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Saito, Milton iniciou no jornalismo publicando coluna sobre cinema no Correio da Sorocabana de Presidente Prudente. Na cidade trabalhou no jornal O Diário, colaborou com a assessoria de imprensa da prefeitura divulgando releases sobre Cultura, atuou como colaborador da coluna social Nikkey News do Oeste Notícias e como repórter no programa TV Dicas, do Japão, exibidos pela IPC/TV, afiliada internacional da Rede Globo. Como membro do Ciate [Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador no Exterior] produziu releases para imprensa nacional e internacional. Publicou artigos no Espaço do Dekassegui do colunista social Sinomar Calmona do O Imparcial. É geógrafo licenciado, bacharelado e com mestrado pela Universidade Estadual Paulista de Presidente Prudente [UNESP]. Desenvolveu pesquisa no Japão que culminou na dissertação: “Japoneses aqui, brasileiros lá?: Uma leitura sobre (e dos) Dekasseguis.

Cristiane Nagafuti foi colunista social do jornal Oeste Notícias de Presidente Prudente produzindo a Nikkey News. No Japão a Nikkey News foi veiculada pelo jornal Folha Mundial.

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Ministério da Justiça estuda medidas mais rígidas para entrada de nikkeis no Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 31/03/2010 às 07:31:10
 

Os números indicam a importância de trazer mais vitalidade de seus vizinhos asiáticos

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie http://portalwebnews.com/
Japão – 30/03/2010

O Ministério da Justiça definiu hoje a nova diretriz básica do controle de imigração para a entrada e permanência dos estrangeiros no Japão, noticiou o jornal Nihon Keizai. O projeto se refere a medidas para incentivar a entrada de estrangeiros que possuem conhecimentos técnicos e intelectuais.

Por outro lado, as novas medidas indicam a inclinação para um estudo que torne mais severos os requisitos para a entrada de nikkeis no país que, segundo o artigo, atualmente sofrem com as dificuldades na vida cotidiana e na busca por emprego devido à recessão econômica.

De acordo com o Nihon Keizai, o órgão reconhece a contribuição da comunidade nikkei para o crescimento da economia local assim como para o desenvolvimento do país. Mas por outro lado, lembra que as dificuldades com emprego e moradia estão cada vez mais sérias. Por esse motivo, o Ministério da Justiça sugere pedir uma reavaliação dos critérios da concessão de vistos, que atualmente permitem a permanência quase sem exigir condições.

O plano ainda indica a necessidade de uma discussão, que envolva a população japonesa, sobre a aceitação dos estrangeiros para suprir a queda da natalidade no país.

Levando em conta a situação atual da economia e a queda do tamanho da população japonesa, o ministério observa que os números indicam a importância de trazer mais vitalidade de seus vizinhos asiáticos, que mostram hoje crescimento notável.

Sobre a entrada de recursos humanos considerados “especiais”, o ministério avalia a implantação de um sistema de pontuação, facilitando os procedimentos e aliviando os requisitos.

Segundo o Nihon Keizai, o ministério busca ainda desconsiderar o período temporário de trabalho para profissionais de enfermagem e dentistas estrangeiros – atualmente os profissionais podem trabalhar por um período de 6 a 7 anos no Japão após preencher requisitos especificados por órgãos responsáveis.

A colocação de estrangeiros na área de cuidados aos idosos (kaigo) também será pauta da próxima discussão.

 
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Japão terá a torre mais alta do mundo
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/03/2010 às 21:31:16
 

O objetivo é que a torre se torne a mais alta do mundo

Por Redação Portal WebNews.Portal.Mie http://portalwebnews.com/
Japão – 29/03/2010

Em construção desde o ano de 2008, o Tokyo Sky Tree superou hoje os 333 metros de altura da Torre de Tokyo, tornando-se a mais alta construção do Japão. Segundo o website do jornal Yomiuri, a altura da torre já atingiu os 338 metros.

O lançamento está programado para a primavera de 2012 e seu projeto prevê uma altura de 634 metros. O objetivo é que a torre se torne a mais alta do mundo, superando a torre existente na cidade de Cantão (China), que tem 610 metros.

 
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Atropelamento em Nagoya: Três brasileiros ficam livres de acusação
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 29/03/2010 às 08:28:11
 

Os três permanecem presos por acusação de roubo

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie http://portalwebnews.com/
Japão/Cotidiano: 29/03/2010

A promotoria regional de Nagoya decidiu por não processar os três passageiros do veículo que causou o atropelamento e a morte de três pessoas no início do mês de fevereiro, no bairro de Atsuta, na cidade de Nagoya (Aichi).

O processo de acusação dos três brasileiros estava suspenso na promotoria.

Segundo o jornal Chunichi, suas fontes revelaram que a decisão foi tomada considerando que não há provas suficientes para acusá-los do mesmo crime cometido pelo motorista.

De acordo com a polícia de Aichi, os três permanecem presos por acusação de roubo.

Relembre o caso:

Último passageiro do veículo que atropelou três em Nagoya se entrega à polícia [1] [09/02]

Atropelamento em Nagoya: Motorista do Celsior que causou acidente é preso [2][06/02]

Impressões digitais identificam suspeito de guiar veículo que atropelou e matou três pessoas [3][05/02]

Mais um dos envolvidos no atropelamento em Nagoya se entrega à polícia [4] [04/02]

Preso, brasileiro diz que ficou com medo após ver noticiário [5] [03/02]

Atropelamento em Nagoya: Brasileiro se entrega à polícia [6] [03/02]

Polícia investiga se envolvidos estariam feridos [7] [02/02]

Brasileiro, morador de Komaki, é dono de celular deixado em carro que causou acidente [8] [02/02]

Celular abandonado no carro aponta envolvimento de brasileiro em acidente que matou 3 pessoas em Nagoya [9] [01/02]

 
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Comitiva discute Casa do Trabalhador e eleições para representante da comunidade
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 28/03/2010 às 11:21:15
 

*Por Priscila Hayashi

A comunidade cobrou mais ações concretas dos representantes do CNI e da Divisão das Comunidades Brasileiras no Exterior

Por Portal Web News.com/Portal Mie http://portalwebnews.com/
Japão: 28/03/2010

Uma comissão formada por Paulo Sérgio de Almeida, presidente do Conselho Nacional de Imigração (CNI) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e pelo Conselheiro Aloysio Marés Dias Gomide Filho, chefe da Divisão das Comunidades Brasileiras no Exterior, estiveram ontem (27) na cidade de Hamamatsu (Shizuoka), onde encontraram-se com a comunidade brasileira para discutir sobre a Casa do Trabalhador e as Eleições para o Conselho de Representantes de Brasileiros no Exterior (CRBE).

