Meu perfil

Saito, Milton iniciou no jornalismo publicando coluna sobre cinema no Correio da Sorocabana de Presidente Prudente. Na cidade trabalhou no jornal O Diário, colaborou com a assessoria de imprensa da prefeitura divulgando releases sobre Cultura, atuou como colaborador da coluna social Nikkey News do Oeste Notícias e como repórter no programa TV Dicas, do Japão, exibidos pela IPC/TV, afiliada internacional da Rede Globo. Como membro do Ciate [Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador no Exterior] produziu releases para imprensa nacional e internacional. Publicou artigos no Espaço do Dekassegui do colunista social Sinomar Calmona do O Imparcial. É geógrafo licenciado, bacharelado e com mestrado pela Universidade Estadual Paulista de Presidente Prudente [UNESP]. Desenvolveu pesquisa no Japão que culminou na dissertação: “Japoneses aqui, brasileiros lá?: Uma leitura sobre (e dos) Dekasseguis.

Cristiane Nagafuti foi colunista social do jornal Oeste Notícias de Presidente Prudente produzindo a Nikkey News. No Japão a Nikkey News foi veiculada pelo jornal Folha Mundial.

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Dino Slender e Roberto Tongu realizam palestra sobre comércio eletrônico
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 30/01/2010 às 17:05:52
 

Como obter sucesso nas vendas pela internet? Especialistas revelam segredos que viabilizam vendas online

A comodidade e a segurança oferecidas pelo comércio online no Japão têm crescente público. Segundo Dino Slender e Roberto Tongu, que vão ministrar palestra sobre comércio eletrônico no próximo dia 28 de fevereiro, domingo, às 14h, em Chiriyu (Aichi), não faltam exemplos de sucesso na rede. Dois poderosos sites em vendas no país (Sannas.jp e Webtown.org) comprovam essa tese.

Slender, que chegou ao Japão pela primeira vez em 1990, possui cinco anos de experiência no mercado publicitário. Ele ainda cuida de um portifólio com mais de 200 empresas do setor de comércio, indústria, serviços e internet. Roberto é especialista em sites de comunidade e proprietário do maior diretório de páginas virtuais brasileiras no Japão, o Webtown.org.

Os especialistas adiantam que a palestra tem como objetivo explicar técnicas que viabilizam as vendas pela internet de modo simples, possibilitando facilidade e compreensão para os participantes. Ou seja, vão dar dicas para iniciar negócios online que só quem atua com sucesso na área pode oferecer.

Slender, que hoje é um dos gerentes de contas da revista Alternativa, promete sanar qualquer tipo de dúvidas para quem deseja investir neste segmento. Roberto colocará a experiência de sucesso da Webtown aos interessados.

O evento é uma ótima oportunidade para troca de ideias e técnicas que envolvem o dinâmico setor de comércio eletrônico e terá no mínimo quatro horas de duração, tempo suficiente para eliminar os obstáculos e receios por parte dos inscritos.

Serviços:
Informações: 0566-23-5613 ou 090-6532-0095 (softbank). Site: (dinoslender.com/). Ingressos: (www.leilao.jp/shop.php)

 
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Cônsul agradece prefeito de kakegawa pela acolhida de alunos brasileiros
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 30/01/2010 às 04:18:22
 

Diplomacia e educação

Luiz Sergio Gama Figueira, cônsul de Hamamatsu, posa para foto ladeado pela comunidade escolar (Foto: Cedida)

O cônsul de Hamamatsu, Luiz Sergio Gama Figueira, visitou e agradeceu o prefeito Matsui Saburo da cidade de Kakegawa (Shizuoka) no último dia 19. O prefeito acolheu as crianças brasileiras após o anúncio de fechamento da Escola Mundo Novo. Por meio de um acordo com uma associação de bairro do município, Saburo cedeu dois prédios para a escola funcionar provisoriamente.

A escola que pertencia ao grupo Kakushin Kogyo fechou as portas em setembro de 2009. Mediante o despejo, os alunos teriam que se transferir para outras unidades ou parar de estudar. Saburo, assim que tomou conhecimento do fato, imediatamente acolheu os alunos. Mas a ajuda não para por aí. O prefeito, por meio de sua assessoria, estimula a execução de mais projetos para beneficiá-los.

Criou uma NPO (sigla que significa organização sem fins lucrativos) para obtenção de mais recursos para a escola e se tudo correr bem, em março, a unidade pode ter novo endereço. Autoridades municipais negociam com o governo da província de Shizuoka a liberação de uma escola no município para que as crianças desfrutem de uma infraestrutura de ensino com mais recursos. O prédio onde funciona hoje uma escola japonesa pode ser transformado em escola brasileira.

No intuito de agradecer a acolhida, Figueira visitou e agradeceu o prefeito, e conheceu as atuais instalações da escola. O cônsul foi carinhosamente recebido por alunos, funcionários e professores.

Acompanhe as fotos da homenagem organizada pela comunidade escolar:

Alunos homenageam Figueira lendo carta em português com tradução simultânea para o japonês (Foto: Cedida)
Cordialidade marca a visita do ilustre cônsul (Foto: Cedida)
Figueira fala com os alunos (Foto: Cedida)
Figueira ouve relato dos alunos que expõem as dificuldades para estudar (Foto: Cedida)
 
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Arrogância dos Jovens
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/01/2010 às 11:07:10
 

Curiosidades online


Enviado pela jornalista Susana Guimarães, ex-jornalista da TV Fronteira (Rede Globo Interior), e que hoje atua na TV Atalaia - Record de Aracaju (Sergipe).

Essa é uma homenagem à turma de cabelos brancos


Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.

"Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo!", o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo. "Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular, televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e...," - fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.


O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:


- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens por que estávamos ocupados em inventá-las. E você, um “tampinha” arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?


Foi aplaudido ruidosamente, de pé!

 

 
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O tônico da qualificação: a chave do momento
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/01/2010 às 03:37:02
 

CURSO: THE BOOK IS ON THE TABLE

Qualificação (Foto: Agência Brasil)


O Brasil sediará a Copa de 2014. Como muitos turistas de todo mundo estarão por aqui, é imprescindível o aprendizado de outros idiomas (em particular o inglês) para a melhor comunicação com eles.

Pensando em auxiliar no aprendizado, foi formulada uma solução prática e rápida!

Chegou o sensacional e insuperável curso The Book is on the Table, com muitas palavras que você usará durante a Copa do Mundo de 2014.


Veja como é fácil...


a.) Is we in the tape! = É nóis na fita.
b.)Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara.(essa é SEN-SA-CI-O-NAL !!!!! )
c.) I am more I = Eu sou mais eu.
d.) Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?
e.) Not even come that it doesnt have! = Nem vem que não tem!
f.) She is full of nine oclock = Ela é cheia de nove horas.
g.) I am completely bald of knowing it. = To careca de saber.
h.) Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!
i.) I will wash the mare. = Vou lavar a égua.
j.) Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!
k..) If you run, the beast catches, if you stay the beast eats! = Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!
l.) Before afternoon than never. = Antes tarde do que nunca.
m.) Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.
n.) The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!
o.) To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.


Gostou?


Quer ser poliglota?


Na compra do The Book is on the table você ganha inteiramente grátis o incrível


The Book is on the table - World version!!!


Outras línguas:


CHINÊS

a.) Cabelo sujo: chin-champu
b.)Descalço: chin chinela
c.) Top less: chin-chu-tian
d.) Náufrago: chin-chu-lancha
f.)Pobre: chen luz, chen agua e chen gaz


JAPONÊS

a.) Adivinhador: komosabe
b.) Bicicleta: kasimoto
c.) Fim: saka-bo
d.) Fraco: yono komo
e.) Me roubaram a moto: yonovejo myamaha
f.) Meia volta: kasigiro
g.) Se foi: non-ta
h.) Ainda tenho sede: kiro maisagwa


OUTRAS EM INGLÊS:

a.) Banheira giratória: Tina Turner
b.) Indivíduo de bom autocontrole: Auto stop
c.) Copie bem: copyright
d.) Talco para caminhar: walkie talkie

RUSSO

a.)Conjunto de árvores: boshke
b)Inseto: moshka
c.) Cão comendo donuts: Troski maska roska
d.) Piloto: simecaio patatof
e.)Prostituta: Lewinsky
f.) Sogra: storvo


ALEMÃO

a.) Abrir a porta: destranken
b.) Bombardeio: bombascaen
c.) Chuva: gotascaen
d.)Vaso: frask


Fonte: Professora Doutora Maria Helena P. de Oliveira

Editora Tabajara - Livro: Como se comunicar como brasileiro em outras línguas - Casseta e Planeta

 
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“Spam”, o estresse da modernidade
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 28/01/2010 às 01:25:09
 

Pessoas que trabalham horas no micro e usam internet são vítimas de “estresse”

Foto/Arte: Portal/Mie (Júnior)

Mal começou a semana e este blogueiro leva uma tremenda bronca de um dos leitores. Os meios de comunicação do mundo moderno estabelecem novas condutas. Uma delas chama-se “spam”. Mas qual a relação entre jornalismo e spam? Antecipar informação é uma prática de makerting? Afinal, o que é um spam? O que é informação? O que é marketing?

