalto, o novo canal de comunicação do governo com a sociedade!
Estamos aqui para compartilhar com vocês informações sobre o cotidiano da Presidência da República. A equipe do Blog vai acompanhar de perto os eventos, atos e a agenda do Presidente para que você, seus amigos, familiares e companheiros de navegação na internet possam compreender melhor as ações, programas e políticas do governo.


Vamos usar textos, fotos, vídeos, áudios e infográficos para ilustrar nossas mensagens. Sempre buscando a melhor sintonia com o público que está cada vez mais plugado nas novas mídias digitais. Acreditamos que este é apenas um primeiro passo para estabelecermos um diálogo cada vez mais próximo e informal entre governo e sociedade.
Aproveite e boa leitura!
 

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