A reunião, que teve início às 10h30 foi encerrada às 13h no Hotel Okura, mas teve continuidade, não programada, na sede da Caixa Econômica Federal, onde a comitiva, a primeira-secretária Patrícia Côrtes, chefe do Setor de Comunidades da Embaixada do Brasil em Tóquio, o Cônsul-Geral do Brasil em Hamamatsu, Luiz Sergio Gama Figueira e representantes da comunidade brasileira retomaram as discussões até as 18h do sábado.

Casa do Trabalhador

A comunidade pediu ao MTE, representada por Paulo Sérgio de Almeida, por medidas concretas sobre o projeto Casa do Trabalhador, que vem sendo discutido desde 2008 – a inauguração da Casa estava prevista para agosto de 2009.

Paulo Sérgio explicou que diversos fatores atrasaram e adiaram finalização do projeto, que ainda não tem data prevista para abertura, mas que segundo ele, deve ser encerrado ainda este ano após reformas no projeto inicial.

Eleições para o CRBE

Sobre as eleições para o representante dos brasileiros que vivem no exterior, Aloysio Marés foi questionado sobre o sistema de votação e a garantia de segurança, já que os votos serão através da internet.

“Essas medidas de segurança, além do processo de licitação para o gerenciamento do sistema provavelmente farão com que as eleições sejam adiadas para o mês de junho”, lembrou o Conselheiro Aloysio que advertiu sobre a possibilidade dos candidatos já darem início a campanhas eleitorais, apesar do órgão responsável ainda não ter divulgado as regras detalhadas sobre as eleições e a candidatura.

Passagem pelo Japão

Paulo Sérgio de Almeida, presidente do Conselho Nacional de Imigração do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Cônsul-Geral do Brasil em Hamamatsu, Luiz Sergio Gama Figueira e o Conselheiro Aloysio Marés Dias Gomide Filho, chefe da Divisão das Comunidades Brasileiras no Exterior.

A comitiva reuniu-se também com o Ministério do Trabalho japonês par uma aproximação, troca de informações e para, segundo Paulo Sérgio, conhecer o trabalho feito junto à comunidade brasileira nesse setor. O representante do CNI trouxe também, para o órgão japonês, nova informações da Casa do Trabalhador e apresentou o novo projeto.

Além de Hamamatsu, o grupo encontrou-se também com a comunidade brasileira em Tokyo (Tokyo), na última sexta-feira (26), onde contaram também com a participação do Embaixador Eduardo Gradilone, diretor do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior do Ministério das Relações Exteriores (MRE). Durante a reunião, amadureceram ideias como a realização de seminários durante a Semana do Trabalhador Brasileiro no Japão, que está programada para o mês de julho desse ano. A comitiva também tratou da eleição para o CRBE, das regras e aspectos técnicos para escolha do representante.

Os três deixaram hoje o Japão levando na bagagem novas informações, sugestões e dúvidas não esclarecidas durante a passagem da comitiva questionadas pela comunidade brasileira – como a questão do projeto que define uma alíquota de 2% sobre o valor das remessas de brasileiros no exterior – nos cinco dias que permaneceram no país.

“A viagem foi muito produtiva e espero que da próxima vez que retornar ao Japão, o objetivo seja a inauguração da Casa do Trabalhador”, afirmou Paulo Sérgio de Almeida.

 
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Popularidade de Hatoyama cai para 30%
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 26/03/2010 às 23:22:19
 

Porém, ele negou que vá renunciar

Hatoyama disse ter consciência de que o índice de apoio ao seu Governo caiu mas garante que não vai renunciar

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie http://portalwebnews.com/
Japão – 27/03/2010

O primeiro-ministro do Japão, Yukio Hatoyama, disse nesta sexta-feira (26) que não fará mudanças no Governo, apesar de sua popularidade ter caído para 30% e do teste que seu partido enfrentará em breve nas eleições para o Senado, informou a agência “Kyodo”.
Em entrevista coletiva, Hatoyama disse ter consciência de que o índice de apoio ao seu Governo caiu 40 pontos percentuais desde que tomou posse, em setembro do ano passado. Porém, ele negou que vá renunciar.

O premiê afirmou ainda que não fará mudanças no gabinete, integrado por membros da coalizão liderada pelo Partido Democrático (PD / Minshutou), nem em seu partido, que no segundo semestre enfrentará seu primeiro teste eleitoral como legenda governista no pleito para o Senado, onde tem maioria.

Hatoyama também disse que entende o descontentamento da opinião pública com os escândalos de doações que respingaram nele e no número dois do PD, Ichiro Ozawa, considerado o homem forte do partido.

Por conta disso, Hatoyama reiterou a intenção de proibir doações políticas procedentes de empresas e organizações com uma nova lei e disse que as pessoas implicadas nos escândalos, incluído ele, devem explicações ao povo.

 
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"Felícit-as, átis"
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 26/03/2010 às 11:44:06
 

Felicidade! Feliz é Félix. A ausência da felicidade é sempre tristeza?

Professor e filósofo Volmar Casa (Foto: Cedida)

*Por Volmar Casa

"Felícit-as, átis"
Nominativo - a felicidade (felícitas);
Genitivo - da felicidade (felicitátis).

É bom manter o título em latim, pois assim os romanos e os gauleses poderão encontrar este artigo em um sítio de busca qualquer, arqueológico talvez.

Felicidade! Feliz é Félix. A ausência da felicidade é sempre tristeza? Como a história ocidental concebe a felicidade?

Para os gregos clássicos, inventores da razão como princípio ordenador do conhecimento e disciplinador da ignorância, a felicidade era tida como uma questão política. Ser feliz significava o mesmo que fazer bom uso dos prazeres. Não nos iludamos; o prazer supremo estava em operar o bem comum.

Com o advento do cristianismo e sua predominância durante a Idade Média, a felicidade passa a significar o mesmo que abstenção dos prazeres. O corpo e seus prazeres são fontes de pecado.
Na contemporaneidade, substituindo a filosofia e a religião, a propaganda midiática desobstruiu a felicidade da arena da razão e a destronizou do altar da fé.

A propaganda, segundo Ricardo Goldenberg - psicanalista, encontra um modo UNIVERSAL de satisfazer a todos. A esta satisfação, pouco perene, é que se atribui o nome de felicidade. Felicidade tão volátil quanto o cheiro do estofado de um carro "zero" e tão fútil quanto a inércia do olhar diante de uma imagem/tela HD big, macro, plus, hiper polegadas.

A felicidade não diz respeito aos espaços públicos de debates e decisões quanto a vida da pólis, também não se relaciona com a busca espiritual supra-sensível.