A minha modesta intenção de comunicar os leitores sobre um novo post hoje é a pauta. Pensava eu: que mal tem enviar o resumo de uma postagem para amigos ou simpatizantes? E só agora descobri: tem gente que não gosta! Respeita-se!

Num mundo de escassas oportunidades, a obtenção antecipada de uma informação é preciosa. E como pesquisador, professor e jornalista, este perfil de comunicação não me aborrece. Aliás, recebo um punhado e descarto as indesejáveis. Mas, jamais retornei um e-mail tipo: por favor, parem de me mandar spam!

Mas compreende-se que as prioridades variam para cada indivíduo. Numa breve pesquisa online, percebe-se que há existência de uma grande confusão conceitual quando o assunto é spam. As definições que circulam pela internet são contraditórias. Já os perfis de spams variam.

É compreensível. Pessoas que trabalham horas no micro e usam internet são vítimas de um “estresse” mais cedo do que se imagina. E uma hora extrapola. O melhor é “deletar” o endereço eletrônico do reclamante da relação. Se quiser radicalizar, abandone os amigos. Pare de enviar os comunicados para todos. Mas o fato me levou à busca de uma definição.

Definição ou conceito?

Se o leitor encontrar uma definição melhor do que seja um spam, nos envie. Para este post recorri à enciclopédia eletrônica Wikipédia. Por sinal, não muito aconselhável para determinadas consultas. Lá, o termo spam aparece desta forma:

“O termo spam, abreviação em inglês de “spiced ham” (presunto condimentado), é uma mensagem eletrônica não-solicitada enviada em massa.

Na sua forma mais popular, um spam consiste numa mensagem de correio eletrônico com fins publicitários. O termo spam, no entanto, pode ser aplicado a mensagens enviadas por outros meios e em outras situações até modestas. Geralmente os spams têm caráter apelativo e na grande maioria das vezes são incômodos e inconvenientes.”

Essa definição me remete a algumas indagações: as mensagens eletrônicas que recebemos são solicitadas? E qual o significado de envio em massa? Ora, se você tem um punhado de amigos e simpatizantes, na ânsia de economizar tempo, remete a informação para todos.

Informe publicitário?

Se você recebe uma informação e ela lhe propicia conhecimento, designa-se informe publicitário? Apesar do neoliberalismo transformar quase tudo e a todos em mercadoria, informações jornalísticas, pois este blog tem este perfil, jamais devem, a meu ver, serem definidas como informe publicitário.

Pressumo que alguns leitores às vezes se afinam com a linha editorial do blog, mas, se pertencem a uma outra empresa e desenvolvem trabalhos afins, por impulso atropelam a questão conceitual. Quem não gosta de ler, minimiza e reduz o conceito de informação como propaganda.

Até por isso que nos cursos de jornalismo – e lecionei em um deles –, o aluno após completar as disciplinas básicas (nos dois primeiros anos), opta por jornalismo ou por publicidade e marketing. Ou seja: jornalismo é informação, notícia, conhecimento, tudo! Informe publicitário é outra coisa. E mais: se uma informação de caráter jornalístico for simploriamente tratada como informação apelativa, que causa incômodo e inconvenientes, acho que apesar da minha formação e experiência, o que se deseja é a prática do não jornalismo e a perpetuação da ignorância.

Uma ótima semana!

 

 
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Tudo é cultura, e uma nação sem educação é uma nação doente, diz Luiz Carlos Bahia
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 25/01/2010 às 02:26:25
 

Luiz Carlos Bahia (ator, diretor, compositor, cantor e poeta), concedeu entrevista ao repórter Badaró (PBI). Leia a entrevista e ao final acompanhe algumas fotos da trajetória deste ilustre ator e também acesse o vídeo performático/musical em homenagem ao Raul Seixas.

Luiz Carlos Bahia e a eterna companheira Ana Lúcia de Fonte (Cedida: Arquivo pessoal)

*Com PBI – Projeto Banda Independente (Eduardo e Erika Prates)
(www.projetobandaindependente.com.br)

Entrevista

PBI: Quem é Luiz Carlos Bahia?

Antes de tudo, Luiz Carlos Bahia é um “Arteiro”, um operário da arte, que cria e executa a sua arte, a arte como forma de educação, sem esse papo de cultura. Tudo é cultura; nascer, morrer, comer, se vestir, a gonorréia, a obesidade... Tudo é cultura!
E em nome da cultura, esbagaçam as nossas tradições, a nossa música, a dança, o traje, etc. Tudo fica à mercê do consumismo, do capitalismo selvagem e todo mundo diz que faz “cultura”, por isso, o que faço é educação. Educação para ouvir, ver, sentir o cheiro, pegar, saber pegar, eu acho muito mais profundo do que simplesmente chamar de Cultura. Uma nação sem educação é uma nação doente. Assim eu acho, assim é Luiz Carlos Bahia.

PBI: Qual é a sua missão, suas intenções nisso tudo?

A minha missão, ou, intenção é tentar dá a minha verdade, a verdade que eu acredito e que pode, até, não ser a verdade do outro, mas a tentativa de mudar, esclarecer, dentro dos meus parâmetros é claro, eu não sou o dono da verdade, mas posso ser um mensageiro! E essa é minha intenção, falar do fundo da alma, olho no olho, transmitir o que a universidade da vida me ensinou, de bom, para os outros, se atinjo, não sei, mas, tento.

PBI: Qual é a sua visão sobre a música e a poesia nos dias de hoje?

Eu acho que, tanto a música como a poesia, fervilham por este Brasil afora. A nossa música é, sempre foi e será a melhor música do mundo! O que falta é uma política responsável, que discuta nas escolas, no congresso, a televisão e as rádios, com exceção das educativas, que tentam dar educação.
Os maiores meios, inclusive, jornais, são tendenciosos e estão a serviço do vil metal, mas a nossa música, os nossos compositores estão aí, e são muitos, verdadeiros Quixotes, lutando contra os dragões da insensibilidade uma verdadeira guerrilha cultural!
Só pra citar alguns; Elomar, Xangai, Vital Farias, Dercio Marquer, João Bá, Vidal França, Vicente Barreto e mais uma infinidade de "arte educadores", com suas belas canções. A poesia está aí, mais do que nunca! Hoje eu já vejo o poeta dizer "EU SOU POETA", antigamente, os poetas tinham até vergonha de mostrar as suas poesias, é claro, que eu estou falando do poeta anônimo, que batalha por espaços e , aos poucos , já temos vários Saraus, a poesia está aí, nos bares, nos centros "culturais", que deveriam chamar "Centro de educação e cultura", a cultura como parte da educação, aí sim. Temos grandes e muitos poetas.

PBI: Mande um recado para os independentes?

Continuem com suas pérolas, continuem lutando, é uma guerra, a guerrilha educacional-cultural, não existe feio nem bonito, existe o falso e o verdadeiro e, com certeza, no universo independente é onde você encontra a arte verdadeira, nua e crua.