A felicidade é imediata e sua base é a volição automatizada de prazeres irreprimíveis que, em boa parte dos casos, satisfazem somente seu próprio genitor.

Todos somos felizes, basta sonhar. Para tanto, não é mais preciso alimentar utopias - a exemplo da democracia grega ou do paraíso cristão - basta vidrar os olhos e mirá-los na "caixinha de imagens", pois o deus "mass média" a tudo e a todos proverá. Não há espírito no qual esteja ausente a felicidade e a tristeza seja seu senhor.

Há, em contrapartida, um espírito materializado que consome simulacros da felicidade. Este estado do ser não é permeado pela tristeza, mas pela ignorância.

Biografia

Volmar e a esposa e professora Aline (Foto: Cedida)

Volmar Casa é graduado em Filosofia pela [Universidade do Sagrado Coração], Bauru – SP. Mestre em educação pela [Faculdade de Filosofia e Ciências – UNESP] – Marília – SP, e atualmente atua como docente de Filosofia da Educação das [Faculdades Integradas de Cacoal], Cacoal – RO. Acesse o blog do autor: Blog Meiacasa - (http://meiacasa.blogspot.com/).

 
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Ensino Médio brasileiro no Japão pode ser gratuito a partir de abril
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 26/03/2010 às 10:05:37
 

Se a gratuidade for confirmada será uma grande conquista para sete escolas brasileiras

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie http://portalwebnews.com/

Japão/Educação: 26/03/2010

Kan Suzuki, vice-ministro da Educação afirmou a inclinação do governo para aprovação da gratuidade no Ensino Médio (kookoo) privado em escolas reconhecidas como Instituições de Ensino miscelâneas ou semi-entidades jurídicas (kakushu gakko ou jun gakko hojin) estrangeiras.


Segundo o website do jornal Yomiuri, na comissão de educação e ciência do Senado, realizada ontem (25), Suzuki afirmou que as escolas estrangeiras aprovadas como kakushu gakko e que cumprirem critérios apresentados poderão aplicar a gratuidade a partir de abril.


De acordo com o artigo, os critérios básicos incluem a aprovação no país de origem – no caso das escolas brasileiras, a homologação do MEC (Ministério da Educação) – como escola de Ensino Médio, a aprovação do instituto internacional, entre outros requisitos. Segundo o ministério da Educação japonês, atualmente no país, 36 escolas estrangeiras cumprem esses requisitos.


De acordo com Maria Shizuko Yoshida, Presidente da AEBJ (Associação das Escolas Brasileiras no Japão), se a gratuidade for confirmada, será uma grande conquista para pelo menos 7 escolas brasileiras – que possuem Ensino Médio, são reconhecidas como kakushu gakko e também são homologadas pelo MEC –que atuam no Japão.


“Mais de 40 alunos que estudam atualmente nessas escolas poderão ser beneficiados. Isso é fato inédito no Japão, mas a luta deve continuar para que mais crianças possam contar com essa ajuda para os estudos. Isso permite instrução a muitos jovens que não têm condições de arcar com as mensalidades”, explicou Shizuko ao Portal Webnews.com.


Segundo ela, 11 escolas são reconhecidas como kakushu gakko, 10 delas oferecem o Ensino Médio, e 7 dessas são homologadas pelo MEC. Mas ainda existem, segundo dados levantados pela entidade, 25 escolas com mais de 400 alunos cursando o Ensino Médio que não serão beneficiadas com essa reforma na legislação japonesa.


Em um seminário de apresentação da pesquisa sobre reconhecimento das escolas brasileiras no Japão, realizado no dia 13 desse mês, a presidente da AEBJ pediu que o governo brasileiro, representado pela Embaixada do Brasil no evento, “orquestrasse as negociações junto aos governos provinciais para que os requisitos da homologação como escola miscelânea sejam abrandados”.
“Províncias como Mie, Gifu e Gunma já são mais flexíveis, mas muitas escolas em outras províncias não têm nem mesmo a permissão para apresentar seus documentos e ficam sem a chance de ser reconhecida como escola miscelânea”, lamenta Shizuko.

 
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Menos concreto e mais para o povo: Japão aprova orçamento recorde para 2010
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 25/03/2010 às 03:21:16
 

Uma estratégia de crescimento que leve ao combate à deflação

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie http://portalwebnews.com/
Japão – 25/03/2010

O Parlamento japonês aprovou nesta quarta-feira (24) o Orçamento do Governo para o ano fiscal 2010, estipulado em ¥92,3 trilhões (US$ 1 trilhão) e que prioriza a área social.

O Orçamento mais alto da história do Japão foi aprovado na Câmara Alta com os votos da coalizão governista, liderada pelo Partido Democrático (PD / Minshuto), do primeiro-ministro Yukio Hatoyama.

O Governo japonês, que destacou a importância de trocar o “concreto por gastos com o povo”, reduziu as verbas para obras públicas em 18,3%, para ¥5,8 trilhões (US$ 63,6 bilhões).

Por outro lado, aumentou as despesas com seguridade social em 9,8%, para ¥27,3 trilhões (US$ 300 bilhões), e a verba destinada à defesa em 0,3%, para ¥4,79 trilhões (US$ 52,555 bilhões).

Na sessão parlamentar desta quarta, o primeiro-ministro ressaltou a importância de a saúde fiscal da segunda maior economia do mundo ser recuperada e de ser criado “um círculo virtuoso no qual o emprego e a demanda melhorem com uma estratégia de crescimento que leve ao combate à deflação”.

No entanto, o primeiro orçamento do novo Governo do PD terá que ser financiado com a emissão de ¥44,3 trilhões (US$ 475 bilhões) em bônus, um recorde que ampliará a já elevada dívida pública do Japão, quase duas vezes maior que o Produto Interno Bruto (PIB).

Além disso, o ano fiscal 2010, que começa em abril, será o primeiro desde o fim da Segunda Guerra Mundial em que a emissão de bônus do Tesouro vai superar a arrecadação fiscal do Estado.

 
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ExpoBUSINESS terá como foco as mudanças da comunidade em 2010
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 24/03/2010 às 07:17:41
 

Além de palestras, a organização do evento antecipa a realização de workshops e a presença de estandes de empresas de diversos setores que atuam no mercado que visa a comunidade brasileira

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie http://portalwebnews.com/
Japão - Negócios: 24/03/2010

Realizado anualmente desde 2003 no Japão, a expoBUSINESS vem visando o mercado empresarial e relações entre empreendedores do Japão, Brasil e da América Latina desde sua criação.