 

Roteiro de fotos ilustra parte da trajetória de Luiz Carlos Bahia:

Família Brasil - TV Manchete - 1993 - Marcos Waimberg , Beth Ertal , Luiz Carlos Bahia , Nívea Stelman , Carlos Gregório , Sílvia Massari ,Emilsom Fróes , Danton Melo e Daniel Ávila
Luiz Carlos Bahia e Jair Rodrigues (Foto: Arquivo pessoal Luiz C. Bahia)
Gereba, Jards Macalé e Luiz Carlos Bahia (Foto: Arquivo pessoal Luiz C. Bahia)
Cena do filme, 7 dias de agonia - O encalhe, de Denoy de Oliveira. Luiz Carlos Bahia, Carlos Capelleti, Antônio Leite e Manfredo Bahia
Mário Lago e Luiz Carlos Bahia (Foto: Arquivo pessoal Luiz C. Bahia)
Ankito e Luiz Carlos Bahia (Foto: Arquivo pessoal Luiz C. Bahia)
Luiz Carlos Bahia, Zé Ketti e Walter Alfaiate (Foto: Arquivo pessoal Luiz C. Bahia)
Luiz Carlos Bahia com o amigo, grande artista, Edy Star (Foto: Arquivo pessoal Luiz C. Bahia)
Luiz C. Bahia e a filha Laila, que em breve ingressa na escola de Teatro (Foto: Cedida)
Luiz C. Bahia e o filho e violonista Luiã (Foto: Arquivo pessoal Luiz C. Bahia)
Clique no Link abaixo e assista o vídeo performático com musical em homenagem ao Raul Seixas

http://www.youtube.com/watch?v=9VOV_L8tXUs
 

 
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Ajuda de retorno ao país: programa que beneficia sul-americanos acaba em março
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 21/01/2010 às 00:06:49
 

Aqueles que optarem por utilizar o benefício não poderão retornar ao Japão até abril de 2012

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie - portalwebnews.com/

*Atualização: 18/01/ 2010

Agências de emprego do Hello Work, informaram que as datas de saída do país devem ser agendadas para, no mínimo, um mês após a data de entrega dos documentos e não até 31 de maio, como havia sido divulgado anteriormente. O prazo final para a entrada no pedido do benefício continua sendo 5 de março.

18 de janeiro de 2010 - 15h

O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar declarou hoje, em comunicado oficial para as agências de emprego Hello Work, que o programa de benefício de ajuda de retorno ao país (Kikoku shien) estará em vigor até o final de março de 2010.

Pedidos do benefício e consultas sobre a ajuda serão aceitos nas agências de emprego até o dia 5 de março.

Aqueles que optarem por utilizar o benefício não poderão retornar ao Japão até abril de 2012.

Documentos necessários:

- Fomulário preenchido (Shikyuu shinseisho = 支給申請書)
Pode ser adquirido nas agências de emprego Hello Work.
- Passaporte
Páginas que contenham identificação, número do documento e visto válido de permanência no Japão. (Original + 4 cópias)
- Carteira de estrangeiro (Gaikokujin tourokusho = 外国人登録書)
(Original + 4 cópias frente e verso)
- Comprovante de desligamento da empresa (Taishoku shomeisho =退職証明書)
Documento que comprove emprego no Japão e que contenha a data de desligamento. O documento é fornecido pela empresa. (4 cópias)
- Certificado de beneficiário do seguro desemprego (Koyo hoken jikyu shikaku shasho = 雇用保険受給資格者証) para os que estão aptos a recebê-lo
Documento que comprova o recebimento do seguro. Para receber o documento, é preciso dar entrada no seguro desemprego na Hello Work. (Original + 4 cópias)
- Comprovante de reserva da passagem aérea
Documento que contenha dados da conta bancária da agência de viagens, valor da passagem, itinerário da viagem e número de inscrição da empresa. (4 cópias)
- Comprovante de conta bancária
Comprovante bancário que contenha número da conta, agência, nome do titular para a qual será feito o depósito da ajuda (valor após desconto da passagem aérea). Número de CPF e RG, do titular da conta também são necessários. A conta pode ser própria ou de parente de até terceiro grau de sua confiança. (4 cópias)
- Comprovante de endereço no Japão
Contas de luz, água, telefone, documentos de órgãos públicos ou atestado de residência adquirido na prefeitura. A carta de autorização da ajuda será enviada nesse endereço. (4 cópias)
Em caso de incluir dependentes: aqueles que incluirem dependentes no formulário de pedido do benefício, devem apresentar atestado de residência onde constam todos os membros da família (gaikokujin touroku genpyou kisai jikou shoumeisho = 外国人登録原票記載事項証明書), adquirido na prefeitura. (4 cópias)

 
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Concurso elege a mãe mais bela do Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/01/2010 às 22:43:32
 

Inscrições abertas para candidatas nas categorias Miss Mãe Simpatia, Miss Mãe Torcida, Miss Mãe Internet e Miss Mãe Japão 2010

Dia das mães é uma data especial. E no Japão, as comemorações alusivas a data começam com o concurso “Miss Mãe Japão 2010” e com a “Feira Expo Mãe”, que acontecem no dia 2 de maio, no Centro de Promoção Industrial de Kariya (Aichi). As inscrições para o concurso já estão abertas e podem ser feitas no site criado para o evento: (www.missmae.net/).

A empresa Quality Photos e Vídeos, responsável pela organização, também disponibiliza no site o regulamento para o concurso que premia candidatas nas categorias Miss Mãe Simpatia, Miss Mãe Torcida, Miss Mãe Internet e Miss Mãe Japão 2010. A segunda colocada também receberá prêmios.

O concurso e a feira, segundo os organizadores, devem reunir mais de duas mil pessoas e têm como propósito promover entretenimento com intensa participação da comunidade. Além das empresas e produtos presentes na feira, a organização agenda shows artísticos das 11h às 20h. Tudo com entrada franca.

Croqui da festa idealizado pelos organizadores:

Palco Miss Mãe 2010
Feira Expo Mãe
Feira Expo Mãe
Feira Expo Mãe
Planta do Salão de eventos (Primeiro andar)
Planta do Salão de eventos (Segundo andar)
Localização e acesso
 
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Cristovam Buarque confirma para o Blog discurso que fez em defesa da Amazônia nos Estados Unidos
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/01/2010 às 01:45:15
 

O fato ocorreu num debate realizado dentro de uma Universidade americana

Cristovam Buarque (Foto: Geraldo Magela)

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), ex-governador do Distrito Federal e ex-ministro da Educação, enviou para o Blog a confirmação de que este discurso que os prezados leitores vão ler nesta postagem é de sua autoria. Remeti essa indagação ao senador, que prontamente atendeu o Blog BR/JAPAN.

No Japão nem sempre temos tempo para acompanhar a repercussão das coisas boas que circulam nos meios de comunicação do Brasil. E além do mais o fato ocorreu num debate realizado dentro de uma Universidade americana.

Nossos sinceros agradecimentos à professora doutora Maria Helena Pereira de Oliveira (coordenadora do curso de Geografia da Unoeste – Universidade do Oeste Paulista) pela sugestão e também ao ilustre senador Cristovam Buarque, pelo carinho e atenção.

E parabéns por defender o Brasil e suas riquezas, e mostrar que a internacionalização da Amazônia merece ser bem discutida e com inteligência, como o ilustre senador assim fez.

Cópia do e-mail enviado pelo senador:


Milton,

O discurso é de minha autoria, como o senhor poderá atestar no seguinte vídeo, produzido após a publicação do discurso no jornal O Globo, em 2000.

www.youtube.com/watch

O discurso também foi comentado pela apresentadora Ana Maria Braga, em seu programa na TV Globo.

www.youtube.com/watch

Obrigado pelo interesse.

Abraço,

Cristovam

Texto abaixo com a pergunta e resposta do senador:

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, Cristovam Buarque foi indagado sobre a internacionalização da Amazônia.

Pergunta: o jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.


Esta foi à resposta do senador Cristovam Buarque:


Cristovam Buarque: “De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.


Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.


Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.


Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.


Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.


Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.


Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.


Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.


Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.


Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.


Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa”. “Só nossa”, finalizou Cristovam Buarque.

 

 
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Caos do Haiti vira Big Brother mundial
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 17/01/2010 às 19:52:17
 

 *Por Milton Saito

É preciso lembrar que os países ricos são os responsáveis pelas catástrofes que dizimam vidas em segundos

Haitianos fazem fila para receber água, neste domingo, em Porto Príncipe (Foto: EFE/Webnews.com)

Foi necessário o caos se estabelecer no Haiti para que a miséria que afeta a população há anos ocupasse espaços na mídia. E o mundo vê, com maior altivez, catástrofes resultantes da excessiva e descontrolada exploração de recursos naturais que provoca desequilíbrios ambientais em todo o planeta.

Outro aspecto que preocupa: algumas mídias tentam nos fazer acreditar que estes fenômenos são apenas ocorrências naturais. A estratégia é sensibilizar e ao mesmo tempo minimizar o problema. Uma atitude de menosprezo para com as pesquisas de âmbito social e com as instituições que lutam pela melhora da qualidade de vida no mundo.