Apesar de manter seu objetivo de gerar negócios nacionais e internacionais, em 2010, o foco do evento estará voltado para a comunidade estrangeira que vive no país e as mudanças dessa classe após a crise econômica, que teve início no final de 2008, e que despertou em muitos estrangeiros a necessidade de buscar renda fora das linhas de produção.

Uma das palestras já confirmadas pela Central Trade, empresa que organiza o evento, terá como tema os empreendimentos latino-americanos no Japão. Além do passo a passo para abertura de uma empresa no país, o público poderá conferir depoimentos de quem já mantém um negócio, suas dificuldades e as vantagens de entrar no mercado japonês.

Convidada para tratar do tema, a JETRO (Japan External Trade Organization) realizará palestras nos dois dias do evento.

Além de palestras, a organização do evento antecipa a realização de workshops e a presença de estandes de empresas de diversos setores que atuam no mercado que visa a comunidade brasileira. O público poderá contar ainda com praça de alimentação, Espaço Criança, venda direta de produtos e serviços, promoções e lançamentos em 2010.

VIII expoBUSINESS
Data: 15 e 16 de maio de 2010
Local: Port Messe Nagoya
Informações: http://www.expobusiness.jp/expobusiness/

 
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Mitsubishi quer aumentar produção de i-MiEV
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 23/03/2010 às 06:22:39
 

O primeiro modelo elétrico produzido em massa, já registrou vendas de 2 mil unidades em 2009

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie - http://portalwebnews.com/

Japão – 23/03/2010

A Mitsubishi Motors afirmou ontem que planeja aumentar a produção de seu veículo ecologicamente correto, o modelo elétrico i-MiEV. A montadora pretende, em 2012 triplicar a produção passando a fabricar 30 mil unidades, informou o jornal Yomiuri.

O aumento na produção acompanha a quantidade de pedidos do veículo, encomendados por empresas e órgãos públicos, e deve-se também ao aumento da produção de baterias de íon lítio.

A expectativa é que com maior volume de produção e vendas, o preço atual (¥4,59 milhões, US$ 53,7 mil) possa ser reduzido.

De acordo com o artigo, o i-MiEV, lançado em julho do ano passado como primeiro modelo elétrico produzido em massa, já registrou vendas de 2 mil unidades em 2009 e espera-se que a montadora alcance as vendas de 9 mil unidades em 2010.

 
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Empresa paga para funcionários usarem bicicleta
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 22/03/2010 às 07:34:44
 

O objetivo da empresa é conscientizar seus funcionários sobre a preservação do meio ambiente

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie http://portalwebnews.com/

Japão – 21/03/2010

Uma construtora japonesa, a Meda, implantou um subsídio para seus funcionários que utilizam como meio de transporte ao trabalho, a bicicleta, informou o jornal Nihon Keizai.

Aos empregados que deixaram de usar o transporte público e trocaram pela bicicleta, a construtora paga ¥4 mil (aproximadamente US$ 45) mensalmente, média de 80 reais.

O objetivo da empresa é conscientizar seus funcionários sobre a preservação do meio ambiente e auxiliar na redução de emissão do CO2. Segundo a mídia, pelo menos 20 funcionários já aderiram ao novo meio de locomoção ao trabalho.

 
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Projeto para nova lei de contratação por empreiteiras é aprovado em gabinete de Hatoyama
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 20/03/2010 às 08:42:18
 

Akira Nagatsuma, ministro do Trabalho, Saúde e Bem-Estar, espera que a nova lei seja “um freio para os empregos instáveis”


Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão/Trabalho – 19/03/2010

Ficou definido hoje, em discussão no gabinete do primeiro-ministro, Yukio Hatoyama, levar adiante a proposta para reforma na lei de contratação de mão de obra feita através de empreiteiras. Se implantada, a nova lei proibirá a contratação para a indústria manufatureira através da categoria de “cadastro” (touroku gata haken) – que emprega mão de obra nas empresas somente quando há demanda de trabalho.

Segundo a Agência Kyodo, até hoje a lei de contratação de empreiteiras vem sofrendo alterações de acordo com as necessidades das indústrias, mas o governo pretende, com a mudança, que a nova lei favoreça os trabalhadores.

Akira Nagatsuma, ministro do Trabalho, Saúde e Bem-Estar, espera que a nova lei seja “um freio para os empregos instáveis”, informou a mídia.

O prazo para a aprovação final do projeto está previsto para 16 de junho, mas pode ser prorrogado caso precise ser melhor analisado.

Na proposta, a contratação para indústrias manufatureiras será proibida, tornando-se obrigatório que o trabalhador faça contrato diretamente com a empreiteira enquadrando-se na categoria “regular” (jouyou gata haken).

O documento prevê também, exceção que para alguns setores, como o de contratação de idosos (koureisha haken) e serviços especializados como o de tradutores e secretários, que poderão ter continuidade como contratação na categoria de cadastro.


O período de adaptação, como sugerido anteriormente, será de três anos.

 
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A imprensa como quarto poder ou em busca do poder absoluto?
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 19/03/2010 às 04:02:36
 

Falta ética, credibilidade e criatividade

Eis uma polêmica reflexão. Debates e tendências apontam para as duas direções. Mas, para outros, não se trata de nenhuma das hipóteses. Falta mesmo é ética, credibilidade e criatividade. Sem estes ingredientes, o número de leitores tende a diminuir e a crise de credibilidade pode ser analisada do ponto de vista da crise ética.

 

A crise da imprensa é ética

*Por Emir Sader


Chovem os artigos na imprensa internacional sobre a crise da imprensa, enquanto crescente numero de jornais fecham, despedem jornalistas, diminuem suas tiragens. Os diagnósticos, ao serem feitos, em grande medida por pessoal ligado a essa imprensa, não conseguem sair do rame rame usual: a difusão da internet grátis, dos jornais grátis, etc., etc., seriam os responsáveis. Será?


Mas um artigo, desta vez da prestigiosa publicação norteamericana The Nation – “How to save jornalism?”, de John Nichols e Robert W. McChesney, de 25 de janeiro deste ano - aponta para um diagnóstico um pouco diferente. Em primeiro lugar, classifica o jornalismo como um “bem público”, considerando que deveria ser considerado da mesma forma que se considera a educação, saúde pública, o transporte, a infra estrutura.


Considerado dessa maneira, o fato de ser financiado por publicidade já desvia ou deforma esse caráter público, porque a publicidade visa interesses privados, venda de mercadorias, prestação de serviços na esfera privada. Essa concepção remeteria ao tema do financiamento público da imprensa.