O conceito de meio ambiente se reduz à dinâmica física e geológica e empobrece a qualidade da informação. Busca-se explicar causas diante de uma redução histórica pobre e insuficiente para explicar a essência do ser humano enquanto sujeito social. Uma somatória de catástrofes ambiental e conceitual.

Pesquisadores e ambientalistas cobram das autoridades de governo providências em relação à questão ambiental. Mas estes, em nome do progresso e do desenvolvimento, protelam as soluções. Evidente que o setor empresarial controla o poder político. Não abrem mão da margem de lucro obtida na exploração dos recursos naturais. Basta lembrar o fracasso do recente encontro entre lideranças mundiais em Copenhague, na Dinamarca.

No ano do Tigre, a natureza ataca de forma voraz. Um final de década que exige providências urgentes, pois a miséria se instala no mundo ou por meio de catástrofes ou por meio de políticas que dizimam as populações mais pobres. É o Big Brother dois mil e 10 no ar.

Cinturão de fogo

No Japão, além das informações sobre a catástrofe no Haiti, as mídias publicam dados sobre o terremoto de Kobe, que há 15 anos vitimou mais de seis mil pessoas. Mas aqui, os treinamentos e a preocupação das autoridades são uma constante. Busca-se preparar e orientar a população para reagir conscientemente e evitar o caos. O país se localiza na região do Oceano Pacífico, denominada “cinturão de fogo”, considerada área de grande risco.

Contudo, o avanço da ciência e da tecnologia no Japão, somado ao espírito comunitário da população, contribuiu para reconstrução da cidade de Kobe. Hoje, a cidade é referência e motivo de orgulho para o cidadão japonês. Apesar disso, como no Haiti, nada vai apagar o sofrimento pela perda de entes queridos.

Como se vê, os países mais ricos possuem maior infraestrutura e melhores condições para reconstruir e se recuperar de tragédias. Já nas fronteiras das nações mais pobres, a falta de políticas públicas coloca em jogo vidas humanas.

Mas é preciso lembrar que os países ricos são os responsáveis pelas catástrofes que dizimam vidas em segundos. E também responsáveis pelas catástrofes cotidianas que geram a pobreza e a miséria. E como responsabilizá-los? O problema é que os verdadeiros culpados se escondem por detrás de um Estado.

Os Estados neoliberais fecham os olhos das populações para essas questões. E o Estado, na sua pura essência, é formado, salvo exceções, por quem controla este “Estado de coisas”. Cercear a mídia e controlar informações, não são apenas privilégios do governo chinês. Os Estados neoliberais o fazem e utilizam-se de outras estratégias para controlar as informações. Outro exemplo é o programa de educação escolar onde os conteúdos referentes à questão ambiental são trabalhados de forma apolítica.

Isso remete o aluno a uma situação no mínimo curiosa. Ensina-se a separar o lixo, prega-se não poluir o meio ambiente, orienta-se para preservação de espécies, enfim, estabelecem-se os perfis do código ambiental na vida social cotidiana. Apesar disso, alguns textos o colocam como o grande responsável pelo desequilíbrio ambiental atual. Também, quantas árvores um aluno de uma escola localizada no espaço urbano já plantou? Em resumo, o cidadão faz a sua parte, mas não faz o suficiente para restabelecer o equilíbrio ambiental no planeta, conclui alguns dos autores destes textos.

E onde está o sujeito? A professora de português pode colaborar: o sujeito está oculto. O grande vilão não aparece. Caso o professor for também displicente em relação ao fato, o sujeito permanecerá oculto e o único culpado por essas destruições e tragédias é o cidadão que não plantou a sua árvore.

Aliás, esta é uma prática comum dos Estados neoliberais. Manter os sujeitos ocultos. Quem devasta territórios e suas riquezas, polui rios e mares em grande escala, o faz em nome do progresso e do desenvolvimento. Há, inclusive, os que pensam: o importante é o hoje, pois o amanhã, quem estiver por aqui que se vire.

Cartel de esperanças

Espera-se que o exemplo do Haiti não sirva apenas para sensibilizar Cuba que liberou o tráfego aéreo para as aeronaves americanas encurtarem o trajeto para prover recursos às vítimas do terremoto. Essas aeronaves transportam alimentos, roupas, remédios, dentre outros gêneros de primeira necessidade.

Espera-se também que os Estados Unidos e a Organização das Nações Unidas (ONU) colaborem e permitam que o país seja reconstruído com uma nova perspectiva, que vá além dos prédios. É preciso devolver ao Haiti o respeito, a soberania, a autonomia, a dignidade, a liberdade e a democracia para prática dos seus hábitos e costumes, sem uma ingerência cultural.

A política de intervenção americana no país, como mostra recente passado histórico, não os exime de culpa pela dimensão do desastre. Se o país é pobre, é porque seus valores e riquezas foram saqueados por nações mais ricas, especialmente os Estados Unidos, tudo sob os olhos da ONU.

Residências frágeis, desemprego no campo e a superpopulação da cidade de Porto Príncipe, epicentro do terremoto, são vítimas da imposição de um regime econômico neoliberal. Este, conduzido por governantes americanos. Estratégia para combater as influências do governo cubano sobre o Haiti durante a Guerra Fria. Guerra essa, a meu ver, que jamais terminou, em se tratando de Estados Unidos e suas relações com Cuba e Haiti.

Espera-se, também, que a campanha de solidariedade mundial apresente resultados positivos neste primeiro momento de maior necessidade dos haitianos. Mas a solidariedade por si só, sem vislumbrar um futuro com prosperidade, democracia e sem intervencionismo, não leva a nada.

Faz se necessário a criação de projetos de superação e erradicação da pobreza e da miséria, não apenas no Haiti, mas para o mundo. Sonhar, não custa! Caso contrário, vamos assistir outras edições de caos provocados por fatores naturais e políticos, recheados de sujeitos ocultos.

Os homens que politicamente comandam as nações mais ricas do planeta, infelizmente, conseguem transformar as mídias em verdadeiros Big Brothers mundiais. Este é apenas o começo do nosso fim? 
 

 
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A mulher que lê
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 17/01/2010 às 17:11:42
 

*Postado por Ana Suzuki

Um casal sai de férias para um hotel-fazenda.
O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler.
Uma manhã, o marido volta de horas pescando
e resolve tirar uma soneca. Apesar de não conhecer
bem o lago, a mulher decide pegar o barco do
marido e ler no lago.. Ela navega um pouco, ancora,
e continua lendo seu livro.
Chega um guardião do parque em seu barco, para
ao lado da mulher e fala:
- Bom dia, madame. O que está fazendo?
- Lendo um livro - responde, pensando: será que
não é obvio?
- A senhora está em uma área restrita em que a
pesca é proibida, informa.
- Sinto muito, tenente, mas não estou pescando,
estou lendo.
- Sim, mas com todo o equipamento de pesca. Pelo
que sei, a senhora pode começar a qualquer
momento. Se não sair daí imediatamente, terei de
multá-la e processá-la.
- Se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de
assédio sexual.
- Mas eu nem sequer a toquei! - diz o guardião.
- É verdade, mas o senhor tem todo o
equipamento. Pelo que sei, pode começar a
qualquer momento.
- Tenha um bom dia, madame- diz ele, e vai embora.

Moral da história:
Nunca discuta com uma mulher que lê.
Certamente ela pensa.

 


Problemas de oratória

PÓ DEXÁ!

Um político, daqueles bem picaretas e caras de pau, sobe no
palanque e começa o discurso:
— Meus cidadãos! Se eu for eleito, vou construir as escola!

Os eleitores ficam em silêncio, constrangidos com o mau
português do candidato.
— Eu também vou construir as igreja, as creche...

O silêncio fica ainda mais constrangedor. Nessa hora, um
assessor não agüenta mais, chama ele e sussurra no seu ouvido:
— Chefe... Emprega o plural que você ganha mais votos!

O político se empolga e responde:
— Deixa comigo!

E recomeça o discurso:
— Eu vou empregar o plural! A mãe do plural, o pai do plural,
toda a família do plural, porque eles merece!


Biografia

Ana Suzuki (Foto: Biografia Ana Suzuki)


Ana Suzuki

Nascida em Taubaté, no interior de São Paulo, Aparecida Ana França passou a ter sobrenome japonês a partir de 1972, quando se casou com Tadao Suzuki, de Fukushima-Ken, Japão. Criada no Rio de Janeiro, entre os quartéis da Vila Militar, em 1944 assistiu ao embarque dos pracinhas brasileiros que iriam participar da Segunda Guerra Mundial. Dentre eles estava seu pai, e este fato lhe marcou fortemente a vida, conforme narrado em seu infanto-juvenil "Guerra é Guerra". Quando professora primária, lecionou na zona rural, para filhos de imigrantes japoneses, sendo que este segundo fato também veio a marcar sua vida e sua literatura. Dos quinze livros que publicou, vários são dedicados à cultura japonesa. Segundo Ana, foram três as paixões de sua infância: os bichos, as árvores e as palavras. Sobretudo as palavras – sua magia, seus significados, o modo como se juntavam para formar frases. Aos 16 anos, combinando suas próprias frases, publicou seu primeiro artigo em jornal, e aos 21 o seu primeiro romance (A Intrusa).

Premiada por três anos consecutivos em concursos sobre a cultura japonesa, promovidos pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa (Bunka Kyokai), em 1986 lança, pela Editora Record , o primeiro romance brasileiro a ter como protagonistas os imigrantes japoneses (O Jardim Japonês ). No ano seguinte lança "Flor de Vidro" (Garassu no Hana) e a seguir "Jônetsu" (A Terceira Cor da Paixão).

Passa a escrever infanto-juvenis, dentre os quais se destaca "A Bruxa Japonesa", com belíssimas ilustrações de Lúcia Hiratuka.

Blog Trem das Onze – Estação Liberdade: http://livresblogueiros.zip.net/


 

 
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Terremoto de Kobe completa 15 anos
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 16/01/2010 às 08:46:06
 

Prevenção – Saiba o que fazer antes e depois de um terremoto

Desde o dia 12, o país mais pobre da América também vive seus dias de desespero, quando um terremoto de 7 graus (escala Richter) atingiu o país, afetando, principalmente a capital Porto Príncipe.

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie portalwebnews.com/

Priscila Hayashi - Fotos: Agência EFE
Informações & utilidades – 16/01/2010

No dia 17 deste mês, o terremoto de 7,3 graus (escala Richter) que atingiu o sul da província de Hyogo, destruindo prédios, viadutos e outras grandes construções devastando a região, completa 15 anos.

Após 20 segundos de tremores, somente na cidade de Kobe, mais de 4 mil pessoas morreram. Em toda a província um total de 6.434 pessoas, das quais oito brasileiros, perderam a vida, mais de 40 mil ficaram feridas e quase meio milhão de casas foram destruídas.

Nos últimos dias, veículos de mídia de todo o Japão publicaram artigos especiais lembrando a tragédia e relatando a vida de pessoas que viveram dias de pânico.

Associações, prefeituras e governo também promovem campanhas e eventos para que a tragédia não seja esquecida, reforçando a importância da prevenção.

País de grande incidência de terremotos, o Japão faz anualmente campanhas e treinamentos para preparar sua população para futuros tremores e adverte que todos estejam sempre em alerta, já que um forte tremor é aguardado na região Tokai (Aichi, Gifu, Mie e Shizuoka).

De acordo com a Comissão do Governo do Japão que estuda terremotos, pesquisas apontam que há 87% de probabilidade de que um terremoto de magnitude 8 atinja a região dentro dos próximos 30 anos.

Para especialistas, a única forma de se preparar e amenizar a destruição causada por um terremoto é seguir, à risca, as regras de prevenção.

Confira as dicas que o Portal Webnews.com reuniu e podem ser úteis em casos de desastres no Japão

Dentro de casa: muitas pessoas morreram ou ficaram feridas com queda de móveis, que tombam com os tremores. Fixe armários, estantes ou objetos que podem cair com peças metálicas, vendidas em lojas de departamentos ou materiais de construção na seção de utensílios para prevenção de terremotos (jishin bousai goods = 地震防災グッズ). Não deixe objetos espalhados pelo corredor ou próximos da saída.

Tenha em mãos um kit de emergência: dependendo da gravidade do tremor, é preciso deixar a casa e refugiar-se em local seguro. É preciso deixar preparado uma mochila com itens de extrema necessidade para três dias. É importante que toda a família saiba onde a mochila será guardada para acesso rápido em caso de emergência. É melhor preparar um kit para cada pessoa, pois pode ser que tenham que refugiar-se separadamente. Mantenha-os ao lado do travesseiro ou debaixo da cama.

Haiti: desabrigados e feridos, aguardam por ajuda, que mesmo após quatro dias do terremoto ainda não chega à população


Itens

• Lanterna
• Rádio portátil
• Apito
• Pilhas e baterias
• Luvas
• Fósforo e isqueiro
• Absorventes higiênicos
• Fraldas descartáveis
• Lenços de papel
• Material para escrever
• Saco plástico

Artigos alimentícios

• Água
• Pão enlatado (kanpan) e biscoitos
• Alimentos pré-cozidos não-perecíveis e enlatados
• Leite em pó (famílias que têm bebês)
• Faca e abridor de latas
Primeiros socorros e segurança
• Kit de primeiros socorros
• Medicamentos
• Capacete

Roupas

• Roupa íntima
• Capa de chuva ou guarda chuva
• Toalha

Documentos importantes e outros

• Dinheiro (incluindo moedas para serem usados em máquinas de bebidas)
• Documento que comprove a identidade
• Cópia da Certidão do Seguro de Saúde e da Caderneta do Banco
• Passaporte

Locais de refúgio: certifique-se antecipadamente dos locais de refúgio (hinanjo=避難所) próximo de sua residência. Geralmente as escolas primárias públicas mais próximas estão preparadas com água, rádio comunicador, alguns cobertores e banheiros de emergência.

Comunicação com os familiares: discuta e determine previamente com sua família, pontos de encontro em caso de catástrofe. É possível também deixar recados curtos (máximo 30 segundos) em caixas de mensagens. O processo é chamado no Japão de Dengon Dial (caixa de mensagens=伝言ダイアル). A caixa de mensagens pode ser acessada de parte do Japão, a partir de telefone fixo, público ou de um celular. Operadoras de telefonia celular como Au, a Softbank, entre outras, também disponibilizam o serviço.

NTT Saigai you dengon dial (Caixa de mensagens em caso de calamidades=災害用伝言ダイアル)

Para gravar uma mensagem: 171 + 1 + nº de telefone fixo do local para enviar a mensagem.

Para ouvir uma mensagem: 171 + 2 + nº de telefone fixo que recebeu a mensagem.

Avisos importantes: em caso de tremores, emissoras de TV, rádio e páginas de notícias na internet, notificam sobre a intensidade do terremoto e possíveis alertas de maremoto (tsunami=津波)

余震- yoshin – TERREMOTO SECUNDÁRIO
避難指示- hinan shiji – ALERTA DE REFÚGIO
避難解除- hinan kaijo – FIM DO ALERTA DE REFÚGIO
通行可能- tsukou kanou – É POSSÍVEL TRAFEGAR
この地震による津波の心配はありません – Kono jishin ni yoru tsunami no shinpai wa arimasen - Não há preocupação com a ocorrência de maremoto.
Se houver um terremoto e você estiver…

… em casa: abra portas e janelas para não correr o risco de travarem com novos tremores impedindo a saída. Se estiver dormindo, proteja a cabeça com cobertores ou travesseiro e certifique-se de que não há risco de queda de qualquer mobília. Se precisar sair, desligue o gás e possíveis fontes de incêndio e leve consigo o kit de emergência.

… na escola ou trabalho: esconda-se debaixo de uma mesa, mantenha distância de janelas, estantes ou móveis que possam cair. Assim que os tremores cessarem, busque saber se há fonte de incêndio.

…no carro: se sentir o tremor, reduza a velocidade, pare o carro no acostamento esquerdo e não saia até que os tremores tenham terminado. Acompanhe as informações pelo rádio e caso tenha que se afastar do veículo, desligue-o, leve seus documentos, mas mantenha as portas destrancadas e a chave na ignição. Não use o carro para fugir, pois pode causar transtornos e acidentes.

… ao ar livre: busque abrigo em local seguro ou em um terreno baldio.

… dentro de trem ou ônibus: siga as instruções dos funcionários, treinados para o caso de calamidades.

 

 
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Abertas as inscrições para o concurso Miss Nikkey 2010
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 15/01/2010 às 14:14:28
 

Certame de beleza abre portas para jovens brasileiros que sonham com a carreira profissional de modelo-manequim no Japão

Miss Nikkey 2009 (Foto: Senoo)


As inscrições para o concurso Miss Nikkey 2010 estão abertas. O evento acontece no dia 25 de abril, em Komaki (Aichi). Jovens aspirantes a modelos (feminino, masculino e infantil) já podem acessar o site (www.missnikkey.com) para tirar dúvidas ou realizar a pré-inscrição.