Quanto ao diagnostico que aponta para a difusão da internet, os autores recordam que a crise começou muito antes, já nos anos 1970, apontando para a busca de maximização dos lucros pelas grandes corporações, que foram tornando as mídias empresas como outras quaisquer de seu imenso leque de investimentos, tendo como resultado, entre outros, a diminuição da qualidade e a banalização do jornalismo, cada vez mais longe de ser um bem público.


As propostas atuais de tentativa de superação da crise financeira, apontam normalmente para o pagamento das páginas de internet, dado que a publicidade nestas representa um ganho de 10% do que se perde nas publicações impressas. No entanto, apenas um que outro jornal que acredita na sua capacidade de manter audiência sendo pago – como o The Wall Street Journal – se arriscam nessa direção. Ainda assim é duvidoso que possam arrecadar uma proporção minimamente significativa do que perdem com a diminuição da tiragem e, principalmente, com a retração da publicidade, canalizada para outros meios.


Na realidade a crise da imprensa é a da perda de credibilidade, é uma crise ética, de sua transformação em um instrumento da publicidade, do ponto de vista econômico, e da sua constituição em mentor político e ideológico da direita. Os dados, publicados recentemente, demonstram como todos os grandes jornais brasileiros perdem leitores, mas sobretudo perdem influência. Embora todos os maiores jornais e quase todas as revistas semanais – à exceção da Carta Capital – sejam de férrea oposição ao governo, este mantêm 83% de apoio e eles conseguem apenas 5% de rejeição do governo. Temos aí uma idéia da baixíssima produtividade desses órgãos de oposição.


Jornais progressistas como La Jornada, do México, Página 12, da Argentina, Público, da Espanha, que gozam de alta credibilidade, se consolidam e se expandem, tendo páginas abertas amplamente visitadas. Seu patrimônio é sua ética social, suas posições políticas democráticas, o espírito pluralista dos seus comentaristas, a originalidade da suas coberturas jornalísticas.

Biografia

Emir Sader, filósofo e cientista político (Foto: Agência Brasil)

Emir Sader nasceu em São Paulo, no ano de 1943. Formou-se em Filosofia na Universidade de São Paulo. Fez Mestrado em Filosofia Política e Doutorado em Ciência Política, ambos na Universidade de São Paulo. Na mesma universidade, trabalhou como professor, primeiro de filosofia, depois de ciência política. Foi, ainda, pesquisador do Centro de Estudos Sócio Econômicos da Universidade do Chile, professor de Política na UNICAMP e coordenador do Curso de Especialização em Políticas Sociais na Faculdade de Serviço Social da UERJ. Atualmente dirige o Laboratório de Políticas Públicas na UERJ, onde é professor de sociologia. É blogueiro da Agência Carta Maior: www.cartamaior.com.br/.  

 
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1,72 milhão de smartphones foram distribuídos em 2009
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 17/03/2010 às 18:13:46
 

Número de celulares triplicou em comparação com 2008

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie portalwebnews.com/

Japão – 17/03/2010

O volume de distribuição de smartphones atingiu 1,72 milhão em 2009, noticiou o jornal Nihon Keizai. O número, divulgado pela empresa de pesquisa IDC Japan, triplicou em comparação ao ano anterior, apesar de no cenário geral de venda de celulares haver queda de 25% na distribuição.

De acordo com o artigo, o modelo smartphone, já popular no mercado de telefonia móvel para os chamados “businessman (homens de negócios)”, expandiu para novos consumidores em julho de 2008 com o lançamento do iPhone.

O smartphone ocupa apenas 5% do mercado total, mas com novos lançamentos previstos, a expectativa é que o “celular inteligente” seja ainda mais difundido entre os consumidores japoneses.

 
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Câmara dos Deputados aprova Ensino Médio público gratuito e novo subsídio para crianças
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 17/03/2010 às 10:15:17
 

Com a aprovação, o governo implantará a gratuidade no Ensino Médio a partir de abril

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão/Educação – 17/03/2010

A proposta de gratuidade para o Ensino Médio Público (koko) e o novo subsídio para a criação dos filhos (kodomo teate) foram aprovadas ontem (16) em assembleia da Câmara dos Deputados e serão agora, enviadas para o Senado.

Segundo o jornal Nihon Keizai, a previsão é de que as duas propostas sejam aprovadas até o final desse mês. Com a aprovação, o governo implantará a gratuidade no Ensino Médio a partir de abril e a ajuda para a criação dos filhos, em junho.

De acordo com o artigo, a proposta para o ano fiscal de 2010 determina o pagamento de ¥13 mil mensalmente para cada criança com idade até 14 anos. Se aprovada a nova lei, a partir de junho será oferecido o valor de ¥26 mil também para os meses de abril e maio.

 
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Vereador de Hamamatsu quer incentivos no setor agrícola para estrangeiros
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 12/03/2010 às 21:15:02
 

Matsushita oferece orientação no ramo da agricultura para brasileiros desempregados

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão - 12/03/2010

O vereador da cidade de Hamamatsu, Fukujiro Matsushita (Partido Liberal Democrata / Jimintou), solicitou ao prefeito local, Yasutomo Suzuki, que amplie medidas de apoio ao trabalho no setor agrícola. De acordo com o artigo do website do jornal Asahi, o vereador, que atua na área, apresentou em discussão da câmara, as verduras colhidas de plantações brasileiras.

Matsushita oferece orientação no ramo da agricultura para brasileiros desempregados, que iniciaram os trabalhos nas plantações após a recessão, que teve início no final de 2008. Ele afirma, segundo o Asahi, que essa é uma das medidas que pode incentivar o emprego para estrangeiros.

Ele garantiu que safras de espinafre e nabo produzidas por grupos de brasileiros já foram comercializadas para escolas e empresas do setor alimentício.

Em resposta aos apelos do vereador, Suzuki afirmou que incluirá, no próximo ano fiscal, um projeto voltado para aqueles que desejam trabalhar no ramo da agricultura por um longo período. Matsushita pretende solicitar ao poder municipal que inclua também medidas para quem deseja ingressar na área por tempo determinado.

 
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Princesa japonesa Aiko volta à escola
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 11/03/2010 às 11:24:53
 

Um responsável da escola, no entanto, negou que a menina tivesse sofrido “diretamente” um caso de maus tratos, acrescentou a agência

Por Redação EFE/Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão - 9/3/2010

A menina é a filha única de Naruhito e Masako, conhecida como "a princesa triste" por causa da depressão que sofre há anos. Muitos atribuem seu estado de depressão à rigidez do protocolo da Casa Imperial e às fortes pressões que sofreu para ter um filho homem, que perpetuasse a família real japonesa.

A princesa Aiko, filha única do herdeiro ao Trono do Japão, Naruhito, voltou ontem ao colégio acompanhada de sua mãe, a princesa Masako, após seis dias sem assistir às aulas por causa do suposto caso de maus tratos (ijime) por parte de um grupo de crianças.

Aiko, de 9 anos, voltou ontem à prestigiosa escola Gakushuin de Toquio com a princesa Masako, que também a esperava no final das aulas da manhã, informou a “Agência da Casa Imperial” japonesa.

A menina tinha se queixado de dor de estômago e ansiedade, o que fez com que não fosse à escola desde segunda-feira da semana passada.

Aparentemente, um grupo de alunos zombou de vários colegas, entre eles a princesa Aiko, o que levou o Palácio Imperial a intervir e pedir medidas aos responsáveis do colégio, informou a agência “Kyodo”.

Um responsável da escola, no entanto, negou que a menina tivesse sofrido “diretamente” um caso de maus tratos, acrescentou a agência.

O caso representa a primeira ocasião na qual a Casa Imperial interfere em problemas na escola da princesa Aiko.

 
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Brasileiros desempregados investem em restaurante com ajuda financeira
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 10/03/2010 às 03:42:50
 

O estabelecimento só pôde ser aberto com a ajuda financeira que Lídia, e outros três brasileiros, adquiriram da Câmara do Comércio e Indústria e outras entidades locais

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 10/03/2010

“Os pratos brasileiros estão tendo boa aceitação entre os japoneses”, conta Lídia Hara, 52 anos, que é responsável pela cozinha do restaurante “Saboroso”, inaugurado há três semanas na cidade de Izumo (Shimane).

Atualmente, quatro brasileiros se desdobram para dividir as tarefas do restaurante e ainda aprender, com a ajuda de japoneses voluntários, o vocabulário e a etiqueta na hora do atendimento ao público japonês.

O restaurante está localizado dentro do Shopping Palao, que também passa por dificuldades financeiras com a recessão, e espera atrair maior público com a inauguração do restaurante de pratos brasileiros a baixo custo.

Lídia, que também é gerente do restaurante, explica que o grupo não se conhecia e foram reunidos pela Associação Nipobras, que oferece suporte a brasileiros na região de Shimane. Todos ficaram desempregados após o início da crise econômica e buscavam emprego, quando foram incentivados a iniciar um novo negócio.

“Experiência na cozinha eu já tinha, mas dinheiro para investimento, não. Foi um funcionário da prefeitura que deu as instruções de como conseguir a ajuda financeira da Câmara do Comércio e Indústria”, afirma a brasileira. O processo, bastante burocrático segundo ela, demorou cerca de dois meses.

Além do famoso “PF” (prato feito) brasileiro, com arroz, feijão, bife e salada, o restaurante ainda serve lanches de pão francês com lingüiça e picanha na chapa. Lídia conta que os brasileiros, minoria do público, já começou a fazer os pedidos para que o restaurante fique aberto até mais tarde – hoje fecha às 20 horas. “Alguns vêm direto do yakin (turno noturno) para tomar café da manhã”.

O grupo abriu o restaurante em nome da NPO Esperança, que recebe sua certificação de entidade sem fins lucrativos até o próximo mês. “O objetivo aqui não é ficar rico”, ressalta Lídia. “As pessoas que estão trabalhando aqui querem ter experiência de atender o público japonês, conseguir o suficiente para pagar suas contas e ir buscar um novo emprego”, explica.
O restaurante está localizado dentro do Shopping Palao, que também passa por dificuldades financeiras com a recessão, e espera atrair maior público com a inauguração do restaurante de pratos brasileiros a baixo custo. O shopping, segundo Lídia, também ajudou com a criação do restaurante, já que se comprometeu a manter por um ano o aluguel do local abaixo do preço da tabela.

A nova NPO também tem como objetivo, além de oferecer capacitação profissional no restaurante Saboroso, abrir turmas de cursos de japonês.

 
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Brasileiro vence concurso de karaoke “Nodojiman” no Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 08/03/2010 às 06:50:02
 

Foi o escolhido o melhor cantor amador entre os representantes de 15 províncias do país


Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Cotidiano - 8/3/2010

O brasileiro Roberto Casa Nova, 42 anos, foi o grande campeão do concurso de karaoke “Nodojiman”, realizado pela emissora pública NHK do Japão no último sábado (6).

Robertinho Casa Nova, como é conhecido entre a comunidade já havia sido campeão quando disputou o concurso regional na cidade onde mora, Shizuoka (Shizuoka), que foi ao ar em 22 de fevereiro do ano passado.

Com a música “Chigiri”, de Itsuki Hiroshi, o brasileiro foi o escolhido o melhor cantor amador entre os representantes de 15 províncias do país.

 
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Princesa Aiko pode ter sofrido intimidações na escola
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 06/03/2010 às 23:42:18
 

Segundo o website do jornal Asahi, a menina, além de algumas colegas podem ter sofrido intimidações de alunos na escola

O fato levou o Palácio Imperial a intervir e pedir aos responsáveis pelo colégio para solucionarem o problema, informou um porta-voz.

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 6/3/2010

A Agência Imperial informou nesta sexta (5) que a princesa Aiko, de oito anos, estava se ausentando da escola por dores estomacais e preocupações. Segundo o website do jornal Asahi, a menina, além de algumas colegas podem ter sofrido intimidações de alunos na escola.

De acordo com o artigo, Aiko já havia faltado às aulas apresentando febre na semana passada. Mesmo recuperada, na segunda-feira (1), ela não foi para a escola. Estimulada pelos pais, na terça-feira (2), ela chegou a ir para a escola, mas teria retornado para casa mais cedo.

O Asahi cita que a menina continua faltando às aulas, mas não apresenta ferimentos e começa a mostrar vontade de retornar para a escola.

 
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“Pai, você está conseguindo dormir?”
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 05/03/2010 às 23:46:42
 

A medida visa diminuir aqueles que cogitam a idéia do suicídio

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 5/3/2010

O governo central definiu o mês de março como o mais apropriado para reforçar as medidas contra o suicídio, já que observam-se nesse período o maior número de ocorrências.

No primeiro dia, segundo a Agência Kyodo, a campanha alertou para a dificuldade de dormir, considerando a falta de sono como um dos sinais que apontam para a depressão.

Na estação de Shinjuku (Tokyo), a ministra responsável pelas medidas contra o suicídio, Mizuho Fukushima, distribuiu envelopes de lenços de papel que destacavam a frase “Pai, você está conseguindo dormir?”, para os chamados salaryman (funcionários de escritórios).

A medida visa diminuir aqueles que cogitam a idéia do suicídio. Fukushima salientou a importância dos cuidados dentro das famílias e disse que o governo central pretende enriquecer as consultas de sobre saúde mental e também sobre as dívidas financeiras.