A cada ano o Miss Nikkey abre portas a várias jovens brasileiras que sonham com a carreira profissional de trabalho como modelo-manequim no Japão. “Mas o principal objetivo do evento é a integração da nossa comunidade, com destaque aos aspectos positivos da presença brasileira no Japão”, diz a promoter Daniela Nishikawa.

 

Além do concurso de beleza, o evento reúne uma dezena de escolas brasileiras em apresentações artístico-culturais e vários grupos de música, dança, capoeira, artes marciais, desfiles de moda e grupos japoneses. O festival tem ainda participação de uma centena de empresas brasileiras e japonesas, que expõem produtos e serviços ao público. É gratuita a entrada ao público.


Inscreva-se já...

Vencedores da categoria infantil (Miss Nikkey 2009)


Não há limite de idade, nem padrão de medidas para as interessadas em participar do concurso. Menores de idade precisam ter autorização dos pais ou responsáveis. Na fase de pré-seleção as candidatas devem enviar por e-mail seus dados pessoais, medidas e fotos digitais. O formulário de inscrição está no site (www.missnikkey.com).


Não são aceitas fotos de celular, com óculos escuros, ou fotografias de baixa qualidade. Ao avaliar as fotos a Comissão Organizadora fará contato com os candidatos selecionados que recebem pelo correio a ficha oficial de inscrição.

 

Pais interessados em inscrever seus filhos para os desfiles infantis também podem acessar o site e fazer a pré-inscrição, bem como já estão sendo selecionados rapazes para os desfiles do Mister Nikkey 2010.


A comissão organizadora do evento solicita aos jovens interessados para anteciparem as inscrições, ou seja, não deixarem para última hora. No ano passado, conta a promoter Daniela Nishikawa, muita gente ficou impossibilitada de participar por este motivo. Tudo é preparado com bastante antecedência. Por isso o Miss Nikkey é sempre um sucesso de organização, conclui a promoter Daniela Nishikawa.
 

Miss Nikkey 2009 (Foto: Senoo)
Bruna Matsumura, a Miss Nikkey 2009 e o Mister Nikkey Toshio Takeuchi
O prefeito de Komaki e personalidades locais em brinde com a promoter Daniela Nishikawa, nos bastidores do Miss Nikkey 2009
 
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Total de crimes diminui, mas assaltos aumentam em quase 50% no Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 15/01/2010 às 10:47:21
 

Casos de assaltos a lojas de conveniências (konbini) aumentaram em 46,6%

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie - portalwebnews.com/

Japão - 15/01/2010

Segundo a Agência de Polícia Nacional, os casos de homicídio, incluindo as tentativas, no Japão em 2009 caíram para 1097 ocorrências, o que representa uma queda de 200 casos (-15,4%) em comparação ao ano anterior. O número representa o menor índice desde a Segunda Guerra Mundial, noticiou o jornal Nihon Keizai.

O número de delitos penais, 1.703.222 casos registrados em 2009, também diminuiu. Em comparação com o ano de 2008, o índice total de crimes registrou queda de 6,3%, dando continuidade à redução pelo sétimo ano consecutivo.

Em contrapartida, casos de assaltos a lojas de conveniências (konbini) aumentaram em 46,6%, com 896 ocorrências, o que representa o pior número desde 2004 quando a pesquisa começou.

No Japão, o maior índice de casos de homicídio foi registrado em 1954 (3081 casos) e o menor em 2007 (1199 caso).

 
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Pense no Haiti, reze pelo Haiti
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 14/01/2010 às 12:31:05
 
Bandeira do Haiti

O Haiti


Caetano Veloso


Composição: Caetano Veloso e Gilberto Gil


Quando você for convidado pra subir no adro
Da fundação casa de Jorge Amado
Pra ver do alto a fila de soldados, quase todos pretos
Dando porrada na nuca de malandros pretos
De ladrões mulatos e outros quase brancos
Tratados como pretos
Só pra mostrar aos outros quase pretos
(E são quase todos pretos)
E aos quase brancos pobres como pretos
Como é que pretos, pobres e mulatos
E quase brancos quase pretos de tão pobres são tratados
E não importa se os olhos do mundo inteiro
Possam estar por um momento voltados para o largo
Onde os escravos eram castigados
E hoje um batuque um batuque
Com a pureza de meninos uniformizados de escola secundária
Em dia de parada
E a grandeza épica de um povo em formação
Nos atrai, nos deslumbra e estimula
Não importa nada:
Nem o traço do sobrado
Nem a lente do fantástico,
Nem o disco de Paul Simon
Ninguém, ninguém é cidadão
Se você for a festa do pelô, e se você não for
Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui
E na TV se você vir um deputado em pânico mal dissimulado
Diante de qualquer, mas qualquer mesmo, qualquer, qualquer
Plano de educação que pareça fácil
Que pareça fácil e rápido
E vá representar uma ameaça de democratização
Do ensino do primeiro grau
E se esse mesmo deputado defender a adoção da pena capital
E o venerável cardeal disser que vê tanto espírito no feto
E nenhum no marginal
E se, ao furar o sinal, o velho sinal vermelho habitual
Notar um homem mijando na esquina da rua sobre um saco
Brilhante de lixo do Leblon
E quando ouvir o silêncio sorridente de São Paulo
Diante da chacina
111 presos indefesos, mas presos são quase todos pretos
Ou quase pretos, ou quase brancos quase pretos de tão pobres
E pobres são como podres e todos sabem como se tratam os pretos
E quando você for dar uma volta no Caribe
E quando for trepar sem camisinha
E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba
Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui

 

 
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Os estrangeiros e as migrações: o jogo do “salve-se quem puder”
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 13/01/2010 às 13:33:54
 

*Por Milton Saito

 

Uma tendência global

O balanço mundial do desemprego publicado nos principais jornais neste final de semana é assustador e confirma a tendência de uma maior restrição para as políticas de imigração. Países ricos, incluso o Japão, podem limitar o fluxo de estrangeiros e dificultar as migrações.

Os números do desemprego na Europa e nos Estados Unidos impressionam. A taxa de desemprego na zona do euro, divulgada pela mídia do Brasil, chegou a 10% no mês de novembro. E nos Estados Unidos a taxa atingiu o mesmo percentual em dezembro e causou decepção ao presidente Barack Obama que esperava a divulgação de índices melhores.

Os atuais deslocamentos populacionais em busca de melhores condições de vida seguem algumas tendências. Chama à atenção o aumento dos conflitos raciais em defesa dos interesses nacionalistas. Consequência essa provocada pela competitividade e crise no setor de empregos.

Um exemplo claro desta tendência foi manchete neste final de semana no Portal Webnews: “Deputados do Reino Unido querem limitar população imigrante”, publicada em (07/01/2010). Uma medida que restringe a mobilidade de populações estrangeiras e exige novas políticas para regular o fluxo migratório.

O fundo do poço

Parece que ainda não chegamos ao fundo do poço. A luta pelo emprego e pela retomada da qualidade de vida, que afetou principalmente as classes médias e populares em 2008 e 2009, tendem-se acirrar-se e os motivos são óbvios: as populações que migram de países pobres para os países ricos competem e tiram vagas de trabalho das populações nativas.

As campanhas e as atitudes nacionalistas estão de volta. A Alemanha Ocidental, por exemplo, foi amplamente citada nas comemorações dos 20 anos da derrubada do Muro de Berlim (1989/2009). Às vezes, coloca-se a Alemanha Ocidental como país que venceu e derrotou o socialismo da Alemanha Oriental. Pois, a luz da história oficial, isso faz sentido. Uma meia verdade de cunho ideológico.

Outra hipótese, mais plausível, é a de que a pressão por parte da Alemanha Oriental pelo fim da Guerra Fria ganhou força e apoio, por isso a reunificação. Tudo isso aliado à necessidade do emprego, resultou na queda do muro. Fator este também favorável para Alemanha Ocidental, que na época necessitava de mão de obra para setores de trabalho com as mesmas características do trabalho feito pelos brasileiros no Japão, salvo exceções: trabalho sujo, pesado e rápido. Ou seja, a mão de obra barata em abundância da Alemanha Oriental poderia suprir as necessidades da Alemanha Ocidental.