As campanhas serão realizadas também na TV durante o mês de março.

Em 2009 o país estima que mais de 32 mil pessoas cometeram suicídio, dos quais mais de 23,4 mil eram homens.

 

 
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Japão: crise impõe novas tendências de comportamento
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/03/2010 às 13:47:13
 

O que muda com a crise atual?

Consumidora adquiri carro zero e aguarda entrega. Agência japonesa diz que atraso é justificado pela montadora que esclarece passar por momentânea falta de peças para montar o veículo (Foto: Japan Yellow)

A vida dos brasileiros no Japão já não é mais a mesma. A crise impõe novas formas de comportamento e provoca mudanças de hábitos e costumes dentro da comunidade verde e amarela. E essas novas tendências revelam situações antes impensáveis.

Relacionamos algumas que afetam diretamente a comunidade de brasileiros no país: ir para o trabalho e voltar mais cedo, pela falta do que fazer; trabalhar menos do que cinco dias na semana; redução ou desaparecimento das horas-extras; dificuldade para aquisição de um cartão de crédito ou de um aparelho de telefone celular; são alguns dos exemplos.

Outras medidas afetam a população no geral. Quando algum setor do mercado reage (aquece), as empresas parecem desprovidas de infraestrutura para atender os consumidores. E pela primeira vez no país ouve-se que há atraso na produção de determinados produtos por falta de peças ou pessoal e não se cumpre as datas da entrega. O setor automobilístico, um dos que mais demitiu funcionários em nome da crise, vive estes transtornos com a crescente retomada de vendas registrada no mês de fevereiro.

A procura por empréstimos pessoais para equilibrar o orçamento familiar é outra tendência que cresce. Isso porque a redução da renda não mais garante a sobrevivência e compromete o pagamento das contas.

Mas isso não significa encontrar crédito liberado e facilitado na praça. Pelo contrário. As exigências, em especial para os estrangeiros, hoje são maiores do que antes. As instituições de crédito recorrem à figura do fiador, que dependendo da situação, tem que ser japonês.
A reestruturação pós-crise, no sentido mais agudo deste fenômeno econômico, parece ser um remédio mais amargo do que ela por si. Uma totalidade que assusta, mas, o melhor mesmo é se acostumar com o novo perfil. Isso porque tais mudanças estão apenas no começo. Diante de tantas e significativas alterações na rotina, cada leitor, com certeza, já tem uma estória para contar.

Visto permanente e residência no país

A aquisição do visto permanente, que antes era apenas uma vantagem comparativa de comodidade, hoje é essencial para a realização de certas transações econômicas. O sonho da casa própria, do carro novo, dentre outros desejos, tem seu preço.

Sem o visto de permanência é quase impossível a aquisição de bens materiais financiados. O que antes se comprava no “cash”, (dinheiro vivo), hoje, além desta nova exigência, obriga o consumidor a reunir uma série de documentos como parte das garantias.

Essa restrição ao crédito afeta a todos. Mas, sofrem mais aqueles que há anos no país dependem de crédito para prover o consumo de bens. Alguns necessitam até da ajuda oferecida pelo governo japonês para retornar ao Brasil. Pessoas essas, que se adaptaram tão bem a estrutura de vida no Japão, que se tornaram consumidores vorazes. Por isso não conseguem criar um fundo de poupança para necessidades emergenciais.

O mesmo pode ser um complicador para aqueles que sonham acumular recursos para abrir o seu próprio negócio no Japão ou no Brasil. Enfim, a falta do dinheiro e do crédito são realidades que tornam a vida no país mais difícil.


Fim da farra da escolha de empregos, da segurança no trabalho e início do subemprego

O mercado de trabalho do Japão não está apenas mais seletivo. Ele exige nova postura dos candidatos, que vão além da necessidade de qualificação. A farra da escolha de empregos, hoje, deve ser evitada. Antes, migrar de emprego, por não se adaptar ao trabalho, para mudar de cidade ou para ganhar mais, dentre outras causas, ocorria sem ônus maior para os trabalhadores. Hoje, a realidade é outra. Manter-se no emprego é um grande desafio.

Houve redução de horas extras em boa parte das empresas, e com isso, redução sensível dos salários. Mas, há empresas ou empreiteiras que reduziram os salários sob alegação da atual realidade econômica. Portanto, não há como ganhar mais num mercado que cada dia paga menos.

Isso exige esforços para complementar a renda do mês. Não tendo hora extra na fábrica, o negócio é recorrer ao subemprego ou fazer “arubaito”, trabalho extra, fora do horário de expediente.

Apesar de restrito, trabalhos extras beneficiam diretamente aqueles que estão desempregados, e fazem o chamado “bico” para não ficar totalmente parado. E para quem contrata este perfil de profissional, os custos são reduzidos, pois eliminam-se encargos trabalhistas.

Segurança no trabalho é outro fator complicador. Ninguém, mais do que nunca, pode dizer que goza de segurança no emprego. Hoje, para ser demitido, basta estar empregado. Ou seja: ninguém é insubstituível.

Novas exigências

Por sua vez, a qualificação que hoje virou moda – e a mídia local tem explorado o tema de forma até exagerada –, falseia a realidade para determinados segmentos de trabalho e concentra a discussão apenas na questão do idioma. Não se quer dizer com isso que, não é necessário se qualificar.

Ainda é possível sim, apesar das restrições, trabalhar sem a necessidade de falar o idioma fluentemente. Aliás, acho que a exclusão maior decorre devido a outros motivos. Quesitos como: idade, sexo, casa própria, carteira de habilitação e carro, são critérios que dificultam as contratações atuais. Formas de qualificação ainda pouco discutidas.

Muitas empreiteiras transferem a responsabilidade do transporte, de casa para a fábrica e vice-versa, para o trabalhador. Já os serviços que exigem mais trabalho mecânico, ainda absorvem mão de obra sem a fluência do idioma.

O Estado cria oportunidades

O Estado, por sua vez, cria novas oportunidades. Ao adentrar em uma repartição pública, por exemplo, como nas unidades do Hello Work, que até 2008 eram desconhecidas, é possível encontrar vagas para trabalho. O Estado, representado pelas unidades do Hello Work e prefeituras, oferece também cursos gratuitos para determinadas atividades e segmentos.

Os candidatos que obtém melhor avaliação são indicados ou encaminhados para empresas que às vezes concretizam a contratação desta mão de obra de forma direta, sem intermediários.

As prefeituras também oferecem vagas temporárias para determinados serviços dentro do município. Serviços de capinação e coleta do lixo nas praias, dentre outros.
Mas, o maior destaque, em especial nas unidades do Hello Work, é a maciça presença de funcionários para atender o exército de desempregados. Serviços estes disponíveis em vários idiomas.

Comunidade: NPOs e a solidariedade

Muita coisa o Estado redireciona para a iniciativa privada. Também virou moda no país criar organizações não-governamentais sem fins lucrativos (NPOs). Elas têm como objetivo suprir aquilo que o Estado não pode custear.

Essas NPOs coletam recursos e prestam serviços de assistência as pessoas e instituições mais necessitadas. Ou seja, uma dinamização de políticas assistencialistas com recursos provenientes da iniciativa privada.

Outra nova perspectiva é o aparecimento de instituições cooperativas. Ainda em número reduzido, mas, com grande tendência de crescimento.

O preço da globalização

Criam-se facilidades de um lado, mas, do outro, aumentam as dificuldades. Em suma, está cada vez mais difícil viver fora do nosso território de origem. Isso porque, no caso do Japão, e algumas mídias divulgaram pesquisas neste sentido essa semana, a presença dos estrangeiros ainda não foi bem assimilada por parte da população nativa. Agora então, com a acirrada competitividade por uma vaga de trabalho, a situação naturalmente tende a piorar.

A globalização promove mudanças, mas não oferece subsídios para transformar os espaços sociais em ambientes totalmente seguros e promissores. A China, como relata a matéria publicada no Portal Webnews, (4/3/2010), “passou o Japão e já é o segundo maior produtor do mundo”. Essa liderança pode levá-la em breve a se tornar a segunda maior economia do mundo, assumindo também o lugar do Japão. Pois a China já assume a terceira posição, tendo superado a Alemanha e prevê que possa até a década de 40, superar os Estados Unidos. Mas a matéria diz ainda que, o Japão, ainda é o país mais industrializado do planeta.

Mas a exploração sobre o trabalho dos chineses também possibilita o crescimento vertiginoso de uma nova classe social: a dos ricos. Apesar da crise em 2009, a China aumentou de 101 para 130 o número de bilionários. “O número de ricos chineses, daqui a escassos três anos, será equivalente à soma das populações do Brasil, Argentina e Venezuela nos dias de hoje: 260 milhões de almas. E já são centenas de milhares os milionários...”. (Portal Terra/Brasil)

Estes são os grandes beneficiados porque ficam com o lucro do suor e das angústias da grande maioria que enfrenta todo tipo de problemas dentro de uma fábrica.
 

 
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China ultrapassa o Japão
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 04/03/2010 às 08:51:01
 

Mas o Japão continua sendo o país mais industrializado do planeta

Por EFE e Portal webnews.com/Portal Mie: portalwebnews.com/
Japão - 4/3/2010

A China passou o Japão e já é o segundo maior produtor industrial do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, informou hoje a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi).

Em nota divulgada em Viena, a Onudi assinala que, de acordo com suas estimativas, a participação da China no valor agregado industrial de todo o mundo chegou a 15,6% em 2009, maior que os 15,4% do Japão e menor que os 19% dos EUA.

“Os três países juntos são responsáveis por metade da produção industrial do mundo”, destaca a nota.

As conclusões foram tomadas com base nos dados publicados pelo Relatório Internacional de Estatísticas Industriais, de 2010.

Apesar dos números absolutos de produção da China, que põem o gigante asiático em segundo lugar, as estatísticas revelam que o Japão continua sendo o país mais industrializado do planeta “em termos de valor agregado industrial per capita”.

Por outro lado, o relatório aponta que os efeitos da crise financeira no crescimento industrial foram sérios para os países ricos, mas “relativamente suaves” nas nações em desenvolvimento.

Prova disso é que, em 2009, Índia e Brasil ficaram entre os dez países com maior produção industrial, em quinto e décimo lugares, respectivamente.

 
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Após dez anos, Mazda faz contratação direta de temporários
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 03/03/2010 às 12:07:33
 

A contratação está em andamento até abril

Por Redação Portal WebNews.com/Portal Mie:portalwebnews.com/


Trabalho - 3/3/2010

A Mazda confirmou ontem (2), um plano de contratação que recrutará 150 funcionários temporários, noticiou o website do Sankei Shimbun. Com o aumento da sua produção em sua sede, em Hiroshima, a montadora buscará, pela primeira vez depois de dez anos, funcionários temporários e não mão de obra através de empreiteiras.

A contratação está em andamento até abril. O período do trabalho é de seis meses, podendo ser estendida, no máximo, para três anos. Segundo a mídia, a estratégia foi adotada para não ultrapassar o período de contratação da empreiteira, que hoje é de três anos consecutivos.

Em junho passado, a Agência de Trabalho de Hiroshima e de Yamaguchi emitiu para Mazda uma orientação para que corrigissem o formato de sua contratação por empreiteiras, que apresentava irregularidade.

Após o alerta, a Mazda mudou a forma de contratação de mão de obra por empreiteiras para a contratação direta, em julho passado.

Com os novos recrutamentos, o número de funcionários temporários a serem chamados pela montadora pode chegar a 240 pessoas.

 
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Primeiro trem bala que chegou a 300 km/h diz adeus à alta velocidade
Escrito por Saito e Cristiane Nagafuti em 01/03/2010 às 04:42:19
 

O modelo 500 foi o primeiro trem comercial que chegou ao máximo de 300 km/h

Por EFE, Webnews.com e Portal Mie: portalwebnews.com/

Japão – 01/03/2010

O primeiro Shikansen ou trem bala japonês que superou os 300 km/h se despediu neste domingo, após 13 anos, das linhas de alta velocidade para abrir passagem à tecnologia ainda mais moderna de seus sucessores.

Centenas de pessoas se reuniram nas plataformas de estação do serviço de alta velocidade da estação central de Tóquio para ver partir, pela última vez, a série 500 do Shinkansen, transformada em símbolo da inovação tecnológica do Japão.

Fabricado pela companhia ferroviária Japan Railways West (JR West) em 1996 e 1997, o Shinkansen 500 estreou em março de 1997 para unir os 622 quilômetros entre as cidades de Osaka (centro) e Hakata (sul) em 2 horas e 17 minutos, frente às quase quatro horas que eram necessárias até então.

Em novembro daquele mesmo ano ampliou sua linha de Osaka até Tóquio com o serviço “Nozomi” (“Esperança”).
Até que apareceu esta série revolucionária, os trens-bala japoneses alcançavam “apenas” 210 km/h, explicou à Agência Efe um porta-voz da JR West.

O modelo 500 foi o primeiro trem comercial que chegou ao máximo de 300 km/h, o que o levou a ser inscrito no livro Guinness dos recordes.

 

 
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