Apesar disso, os 20 anos da queda do muro não eliminaram as diferenças, porque a distribuição de renda não se deu de forma equitativa. Os alemães orientais continuam pobres e as diferenças permanecem.

Pureza racial

Os japoneses foram buscar mão de obra no Brasil. Por que ir tão longe? Para satisfazer um dos princípios de pureza racial, ou seja, adoção de política migratória consanguínea. Da mesma forma, a Alemanha. Melhor gerar oportunidades para os irmãos do outro lado do muro do que permitir o estabelecimento de uma política de pessoas de outras etnias no front.

Conflitos étnicos

E a polarização de conflitos étnicos, tende a piorar. Um boneco encontrado nos Estados Unidos, que simboliza o presidente Obama enforcado, é a prova cabal de que a globalização agora atinge um estágio onde se globaliza violência e nacionalismo. Políticas migratórias que afetam diretamente as populações de estrangeiros.

O mundo ainda vai assistir por um bom tempo as divisões das Coreias (Sul e Norte), a luta de proteção de fronteiras por parte dos americanos contra os mexicanos, dentre outros muros como os das atuais construções para isolar favelas no Rio de Janeiro.

Quanto ao Japão, não está alheio a este novo modismo. Medidas para conter e dificultar as políticas migratórias serão objeto de análise já neste governo do premier japonês Yukio Hatoyama. Um verdadeiro salve-se quem puder!
 

 
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“Deka/cego” empreendedor
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 12/01/2010 às 09:41:17
 

Somos estimulados a competir, ser rápidos, e a esquecer que somos humanos

O SEBRAE é uma fonte para as pesquisas, mas não deve ser a única

Pode não parecer, mas o interior da fábrica nos cega em determinados momentos. Associar trabalho, qualidade, limpeza, hora-extra as questões externas, é quase impossível. A empresa nos consome e exige atenção especial a cada segundo.

Sofre-se uma metamorfose quando se opta pelo Japão. Sem perceber, somos estimulados a competir, ser rápidos, e a esquecer que somos humanos, que temos família, responsabilidades e sonhos.

Síndrome

Há casos e mais casos. Quando se retorna para o Brasil, eis um novo sentimento. As inevitáveis saudades da vida no Japão. O que alguns pesquisadores chamam de teoria da “Síndrome do Regresso”.

Somos sujeito fruto de um contexto de dupla personalidade? Somos apenas um, com dimensões duplas?

Relativiza-se o único, compara-se o incomparável, enfim, consciência e inconsciência interagem nas nossas ações e o “choque cultural” que parece superado nos remete a indagações como: se estivéssemos no Brasil estaríamos em melhores condições? E vice e versa.

Planejamento

Planejar é a melhor saída? Não se tem tempo para pensar e planejar com o frenético ritmo de vida que se leva por aqui. Por isso somos facilmente seduzidos por propostas encantadoras de espírito e caráter consumista e empreendedor.

Carros, casas, novos modelos de celular, enfim, respira-se tecnologia e não se percebe que a vida não é feita de princípios e lógicas mecanicistas. Portanto, o mecânico jamais deveria se sobrepor ao racional, aos sentimentos e a dignidade humana.

Da mesma forma outras facilidades nos cegam em determinados momentos. A história é testemunha. Sonha-se com a possibilidade de ascensão empresarial. Compra-se papéis, como ocorrera com o caso Nipomed, dentre outros, onde as possibilidades e os percentuais de uma vida e sucesso são mínimos, diga-se, quase que irreais.

Oportunismo

E não param de surgir propostas empreendedoras que cegam muitos dos interessados sobre os riscos. O mercado oferta novos produtos a cada instante. Como pouca coisa mudou, no espaço e no tempo, a idoneidade ainda não está prescrita nas embalagens, portanto, todo cuidado é pouco.

Buscam-se em Paulo Coelho respostas para uma trajetória mais feliz. Sendo que, seria mais fácil, buscar dentro de si, saídas e oportunidades plausíveis a realidade dos nossos olhos.

“Oportunismo” não deveria significar lesar o próximo! Mas, infelizmente os “oportunistas” sabem a lição melhor do que muitos trabalhadores que ganham seu dinheiro com árduo e suado trabalho dentro das fábricas do Japão. Basta de “deka/cego” empreendedor!
 

 
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Reforma nas leis de contratação por empreiteiras pode ficar ainda mais severa
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/01/2010 às 04:00:57
 

Fukushima sugere que a categoria joyou (com contrato diretamente com a empreiteira) também seja proibida, acabando com as possibilidades de contratação de mão de obra por empreiteiras

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie - portalwebnews.com/

Trabalho - 8/1/2010

De acordo com a versão online do jornal Tokyo, o Ministro do Trabalho, Saúde e Bem-estar, Akira Nagatsuma, apresentou a possibilidade de alteração do conteúdo do relatório elaborado pelo Conselho Ministerial Trabalhista, sobre a reforma da lei de contratação de mão de obra por empreiteiras.

Após receber críticas do Partido Democrático Social (shamintou), partido aliado e que sempre se mostrou contra a utilização de mão de obra de empreiteiras, Nagatsuma estuda ajustar o conteúdo do documento.

O relatório, que descreve a reforma das leis de contratação, proíbe generalisadamente o haken (sistema em que empreiteiras enviam trabalhadores temporários para empresas para as quais prestam serviços) para a indústria manufatureira e a categoria de contrato de touroku (que utiliza mão de obra somente quando há vagas disponíveis).

O presidente do partido shamintou, Mizuho Fukushima, afirmou que o conteúdo, que deveria tratar-se de um acordo entre os partidos aliados, é um retorno no tempo. Fukushima sugere que a categoria joyou (com contrato diretamente com a empreiteira) também seja proibida, acabando com as possibilidades de contratação de mão de obra por empreiteiras.
 

 
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Idioma japonês: autoridades foram alertadas
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 07/01/2010 às 13:03:18
 

Japoneses no Brasil, brasileiros no Japão


Adriana Ito - Folha de Londrina (PR)


Reportagem Local


Por desconhecer a língua japonesa, grande parte dos dekasseguis vivem em um Brasil à parte dentro do Japão. Várias redes de mercados de produtos brasileiros (onde é possível encontrar todo tipo de mercadoria, como feijão, goiabada, panetone, cerveja, guaraná, revistas e até filmes em DVD), restaurantes que servem feijoada, churrascarias, marmitex, cabeleireiros, perfumes e roupas made in Brazil, cursos para tirar carteira de motorista no Japão, escolas onde se fala e ensina português, dois jornais semanais com notícias da comunidade, campeonato de futsal, danceteria, karaokê com sertanejo e pagode e até organizadores de festas infantis e concursos de beleza. Estes são exemplos da estrutura encontrada pelos dekasseguis que moram na região que abrange as províncias de Aichi e Shizuoka, onde se concentra mais da metade dos brasileiros no Japão.


Com tudo isso, aliado ao desconhecimento da língua japonesa pela grande maioria dos quase 320 mil dekasseguis, pode-se dizer que boa parte da comunidade brasileira no arquipélago vive em um Brasil à parte, só se relacionando com os japoneses quando estritamente necessário. Mesmo nestes casos, eles são assessorados por encarregados das empreiteiras, que intermedeiam as relações e atuam como tradutores. Além disso, grandes fábricas chegam a ter centenas de brasileiros em suas linhas de montagem, levando muitos a não se relacionarem com os japoneses nem em seu ambiente de trabalho.


Essa segregação é um expoente de como o nikkei, chamado de japonês aqui, descobre-se brasileiro no Japão. Mas, se por um lado toda essa estrutura contribuiu para melhorar as condições de vida e a adaptação dos brasileiros à nova realidade, também gerou um comodismo em relação ao idioma e um distanciamento da sociedade local, contribuindo para dificultar ainda mais a aceitação dos japoneses a essa classe de estrangeiros.


Em sua dissertação de mestrado intitulada ‘‘Japoneses aqui, brasileiros lá?: uma leitura sobre (e dos) dekasseguis’’, o geógrafo Milton Saito conclui que, em geral, os nikkeis que dominam bem a língua japonesa conseguem uma melhor adaptação à nova realidade. ‘‘Em função do domínio do idioma, interesses pela cultura e outros, conseguem, além da adaptação, cumprir suas metas financeiras e outros objetivos, dentre os quais, de ascensão e inserção na sociedade japonesa’’, revela.


A questão tem preocupado até o governo japonês, que já estuda exigir um nível mínimo de conhecimento do idioma para conceder e renovar vistos de trabalho aos estrangeiros.


Folha de Londrina (18/06/2008)


 

Blog BR/JAPAN

 

Autoridades de governo japonês e brasileiro foram alertadas sobre o problema 

Dissertação é um alerta sobre os problemas


No ano em que a crise começa afetar diretamente os brasileiros residentes no Japão, a FOLHA DE LONDRINA publica (18/06/2008) parte do trabalho e alerta para as mudanças atuais.


Cabe aos meios de comunicação colaborar e informar a população para evitar surpresas desagradáveis. E o papel da ciência e do cientista é pesquisar e prever com antecedência fatos que possam prejudicar a vida em sociedade, o ambiente, dentre muitos outros objetivos.

O problema é que a comunidade científica às vezes se fecha nas salas de aula ou mesmo dentro das universidades e não divulgam os resultados de suas pesquisas. Por sua vez, os governos, que até financiam parte destes trabalhos, quando tomam consciência do fato, demoram a criar projetos e soluções. Uma atitude de descaso!


Autoridades de governo japonês e brasileiro foram alertadas sobre diversas dificuldades que a comunidade enfrenta hoje. E esconderam números da crise que compromete a qualidade de vida das populações.


Ações concretas para prevenir as consequências só vêm sendo tomadas mais recentemente sob pressão dos movimentos sociais, intelectuais e de pequena parcela de autoridades comprometidas com interesses das classes mais pobres.


A pesquisa foi realizada no Japão em 1998. A dissertação foi apresentada e defendida junto ao Curso de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) – Universidade Estadual Paulista (Unesp) – Área de concentração: Desenvolvimento Regional e Planejamento Ambiental, para obtenção do título de mestre em Geografia, em 2002.


Serviço:

Mais detalhes sobre a pesquisa nos anais da biblioteca pública da Unesp de Presidente Prudente – SP.
 

Acesse:

(www4.fct.unesp.br/pos/geo/dis_teses/03/03_MILTON_SAITO.pdf

 
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Ministro das Finanças japonês renuncia
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 07/01/2010 às 01:24:59
 

A renúncia do veterano ministro foi qualificada de “inevitável” por Hatoyama

Fujii está internado no hospital desde a semana passada por exaustão e já havia avisado sobre uma possível renúncia na terça-feira

Por EFE e Portal Webnews.com/Portal Mie - portalwebnews.com/

Japão – 7/1/2010

Fujii está internado no hospital desde a semana passada por exaustão e já havia avisado sobre uma possível renúncia na terça-feira.

O primeiro-ministro do Japão, Yukio Hatoyama, aceitou nesta quarta-feira (6) a renúncia do ministro das Finanças do país, Hirohisa Fujii, de 77 anos, por motivos de saúde, quando este estava há menos de quatro meses no cargo, informou a agência de notícias local “Kyodo”.

Fujii, que está internado no hospital desde a semana passada por exaustão e que na terça já tinha avisado que queria deixar o cargo, será substituído pelo atual vice-primeiro-ministro japonês, Naoto Kan.

Diante da recomendação dos médicos do ministro, o chefe do Governo japonês decidiu finalmente aceitar a renúncia de Fujii, um homem de sua confiança e um dos políticos mais experientes de seu Executivo.

A renúncia do veterano ministro foi qualificada de “inevitável” por Hatoyama, que aceitou que Kan acumule dois cargos em seu Governo.

Esta é a primeira renúncia no atual Governo do Partido Democrático (PD) desde que assumiu o mandato, em 16 de setembro, após mais de meio século de gestão do agora opositor Partido Liberal-Democrata (PLD).

Hirohisa Fujii era um dos poucos ministros japoneses que já tinha trabalhado no Governo anteriormente. Em seus quatro meses no cargo, procurou trabalhar pela recuperação da segunda economia do mundo, que recentemente saiu da recessão, e apresentou dois projetos orçamentários milionários pendentes de aprovação.

Yukio Hatoyama tentou evitar o afastamento do ministro das Finanças até o último momento, diante da discussão orçamentária no Parlamento, que ocorrerá em breve, e da complicada situação econômica no Japão. 

 
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Japão registrou menos acidentes de trânsito no feriado
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/01/2010 às 09:04:53
 

O índice de mortes é o segundo menor desde 1970

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie - portalwebnews.com/

Japão: 5/01/2010

Segundo o relatório da Agência Nacional da Polícia divulgado ontem (4), o número de mortes causadas por acidentes de trânsito entre os dias 29 de dezembro e 3 de janeiro, chegou a 86 vítimas – redução de 3 pessoas (3,4%) em comparação ao mesmo período do ano passado.

O índice de mortes é o segundo menor desde 1970, quando os dados começaram a ser divugados. Segundo a Agência Kyodo, o número de casos de acidentes e de pessoas feridas também apresentou diminuição. Foram registrados 7.875 casos (-37), envolvendo 9.925 feridos (-217).

Aichi foi a província que contou com mais mortes, 6 pessoas, seguida de Kanagawa, Hiroshima e Fukuoka, com 5 pessoas. Em dez províncias do Japão nenhuma morte foi registrada.

 
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Neve não esfria o calor do Réveillon do Nigth Café
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 02/01/2010 às 00:46:56
 

Nada foi capaz de esfriar o ânimo dos brasileiros

Réveillon Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)

O Réveillon do Nigth Café foi marcado por muita animação e otimismo. A cidade de Komaki (Aichi) coberta pela neve se vestiu de branco para comemorar a chegada do ano novo. Um réveillon que contou com a participação de gente bonita e personalidades da comunidade.

Nada foi capaz de esfriar o ânimo dos brasileiros. A festa começou às 19h30 e só terminou às 5h da manhã. Culinária, música e o calor humano comandaram o espírito da virada. Uma noitada gostosa e sem incidentes.

A Banda Favela Xike animou o jantar especial com cardápio à moda brasileira. Binho (teclado e vocal), Lincon (corda e vocal), Salsicha (bateria e vocal) e Hiro (percussão), tocaram clássicos da MPB: Tom Jobim, Djavan, Caetano Veloso, Fagner, Tim Maia, Sá e Guarabira, Roberto Carlos, etc. Nos primeiros minutos de 2010 o carnaval tomou conta do salão.

Os Djs Pichi e Fabrício tocaram hits clássicos e atuais: Celli Campello (anos 60), hip hop e até o “Rap das Armas”. Uma homenagem ao filme Tropa de Elite, dirigido por José Padilha.

A quinta edição do Réveillon do Nigth Café sob o comando de Leonardo e Carol Abe foi um sucesso! A casa que entretém a comunidade brasileira no Japão com eventos o ano todo, comemora a chegada de 2010 com êxito.

Os fotógrafos Roberto Big (Portal Webnews.com/Portal Mie) e Paulo Kudo (Nigth Café) registraram a festa e expõem no Blog BR/JAPAN as imagens. Confira as fotos:

Culinária verde/amarela (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Emanuelli de Paula (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Carlos Sigarrista e Mariko (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Djs Pichi e Fabrício (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Banda Favela Xike (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Sandra e Emílio - Professores de Dança (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Carol e Leonardo Abe (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Réveillon Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Um brinde...(Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Simpatia no atendimento (Foto: Blog BR/JAPAN)
Carol ladeada de amigas (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Brinde - Feliz 2010 (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Mesa farta (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Caroline Nakatsukasa (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Réveillon Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Réveillon Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Carnaval no salão (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Confraternização (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Leonardo e Carol posa entre amigos (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Equipe Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
O salão em festa (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Clima festivo (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Réveillon Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Djs ladeam Leonardo e Carol (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Caroline anima a festa (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Emílio e Sandra (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Champagne da virada (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Réveillon Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Edson Xavier, Daniela Nishikawa e o filho Juan (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Ano Novo Nigth Café (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
Aniversariante (Foto: Roberto Big/Webnews.com/Portal Mie)
O fotógrafo Roberto Big (Foto: Blog BR/JAPAN)
Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Réveillon (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Carol Abe e amiga (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Crianças dançam música brasileira (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Réveillon 2010 (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Komaki - Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Réveillon Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Alegria geral (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Réveillon 2010 (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Presença jovem (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Crianças - Réveillon 2010 (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Réveillon Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Réveillon 2010 (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Nigth Café (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Réveillon 2010 (Foto: Paulo Kudo/Nigth Café)
Fotógrafo Paulo Kudo (Nigth Café)
 
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